segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Fwd: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 02 Jan 2012 05:02 AM PST



Posted: 02 Jan 2012 04:43 AM PST
"Levantamento do jornal Valor Econômico sobre o desempenho do senador mineiro mostra uma atuação bastante discreta; apenas nove projetos apresentados, e nenhum aprovado; pouco, para quem tem a missão de articular a oposição

Brasil 247

Com José Serra nas cordas, depois do lançamento do livro "A privataria tucana", pesam sobre os ombros do senador mineiro Aécio Neves todas as esperanças do PSDB para retornar ao poder. Pré-candidato declarado à presidência em 2014, Aécio já começou a viajar pelo País para fazer palestras e angariar eventuais apoios.

Mas a reputação que Aécio possui de bom articulador político está sendo questionada, nesta segunda-feira, numa reportagem publicada pelo jornal Valor Econômico. O balanço dos 12 meses da atuação de Aécio no Senado revela uma atuação bastante discreta, quase invisível. Aécio apresentou apenas nove projetos de lei, e nenhum deles foi aprovado, assim como a única proposta de emenda constitucional colocada por ele.

Em alguns casos, as ideias eram boas, mas faltou articulação. Um dos projetos de Aécio previa abatimento no Imposto de Renda dos empresários que fornecem educação a seus trabalhadores. Outro amplia os benefícios previdenciários de casais que adotam crianças – neste caso, um projeto apresentado em conjunto com o senador Lindbergh Farias, do PT. Os demais estavam relacionados a filigranas tributárias, como as compensações que a União deve pagar a estados e municípios."
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Posted: 02 Jan 2012 04:13 AM PST


"O mercado de trabalho  passa a concretizar uma situação inédita no País. Apesar da crise internacional, especialistas afirmam que o País vive o chamado "pleno emprego". Isto é, há vagas e a maioria da população economicamente ativa está empregada, o que deve continuar a ser o cenário em 2012. O problema é que, muitas vezes, não há pessoal qualificado para preencher esses postos de trabalho. O diretor-executivo da consultoria Michael Page, Marcelo de Lucca, afirma que os empresários estão otimistas. Ele revela que pesquisa recentemente realizada pela consultoria mostra que entre 60% a 70% das empresas tendem a aumentar as contratações em 2012."



Posted: 01 Jan 2012 03:15 PM PST

"Há uma crescente indignação na Europa contra as medidas que estão sendo adotadas pelos governos em relação ao enfrentamento da crise econômica e social que grassa no velho continente.

Eduardo Bomfim, Vermelho

Daí é que surgem com força movimentos contrários à perda da soberania dos Estados nacionais em detrimento do fortalecimento do Banco Central europeu sob o comando hegemônico da Alemanha e França.

Tudo isso associado ao desemprego crescente, estagnação econômica, destruição de conquistas sociais históricas, aumento da criminalidade e socorro aos bancos do setor privado através de injeções bilionárias de recursos oriundos dos cofres públicos.

Portanto o que está em curso na Europa é a prescrição do receituário neoliberal para recuperar um paciente contaminado pelo vírus do próprio neoliberalismo.

O diagnóstico é que se não houver uma tenaz e massiva resistência popular os europeus sairão
dessa tormenta bem mais pobres e muito menos soberanos do que antes.

Já no Brasil tanto como na China, Rússia e Índia, as consequências dessa crise global do capitalismo também são fortes muito embora em escala e densidade bem inferiores às das nações do primeiro mundo.

Mas é mesmo de se perguntar em que intensidade ou profundidade estaria essa crise global sem o atual crescimento econômico dos BRICS."
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Posted: 01 Jan 2012 02:58 PM PST

"The New York Times Company decide vender 16 jornais regionais para investir em mídias digitais; os US$ 143 milhões resultantes do negócio serão aplicados em portais, ações dos jornais do grupo em redes sociais e formatação de conteúdo para tablets e smartphones; passo 2.0 marca transformação do jornalismo

Diego Iraheta, Brasil 247

Um dos principais conglomerados de comunicação mundial acaba de virar uma página do passado para sinalizar conexão com o jornalismo em transição. The New York Times Company, responsável pelos jornais The New York Times, International Herald Tribune e The Boston Globe, fechou nesta semana a venda de 16 jornais regionais e outras publicações impressas. A empresa Halifax Media Holdings LLC vai levar a papelada por US$ 143 milhões à vista (veja lista dos jornais vendidos). Com o dinheiro do negócio, o grupo do NYT vai ampliar investimentos em mídias digitais.

"A venda do nosso grupo de mídia regional vai permitir à companhia continuar nossa transformação para uma companhia de mídia de multiplataformas focadas no digital", justificou o CEO da corporação, Arthur Sulzberger Jr. O negócio acena para a decisão do New York Times de manter-se como expoente na imprensa global. A companhia está apostando alto no jornalismo 2.0, amparado nas novas formas de leitura de notícias e nos novos hábitos dos leitores de hoje – internautas, conectados full-time, surfistas das redes."
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Posted: 01 Jan 2012 02:41 PM PST

"Hoje, já é praticamente impossível ouvir essa palavra, sem pensar nos militantes instalados nas praças e ruas do mundo

Samy Alim, Revista Fórum

O New York Times volta a falar do lugar que a palavra "ocupar" [#Occupy] passou a ter nos movimentos sociais que se multiplicaram esse ano em todo o planeta. E propõe que se colha a oportunidade para "ocupar a linguagem" e refletir sobre como damos nomes às coisas e às pessoas – em especial aos estrangeiros.

Em outubro passado, parti de San Francisco, sobrevoando os portos da costa oeste dos EUA paralisados pelo movimento Occupy Oakland, antes de chegar à Alemanha, em meio aos tumultos provocados por Occupy Berlin. Hoje, só resta constatar que o movimento Occupy transformou, não só o espaço público, mas, também transformou o discurso público.

Occupy[1]. Hoje, já é praticamente impossível ouvir essa palavra, sem pensar nos militantes instalados nas praças e ruas do mundo.

Até o célebre lexicógrafo Ben Zimmer estima que Occupy tem grandes chances de ser escolhida "a palavra do ano" pela American Dialect Society. O vocábulo já conseguiu modificar os termos do debate, tirando de cena "teto de endividamento" e "crise orçamentária", substituídos por "desigualdade" e "ganância".

A ironia da palavra "ocupar", para designar uma corrente social progressista que visa a redefinir o debate em torno das noções de equidade e democracia, certamente está bem visível. Afinal, na linguagem corrente, só países, exércitos, polícias, "ocupam" territórios, praticamente sempre pela força. Sobre isso, aliás, os EUA nada têm a aprender.

E em apenas poucos meses, o movimento Occupy mudou completamente o significado da palavra "ocupação". Até setembro, "ocupar" significava operação militar. Hoje, "ocupar" é sinônimo de luta política progressista [e quem, no ocidente, queira falar do que Israel faz na Palestina, ficam com a tarefa revolucionária de buscar, ou de inventar, palavras mais adequadas para o que Israel faz na Palestina: invasão pela força, com violência, ilegal, contra a razão democrática e civilizada do mundo (NTs)]."
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Posted: 01 Jan 2012 02:29 PM PST

Agência Brasil

"A agenda internacional da presidenta Dilma Rousseff inclui eventos em todos os continentes. Mas a preocupação do governo está voltada para a Conferência Rio+20, que ocorrerá no Rio de Janeiro, de 28 de maio a 6 de junho de 2012. Será a maior conferência mundial sobre preservação ambiental, desenvolvimento sustentável e economia verde definindo um novo padrão para o setor. Mais de cem presidentes e primeiros-ministros estarão presentes.

Ao mesmo tempo que coordena a organização da Rio+20, a presidenta pretende retribuir as visitas que recebeu em 2011. Um dos convites é para que Dilma viaje para os Estados Unidos. Em março de 2010, o presidente norte-americano, Barack Obama, visitou o Brasil com a família e convidou Dilma para encontrar com ele em 2012.

A presidenta também não pretende se afastar de uma série de eventos internacionais. Uma das expectativas é que Dilma, acompanhada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, compareça no Fórum de Davos, na Suíça, de 25 a 29 de janeiro de 2012. Em discussão os impactos da crise econômica internacional, assim como os desejos do Mercosul em ampliar o comércio com os europeus e os Estados Unidos.

Já de 16 a 18 de abril, Mantega e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, devem representar o país no Fórum Latino-Americano Econômico, na Cidade do México, Mais uma vez os impactos da crise econômica internacional e as medidas adotadas na tentativa de contê-los deverão dominar os debates."
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Posted: 01 Jan 2012 06:09 AM PST



Posted: 01 Jan 2012 06:06 AM PST

"Líder do governo na Câmara prioriza redistribuição dos royalties, Código Florestal e pré-sal. Para oposição, é hora de mudar o rito de tramitação das medidas provisórias

Mariana Haubert e Fábio Góis, Congresso em Foco

Ainda que a transição de um ano para outro seja um momento de renovação, temas polêmicos que esquentaram a agenda do Congresso Nacional continuam na pauta das duas Casas Legislativas neste ano. Parlamentares ouvidos pela TV Congresso em Foco acreditam que, mesmo em ano de eleições municipais, a continuidade dos trabalhos não deverá sofrer grandes alterações.

O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), tem a expectativa de que 2012 será semelhante ao primeiro ano da presidenta Dilma Rousseff no Palácio do Planalto. "Esse ano [2011] foi extremamente tranquilo, pois a base aliada esteve muito unida. Queremos agora um ano de muito trabalho, de muito votação e de muita produção", disse.

Para Vaccarezza, a votação do projeto que atualiza o Código Florestal brasileiro, prevista para março, e a redistribuição dos lucros da exploração de petróleo na camada pré-sal são os temas mais importantes. Mesmo em ano de eleições municipais, o líder do governo acredita que os trabalhos na Câmara não serão tão afetados.

Já o projeto da Lei Geral da Copa, bastante aguardada pelos órgãos envolvidos com a preparação das copas das Confederações de 2013 e do Mundo de 2014, não foi votado no ano passado, segundo Vaccarezza, porque o relatório do deputado Vicente Cândido (PT-SP) "não ficou pronto a tempo". O petista chegou a apresentar uma quinta versão de seu parecer na última semana de trabalho legislativo, mas não houve acordo para a votação.

Embora sejam temas recorrentes há algum tempo, os parlamentares consideram que o Congresso deveria dar mais atenção às propostas que englobam as reformas política e tributária. Além disso, a mudança no rito de apreciação de medidas provisórias é um dos temas mais aguardados pelos congressistas."
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Posted: 01 Jan 2012 06:00 AM PST






Posted: 01 Jan 2012 05:51 AM PST

"Estado tem dificuldades de caixa por conta da crise econômica e das demandas, sobretudo de cargos, dos aliados

Marcelo Portela, O Estado de S.Paulo

Depois de anunciar déficit zero e registrar crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) a patamares próximos aos da China, o governo mineiro passa por sérios problemas de caixa. O Executivo alega que as dificuldades são resultado da queda na atividade econômica causada pela crise internacional. Mas paga também a fatura eleitoral de 2010, com liberação de recursos e criação de cargos para acomodar aliados dos 12 partidos arregimentados para apoiar a reeleição do governador Antonio Anastasia (PSDB) e a eleição do ex-governador, o também tucano Aécio Neves, a uma vaga no Senado.

O Estado já anunciou uma série de medidas para contenção de gastos como a dispensa de funcionários da Cidade Administrativa, sede do Executivo, e determinou até redução do consumo de copos plásticos e o fim do contracheque de papel do funcionalismo. O governo também deixou para 2012, dividido em duas parcelas, o pagamento do prêmio de produtividade dos trabalhadores, que, desde quando foi instituído em 2008, era depositado sempre em setembro.

Além disso, fez com que a Assembleia Legislativa, onde tem folgada maioria, adiasse a votação de projetos de reajuste para servidores dos tribunais de Justiça, da Justiça Militar, do Tribunal de Contas do Estado e dos próprios Executivo e Legislativo.

Também vem adotando medidas para aumentar a arrecadação, como o aumento nos valores do reboque e das diárias de veículos apreendidos e a criação de uma nova taxa que incidirá sobre a mineração, uma das principais atividades econômicas do Estado, todas aprovadas pelos deputados mineiros às vésperas do recesso parlamentar."
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Posted: 01 Jan 2012 05:33 AM PST

Gianni Carta, CartaCapital

Inspirados pelo opúsculo de Stéphane Hessel, milhões de jovens manifestam-se contra o sistema econômico, o conflito israelo-palestino e outros problemas a assolar o mundo. Indignez-vous! (Indigène, 32 págs., 3 euros), um "pequeno livro", como o chama o próprio Hessel, serve de manifesto para indignados de Madri ao Magrebe. Publicada na França em 20 de outubro de 2010, data do 93° aniversário de Hessel, a obra já foi traduzida para mais de 35 línguas, inclusive para o português (Indignai-vos, Leya Brasil, 48 págs., R$ 9,90). Até setembro, o opúsculo que em francês tem 30 páginas tinha vendido mais de 2 milhões de exemplares na França, e mais de 1 milhão mundo afora .

As circunstâncias foram fortuitas", diz Stéphane Hessel. "Estava com um grupo de amigos resistentes e proclamávamos a necessidade de preservar os valores da resistência francesa. Queríamos fazer repercutir nossas ideias, e Sylvie Crossman, minha editora, interessou-se pelo tema e publicou o livro."

Com sua fala tranquila na entrevista telefônica a CartaCapital, despretensioso e coberto de carisma (eu já havia participado de uma coletiva à imprensa com ele em Paris), Hessel tem credibilidade de sobra para ser uma voz dissonante nesses tempos neoliberais. Nascido em Berlim, em 20 de outubro de 1917, e naturalizado francês em 1937, exilou-se em Londres com o general Charles de Gaulle de 1941 a 1944, em oposição ao regime de Vichy. De volta à França para uma missão, foi deportado para Buchenwald, de onde conseguiu fugir de uma sentença de pena de morte graças à usurpação de sua identidade organizada pela resistência interna do campo de concentração alemão.

Sua sentença não havia sido ajudada, claro, pelo fato de seu pai, Franz HessseI, ser um judeu-alemão, mesmo se convertido ao luteranismo. Tratava-se de um escritor e poeta capaz de traduzir Proust para o alemão. De fato, Franz e sua mulher francesa, Helene Grund, foram fontes de inspiração do romance Jules e Jim (1953), de Henri-Pierre Roché. François Truffaut fez o filme em 1962. Franz é o amante alemão Jules. Henri-Pierre é Jim, o amante francês. Catherine, casada com Jules, é Grund.

Encarnada por Jeanne Moreau, Catherine reencontra Jim em Paris, e logo depois do armistício Jules vai à capital francesa com os dois filhos. Forma-se então o triângulo amoroso anticonforrmista que marcaria os anos 1960.
Hessel formou-se em filosofia em Paris, e casou-se com Vitia Mirkine-Guetzévitch, jovem judia de origem russa. Em 1948, participou da elaboração da Declaração Universal dos Direitos do Homem. Quando François Mitterrand se tornou presidente, em 1981, Hessel foi elevado ao posto de embaixador da França.

Antes disso, o diplomata Hessel havia servido em Saigon, Argel, Nova York e Genebra. Em junho do ano passado, após o ataque de Israel contra a flotilha de ajuda à Gaza, Hessel pediu boicote aos produtos israelenses. Em seguida, esteve com Ismael Haniyeh, líder do Hamas, legenda política armada que não reconhece o Estado de Israel.

Além de Indignez-vous!, Hessel escreveu Engagez-vous! (com Gilles Vanderpooten, Éditions de l'Aube, 2011, 112 págs., 7 euros) e Le Chemin de l'Ésperance (com Edgar Morin, Fayard, 2011, 64 págs., 6 euros). Um quarto livro, este uma nova biografia intitulada Tous Comptes Faits… ou Presque (Maren SeIl, 200 págs., 18 euros), acaba de ser publicado. "Eu já disse o que tinha de dizer", finaliza Hessel do alto dos seus 94 anos. Mas o militante político tem mais o que dizer abaixo:

CartaCapital: Consta que o senhor ficou surpreso com o sucesso de seus três recentes livros, e em particular com o primeiro, Indignai-vos! 

Stéphane Hessel: Fiquei surpreso porque escrevi o livro pensando na França e nos seus problemas. E da noite para o dia havia mais de 35 traduções desse pequeno texto de 30 páginas. Movimentos de indignados vieram à tona em diversos países, alguns inspirados pelo meu livro, outros não. Mesmo assim, existe um elo comum entre os movimentos: uma crescente mobilização de cidadania em reação aos problemas de nossa sociedade internacional.

CC: Existe, portanto, diferenças entre os movimentos de indignados da Espanha, Grécia e Nova York…

SH: Enormes diferenças. Ao mesmo tempo, há algo em comum. Isso é interessante. As diferenças decorrem do fato de que em cada país a situação – e por tabela os obstáculos – são diferentes. No Brasil, por exemplo, reina uma bela democracia, o País teve um maravilhoso chefe de Estado na pessoa de Lula (escassos meses atrás, em discurso na universidade de Colúmbia, Nova York, Hessel sugeriu Lula como o novo chefe das Nações Unidas, como reportado no site desta revista). E agora o Brasil tem uma boa presidenta, Dilma Rousseff. Portanto, o caso do Brasil é diferente do da Espanha. Da mesma forma, a Grécia tem outros entraves que a Tunísia ou o Egito."
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Posted: 01 Jan 2012 05:11 AM PST

"O budismo é a religião que mais cresce nos países ocidentais nas últimas décadas. Surgido na Índia há 2500 anos, muitas de suas ideias hoje são defendidas pela ciência, a medicina e a psicologia modernas

Brasil 247 / Revista Oásis

Muita gente célebre virou budista. Casos notórios de estrelas como o ator Richard Gere, a cantora Tina Turner, o músico Jean Michel Jarre, publicamente convertidos, parecem constituir apenas a ponta de um iceberg, cujas verdadeiras dimensões ainda permanecem submersas.

O budismo é a religião que mais cresce no Ocidente nas últimas décadas. Por que ele faz tanto sucesso no mundo moderno da tecnologia, da produtividade e do consumismo? Para começar, o budismo recusa definir a si próprio como religião. Prefere o termo "filosofia de vida". Embora criado no século 5 antes de Cristo por um príncipe do norte da Índia, Sidarta Gautama, o conceito de base dessa filosofia é idêntico ao da ciência e da psicologia modernas: a idéia do holismo. Holismo vem do grego holos, "totalidade". Significa que no universo nada existe separado do todo; há uma unidade essencial de todas as coisas; o homem é parte dessa unidade; não é possível qualquer mudança numa parte sem que o todo não seja também afetado; da mesma forma, qualquer mudança no todo afetará cada uma das suas partes.

Até na ecologia o holismo budista está presente: qualquer alteração introduzida num aspecto da natureza provocará uma reação em cadeia que irá alterar todos os demais aspectos. Quando se polui o ar, por exemplo, fatalmente irá se poluir também as águas e a terra, bem como o organismo de todos os seres que respiram, humanos inclusive. A mesma idéia está no cerne das psicologias contemporâneas e da medicina psicossomática. Um problema de tipo emocional acabará por desencadear disfunções no corpo físico, no equilíbrio da mente e em todas as demais partes do ser humano. Da mesma forma, um distúrbio mental, ou físico, afetará rapidamente todo o resto.
A modernidade do budismo não termina aí. Sua doutrina afirma que a única possibilidade de se chegar à plenitude, de se conquistar uma relativa felicidade, é "cair na real". É compreender e aceitar a realidade como ela é, no aqui-agora. Ao contrário da maioria das religiões, paraísos fantasiosos, soluções mágicas para os problemas, esperanças de uma existência melhor após a morte, não fazem parte da visão budista.

Assumir a realidade, por mais dura e difícil que ela seja, é o primeiro passo que o budismo aconselha para quem deseja viver melhor. Boa ilustração disso é o episódio da vida de Sidarta Gautama que assinala a origem da sua aventura espiritual. Tudo começou, segundo a lenda, quando ele, com quase trinta anos, decidiu sair pela primeira vez do palácio de seu pai para conhecer o mundo. Sidarta era casado com uma linda mulher e tinha um filho pequeno. Seu pai, rajá da tribo dos Sakya, desde o nascimento o proibira de ultrapassar os muros do palácio, sob o pretexto de poupá-lo da visão de qualquer miséria. Por isso, Sidarta desfrutara ao máximo de uma vida de luxos e prazeres mundanos."
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Francisco Almeida / (91)81003406

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