domingo, 22 de julho de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL! "Pesquisa: Psol lidera com 47,6% em Belém; PMDB tem 18,6%"



BRASIL! BRASIL!


Posted: 21 Jul 2012 05:52 PM PDT


"Representante de São Paulo recebeu nota 4,4 em pesquisa feita pelo Datafolha

O Estado de S. Paulo

Uma pesquisa realizada pelo Datafolha aponta Gilberto Kassab (PSD), prefeito de São Paulo, como o pior administrador público entre as seis principais capitais do País. Foram ouvidas 1.075 na cidade nos dias 19 e 20 de julho. Numa escala de 0 a 10, elas deram nota 4,4 ao prefeito.

A avaliação é a segunda pior obtida por Kassab desde que assumiu a prefeitura de São Paulo, em 2006. Sua nota mais baixa foi 3,9, em março de 2007, quando tinha um ano de mandato. A melhor avaliação foi em outubro de 2008, mês de sua reeleição, com nota de 6,6. Nas últimas seis pesquisas promovidas pelo Datafolha, Kassab ficou com menos de 5."
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Posted: 21 Jul 2012 05:36 PM PDT
Portal Terra


"A pesquisa Datafolha para a Prefeitura de São paulo, divulgada neste sábado, apontou um alto índice de desinformação sobre os candidatos Fernando Haddad (PT) e Gabriel Chalita (PMDB). Apesar do peemedebista ainda ser desconhecido por 40% dos eleitores e o petista por 45%, os candidatos tendem a crescer com o início da propaganda eleitoral na TV e no rádio, a partir do dia 21 de agosto, afirma um analista ouvido pelo Terra. "Os resultados de Chalita e Haddad são o reflexo de uma falta de visibilidade na mídia. São pessoas novas para a população que tendem a crescer com os programas de rádio e televisão", explica o cientista político Gaudêncio Torquato Rego, acrescentando que o desconhecimento "não causa surpresa".
Neste sábado, pesquisa do Instituto Datafolha encomendada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo apontou empate técnico entre os candidatos José Serra (PSDB) e Celso Russomanno (PRB) nas intenções de votos para a Prefeitura de São Paulo. Em um levantamento feito com 1075 eleitores, o tucano aparece com 30% de simpatizantes, contra 26% do outro candidato. A margem de erro é de 3 pontos.

Para Gaudêncio, os resultados se refletem no retrato anterior das pesquisas de intenção de voto que favorecem Serra e Russomanno. "Retrata a lembrança da população sobre Serra, o mais conhecido, ex-prefeito e ex-governador, e o Russomanno, aquele que até pouco tempo tinha um programa de televisão na Record", considera. Ele acredita que a segunda fase da campanha deve ter uma reviravolta com a visibilidade da propaganda eleitoral. "Acho difícil o Russomanno se sustentar na posição dele", completa.

O fator de maior surpresa na pesquisa, na opinião do cientista político, foi o aumento do índice de rejeição de José Serra, de 35% para 37%, sete pontos percentuais a mais do que o resultado obtido na intenção de voto. "Este fator acende a luz amarela para o Serra na medida em que os eleitores dizem: 'não vote de jeito nenhum nessa pessoa'". Se a campanha tucana não diminuir o índice para 15% ou 20%, acrescenta ele, há o risco de Serra cair nas intenções do eleitorado.

Serra não quis falar sobre o aumento da rejeição em torno de seu nome na capital paulista. "Ainda tem muita coisa para acontecer, nós vamos batalhar para manter a liderança e ganhar as eleições, mas falta debate, falta programa eleitoral. Com o programa de TV é outra dimensão", disse em referência a uma possível mudança no cenário da intenção de votos.

Votação espontânea
Gaudêncio Torquato Rego ainda vê uma indefinição no cenário eleitoral paulistano por causa do alto índice de eleitores que ainda não definiram o voto. Na votação espontânea, a pesquisa registrou um índice de 61%. "É um indicativo de que a campanha está indefinida e não significa absolutamente que teremos Serra e Russomanno no segundo turno. Ainda tem muito tempo para haver uma mudança de posições".



Posted: 21 Jul 2012 05:16 PM PDT




Posted: 21 Jul 2012 05:07 PM PDT


Renan Truffi, Portal Terra

"O candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, José Serra, evitou comentar neste sábado a pesquisa de intenção de voto que mostrou que ele e o candidato do PRB, Celso Russomanno, estão empatados. No entanto, o tucano admitiu que ao resultado é surpreendente. "Quem diria três meses atrás que o cenário seria este, é meio surpreendente", afirmou. 


Apesar disso, Serra não quis falar sobre o aumento do seu índice de rejeição na capital paulista, que subiu de 35% para 37% segundo o Instituto Datafolha. "Ainda tem muita coisa para acontecer, nós vamos batalhar para manter a liderança e ganhar as eleições, mas falta debate, falta programa eleitoral. Com o programa de TV é outra dimensão", disse em referência a uma possível mudança no cenário da intenção de votos."
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Posted: 21 Jul 2012 04:34 PM PDT
Na última quarta-feira, o publicitário Ricardo Prudente de Aquino, morreu alvejado por PMs após uma perseguição



Laura Gheller, iG

"A morte do publicitário Ricardo Prudente de Aquino, alvejado por policiais militares após uma perseguição na última quarta-feira, foi mais um dos casos registrados pela Polícia Militar de São Paulo de "resistência seguida de morte", que deram um salto desde meados de junho - época da eclosão de uma onda de violência no Estado. Segundo dados da própria corporação, a média de pessoas mortas pela PM em julho ficou acima da anotada até agora no ano. Até 18 de junho, eram 230 casos - uma média de 1,35 por dia; em julho, foram 49 mortes, elevando a média para 2,45 casos diários.

Somente entre a noite do dia 12 e a madrugada do dia 13 foram oito pessoas mortas pela PM, todas em casos classificados como "resistência seguida de morte". De acordo com Guaracy Mingardi, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e ex-diretor da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), o Estado está falhando ao se comunicar com a polícia.

"O comando da Segurança Pública de São Paulo está transmitindo as mensagens erradas para a polícia. Ao aceitar determinadas posições, ao nomear determinadas pessoas para a Rota e outras unidades do tipo, o comando transmite uma mensagem errada, mesmo que não queira", disse ele, referindo-se à nomeação do tenente-coronel Salvador Modesto Madia - réu no processo do Carandiru - como comandante das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota). "É como se passar do limite não tivesse importância. Polícia a gente pisa no freio. Qualquer governo responsável pisa no freio da polícia, pois ela tem a tendência sempre de extrapolar", afirmou.

Para Mingardi, as mortes de PMs por parte de bandidos, que desencadearam a onda de violência em junho, contribuiu para o aumento do número de casos de pessoas mortas pela polícia. Segundo o pesquisador, o Estado tem demorado para dar uma resposta na resolução dos assassinatos de policiais, o que pressionaria os profissionais a buscar uma "vingança simbólica".
Foto: Mauricio Camargo/Futura Press
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Posted: 21 Jul 2012 09:35 AM PDT
Murilo Ramos, Marcelo Rocha e Diego Escosteguy / ÉPOCA

'ÉPOCA teve acesso a novas conversas telefônicas interceptadas pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo – que, no final de fevereiro, deslindou a infiltração do crime organizado no governo de Goiás. A íntegra das conversas – 5,9 gigabytes de informação – corre sob segredo de Justiça na 11ª Vara Federal de Goiânia. Nela, encontra-se fartura de trechos inéditos – e explicitamente reveladores, sobretudo sobre o envolvimento do tucano Marconi Perillo, que governa o Estado de Goiás, com o esquema liderado pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira e pela construtora Delta. Entre outras novidades, há diálogos em que se diz que Perillo "mandou passar" à Delta um contrato que poderia render R$ 1,2 bilhão. Noutros diálogos, cita-se Perillo como responsável por ordenar, por intermédio do ex-senador Demóstenes Torres (ex-DEM), que o diretor do Detran no Estado, indicado por Cachoeira, contratasse uma empresa de um amigo do governador. Descobre-se, ainda, que um irmão de Perillo, chamado Antônio Pires Perillo, ou Toninho, tinha um celular Nextel habilitado nos Estados Unidos para conversar com Cachoeira – e que Toninho prestou serviços a ele.


ESCOLHA
O governador Marconi Perillo. De acordo com a Polícia Federal, ele se empenhou para que uma obra em Goiânia fosse entregue à construtora Delta (Foto: Dida Sampaio/AE)

Desde que a existência da quadrilha de Cachoeira veio a público, em fevereiro, sabia-se que a força do grupo escorava-se, entre outros políticos, no senador Demóstenes. O envolvimento de Perillo aparecia, até então, por indícios. Na semana passada, ÉPOCA revelou as evidências – contidas num relatório enviado pela PF à Procuradoria-Geral da República – de que a Delta firmara um "compromisso" político com Perillo: comprara a casa que o governador vendia, pagara R$ 500 mil a mais do que ela valia – e passara a receber em dia o que o governo de Goiás lhe devia.

De acordo com as gravações, outros acertos de Perillo com as empresas ligadas ao esquema de Cachoeira acontecem em março de 2011, logo após a venda da casa para a Delta. No dia 1º de março, Perillo vende a casa. No dia 2, começam os negócios. Às 21 horas, Demóstenes liga para Cachoeira. O assunto é urgente: Demóstenes tem um "recado" a transmitir a Cachoeira. De quem? De Perillo. Descobre-se, portanto, que a relação de Perillo com a quadrilha de Cachoeira era ampla – envolvia não apenas seu assessor Wladmir Garcez, que acabara de intermediar os pagamentos da Delta pela casa, mas também Demóstenes. Diz Demóstenes: "Fala, professor. O seguinte: tava precisando falar com você. Ou se você não puder, manda o Wladmir (Garcez) falar comigo. Não é nada daquele assunto, não. É outro, que apareceu agora. É um recado do Marconi. Precisava te passar" (ouça o áudio). Cachoeira pergunta se Demóstenes está em Goiânia. "Tô aqui", diz Demóstenes. "Se você puder vir aqui... Se não puder, manda o Wladmir que eu explico o que é." Cachoeira não titubeia: "Vou aí agora então".
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Posted: 21 Jul 2012 09:23 AM PDT


Wellton Máximo, Agência Brasil

"A formação nem sempre é de qualidade, mas o aumento do número de anos estudados tem contribuído de forma relevante para a geração de empregos com carteira assinada. Pesquisa recente do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV), revela que 60% da queda da informalidade entre 2002 e 2009 decorrem da maior escolarização do brasileiro.

Com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os pesquisadores dividiram a queda da informalidade em dois componentes. O efeito composição está relacionado à formação educacional. O efeito nível mede os demais fatores, como crescimento da economia, expansão do crédito e medidas de estímulo pelo governo. A predominância da educação surpreendeu os pesquisadores.

"Esse resultado nos causou perplexidade, e mostra, acima de tudo, que a educação está mudando diversos aspectos da economia do país, inclusive a estrutura do mercado de trabalho", diz Rodrigo Moura, que fez a pesquisa com o professor Fernando Holanda Barbosa Filho. O estudo considerou como trabalhadores informais apenas os empregados sem carteira assinada. Profissionais que trabalham por conta própria, como eletricistas e encanadores, foram enquadrados como trabalhadores formalizados.

Pelo critério dos pesquisadores, a taxa de informalidade entre os trabalhadores caiu de 43,6% em 2002 para 37,4% em 2009. No mesmo período, foram criados cerca de 9 milhões de empregos com carteira assinada em todo o país. Em todas as faixas educacionais, a taxa de informalidade caiu. Esse recuo está ligado ao efeito nível porque, para um mesmo nível de escolaridade, a economia criou mais empregos formais."
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Posted: 21 Jul 2012 08:39 AM PDT



"O candidato do Psol, Edmilson Rodrigues, está em primeiro lugar na pesquisa sobre a eleição para a prefeitura e Belém (PA) divulgada na sexta-feira pela Doxa Comunicação. Com 47,6% das intenções de voto, ele aparece à frente do candidato do PMDB, José Priante, que somou 18,6% dos votos. O terceiro colocado na disputa pela sucessão de Duciomar Costa (PTB) é o candidato do PPS, Arnaldo Jordy, 7,1%. A margem de erro é de três pontos para mais ou para menos.

Em quarto lugar aparece o deputado federal Zenaldo Coutinho (PSDB), com 6,8%. O candidato petista, Alfredo Costa, e o radialista Jeferson Lima (PP) encontram-se empatados com 4,3% das intenções de voto. Anivaldo Vale (PR), aparece com 3,1%. Os demais candidatos registraram menos de 1% na corrida eleitoral. Foram feitas 672 entrevistas no período de 8 a 12 de julho de 2012. A pesquisa, encomendada pelo Instituto Amazônico de Planejamento, Gestão Urbana e Ambiental (Iagua), foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número PA-00029/2012."


Posted: 21 Jul 2012 08:32 AM PDT


"A sociedade brasileira tem sofrido nos últimos anos um intenso bombardeio ideológico através da grande mídia monopolista internacional e nacional com o objetivo de desviá-la dos grandes temas centrais, decisivos ao seu presente e a um destino promissor.

Eduardo Bomfim, Vermelho

Não é por acaso que os movimentos populares, dos trabalhadores, têm sido instigados a uma agenda multiculturalista global aplicada indistintamente em todo planeta, desde a mais remota aldeia da gélida Finlândia até o árido sertão nordestino.

Cujos temas, que nunca variam, partem de demandas, algumas auto-justificavéis, generosas, e se transformam invariavelmente como se fossem o alfa e ômega ao futuro da humanidade tal é o poder de fogo unilateral desse complexo midiático hegemônico mundial.

Na verdade o que se pretende é a tergiversação, a intenção de desviar as energias sociais das principais questões relativas à soberania dos países, ao progresso social.

Porque são justamente a soberania das nações, o progresso dos povos que vêm sendo atacados a pauladas, levados de roldão pela fúria do capital financeiro globalizado, das políticas neoliberais em curso, absolutas nas últimas duas décadas em quase todo o mundo.
Recente artigo de Dilermando Toni e Sérgio Barroso para a revista Princípios manifesta grandes preocupações tanto com o presente da economia brasileira quanto a um porvir progressista do País que ainda não consolidou seu crescimento econômico."
Artigo Completo, ::AQUI::


Posted: 21 Jul 2012 07:01 AM PDT






Posted: 21 Jul 2012 08:34 AM PDT
Datafolha: 


José Serra (PSDB) - 30% das intenções de voto
Celso Russomanno (PRB) - 26%
Fernando Haddad (PT) - 7%
Soninha (PPS) - 7%
Gabriel Chalita (PMDB) - 6%
Paulino da Força (PDT) - 5%
Ana Luiza (PSTU) - 1%
Carlos Giannazi (PSOL) - 1%
Levy Fidelix (PRTB) - 1%
Miguel (PPL) - Não pontuou
Eymael (PSDC) - Não pontuou
Anaí Caproni (PCO) - Não pontuou
Em branco ou nulo - 11%
Não sabe - 6%

Quando os entrevistados foram perguntados em relação a qual candidato não votariam, Serra foi o mais citado. O tucano tem índice de rejeição de 37%. Paulinho da Força aparece em segundo, com 21% de rejeição. Na sequência são citados Soninha (19%), Eymael (17%), Levy Fidelix (14%), Russomanno (12%), Haddad (12%), Miguel (9%), Ana Luiza (8%), Anaí Caproni (8%), Gabriel Chalita (8%) e Carlos Gianazzi (6%).


Posted: 21 Jul 2012 06:36 AM PDT


Recife

"A primeira pesquisa Datafolha sobre a eleição para prefeito de Recife (PE) mostra que uma polarização entre os candidatos do PT e do PSB ainda está distante.

Segundo o levantamento, o petista Humberto Costa lidera a corrida sucessória, com 35% das intenções de voto, enquanto o socialista Geraldo Júlio aparece na quarta colocação, com 7%.

Mendonça (DEM) ocupa o segundo lugar, com 22%, à frente de Daniel Coelho (PSDB), com 8%, em situação de empate técnico com Geraldo."
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Porto Alegre

"O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT), lidera a corrida eleitoral na capital do Rio Grande do Sul, de acordo com o Datafolha.

Se as eleições fossem hoje, aponta o instituto, Fortunati teria 38% dos votos, oito pontos percentuais à frente da segunda colocada, a deputada federal Manuela D'Ávila (PC do B). A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Em terceiro lugar, está Adão Villaverde (PT), com 3%.
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Belo Horozonte

O candidato Marcio Lacerda (PSB), que tenta se reeleger prefeito de Belo Horizonte, lidera a primeira pesquisa Datafolha com 17 pontos de vantagem sobre seu principal concorrente, o ex-ministro Patrus Ananias (PT).

O prefeito tem 44% das intenções de voto, contra 27% do petista.

Na resposta espontânea, Lacerda tem 16% contra 11% de Patrus."
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Rio de Janeiro

"O prefeito Eduardo Paes (PMDB) inicia a campanha à reeleição com 54% das intenções de voto, segundo o Datafolha --o que lhe garantiria a vitória no primeiro turno.

Em segundo lugar estão em empate técnico o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), com 10%, e o deputado federal Rodrigo Maia (DEM), com 6%. O deputado federal Otávio Leite (PSDB) aparece com 4%.

A margem de erro da pesquisa, realizada na quinta-feira (19) e nesta sexta-feira (20), é de três pontos percentuais. Foram entrevistadas 927 pessoas."
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Francisco Almeida / (91)81003406
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