sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

via Email: SARAIVA 13: Senado aprova pedido de Collor: TCU investigará Gurgel



SARAIVA 13


Posted: 21 Feb 2013 03:57 PM PST



"Compra de tablets da Apple, feita no ano passado pela PGR, terá de ser, necessariamente, investigada; requerimento do Senado, do ponto de vista constitucional, torna-se uma obrigatoriedade para o TCU; iniciativa do senador Fernando Collor (PTB-AL) foi aprovada a partir de quórum de 48 senadores, na tarde desta quinta-feira 21
O Senado Federal aprovou na tarde desta quinta-feira 21 envio de pedido ao Tribunal de Contas da União para que promova uma auditoria sobre a compra de tablets pela Procuradoria Geral da República, dirigida por Roberto Gurgel. Requerimento neste sentido foi feito pelo senador Fernando Collor (PTB-AL).
Collor considera que a licitação aberta pela PGR foi direcionada, uma vez que exigia que os produtos tivessem exclusivamente a marca Apple. O quórum para a votação do requerimento foi alcançado pela presença de 48 senadores em plenário. A maioria, com rapidez, aprovou o requerimento.

Agora, Gurgel terá de dar explicações formais ao TCU sobre a compra de 1.200 tablets feita no fim do ano passado, orçada em R$ 3 milhões. Do ponto de vista constitucional, o TCU está obrigado, a partir do pedido do Senado Federal, a investigar o caso."
Matéria Completa, ::AQUI::
Posted: 21 Feb 2013 03:51 PM PST



Os tucanos corruptos, que tiveram de engolir o fato de a Petrobras ter um lucro 10 vezes maior que no governo FHC, agora estão pirando de vez.É que a Caixa e o BB, que os bicudos quiseram vender na época da privataria tucana, lucraram muito no ano de 2012, mesmo com a crise econômica que assola o mundo.
 
A Caixa obteve o lucro record de R$ 6 bilhões.

O Banco do Brasil
obteve o lucro record de R$ 12 bilhões.

A Caixa aumentou as operações de crédito em 42%.

O BB aumentou as operações de crédito em 25%
.
Nunca antes na história deste país isso havia ocorrido.Todos se lembram da roubalheira de Ricardo Sérgio, tesoureiro de FHC e Serra, quando dirigia o Banco do Brasil.
Segundo os presidentes do BB e da Caixa deve-se à queda de juros a perfomance dos citados bancos.
É por essa e outras que os tucanos piram.
Postado por às 15:39Nenhum comentário:

Do Blog O TERROR DO NORDESTE.
Posted: 21 Feb 2013 03:33 PM PST


A ex-senadora Marina Silva criou seu partido, a Rede Sustentabilidade, para concorrer às eleições de 2014. Especificamente à Presidência da República. Porém, a iniciativa da ex-senadora é decepcionante. O novo partido nega a luta política dos mais fracos e prega o conformismo submisso aos mais fortes. É a "utopia do sonho" do Itaú, da Globo, do bilionário neoliberal dono da Natura, que..Leia mais aqui
Por: Helena™1 Comentários  
Posted: 21 Feb 2013 03:28 PM PST


ROBERTO GURGEL COMEÇA A EXPERIMENTAR O AMARGO GOSTO DE SER VIDRAÇA




O Senado aprovou nesta quinta-feira, 21/02, um requerimento do Senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) solicitando ao Tribunal de Contas da União (TCU) que faça uma auditoria na Procuradoria-Geral da República (PGR), relacionada a compra de 1.200 Tablets modelos IPad 3, ao custo de R$ 3 MILHÕES.
Segundo o senador petebista, a licitação foi "escancaradamente" dirigida e ocorreu no último dia do ano passado (31/12/2012) às 16 horas. 


Em nota, a Secretaria de Comunicação Social da PGR informou que indicar uma marca de tablet é "admissível" pela Lei de Licitações. 
Vamos ver o que esta "auditoria" do TCU vai dizer. De qualquer modo, não deixa de ser estranho que uma "LICITAÇÃO" aconteça no último dia do ano, e que comparativamente com outras Instituições, a PGR tenha pago muito mais caro.

Posted: 21 Feb 2013 01:03 PM PST



De Recife - PE. Diógenes Afonsoàs 15:520 comentários  
Do Blog TERRA BRASILIS.
Posted: 21 Feb 2013 12:57 PM PST


O fígado não suporta excesso de bebida alcoólica, ódio também 'intoxica" o órgão. Mistura de muito álcool nos finais de semana e muito ódio nas poucas horas de trabalho no Senado, podem, e as imagens não deixam de confirmar isso, fatalmente prejudicar a saúde.

Ao invés de se repaginar (PLÁSTICA/BOTOX ?) como saiu publicado hoje na "grande imprensa", já de olho nas eleições de 2014, Aécio Neves deveria procurar hábitos mais saudáveis e práticas política mais inteligentes, do que os discursos insossos e nada convincentes que vez por outra profere no Senado.

Apesar do esforço feito pelo PIG para dar divulgação e importância ao fato, a repercussão foi nenhuma.
Já as imagens de Aécio Neves, cambaleante, mal "ajambrado" e com o rosto todo deformado (inchado) repercutem, e muito mal.
Aécio está sempre com cara de quem acabou de acordar, ou de que não conseguiu dormir. Não adianta mudar por fora. O Brasil não precisa de embalagem, precisa de conteúdo, e isso, Aécio apesar da forcinha que a imprensa lhe dá, ainda não provou que possui.
Postado por às 16:38Nenhum comentário: Links para esta postagem 
Posted: 21 Feb 2013 12:51 PM PST

Bem que eu gostaria que me poupassem de escrever sobre a blogueira gusana (*) Yoani Sánchez, mesmo com a farta matéria-prima cômica proporcionada pela mania de dossiês da revista Veja, e da performance do senador Eduardo Suplicy (PT-SP).

Yaoni não passa de uma "celebridade" inflada para falar mal de seu próprio país, atendendo as diretrizes da superpotência imperialista vizinha e opressora.

Mas em plena quarta-feira de trabalho, deputados e senadores do PSDB e DEM nos brindam com uma sessão na Câmara dos Deputados para exibir o documentário "Conexão Cuba Honduras" em que a blogueira participa.

A blogueira foi recebida pela tropa de choque demotucana como se fosse algum chefe de Estado. Engrossou a comitiva o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) com seu discurso de extrema-direita anti-Cuba, que passou a encantar os tucanos desde a candidatura de José Serra em 2010.

Esse gesto da oposição repete a política externa tucana de tirar os sapatos para os EUA, em vez de condenar altivamente o bloqueio econômico imperialista imposto ao povo cubano. E o mais grave é que desta vez os demotucanos "tiram os sapatos" dentro do Congresso Nacional brasileiro, e não nos aeroportos em solo estadunidense.

Qual o próximo passo? Os tucanos vão à Miami fazer uma homenagem à memória do vendilhão da pátria cubana, Fulgêncio Batista? Vão marcar uma sessão solene no Congresso em memória dos mercenários da Baía dos Porcos?

UJS esclarece que não cerceou a liberdade de expressão, nem impediu exibição de documentário

Nota de esclarecimento sobre as manifestações contra Yoani Sánchez

Considerando as notícias falsas veiculadas acerca das manifestações provocadas pela vinda da blogueira Yoani Sánchez ao Brasil, a UJS (União da Juventude Socialista) vem a público esclarecer que:
Por: Zé Augusto0 Comentários  
Posted: 21 Feb 2013 11:34 AM PST



Correos electrónicos de la Fundación Nóos comprometen al Monarca
El rey Juan Carlos de España se ha visto implicado en el caso de corrupción por el cual es procesado su yerno Iñaki Urdangarín, tras aparecer su nombre en una serie de correos electrónicos que fueron entregados por el ex-socio del Duque de Palma a la justicia.
El esposo de la infanta Cristina es investigado por el tiempo que estuvo a cargo de la administración de la Fundación Nóos, cuando habría desviado millones de euros de fondos públicos utilizando como fachada esa organización sin fines de lucro.
Diego Torres, ex-socio de Urdangarín, implicó directamente a la Corona española al declarar el sábado ante un juzgado en los tribunales de Palma de Mallorca, y afirmar que "todo lo que hacían en la Fundación era con consentimiento de la Casa Real".
Explicó que todas las decisiones en Nóos "las tomaban los cinco miembros de la Junta Directiva, incluida la Infanta Cristina", hija menor del rey Juan Carlos, así como también Carlos García Revenga, asesor de las Infantas.
De esta manera, Torres cumple con la amenaza que lanzó en 2012, cuando adelantó que podría hacer públicos "200 e-mails comprometedores" con los que "se cargaría a la Monarquía".
Según la prensa española, la información fue confirmada por los correos electrónicos, los cuales apuntan a que el Rey estuvo involucrado como mediador en dos negocios del Duque de Palma que finalmente no se concretaron.
Según uno los correos divulgados, Urdangarin confirmó las gestiones del Monarca frente al ex presidente valenciano Francisco Camps, en un caso de patrocinio.
La idea era crear un segundo equipo español para la Copa América de Vela. Según escribió Urdangarín, el Rey tenía "muchas ganas de que el proyecto saliera adelante" y llegó a "comprometerse" a conseguir "ayuda financiera".
Luego, el Duque le pidió prudencia al impulsor de este proyecto, el empresario Pedro Perelló, a quien le advirtió que "sobrevender la participación de la Familia en el proyecto, cuando quien tú ya sabes (el Rey) nos está ayudando como lo está haciendo, no creo que sea el mejor camino".
En tanto, otros mensajes comprueban las gestiones de Juan Carlos con la princesa Corinna Zu Sayn-Wittgenstein, conocida como la amante del rey, para incluir a Urdangarin en una fundación dedicada a proyectos deportivos (Laureus) con un "buen sueldo".
En otro correo - enviado con copia al Rey - Corinna explica a Urdangarín que la Fundación Laureus planea expandirse a España y lo propone para el puesto de jefe del área comercial, con un sueldo superior a los 250 mil euros (unos 333 mil dólares).
Posteriormente, el Duque envió a la Princesa otro correo con su currículo, tal "como el que su majestad Juan Carlos I, Rey de España, había pedido". Luego, Corinna respondería para decirle que "mando copia a tu suegro y espero que esta propuesta despeje las dudas que puedan tener".
Desde finales de 2011, la justicia de Palma investiga a Urdangarin y Torres por haber desviado a paraísos fiscales millones de euros en fondos públicos de los gobiernos balear y valenciano, que fueron adjudicados entre 2004 y 2007 al Instituto Nóos, una entidad sin fines de lucro.
De acuerdo con la investigación, los contratos fueron otorgados por ambos gobiernos regionales, en manos del derechista Partido Popular (PP), sin que mediara concurso ni licitación.
Además de malversación de fondos públicos, Urdangarín y Torres afrontan otros delitos como falsedad documental y evasión fiscal.
No teleSUR


Posted: 21 Feb 2013 11:26 AM PST


Opus Dei nas finanças do Governo e com força na banca
Freud e Marx, os mais censurados na não ficção
Tudo o que são clássicos e grandes obras da literatura mundial passaram pelo crivo dos delegados de estudos do Opus Dei. Por isso é difícil encontrar um grande escritor que não tenha sido 'censurado' pela obra. Dos últimos 15 prémios Nobel da Literatura só um não tem livros proibidos. Os restantes 14 têm 72 obras 'proibidas'. Na não ficção, que inclui obras de grande importância científica, Marx, Freud ou Nietzsche estão entre os que não escaparam ao 'lápis azul' da organização.
As aventuras de Leopold Bloom a fazer a sua odisseia por Dublim (em Ulisses, de James Joyce), a chegada de Cândido a Lisboa após o terramoto de 1755 (em Cândido, de Voltaire) ou as dúvidas existenciais de Zuckerman (obras de Philip Roth) são histórias que os membros do Opus Dei não podem desfrutar. Grandes nomes da literatura e das ciências sociais mundiais fazem parte da lista de 33 573 livros proibidos pela obra.
Olhando, por exemplo, para os últimos 15 prémios Nobel da Literatura, apenas um (Le Clézio) escapou à lista negra de livros do Opus Dei. Só nos três mais elevados níveis de proibição (ver infografia na página 31) existem 72 obras. O peruano Mario Vargas Llosa (Nobel em 2010) conta com 17 obras nestes níveis de proibição. É imediatamente seguido pelo português José Saramago, com 12 títulos (ver páginas 30 e 31). Mas a lista não para por aqui: Doris Lessing (nove livros), John Coetzee (oito), Günter Grass (sete) e Elfriede Jelinek (quatro) são outros dos mais castigados. Orhan Pamuk apenas foi brindado com um livro proibido e os dois últimos nóbeis (Mo Yan e Tomas Tranströmer) têm livros classificados com níveis de interdição mais baixos.
E a lista de grandes autores proibidos está longe de se esgotar nos últimos laureados pelo maior prémio da literatura. O romance Ulisses, de James Joyce - um marco do modernismo literário -, tem o mais elevado nível de proibição (6; L-C3). O mesmo acontece com livros de autores como Albert Camus, Gabriel García Márquez, Samuel Beckett, Jean-Paul Sartre (também eles Nobéis), Voltaire, Aldous Huxley, Henry Miller, Truman Capote, Philip Roth ou Vladimir Nabokov.
Também "censurados", mas com níveis de proibição mais baixos, surgem os nomes de Ernest Hemingway, Orwell, Jorge Luis Borges, Dostoievski, Kafka ou F. Scott Fitzgerald.
O líder do Opus Dei Portugal, José Rafael Espírito Santo, explica que esta lista é "no fundo estar a procurar um conselho para defender a fé", lembrando que "o Papa João Paulo II antes de ler um livro consultava e perguntava se era um livro adequado". O vigário regional do Opus Dei utiliza ainda uma metáfora para justificar a lista: "Há medicamentos que só se vendem com receita médica. Porquê? Porque uma pessoa que não saiba, em vez de fazer bem à saúde, pode fazer mal. A fé não se apoia na razão. E, portanto, pode haver modos de empregar a razão que sejam nocivos para o próprio ser humano porque a verdade é só uma."
Marx e Freud, os mais odiados
Em matéria de não-ficção, o psicanalista Sigmund Freud e o sociólogo Karl Marx são os mais censurados pela obra. Sozinho, Karl Marx tem 19 livros no mais elevado nível de proibição das obras que não são literatura (P-C3). O Capital ou o Manifesto do Partido Comunista fazem, naturalmente, parte deste lote. O sociólogo só é mesmo batido por Sigmund Freud, o autor mais proibido, com 21 obras, que inclui títulos como A Interpretação dos Sonhos ou os Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade.
Os filósofos Nietzsche (dez livros), Thomas Hobbes (três), Émile Durkheim (cinco), Karl Popper e Francis Bacon (ambos com um livro) também não escaparam aos delegados de estudos do Opus Dei.
Há ainda realizadores de cinema que são censurados, não pelos seus filmes (embora também haja uma lista - ver topo da página), mas pelos livros que escreveram. É o caso de Woody Allen, Pasolini, Buñuel ou Almodóvar. Políticos como Lenine, Trotsky, Fidel Castro, Salvador Allende (particular- mente odiado pelo Opus Dei, que ajudou ao seu derrube no Chile) e Hillary Clinton também têm livros na lista.
Rui Pedro Antunes
No Diário de Notícias
Veja também: Os segredos do Opus Dei - Grande Investigação - I - II - III - IV


Posted: 21 Feb 2013 11:21 AM PST


Ex-presidente diz que nova vitória da petista em 2014 será resposta a tucanos. "Não herdamos nada. Nós construímos", disse Dilma, em evento para celebrar dez anos do PT no poder federal

DE SÃO PAULO

Lançada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição, a presidente Dilma Rousseff transformou a festa para celebrar os dez anos do partido no governo em um primeiro ato de campanha.

No palanque, Dilma rejeitou a herança de Fernando Henrique Cardoso, logo após Lula apontar a vitória dela em 2014 como "uma consagração política" diante das críticas ao PT feitas ontem por Aécio Neves -principal nome do PSDB para a Presidência.

"A resposta que o PT deve dar [à oposição] é dizer que eles podem se preparar, podem juntar quem eles quiserem e que, se eles têm dúvida, nós vamos dar como resposta a eles a reeleição da presidenta Dilma em 2014″, discursou Lula no evento.



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Do Blog O Esquerdopata.
Posted: 21 Feb 2013 11:17 AM PST



Por Ricardo Kotscho - blog Balaio do Kotscho
Quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013: este dia vai ficar marcado no calendário político pela festança do PT em São Paulo, para comemorar os 33 anos do partido e 10 de governo, e também por ter dado largada à corrida da sucessão presidencial.
No mesmo dia, o tucano Aécio Neves, que ainda não assumiu a sua candidatura, saiu das sombras e resolveu fazer um contraponto ao listar "os 13 fracassos dos governos do PT", sem dar nenhuma pista sobre quais são os projetos da oposição para o país.
Lula aproveitou para lançar Dilma à reeleição e a presidente fez o discurso que vai usar na campanha de 2014: "É um governo que não tem medo dos números porque eles estão a nosso favor. E lutaremos para que dentro de algum tempo não haja um só brasileiro miserável".

Neste primeiro dia de embate, o PT ganhou de lavada da oposição tucana, mais preocupada em fazer uma festa para a dissidente cubana Yoáni Sanchez.
Mostrando união total em torno de Dilma Rousseff, ao contrário de Aécio, que ainda não conseguiu conquistar o PSDB paulista, o PT foi ao ataque, depois de passar seis meses na defensiva, desde o ínico do julgamento do mensalão.
Quem deu o tom foi o ex-presidente Lula: "A resposta que o PT deve dar à oposição é dizer que eles podem se preparar, podem juntar quem eles quiserem e que, se eles quiserem e que, se eles têm dúvida, nós vamos dar como resposta a eles a reeleição da presidente Dilma em 2014".
Lula foi direto na resposta a um dos temas explorados no discurso de Aécio e que certamernte será usado na campanha, ao dizer que está disposto a discutir qualquer tema com a oposição, "inclusive corrupção".
"Existem duas formas de sujeira aparecer. Uma é você mostrar, a outra é esconder. E eu duvido que tenha na história do país um governo que criou mais instrumentos e mais transparência para combater a corrupção do que o nosso governo. Eles (tucanos) nunca ligaram para transparência".
Mais do que nos discursos inflamados, a grande diferença entre os candidatos do PT e do PSDB neste primeiro dia de campanha estava nos apoios partidários.
Enquanto no palco do PT, armado no auditório de um hotel junto ao Anhembi, estavam os presidentes dos dez partidos que apoiaram a eleição de Dilma em 2010, mais o PSD de Gilbeto Kassab, na tribuna do Senado, em Brasília, Aécio contou apenas com o apoio alguns senadores do seu próprio partido.
Foi assim que vi, pela primeira vez do lado de fora, a grande festa do partido que nasceu nas lutas sindicais comandadas por Lula no ABC paulista e cuja trajetória acompanhei até o PT chegar ao poder central em 2003.
Muita gente me perguntou ontem por que eu não fui à festa. Por uma razão muito simples, expliquei aos amigos: porque não fui convidado. É muito chato na minha idade entrar de penetra numa festa.
Vida que segue.
Postado por às 2/21/2013 
Do Blog DESABAFO BRASIL.
Posted: 21 Feb 2013 11:09 AM PST
 Do Conversa Afiada - Publicado em 21/02/2013

Pode juntar quem eles quiserem …



Saiu no G1 trecho do discurso do Nunca Dantes na festa dos 10 anos de Governo democratico e popular:

Eu não vou responder a eles, vou dizer que nesses dez anos do PT, que a resposta que o PT deve dar a eles é a gente dizer que eles podem se preparar, eles podem juntar quem eles quiserem, porque nós vamos dar como resposta a eles a reeleição de Dilma como presidente em 2014. É essa a consagração da política dos trabalhadores", disse Lula.




"Juntar quem eles quiserem".
Juntar quem ?

Assim como em 2010, naquele histórico pronunciamento da massa cheirosa. Eles queriam juntar o Aécio Never ao Padim, agora, querem juntar o Aécio ao Eduardo Campos.

O Aécio, para a Casa Grande de São Paulo, é o Kitchen-Aid multi-uso.

Clique aqui para ler "O que Eduardo é e não é".

Pode juntar também o Luciano com a Blablarina, com a Yoani Sánchez, o Suplicy e a do "Entre Caspas".
Pode juntar tudo.

E até o STF.

A resposta será nas urnas.


Paulo Henrique Amorim



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Do Blog ContrapontoPIG
Posted: 21 Feb 2013 11:06 AM PST

Depois de discursar por diversas vezes contra suposta irregularidade no processo de compra de 1.200 tablets pela Procuradoria Geral da República, o senador Fernando Collor (PTB-AL) formalizou nesta segunda-feira 18 um pedido de providências ao Conselho Nacional do Ministério Público. O parlamentar solicita especificamente a suspensão da licitação do órgão, comandado pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel.

De acordo com Collor, a licitação cita a marca "Apple", o que seria proibido por lei. "A Lei de Licitações determina que marcas não podem ser citadas em editais de compras públicas sob pena de nulidade do ato e responsabilidade de quem lhe tiver dado causa. O texto do edital da licitação cita a Apple diretamente uma vez e indiretamente mais três vezes", declara o senador.

No documento enviado ao CNMP (acesse a íntegra aqui), Collor diz que "é inaceitável que a instituição constitucionalmente estabelecida para fiscalizar o fiel cumprimento da lei realize um processo licitatório desconsiderando completamente o disposto na norma brasileira de licitações". Em seu discurso no plenário nesta segunda, o senador voltou a pedir processo e julgamento contra Gurgel, contra quem já vem fazendo denúncias há nove meses, conforme lembrou.

Leia abaixo nota da assessoria de imprensa de Collor sobre o pedido ao CNMP:

O Senador Fernando Collor apresentou ao Conselho Nacional do Ministério Público pedido de providências com requerimento de medida liminar no qual para que sejam suspensos todos os efeitos da licitação eletrônica feita na tarde de 31de dezembro do ano passado, para a compra de 1.200 tablets para a Procuradoria Geral da República e 26 para o Conselho Nacional do Ministério Público totalizando a quantia de R$ 2.940.990,10.

Segundo o senador, a PGR teria promovido, ao apagar das luzes de 2012, licitação com direcionamento de marca, no caso a Apple Inc. No pedido apresentado junto a CNMP o parlamentar diz que "a Lei de Licitações determina que marcas não podem ser citadas em editais de compras públicas sob pena de nulidade do ato e responsabilidade de quem lhe tiver dado causa. O texto do edital da licitação cita a Apple diretamente uma vez e indiretamente mais três vezes".

Posted: 21 Feb 2013 07:45 AM PST



Lula e Dilma, no ato comemorativo de aniversário do PT e dos 10 anos do partido à frente do governo federal (R. Stuckert Filho/PR)

"Em comemoração de dez anos de governos petistas, ex-presidente afirma que quer comparações com gestões anteriores no campo social, econômico e também no tema corrupção
Eduardo Maretti, Rede Brasil Atual
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem (21) que a resposta que o PT deve dar aos seus críticos será a uma nova vitória da presidenta Dilma Rousseff em 2014. Não é a primeira vez que Lula afirma manifesta que a atual presidenta tem sua preferência para disputar a reeleição em 2014, Mas foi a mais defesa mais categórica até aqui, num dia em que o partido foi bombardeado por críticas como que setores da imprensa tentaram se antecipar à festa. "Eles podem se preparar, podem juntar quem eles quiserem, porque, se eles têm dúvida, nós vamos dar como resposta a reeleição da Dilma em 2014", afirmou, ao lado da presidente.
Posted: 21 Feb 2013 07:07 AM PST



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Do Blog O Esquerdopata.
Posted: 21 Feb 2013 05:55 AM PST

Para colunista, petistas levaram a melhor em primeiro duelo direto pela presidência de 2014: "a fala de Dilma foi em São Paulo, com Lula, o PT e os aliados. A de Aécio foi em Brasília e isolada"
247 – De um lado, Dilma Rousseff com todos os holofotes possíveis pelos 10 anos de governo do PT. Do outro, Aécio Neves no Senado, com plateia apagada. Para a colunista Eliane Cantanhêde, no primeiro duelo direto pela presidência de 2014, o PT e seu "marketing impecável" levaram a melhor. Leia o artigo publicado na Folha:

'Apenas um começo'
BRASÍLIA - Cercada pelo PMDB (Temer, Renan e Henrique Alves), e isso certamente não foi por acaso, Dilma Rousseff lançou o slogan de sua campanha à reeleição ao anunciar, na terça, mais uma ampliação do Bolsa Família: "O fim da miséria é apenas um começo".
Com essa única frase, brilhante síntese de política e marketing, ela definiu o eixo da sua estratégia para manter a cadeira no Planalto.
Desde o fim da ditadura militar, em 1985, o Brasil vem construindo coletivamente -apesar dos sucessivos protagonistas- os seus principais pilares: democracia, estabilidade econômica e inclusão social.
Dilma (ou seria João Santana?) sabe que a inclusão, marca da campanha de 2010, pode já não dar para o gasto em 2014. Por isso, avisa que acabar com a miséria é "apenas um começo" e deixa implícito o recado: falta muito e é importante que ela continue o trabalho "do povo, para o povo, pelo povo", como firmou a cartilha lançada pelo PT ontem.
O discurso de Dilma está pronto. O resto, Lula, o PT e o mesmo Santana fazem. E eles sabem fazer, como se viu pela organização da festança em São Paulo pelos 33 anos do partido e os dez de poder, com o mito Lula, a candidata Dilma e comparações convenientes com o adversário que eles, talvez equivocada ou precipitadamente, sempre veem pela frente: o PSDB.
O tucano Aécio Neves foi obrigado a sair da toca e ler um discurso incisivo no plenário do Senado, alfinetando as contradições do PT, recriminando comparações de "conjunturas diversas" e apontando 13 "fracassos" do governo Dilma.
É assim que as campanhas presidenciais começam cada vez mais cedo, agora com mais de ano e meio de antecedência e com uma diferença monumental -de recursos, de exércitos, de tropas e de repercussão.
A fala de Dilma foi em São Paulo, com Lula, o PT, os aliados e, repetindo, um marketing impecável. A de Aécio foi em Brasília e isolada.
Postado por às 2/21/2013

Do Blog DESABAFO BRASIL.
Posted: 21 Feb 2013 05:47 AM PST


A blogueira recebe presente sob o olhar de

Jair Bolsonaro em sua passagem pela Câmara

dos Deputados. Foto: Agência Brasil

CartaCapital
"Vítima da intolerância de grupos que, em sua visita ao Brasil, a acusam de "se vender" aos Estados Unidos, a blogueira cubana Yoani Sánchez se transformou nesta quarta-feira 20 em troféu para a oposição. Convidada pelo PSDB para falar no Congresso, ela foi recepcionada pelo senador Aécio Neves, virtual candidato tucano à Presidência em 2014, e posou para fotos ao lado de políticos que, por aqui, não são reconhecidos exatamente pela defesa de direitos humanos ou da liberdade de expressão que a ativista diz sentir falta em seu país.
Um deles foi Jair Bolsonaro (PP-RJ), ex-militar homofóbico que já defendeu a tortura, a censura, a pena de morte e o fuzilamento do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso."
Matéria Completa, ::AQUI::
Posted: 21 Feb 2013 05:40 AM PST


20.02.2013 23:36

Piero Locatelli


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira 20 que o PT não vai fugir do debate sobre corrupção com os tucanos. Em discurso na comemoração dos dez anos do partido na Presidência, ele rebateu as críticas feitas nos últimos dias pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG).

"Nós não temos medo de comparação, inclusive comparação em debate sobre corrupção," disse o ex-presidente no evento realizado na zona norte de São Paulo. Na terça-feira 19, FHC divulgou um vídeo dizendo que as comparações feitas pelo PT coma sua gestão na presidência (1995-2002) são "coisa de criança" e "parecem picuinha".

Lula falou que só o fato do seu partido passar oito anos no poder já deixa a oposição nervosa.  "Eles estão inquietos porque percebem que estão sem valores, sem discursos, sem propostas. Porque todas as coisas que eles pensaram em fazer nós fizemos mais e fizemos melhor. É por isso que nós queremos fazer esse debate."

O ex-presidente também fez referência ao discurso do senador tucano Aécio Neves (MG) nesta quarta. Nele, o mineiro elencou 13 erros do PT cometidos nos últimos anos. "Eu não vou responder a eles. Só queria dizer que a resposta que o PT deve dar é dizer para eles que podem se preparar, juntar quem eles quiserem. Porque, se eles têm dúvida, nós vamos dar como resposta a reeleição da presidenta Dilma," disse Lula.

Petistas e integrantes de partidos da base aliada estiveram no evento. Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
 Petistas e integrantes de partidos da base aliada estiveram no evento. Foto: Ricardo Stuckert/Instituto LulaPetistas e integrantes de partidos da base aliada estiveram no evento. Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Lula e Dilma também usaram o discurso para criticar a imprensa. "Na ausência de uma partido da oposição, um setor da imprensa fazia oposição. Eu fico preocupado porque quando critico a imprensa , eles dizem: 'Lula ataca a imprensa'. E, quando eles me atacam, dizem: 'Fizemos uma crítica'."
Já a presidenta Dilma disse que não pode se calar diante das críticas. "Como reagem agora determinados setores frente ao avanço do combate à miséria? Alguns tentam dizer que esse feito não passa de um mero jogo estatístico. Outros preferem inverter o significado das coisas e destacar, de forma exagerada, o que falta ser feito," disse a presidenta. Na terça-feira 19, Dilma lançou programa o programa Brasil sem Miséria, que complementa o Bolsa Família para que a população supere a renda de 70 reais mensais por pessoa, considerada a linha da miséria.

Coube ao deputado estadual e presidente do partido, Rui Falcão (SP), defender a regulação dos órgãos de imprensa. "É inadiável o alargamento da liberdade de expressão no país, da democracia e dos meios de comunicação tal qual está previsto na Constituição e que esperam a anos por uma regulamentação."

Kassab é vaiado

O ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (PSD) foi vaiado duas vezes pela militância petista no evento. Primeiro, quando foi apresentado. Depois, enquanto discursava como presidente do seu partido.  No palco, ele se disse grato aos dez anos do PT na Presidência, mesmo tendo feito oposição à legenda até o ano passado. "O PSD se sente muito confortável em estar aqui hoje," disse Kassab.

Em seu discurso, Lula justificou as alianças da base aliada nos último dez anos ao dizer que ganhar a eleição era mais fácil do que governar. "Nós sabemos o quanto importante é a base aliada, com gente que às vezes a gente até não gosta. Mas a gente não está convidando para casar, está convidando para governar."

Representantes de diversos partidos da base aliada estiveram presentes. Entre eles, dois ministros que foram derrubados em escândalos de corrupção e agora presidem seus partidos: Alfredo Nascimento (PR), ex-ministro dos Transportes, e Carlos Lupi (PDT), ex-ministro do Trabalho. Presidente do PSB e possível candidato à Presidência e 2014, o governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) foi representado por Roberto Amaral (PSB)
.

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Ainda do Blog ContrapontoPIG
Posted: 21 Feb 2013 05:36 AM PST

 

Dilma Rousseff


Enviado por luisnassif, qui, 21/02/2013 - 08:38

Do Estadão

Promover ampla reforma política é fundamental, diz Dilma

GUSTAVO PORTO, DAIENE CARDOSO E BEATRIZ BULLA

A presidente Dilma Rousseff encerrou seu longo discurso de 51 minutos, no evento de comemoração dos dez anos de governo do PT, em São Paulo, na noite desta quarta-feira, com uma defesa da reforma política e ainda com a exposição de metas para os próximos anos de governo. "Precisamos de uma reforma política com novos padrões de financiamento, com financiamento público de campanha", afirmou a presidente.

Depois de citar os vários programas lançados pelo governo federal, lembrar da redução da pobreza e da criação recorde de empregos durante os dez anos, Dilma cobrou novas respostas do para o que ela chamou de "novo Brasil de classe média". "Os anseios se ampliam na próxima década; a mãe que tirou filho da miséria agora quer levá-lo à universidade", exemplificou. "Temos de aprofundar o governo de desenvolvimento, distribuição de renda, inclusão social e cidadania", cobrou.

Ainda segundo ela, a agenda estratégica para o futuro do País "exige uma base sólida para a sociedade do conhecimento, ciência, tecnologia e inovação", lastreadas na educação. Com isso, Dilma voltou a cobrar os investimentos no ensino infantil e na alfabetização, com a capacitação de professores.

A presidente avaliou que na década sob o comando do PT houve avanços na liberdade de expressão, respeito da independência dos poderes e fortalecimento dos mecanismos de controle dos gastos públicos, como, por exemplo, a criação da lei de acesso à informação.

Por fim, a presidente, ex-presa política, citou "os muitos que caíram no combate à ditadura" e considerou que "era para eles estarem presentes" no evento do PT. Citou ainda militantes históricos de esquerda, como Celso Furtado e Florestan Fernandes, lembrou de aliados como o ex-vice-presidente José Alencar a encerrou com um afago aos militantes petistas e à relação do partido com povo brasileiro. "É uma história de amor com o povo brasileiro que não precisa de final feliz, porque nós sabemos que não terá fim", concluiu.

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Também do Blog ContrapontoPIG
Posted: 21 Feb 2013 05:33 AM PST
Do Minas sem censura - 20/02/2013


  
Excelentíssimo senador Aécio Neves, fomos informados que V. Exa. faria um pronunciamento destacando 13 pontos negativos dos 10 anos de governo Lula e Dilma.

           Fazemos aqui algo inédito. Um aparte antecipado.
         Poderíamos entrar no clima e listar 45 malfeitos de vosso governo e de seu sucessor, nesses 10 anos tucanos pelas Minas Gerais. A lista ultrapassaria 45 itens: calotes sucessivos nos investimentos em educação e na saúde; ausência de política industrial; entrega da CEMIG para seus sócios "privados"; censura da imprensa; aparelhamento do Judiciário e do Ministério Público estadual; a tentativa de "doação" do prédio do IPSEMG para o amigo Fasano; as suspeitas obras da Cidade Administrativa; a "doação" do Mineirão para um consórcio privado; o apadrinhamento de aliados, inclusive de outros estados, na máquina do governo estadual.
         Teríamos ainda o uso intensivo e secreto de medidas de renúncia fiscal; o tratamento autoritário com movimentos sociais e sindicais; o cerceamento do trabalho da Assembleia Legislativa e do Tribunal de Contas do Estado; os mais de 300 fracassados protocolos de intenção para atrair investimentos e empresas para Minas Gerais, e daí por diante.
         Temos vossa postura contrária aos interesses do Brasil e de Minas, no caso da renovação das concessões do sistema elétrico e na redução da conta de luz.
         Temos o rumoroso caso da Rádio Arco-íris, sob o qual se esconde uma teia de malfeitos, tais como: fortes indícios de ocultação de patrimônio, sonegação fiscal e improbidade administrativa, já denunciados diretamente ao Dr. Gurgel, há dois anos, e até agora não investigados.
         Isso seria apenas a "entrada". O prato principal será o próprio diagnóstico do "estado" do estado. Que faremos mais adiante.
         Senhor senador, para criticar o Brasi, V. Exa. teria que, em primeiro lugar, pedir desculpas ao povo mineiro.
         Onde já se viu determinar oficialmente que graduados em pedagogia dêem aula de educação física?
         Que excelência é essa na gestão pública, que obriga prefeitos a bancar gastos para segurança pública, como ajuda de moradia para oficiais da PM? Fora custear gasolina, manutenção de veículos, papel higiênico para a polícia civil e militar.
         Resultado disso: na saúde, na segurança e na educação, incluindo aí a assistência social, Minas ocupa os piores lugares no ranking do país.
         Não fossem os aportes de recursos federais ao estado, a situação seria ainda mais problemática.
         Nenhuma máquina publicitária pode esconder o fato: Minas Gerais está pior do que quando Itamar Franco deixou o governo. Muito mais endividada, sem condições de investimento próprio em infraestrutura industrial, sem atrativos para empresas de ponta em várias cadeias produtivas, nosso estado reflete a condição de um governo que optou por um projeto que faliu no mundo: o projeto neoliberal.
         A grande arma tucana para tentar atrair empreendimentos para as Alterosas é a velha e carcomida renúncia fiscal. E feita de forma sigilosa.
         Sem os avanços econômicos e sociais construídos ao longo dos dois governos Lula e do atual governo Dilma, o estado de Minas Gerais seria um retrato da Grécia, da Espanha, Portugal, Itália etc.
         Abaixo, destacamos links de matérias veiculadas em duas publicações técnicas, com números inquestionáveis: na revista Mercado Comum e no site do Sindifisco/MG. 



1) Ficamos em 22º lugar em termos de PIB no Brasil e tudo indica que o PIB estadual (2012) será negativo.   http://migre.me/dkXVs  

2) A dívida pública do estado é a segunda maior e mais cara do país, perdendo apenas para a do Rio Grande do Sul; os governos Aécio e Anastasia esconderam por 8 anos essa "bomba relógio".   http://migre.me/dkXZq 
3) Crescendo abaixo da média nacional, Minas perde prestígio político e econômico.    http://migre.me/dl1uv
4) Minas ocupa o 24º lugar em gastos com educação em 2011.   http://migre.me/dl1NV
5) Na saúde, também somos o 24% do país, em termos de gastos.   http://migre.me/dl1QM
6) Despesas com publicidade (só do Executivo) subiram, em 10 anos, 462% (excluídos os gastos de marketing da administração indireta)   http://migre.me/dl1L3
7) Passivo a descoberto: se nosso estado vender todos seus bens e direitos e pagar o que deve, ainda sobraria um "papagaio" de quase 44 bilhões de Reais para os contribuintes quitarem. Isso é o mesmo que, se você  estivesse endividado e resolvesse quitar suas dívidas com a venda de seus bens e direitos, ainda assim sobraria uma outra parcela praticamente impagável.  http://migre.me/dl1TQ  
          Esses são apenas alguns exemplos da farsa chamada "Choque de Gestão". Como é possível isso servir de exemplo para um país da dimensão e da complexidade do Brasil?
         Os governos tucanos omitiram para o povo mineiro os dados dramáticos de sua dívida pública.  A partir de 2011 passam a "culpar" o governo federal pela situação da dívida. Ora, a dívida é uma herança da dupla FHC/Azeredo e foi – irresponsavelmente – escondida da opinião pública por oito anos seguidos. Lembrando que o ex-governador Itamar Franco, quando quis abrir esse debate, foi hostilizado pelos próprios tucanos aqui e nacionalmente.
         Essa gigantesca dívida pública impediria qualquer governo de atender aos cidadãos e cidadãs, em suas mínimas demandas por saúde, educação, segurança e assistência social. E mais, fazer os investimentos necessários para impulsionar a economia de Minas seria impossível.
         Enfim, essa é a Matrix tucana. Uma Minas virtual, criada por um poderoso esquema de marketing bilionário. Tudo isso orientado para um resultado apenas: alavancar a candidatura de Aécio Neves à presidência da República.
         Há um ditado que diz: "para falar do rabo alheio, senta-te no próprio rabo."
         O debate aberto agora por V. Exa. será crucial para que possamos esclarecer ao Brasil, que a Minas vendida pelos tucanos não existe. É uma ilha da fantasia.
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Do Blog ContrapontoPIG
Posted: 21 Feb 2013 05:29 AM PST

O julgamento do mensalão "transcende. Implica em dar um golpe em um movimento histórico do povo brasileiro, que produziu líderes, que produziu expressões", defendeu o jornalista Paulo Moreira Leite ao falar sobre a Ação Penal 470, apelidada pela imprensa de "Mensalão", na noite desta quarta-feira (19), em São Paulo.
Vanessa Silva, para o Portal Vermelho

Durante o lançamento do seu livro "A outra história do Mensalão – As contradições de um julgamento político", o jornalista, que foi diretor da Época e redator-chefe da Veja versou sobre as incômodas verdades do processo, a necessidade de democratizar a mídia, e suas motivações pessoais para a prática do jornalismo.
O lançamento foi realizado com uma coletiva de imprensa para blogueiros, promovida pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, em parceria com a TV dos Trabalhadores (TVT) e a Editora Geração, com transmissão ao vivo pela internet. Geração Editorial também publicou o best-seller "A Privataria Tucana".

Acompanhe os melhores momentos da coletiva:

Condenações sem provas 
Eu resolvi fazer o livro depois que vi que terminou o julgamento e havia uma insatisfação muito grande com a falta de informações. Vi que na medida em que eu fazia os artigos no site da Época, eu tinha uma resposta muito grande. Descobri as verdades incômodas deste julgamento quando fiz um trabalho sério como repórter, falei com pessoas, que tinham investigado a denúncia do Ministério Público e da própria Polícia Federal. Então percebi que o que foi apresentado não é o que foi concluído tecnicamente.
O caso básico é o dos empréstimos do Banco Rural ao PT. A denúncia é que eram uma fraude, que não existiam. Esta questão é base para condenar gente do banco rural e também o José Genuíno. Para a minha surpresa, a Polícia Federal viu que os empréstimos foram assinados, caíram na conta e depois foi usado para saldar dívidas reais do PT. A justiça condicionou como esses empréstimos seriam pagos e eles finalmente foram pagos. Os empréstimos são reais, não são fraudulentos. 
Criminalização da atividade política

O discurso que vem sendo utilizado é de criminalização da prática política. Não se debate que as eleições são disputadas de forma democrática e que nossa democracia precisa ser aperfeiçoada e nunca dispensou o Caixa 2, por exemplo. 
O próximo passo agora seguramente é incriminar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Temos pessoas que foram condenadas a mais de 40 anos — mais que a Suzana Von Richthofen, que matou o pai e a mãe em 2002 — então abriu-se uma situação que não sabemos até onde vai. Eu acho que os precedentes que este julgamento abriu são preocupantes. Temo que este precedente comece a ser utilizado para criminalizar os trabalhadores. 
O que achei ainda mais preocupante foi o fato de o Supremo ter deliberado sobre o mandato dos deputados condenados. A Constituição é clara e reserva para a Câmara a deliberação sobre o mandato dos deputados e para o Senado o de senador. Isso me parece uma coisa que afeta a divisão de poderes, pode ter uma consequência política muito grande, porque temos um órgão que não é eleito pelo povo, um poder cuja fonte de poder não está no voto popular e toma medidas sobre a decisão do povo. Isso para mim é muito sério. 

Articulação de um golpe

Acho que estamos assistindo a uma situação na qual é preciso entender que aquelas pessoas que foram derrotadas em 2002, 2006, 2010 e 2012, chegaram a um ponto em que elas consideram insuportável. Então estão irritadas, com ódio, estão procurando de todas as maneiras derrotar todo este processo. E são adversários que desaprenderam a ganhar pela via democrática. Eles sequer têm candidato a presidente para 2014.
Então acho que estão tentando criar um clima… Aquilo que essa burguesia educada brasileira aceitava, já não aceita mais. Mesmo as concessões que Lula fez, modestíssimas muitas delas, se tornaram insuportáveis. Isso cria um ambiente em que tudo é motivo para o achincalhe, para a desmoralização. Tem colunistas que leio que parecem Mussolini tamanho o ódio, tamanha a raiva. Estas pessoas não estão lidando com parceiros, não estão aprendendo a lidar com a democracia. Estamos vivendo uma situação em que tem parte das forças de oposição ao governo que não estão lidando com o jogo democrático, o que supõe ter que aceitar uma derrota. Acho realmente isso preocupante, mas não acho que estejamos na iminência de um golpe, justamente porque há muito apoio popular e a memória do povo está forte. 
Reforma judicial

Não acho que seja possível uma reforma judicial nos moldes que alguns países da América Latina estão realizando. Para mim, este debate é igual à questão do terceiro mandato de Lula. Depois desta derrota [para os setores governistas, com o caso do Mensalão], não dá para propor isso.
O erro o PT
A partida não está perdida, como ficou demonstrado na eleição de 2012, quando em pleno julgamento, quando foi votada a condenação de Dirceu e Genuíno, Lula carregou a vitória nas costas de modo inesquecível. Mas vamos pensar: no momento em que houve a denúncia do Mensalão, ela teve mais credibilidade porque muitas pessoas falaram em refundar o PT, falaram que não reconheciam aquele partido… Não quero criminalizar ninguém, mas muita gente não estava entendendo o que estava acontecendo e não recebeu explicação suficiente na hora certa. Lula ganhou esta questão na política quando em 2006 houve a tentativa de emparedá-lo. Mas quando veio o debate jurídico, muitas pessoas estavam desarmadas.
Mensalão mineiro X petista
O que está em questão neste debate entre as diferenças entre os dois julgamentos é que ninguém acha que o Eduardo Azeredo é um lutador do povo brasileiro semelhante a Genuíno e Dirceu. Ele não tem esta ligação com a história. O que está em discussão aqui transcende um pouco. Implica em dar um golpe em um movimento histórico do povo brasileiro, que produziu líderes, que produziu expressões. E que não por acaso foram pessoas perseguidas pela ditadura, foram pessoas torturadas, que foram reprimidas, que tiveram seus direitos desrespeitados antes e depois da democracia. Porque estamos falando de pessoas que realmente têm uma ligação com a história. Por isso este ato que não terá reparação. 
Estão cometendo uma grande injustiça e que terá consequências. O PSDB quer tirar o Azeredo do partido para não atrapalhar eleitoralmente. Enquanto que o debate aqui envolve a história do Brasil. O mesmo Tribunal que não quis julgar a tortura sofrida por Genuíno, depois o condena. Na boa: politicamente será que isso não quer dizer nada?

Posicionamento da mídia 

A mídia expressa outra força. Tem interesses de classe, de manutenção de uma ordem. Por isso, o outro lado da sociedade tem que ter uma mídia, é preciso democratizar a comunicação. Ela tem que ter seu veículo próprio, que expresse seu ponto de vista, organize seus eleitores. Se aplicassemos o que a Constituição diz, acho que bastaria para regulamentar a comunicação. Mas é um péssimo momento para fazer isso na medida em que economicamente as empresas de mídia estão afundando. 

A prática jornalística
Eu nunca quis ser jornalista para ficar rico. Sabe aquela coisa: vamos ser jornalista para ajudar o mundo a ficar melhor, que tudo mundo acha bobo? Eu não acho. Acho legal, acho bacana.
Eu não tenho medo das consequências da denúncia que estou fazendo. Estou conquistando uma coisa chamada liberdade e isso não tem preço. Fiz este livro e isso é bacana. Para quê eu queria ser jornalista? Porque eu achava bacana. 

Serviço:
A outra história do mensalão
Autor: Paulo Moreira Leite
Categoria: Reportagem
Formato: 16×23
Páginas: 352
ISBN: 9788581301518
R$ 34,90
Editora: Geração

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Leia mais em: Blog Sujo
Under Creative Commons License: Attribution

Do Blog O Esquerdopata.
Posted: 21 Feb 2013 05:24 AM PST
O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) "nocauteou" o senador Aécio Neves (PSDB-MG) no embate político travado no Senado.

O tucano fazia um longo discurso de oposição aos 10 anos do governo do PT e aliados, quando Lindbergh fez um aparte desconcertante. Constatou que em meia hora de discurso, Aécio sequer citou a palavra povo uma única vez. Veja como foi:


Por: Zé Augusto8 Comentários  
Posted: 21 Feb 2013 03:23 AM PST


"Legenda celebra, em grande estilo, seu primeiro decênio no poder; Lula começa a exaltar os feitos dos seus dois governos e dos dois primeiros anos de Dilma; "nosso programa foi cumprido à risca"; Fernando Haddad disse que, depois de Lula, o povo brasileiro passou a ter vez e a ter voz; Rui Falcão defende o "alargamento da expressão e de liberdade nos meios de comunicação"; assista ao vivo

Aos gritos de "ole, ole, olá, Lula, Lula", o ex-presidente Lula foi saudado antes de falar na festa de dez anos do PT. O ex-presidente começou saudando a presidente Dilma Rousseff e a "presidente de sua casa", Marisa Letícia. "É um dia de muita importância para a história de nosso partido, para a história dos partidos populares e para a história do nosso país", afirmou. "Em dez anos, a gente pode dar sinais extraordinários de que a palavra impossível é apenas para os fracos, é apenas aqueles que não têm perseverança".
Do Blog BRASIL! BRASIL! 
Posted: 21 Feb 2013 03:11 AM PST
 Do Vermelho - 20 de Fevereiro de 2013 - 19h36 


O julgamento do mensalão "transcende. Implica em dar um golpe em um movimento histórico do povo brasileiro, que produziu líderes, que produziu expressões", defendeu o jornalista Paulo Moreira Leite ao falar sobre a Ação Penal 470, apelidada pela imprensa de "Mensalão", na noite desta quarta-feira (19), em São Paulo.

Vanessa Silva
, para o Portal Vermelho 



Lançamento livro
Paulo Moreira Leite, concede entrevista coletiva a blogueiros, sobre seu livro "A outra história do Mensalão"


Durante o lançamento do seu livro "A outra história do Mensalão – As contradições de um julgamento político", o jornalista, que foi diretor da Época e redator-chefe da Veja versou sobre as incômodas verdades do processo, a necessidade de democratizar a mídia, e suas motivações pessoais para a prática do jornalismo.

O lançamento foi realizado com uma coletiva de imprensa para blogueiros, promovida pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, em parceria com a TV dos Trabalhadores (TVT) e a Editora Geração, com transmissão ao vivo pela internet. Geração Editorial também publicou o best-seller "A Privataria Tucana".

Acompanhe os melhores momentos da coletiva:

Condenações sem provas

Eu resolvi fazer o livro depois que vi que terminou o julgamento e havia uma insatisfação muito grande com a falta de informações. Vi que na medida em que eu fazia os artigos no site da Época, eu tinha uma resposta muito grande. Descobri as verdades incômodas deste julgamento quando fiz um trabalho sério como repórter, falei com pessoas, que tinham investigado a denúncia do Ministério Público e da própria Polícia Federal. Então percebi que o que foi apresentado não é o que foi concluído tecnicamente.

O caso básico é o dos empréstimos do Banco Rural ao PT. A denúncia é que eram uma fraude, que não existiam. Esta questão é base para condenar gente do banco rural e também o José Genuíno. Para a minha surpresa, a Polícia Federal viu que os empréstimos foram assinados, caíram na conta e depois foi usado para saldar dívidas reais do PT. A justiça condicionou como esses empréstimos seriam pagos e eles finalmente foram pagos. Os empréstimos são reais, não são fraudulentos.

Criminalização da atividade política

O discurso que vem sendo utilizado é de criminalização da prática política. Não se debate que as eleições são disputadas de forma democrática e que nossa democracia precisa ser aperfeiçoada e nunca dispensou o Caixa 2, por exemplo.

O próximo passo agora seguramente é incriminar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Temos pessoas que foram condenadas a mais de 40 anos — mais que a Suzana Von Richthofen, que matou o pai e a mãe em 2002 — então abriu-se uma situação que não sabemos até onde vai. Eu acho que os precedentes que este julgamento abriu são preocupantes. Temo que este precedente comece a ser utilizado para criminalizar os trabalhadores.

O que achei ainda mais preocupante foi o fato de o Supremo ter deliberado sobre o mandato dos deputados condenados. A Constituição é clara e reserva para a Câmara a deliberação sobre o mandato dos deputados e para o Senado o de senador. Isso me parece uma coisa que afeta a divisão de poderes, pode ter uma consequência política muito grande, porque temos um órgão que não é eleito pelo povo, um poder cuja fonte de poder não está no voto popular e toma medidas sobre a decisão do povo. Isso para mim é muito sério.

Articulação de um golpe

Acho que estamos assistindo a uma situação na qual é preciso entender que aquelas pessoas que foram derrotadas em 2002, 2006, 2010 e 2012, chegaram a um ponto em que elas consideram insuportável. Então estão irritadas, com ódio, estão procurando de todas as maneiras derrotar todo este processo. E são adversários que desaprenderam a ganhar pela via democrática. Eles sequer têm candidato a presidente para 2014.

Então acho que estão tentando criar um clima… Aquilo que essa burguesia educada brasileira aceitava, já não aceita mais. Mesmo as concessões que Lula fez, modestíssimas muitas delas, se tornaram insuportáveis. Isso cria um ambiente em que tudo é motivo para o achincalhe, para a desmoralização. Tem colunistas que leio que parecem Mussolini tamanho o ódio, tamanha a raiva. Estas pessoas não estão lidando com parceiros, não estão aprendendo a lidar com a democracia. Estamos vivendo uma situação em que tem parte das forças de oposição ao governo que não estão lidando com o jogo democrático, o que supõe ter que aceitar uma derrota. Acho realmente isso preocupante, mas não acho que estejamos na iminência de um golpe, justamente porque há muito apoio popular e a memória do povo está forte.

Reforma judicial

Não acho que seja possível uma reforma judicial nos moldes que alguns países da América Latina estão realizando. Para mim, este debate é igual à questão do terceiro mandato de Lula. Depois desta derrota [para os setores governistas, com o caso do Mensalão], não dá para propor isso.

O erro o PT

A partida não está perdida, como ficou demonstrado na eleição de 2012, quando em pleno julgamento, quando foi votada a condenação de Dirceu e Genuíno, Lula carregou a vitória nas costas de modo inesquecível. Mas vamos pensar: no momento em que houve a denúncia do Mensalão, ela teve mais credibilidade porque muitas pessoas falaram em refundar o PT, falaram que não reconheciam aquele partido… Não quero criminalizar ninguém, mas muita gente não estava entendendo o que estava acontecendo e não recebeu explicação suficiente na hora certa. Lula ganhou esta questão na política quando em 2006 houve a tentativa de emparedá-lo. Mas quando veio o debate jurídico, muitas pessoas estavam desarmadas.

Mensalão mineiro X petista

O que está em questão neste debate entre as diferenças entre os dois julgamentos é que ninguém acha que o Eduardo Azeredo é um lutador do povo brasileiro semelhante a Genuíno e Dirceu. Ele não tem esta ligação com a história. O que está em discussão aqui transcende um pouco. Implica em dar um golpe em um movimento histórico do povo brasileiro, que produziu líderes, que produziu expressões. E que não por acaso foram pessoas perseguidas pela ditadura, foram pessoas torturadas, que foram reprimidas, que tiveram seus direitos desrespeitados antes e depois da democracia. Porque estamos falando de pessoas que realmente têm uma ligação com a história. Por isso este ato que não terá reparação.

Estão cometendo uma grande injustiça e que terá consequências. O PSDB quer tirar o Azeredo do partido para não atrapalhar eleitoralmente. Enquanto que o debate aqui envolve a história do Brasil. O mesmo Tribunal que não quis julgar a tortura sofrida por Genuíno, depois o condena. Na boa: politicamente será que isso não quer dizer nada?

Posicionamento da mídia

A mídia expressa outra força. Tem interesses de classe, de manutenção de uma ordem. Por isso, o outro lado da sociedade tem que ter uma mídia, é preciso democratizar a comunicação. Ela tem que ter seu veículo próprio, que expresse seu ponto de vista, organize seus eleitores. Se aplicassemos o que a Constituição diz, acho que bastaria para regulamentar a comunicação. Mas é um péssimo momento para fazer isso na medida em que economicamente as empresas de mídia estão afundando.

A prática jornalística

Eu nunca quis ser jornalista para ficar rico. Sabe aquela coisa: vamos ser jornalista para ajudar o mundo a ficar melhor, que tudo mundo acha bobo? Eu não acho. Acho legal, acho bacana.

Eu não tenho medo das consequências da denúncia que estou fazendo. Estou conquistando uma coisa chamada liberdade e isso não tem preço. Fiz este livro e isso é bacana. Para quê eu queria ser jornalista? Porque eu achava bacana.

Serviço:
A outra história do mensalão
Autor: Paulo Moreira Leite
Categoria: Reportagem
Formato: 16×23
Páginas: 352
ISBN: 9788581301518
R$ 34,90
Editora: Geração
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Do Blog ContrapontoPIG
Posted: 21 Feb 2013 03:06 AM PST
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