terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Fwd: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 02 Jan 2012 03:57 PM PST



Posted: 02 Jan 2012 03:55 PM PST

"Estimo que, de fato, estamos face a um juízo global sobre nossa forma de viver na Terra e sobre o tipo de relação para com ela"

Leonardo Boff, Congresso em Foco

O final do ano oferece a ocasião para um balanço sobre a nossa situação humana neste planeta. O que podemos esperar e que rumo tomará a história? São perguntas preocupantes, pois os cenários globais apresentam-se sombrios. Estourou uma crise de magnitude estrutural no coração do sistema econômico-social dominante (Europa e USA), com reflexos sobre o resto do mundo. A Bíblia tem uma categoria recorrente na tradição profética: o dia do juízo se avizinha. É o dia da revelação: a verdade vem à tona e nossos erros e pecados são denunciados como inimigos da vida. Grandes historiadores como Toynbee e von Ranke falam também do juízo sobre inteiras culturas. Estimo que, de fato, estamos face a um juízo global sobre nossa forma de viver na Terra e sobre o tipo de relação para com ela.

Considerando a situação num nível mais profundo que vai além das análises econômicas que predominam nos governos, nas empresas, nos foros mundiais e nos meios de comunicação, notamos, com crescente clareza, a contradição existente entre a lógica de nossa cultura moderna, com sua economia política, seu individualismo e consumismo e entre a lógica dos processos naturais de nosso planeta vivo, a Terra. Elas são incompatíveis. A primeira é competitiva, a segunda, cooperativa. A primeira é excludente, a segunda, includente. A primeira coloca o valor principal no indivíduo, a segunda no bem de todos. A primeira dá centralidade à mercadoria, a segunda, à vida em todas as suas formas. Se nada fizermos, esta incompatibilidade pode nos levar a um gravíssimo impasse.

O que agrava esta incompatibilidade são as premissas subjacentes ao nosso processo social: que podemos crescer ilimitadamente, que os recursos são inesgotáveis e que a prosperidade material e individual nos traz a tão ansiada felicidade. Tais premissas são ilusórias: os recursos são limitados e uma Terra finita não agüenta um projeto infinito. A prosperidade e o individualismo não estão trazendo felicidade mas altos níveis  de solidão, depressão, violência e suicídio."
Artigo Completo, ::Aqui::


Posted: 02 Jan 2012 03:41 PM PST


"Movimento é contra o fechamento de matrículas a jovens que participaram de manifestações contra o lucro no sistema de ensino que mobilizaram o país em 2011


Estudantes do ensino médio no Chile convocaram uma mobilização para esta terça-feira (3), na cidade de Providência, localizada na província de Santiago, contra o fechamento de matrículas a jovens que participaram de manifestações contra o lucro no sistema de ensino que mobilizou o país em 2011.

A porta-voz do Liceo Carmela Carvajal, Danae Díaz, advertiu que, se for preciso, será chamada uma jornada de protesto nacional. Ela denunciou que estudantes secundaristas não tiveram sua matrícula renovada por participarem de manifestações.

O prefeito de Providência, Cristián Labbé, da União Democrata Independente e ex-agente da polícia secreta de Augusto Pinochet (1973-1990), disse, na semana passada, ser partidário de não permitir a matrícula aos alunos que têm participado em manifestações nos colégios.

Labbé também não descartou que haja demissões de professores das escolas que têm permanecido tomadas pelos estudantes nos últimos sete meses, em reclamação a um sistema de ensino gratuito garantido pelo Estado.

O ex-membro da Direção de Inteligência Nacional tem sido questionado não só por suas medidas contra o movimento estudantil, mas também por ter concebido uma homenagem a Miguel Krassnoff, condenado a 103 anos de cárcere por delitos de lesa-humanidade."


Posted: 02 Jan 2012 03:28 PM PST

Gian Danton, Digestivo Cultural

"O Twitter é um fenômeno mundial de dimensões grandiosas. Ele mudou a forma das pessoas se relacionarem e fazerem política. E mudou a forma das empresas se relacionarem com os clientes. Reflexo disso são duas publicações recentes voltadas para o uso microblog como ferramenta de Marketing: O poder do twitter , de Joel Comm (Gente, 268 p.) e A era do twitter, de Shel Israel (Campus, 274 p.).

Embora tenham objetivos semelhantes, são dois livros diferentes. O poder do twitter é uma espécie de manual, que ensina desde como criar sua conta à estratégias para conseguir mais seguidores. A era do twitter é mais um livro de cases, com histórias de sucesso e fracasso de empresas no mundo virtual. A origem do microblog é bem explicada nesse último. O twitter surgiu numa empresa chamada Odeo, de propriedade de Ev Williams, um ex-funcionário do Google e criador do Blogger, e Biz Stone, criador de um dos primeiros sites para desenvolvimento de blogs. O objetivo da empresa era fazer para o áudio on-line o que o Google fez para o texto on-line: ser um mecanismo de busca para arquivos de áudio e vídeo.

Mas a empresa enfrentava um problema sério: a maioria dos funcionários trabalhava em sua própria casa. Ninguém sabia exatamente quem estava fazendo o que. Convocar uma reunião, então, era um inferno: era quase impossível encontrar as pessoas quando se precisava delas. Quem trouxe a solução foi Jack Dorsey, arquiteto de software da Odeo. Quando era criança, ele ficou fascinado com a maneira como os veículos de emergência eram despachados - a tecnologia que direciona polícia, bombeiros, motoristas de ambulância para os locais em que fossem mais necessários. Para isso, ele resolveu usar o SMS, tecnologia mais popular de envio de mensagens de celular. Ele cortou vinte caracteres do tamanho do texto, de forma que as mensagens pudessem identificar o emissor. Mas a grande diferença é que os SMS eram enviados não a uma pessoa, mas a todo um grupo: se uma funcionária da Odeo postava, todos os outros funcionários saberiam que ela estava almoçando, a caminho do escritório ou trabalhando em casa. Era um microblog: "a conversa ia de uma pessoa a outra com facilidade e rapidez. A conversa fluía como um rio e logo foi chamada de tweetstream (ou apenas "stream" ou "fluxo")", conta Shell Israel."
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Posted: 02 Jan 2012 03:16 PM PST

Luciene Cruz, Agência Brasil

"A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 29,79 bilhões em 2011. O resultado é o maior desde 2007, segundo dados divulgados hoje (2) pelo Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior. O saldo foi 47,8% superior ao registrado em 2010.

De janeiro a dezembro do ano passado, as exportações somaram US$ 256 bilhões. O valor é 26,8% maior que o registrado no mesmo período de 2010. As importações no período foram recordes, somando US$ 226 bilhões, aumento 24,5% ante o mesmo período do ano anterior.

Nos 251 dias úteis do ano passado, as exportações ficaram em US$ 256,041 bilhões, com média diária de US$ 1,02 bilhão. As importações totalizaram US$ 226,251 bilhões, com média por dia útil de US$ 901,4 milhões.

No mês de dezembro, as vendas externas alcançaram US$ 22,129 bilhões, valor recorde para os meses de dezembro. O mesmo ocorreu com as importações que totalizaram US$ 18,312 bilhões. Mesmo com os números positivos para os meses analisados, houve recuo de 7,6% e 21,4%, respectivamente, frente os resultados analisados em novembro.

Segundo a secretaria de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, o decréscimo é atribuído ao momento econômico de incertezas em relação à crise econômica. "Foi um mês importante para exportações e importações, e para o comércio exterior brasileiro. Destacamos queda no ritmo de exportações quando comparado a novembro é reflexo do cenário internacional".


Posted: 02 Jan 2012 03:13 PM PST

"Resultado de 2011 é 2,89% maior que o registrado no ano anterior

iG / Reuters

As vendas de automóveis e comerciais leves em 2011 somaram 3,426 milhões de unidades, um crescimento de 2,89% sobre o recorde alcançado em 2010, quando foram vendidas 3.329.170 unidades, informou uma fonte do mercado nesta segunda-feira.

Apenas em dezembro, as vendas da principal categoria do mercado brasileiro de veículos foram de 329.237 unidades, expansão de 7,85% sobre novembro, mas queda de 8,9% no comparativo anual, informou a fonte, citando números preliminares."
Matéria Completa, ::Aqui::


Posted: 02 Jan 2012 06:09 AM PST

Eduardo Graça, CartaCapital
 
"Uma das jovens estrelas da Universidade de Yale, a historiadora Beverly Gage decretou, na resenha publicada em setembro no caderno dominical do New York Times, a morte da esquerda americana, que, ante a maior crise do capitalismo ianque em quase um século, não saíra às ruas, não criara novas instituições, se conformava em depositar alguma esperança em um presidente centrista, em uma era de mínimas expectativas. A narrativa pessimista foi feita antes da explosão do Ocupem Wall Street (OWS) e fez parte de uma profunda análise sobre o principal trabalho voltado para a história das esquerdas nos Estados Unidos neste ano, escrito por um dos editores da revista Dissent, o também historiador Michael Kazin.

Em American Dreamers – How the Left Changed a Nation (algo como Sonhadores Americanos – Como a esquerda transformou uma nação), infelizmente ainda não traduzido para o português, o acadêmico da Universidade de Georgetown traça as origens do pensamento progressista na maior economia do planeta, desde o movimento abolicionista até a eleição de Barack Obama, passando pela emergência dos partidos socialistas, comunistas e anarquistas na primeira metade do século XX, a criação da Nova Esquerda depois da Segunda Guerra Mundial, o movimento pelo direito civil dos negros, os radicais dos anos 1960 e os manifestantes antiglobalização e ambientalistas da virada do milênio.

Considerado pelo New York Times um dos maiores intelectuais de esquerda do país, o professor de História da Universidade de Georgetown falou a CartaCapital sobre como a eleição de Obama uniu os farrapos da combalida esquerda americana, tratou da decepção dos setores progressistas com o presidente durante seu primeiro mandato, arriscou apontar as diferenças entre o líder norte-americano e Lula e ainda tratou do ressuscitar dos movimentos populares radicais com o aparecimento do OWS e dos temas fundamentais para a esquerda durante e após o governo Obama.

CartaCapital: O senhor começa o último capítulo de American Dreamers com Pete Seeger e Bruce Springsteen na posse de Barack Obama cantando versos radicais compostos por Woody Guthrie. E pontua que a falta de polêmica diante da primeira família, entoando, feliz, junto aos artistas, versos de inspiração comunista, alude tanto à onipresença quanto à fraqueza da esquerda americana naquele momento histórico. O que deu errado? 

Michael Kazin: Antes de tudo, precisamos levar em conta que o entusiasmo da esquerda americana por Obama em 2008 era muito maior do que sua força política. O sindicalismo já estava enfraquecido e seguiu em declínio. Pouco restava dos insurgentes negros e feministas, os ambientalistas tinham pouquíssima influência entre as massas e o movimento antiglobalização traduzia-se, nos últimos anos, em um pequeno grupo de ativistas indecisos, sem saber exatamente que direção tomar. Obama surgiu como a boia salva-vidas para variadas tendências políticas que se estrebuchavam ao léu. Por outro lado, a maior parte dos militantes veteranos de esquerda entendeu que um presidente dos EUA não poderia, ou desejava, ser o líder de um movimento popular.

CC: Mas a decepção da esquerda e dos setores liberais, especialmente em relação à política econômica do governo Obama, é imensa. O senhor acredita que eles foram iludidos pelo 'sim, nós podemos'? 

MK: Algumas pessoas representativas da esquerda americana, tanto jovens quanto militantes mais tarimbados, foram ingênuos em relação ao quanto Obama poderia, ou mesmo intencionava, fazer ao ser eleito. Ele também deparou-se com a oposição praticamente absoluta de cada senador e representante (cargo equivalente ao de deputado federal no Brasil) republicano em relação às suas iniciativas. Não creio que a esquerda foi propriamente "iludida", mas muitos militantes certamente se equivocaram ao analisar o que estava acontecendo no país."
Entrevista Completa, ::Aqui::


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