terça-feira, 23 de julho de 2013

Via Email: BRASIL! BRASIL!: Dilma dá recado via papa: "Política não é privilégio"


BRASIL! BRASIL!


Charge do Bessinha

Posted: 22 Jul 2013 05:38 PM PDT


Dilma ao Papa: pela Justiça Social !

Posted: 22 Jul 2013 05:35 PM PDT


"O Papa condena a "globalização da indiferença"

Paulo Henrique Amorim, Conversa Afiada

Na solenidade de recepção ao Papa no Palácio Guanabara, no Rio, a Presidenta Dilma Rousseff fez um pronunciamento de acentuado conteúdo político.

Eis alguns trechos, não literais.

O Papa é um líder religioso, sensível à Justiça Social, à dignidade para todos.

A começar pelo nome, a alusão a São Francisco de Assis.

O Brasil e o Papa tem um inimigo comum: enfrentar a desigualdade.

Dilma faz menção a um discurso do Papa, de 16 de maio, em que trata da crise financeira mundial  e seu impacto sobre a desigualdade.
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O mártir cômico da Revolução do Leblon

Posted: 22 Jul 2013 04:29 PM PDT


Rafucko
"O humorista Rafucko quer ser um símbolo dos protestos na frente da casa do governador Sergio Cabral.


 Kiko Nogueira, Diário do Centro do Mundo

"O comediante Rafucko conseguiu se tornar uma espécie de símbolo das recentes manifestações no Rio de Janeiro, especialmente as que ocorrem diariamente em frente ao apartamento do governador Sergio Cabral, no Leblon. No último dia 17, Rafucko filmou sua detenção por parte da Polícia Militar. Ele foi abordado junto com desconhecidos e levado à delegacia.
Rafucko teve o cuidado de registrar tudo, meticulosamente, com sua câmera. Postou esse vídeo e, em seguida, outro, em que dá um depoimento contando sua aventura. O primeiro se chama "PMRJ Vândala"; o segundo, "Rafucko relata abuso policial".

Não há dúvida de que a polícia é despreparada e violenta. As pedras portuguesas do calçadão sabem disso. A polícia é a polícia. Mas Rafucko foi "esperto" ao transformar as ruas em um cenário de sua comédia. Talvez porque não leve, na verdade, a sério.
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Dilma dá recado via papa: "Política não é privilégio"

Posted: 22 Jul 2013 04:14 PM PDT


'Em encontro com o pontífice, a presidente afirma que as manifestações traduziram o desejo do povo de que a política atenda ao interesse público, e não crie privilégios; do lado de fora do Palácio Guanabara, aos gritos de "Queima Cabral, governador do capital", boneco com a imagem do governador, que se tornou símbolo dos privilégios, com seu voo das babás, é queimado; segurança foi reforçada e todos os acessos ao palácio estão bloqueados

Brasil 247

"É uma honra recebê-lo, redobrada por se tratar do primeiro papa latino-americano", discursou a presidente Dilma Rousseff ao receber o papa Francisco no Palácio Guanabara, sede do governo do Rio de Janeiro. "Lutamos contra um inimigo comum: a desigualdade, em todas as suas formas", disse a presidente, que propôs uma aliança contra a fome e a injustiça no mundo, simbolizada pela pobreza.

Ao comentar as manifestações que tomaram as ruas do país no mês passado, Dilma disse que os jovens querem uma política que atenda aos interesses do povo e que não seja um território de privilégios. Enquanto isso, do lado de fora do Palácio, manifestantes queimavam um boneco que simbolizava o governador Sérgio Cabral, que se tornou símbolo dos privilégios, com seu voo das babás. "Queima Cabral, governador do capital", gritavam.

Em sua mensagem, Franciso evitou polêmica , ao contrário do que se esperava, não falou sobre corrupção. "Aprendi que para ter acesso ao povo brasileiro é preciso ingressar pelo portal de seu imenso coração, por isso permita-me bater delicadamente a essa porta. Peço licença para entrar e transcorrer esta semana com vocês. Não tenho ouro nem prata, mas trago o que de mais precioso me foi dado: Jesus Cristo", discursou o papa. "Cristo bota fé nos jovens e confia-lhes o futuro de sua própria causa", destacou."
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Jovens católicos gostam de Francisco, mas não da igreja

Posted: 22 Jul 2013 09:38 AM PDT


Ricardo Kotscho, Balaio do Kotscho

"Aproximar a sua figura simples e simpática, preocupada com os mais pobres, da instituição igreja Católica, com seus luxos e dogmas ultrapassados, é o grande desafio do carismático papa Francisco que chega na tarde desta segunda-feira ao Brasil para comandar a Jornada Mundial da Juventude.

Duas pesquisas publicadas pela Folha nos últimos dias mostram o tamanho deste desafio. Os papados de João Paulo 2º e de Bento 16, que imprimiram uma forte guinada conservadora à igreja, fizeram grande parte do rebanho católico migrar para outras religiões, como mostra pesquisa Datafolha publicada no final de semana. A igreja Católica, que chegou a representar três quartos da população brasileira em 1994, caiu para o nível mais baixo da sua história. Em apenas 20 anos, este contingente de católicos brasileiros com mais de 16 anos baixou para 57%, enquanto os pentecostais já atingem 19%.

Esta queda é explicada por outra pesquisa publicada hoje pelo jornal mostrando o abismo existente entre o que a Igreja prega e o que seus fiéis pensam. Números da pesquisa do Ibope encomendada pelo grupo Católicas pelo Direito de Decidir, revelam que, em questões como o uso da pílula no dia seguinte (aprovada por 82% dos jovens católicos), a criminalização do aborto (condenada por 62% dos jovens entre 16 e 29 anos) e o apoio de 56% ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, há um extenso cardápio de temas para Francisco enfrentar se quiser recuperar os fiéis desgarrados, especialmente a parcela da juventude que clama por mudanças."
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Um mês após pactos de Dilma, 'voz das ruas' é esquecida pelo Congresso

Posted: 22 Jul 2013 09:31 AM PDT


A preferência de Alves (frente) por Vaccarezza (fundo)
é emblemática em termos de intenções /
Laycer Tomaz/Câmara dos Deputados

"Após acelerar trabalhos sob das manifestações, Congresso emperra reforma política e deixa para segundo semestre propostas para saúde, educação e que mexem com interesses dos parlamentares

Eduardo Maretti, RBA

Um mês após a presidenta Dilma Rousseff ir à televisão propor em cadeia nacional os cinco pactos como resposta às manifestações de junho, um balanço do trabalho do Congresso Nacional mostra que os protestos foram gradualmente esquecidos por deputados e senadores. Se não fizeram ouvidos moucos à "voz das ruas" nas primeiras semanas, em meio a uma pressão social mais clara, líderes do Legislativo parecem agora trabalhar para um retorno à "normalidade", especialmente se isso representar uma nova desconexão entre a vontade popular e a vida partidária tradicional.

Inicialmente, Câmara dos Deputados e Senado aceleraram consideravelmente a tramitação de uma série de propostas relacionadas aos pontos centrais das manifestações e das propostas de Dilma: responsabilidade fiscal, reforma política, mobilidade, saúde e educação. Porém, as principais ainda não foram votadas até o fim de sua tramitação e o recesso forçado de julho, irregular, parece dar indicações de que o ímpeto reformista perderá espaço no retorno ao trabalho.

Da parte do Executivo, as principais iniciativas foram, além da consulta popular, a Medida Provisória 621, que cria o programa Mais Médicos, e os R$ 50 bilhões que Dilma anunciou no dia 24 de junho para investimentos em obras de mobilidade urbana, o principal objeto das manifestações, ou pelo menos o estopim delas."
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Dilma: apoio empresarial e 100 mil vagas no Caged

Posted: 22 Jul 2013 09:05 AM PDT


"Antes do encontro com o papa, nesta segunda-feira, a presidente Dilma Rousseff recebe no Planalto os presidentes da BRF, Abilio Diniz, e da Vale, Murilo Ferreira, que podem confirmar novos investimentos no País; além disso, expectativa para o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) é de abertura de quase 100 mil vagas em junho, segundo economistas; para Chico Lopes, ex-presidente do Banco Central, dados mostram que o PIB deve crescer 4% ao ano e o pessimismo "obsessivo" pode contaminar as expectativas


O momento é favorável à oferta de empregos no Brasil. Nesta segunda-feira 22, antes de se encontrar com o papa Francisco no Rio de Janeiro, a presidente Dilma Rousseff recebe no Palácio do Planalto o apoio de dois grandes empresários brasileiros: o diretor-presidente da Vale, Murilo Ferreira, e o presidente dos Conselhos Administrativos dos grupos Pão de Açúcar e BRF, Abilio Diniz. Das reuniões, podem sair promessas de investimentos no Brasil, que consequentemente irão gerar novos empregos.

Além disso, a expectativa para o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) em junho confirma o bom momento de oferta de vagas. Economistas esperam que, no período, houve abertura de quase 100 mil novos postos de trabalho formais – com carteira assinada. O número será divulgado oficialmente nesta semana pelo Ministério do Trabalho. Na última quinta-feira 18, o ministro Manoel Dias confirmou as expectativas ao declarar que foram criados mais de 100 mil empregos no mês passado.
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Charge do Bessinha

Posted: 22 Jul 2013 08:04 AM PDT


O Brasil melhorou após as manifestações?

Posted: 22 Jul 2013 07:53 AM PDT


Capa da Revista de Domingo do dia 14/07/2013,
tentando faturar em cima das manifestações

Miguel do Rosário, O Cafezinho

"Uma contribuição ao debate.

"É duro constatar, mas acho que as manifestações pioraram o Brasil. Ficamos mais conservadores, mais violentos, mais condescententes com saques e depredações. A direita ficou mais próxima de voltar ao poder. O Brasil não melhorou em nada. Por isso a mídia está tão eufórica com as manifestações, chamando-as de pacíficas mesmo que seus carros estejam sendo incendiados, as fachadas de seus prédios depredadas, seus repórteres obrigados a cobrir os eventos do alto de helicópteros ou de cima de prédios.

Nem em situações de guerra, vimos repórteres tão precavidos com sua segurança. Mas as manifestações continuam sendo descritas como ~pacíficas~ e o vandalismo como coisa de uma minoria ou de ~infiltrados~.

Não são infiltrados. Eles fazem companhia aos manifestantes desde o início das passeatas. Gritam com eles, fazem sua ~segurança~ e expulsam aqueles que não consideram ~adequados~ à estética do protesto: movimentos sociais, sindicatos, partidos, etc. Quando o protesto chega ao fim, a testosterona da playboyzada acostumada a filmes de destruição e videogames violentos fala mais alto e todos partem para o quebra-quebra. E no dia seguinte, ~intelectuais~ justificam os saques dizendo que os saqueadores "nos representam, são os únicos que nos representam", conforme disse Francisco Bosco."
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Estimativa para inflação cai, pela terceira semana seguida, para 5,75% este ano

Posted: 22 Jul 2013 06:04 AM PDT


Kelly Oliveira, Agência Brasil

"A projeção de analistas de instituições financeiras pesquisadas pelo Banco Central (BC) para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu pela terceira semana seguida. Desta vez, a estimativa passou de 5,80% para 5,75%. Para 2014, a estimativa foi reduzida de 5,90% para 5,87%. As estimativas estão acima do centro da meta de inflação, 4,5%, e abaixo do limite superior de 6,5%.

A projeção para a taxa básica de juros, a Selic, usada pelo BC como instrumento para controlar a inflação, segue em 9,25% ao ano, ao final de 2013. Para o fim de 2014, a mediana (desconsidera os extremos nas projeções) das expectativas caiu de 9,50% para 9,38% ao ano. Atualmente, a Selic está em 8,50% ao ano.

A pesquisa do BC também traz estimativa para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que foi ajustada 4,68% para 4,57%, este ano, e de 5,04% para 5,35%, em 2014.

A projeção para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) caiu de 4,96% para 4,94%, este ano, e segue em 5,50%, em 2014. Para o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), a estimativa permanece em 5%, este ano. Para 2014, houve ajuste de 5,47% para 5,50%."

Serrista, Dora garante que Serra sai do PSDB

Posted: 22 Jul 2013 05:56 AM PDT


"Não que ele tenha comunicado a alguém essa decisão, mas a conclusão parte de um raciocínio lógico: sem espaço no partido para ser candidato à Presidência da República, Serra não teria nada a ganhar ficando nem nada a perder saindo", diz a jornalista

A saída de Serra do PSDB é certa

Dora Kramer

A saída de José Serra do PSDB é tida no partido como inevitável. Não que ele tenha comunicado a alguém essa decisão, mas a conclusão parte de um raciocínio lógico: sem espaço no partido para ser candidato à Presidência da República, Serra não teria nada a ganhar ficando nem nada a perder saindo.
Nessa altura da vida não seria candidato a deputado federal para ajudar o PSDB a aumentar a bancada na Câmara, conforme uma das hipóteses correntes, e passar quatro anos sendo mais um dentro de um Parlamento desqualificado. Este mesmo critério vale para a possibilidade de se candidatar a senador.

A candidatura presidencial de Aécio Neves está consolidada, salvo algum tipo de imprevisto muito improvável de acontecer até o início de outubro, data limite para troca de partido. Ao governo de São Paulo, o espaço está ocupado por Geraldo Alckmin, que tentará a reeleição.

Diante desse cenário, concluem políticos próximos a José Serra, a filiação ao PPS seria a opção. Não havendo remédio, os tucanos analisam que a saída não pode ser vista como uma "tragédia".

Embora uma possível candidatura presidencial de Serra represente um risco. Se de um lado ajuda a levar a eleição para o segundo turno, de outro divide o eleitorado tucano e poder deixar tanto Serra quanto Aécio fora da disputa final. A julgar."
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Francisco Almeida 




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