sábado, 21 de julho de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 20 Jul 2012 05:57 PM PDT



Posted: 20 Jul 2012 05:53 PM PDT
O governador do Tocantins, Siqueira Campos 
(PSDB),teve campanha financiado 
pelo Cachoeira

Correio do Brasil

"O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), pode não ser o único a ter que dar explicações à CPMI do Cachoeira após o recesso parlamentar de julho. Requerimentos para a convocação de outros três chefes de Executivos estaduais aguardam votação da comissão parlamentar de inquérito mista que investiga a relação do contraventor goiano com agentes públicos e privados.

Um dos que podem ser chamados é Siqueira Campos (PSDB), governador do Tocantins, visto que três parlamentares já apresentaram pedidos para ouvi-lo. O deputado Rubens Bueno (PPS-PR), por exemplo, quer que ele explique recente matéria publicada pelo jornal Folha de S. Paulo mostrando que quase metade dos recursos financeiros recebidos pelo comitê do PSDB daquele estado, na eleição de 2010, veio de empresários ligados a Cachoeira. Seriam R$ 4, 3 milhões de um total declarado de R$ 10,5 milhões à Justiça Eleitoral.

De acordo com o requerimento de Rubens Bueno a ser analisado pela CPMI, o maior doador para o PSDB no Tocantins foi o empresário Rossine Aires Guimarães, com R$ 3 milhões, cuja convocação já foi aprovada pela comissão parlamentar de inquérito. "Dono de uma construtora, ele é, conforme a PF, o principal parceiro de negócios de Cachoeira, ao lado de Cláudio Abreu, diretor regional da empreiteira Delta", informa o deputado."
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Posted: 20 Jul 2012 05:44 PM PDT
A candidata. Para desapontamento
tucano, nada que a comprometesse

Mino Carta, CartaCapital

"O sigilo fiscal de Dilma Rousseff foi violado durante a campanha eleitoral de 2010. A revelação é do deputado Miro Teixeira, que denuncia também a quebra do sigilo telefônico de 20 parlamentares, vítimas mais recentes porque envolvidos na CPI do Cachoeira. Há duas semanas Teixeira entregou a lista dos grampeados, e os documentos que comprovam a quebra sofrida pela presidenta há dois anos, ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. A operação anti-Dilma malogrou porque, fácil a dedução, nada foi encontrado que comprometesse a candidata. Para desapontamento tucano.

O deputado pedetista recebeu o material de duas pessoas, em separado. Não lhes revela os nomes, bem como aqueles de 18 dos 20 grampeados. Exceções, dois de destino já selado: Demóstenes Torres e o deputado tucano Carlos Leréia. Quem está por trás das operações criminosas? O próprio Cachoeira e sua gangue? Talvez, mas há outros grupos de, digamos assim, profissionais. Aqui Teixeira fecha-se em copas. É possível entender, mesmo assim, que nem todos agem movidos por meros interesses políticos. Agem sem prévia encomenda, para comercializar o resultado dos seus serviços junto aos prováveis interessados, procurados depois de cumprida a tarefa.

Coisas nossas, coisas do Brasil. O mister de grampeador clandestino no País está oficializado pelo menos há quatro décadas. Estamos habilitados a uma singularidade e a um pioneirismo que nos distinguem mundo afora. Por exemplo. Uma lei da anistia imposta pela ditadura civil-militar continua em vigor. Não se queixem se os argentinos nos olham com ares de superioridade. Diga-se que a Corte Interamericana de Direitos Humanos, vinculada à OEA, acaba de pedir explicações ao Brasil sobre a demora na localização e identificação dos restos mortais dos participantes da guerrilha do Araguaia.

A própria Corte há dois anos pediu pela execução desse doloroso resgate, mas em abril passado as famílias dos desaparecidos queixaram-se pela falta de cumprimento da solicitação. Sem contar que 19 ossadas ainda aguardam por identificação, embora já desenterradas e entregues às autoridades em Brasília. Nada de surpresas, uma dita Comissão da Verdade foi composta para trazer à tona a própria. E qual seria a verdade?"
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Posted: 20 Jul 2012 04:26 PM PDT

"A tese de que os recursos do mensalão vinham das bonificações de volume pagas às agências de publicidade de Marcos Valério era totalmente estapafúrdia; se fosse verdadeira, a Globo, que paga o maior BV aos publicitários, seria a origem do escândalo

Brasil 247

O blogueiro Reinaldo Azevedo está histérico. Diz que a ministra Ana Arraes, do Tribunal de Contas da União, agiu de forma vergonhosa para livrar a cara de mensaleiros. Tudo porque tomou uma decisão, acompanhada por vários ministros do TCU, que, na verdade, repara uma injustiça. Ela reconhece a legalidade dos contratos de publicidade firmados pelo Banco do Brasil com as agências DNA e SMPB, do empresário Marcos Valério de Souza.

Antes dessa decisão, prevalecia outro parecer do TCU, que condenava a apropriação, pelas agências, da "bonificação de volume", o chamado BV.

O BV é um termo técnico, usado por publicitários, que na verdade torna o mercado brasileiro um dos mais distorcidos do mundo. Faz com que haja uma concentração excessiva dos recursos publicitários nas maiores empresas, como Globo e Abril, mas especialmente a Globo, que devolvem a maior parte dos recursos das campanhas publicitárias às agências.

Em geral, o BV é de 20% do valor anunciado. Como os espaços na Rede Globo são os mais caros, essa devolução dos recursos às agências as incentiva a concentrar a veiculação na emissora, a despeito dos critérios técnicos.

Esta prática nunca foi exclusiva das agências de Marcos Valério, nem do setor público. Na verdade, é paga pela Globo e outras empresas de mídia a todas as agências de publicidade. E nunca houve uma agência que devolvesse esses recursos aos clientes. Esta é uma receita dos publicitários, o que reforça a distorção do mercado brasileiro."
Foto: Diógenes Santos/ Agência Câmara
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Posted: 20 Jul 2012 03:35 PM PDT

"Se nosso futebol alcançar o ouro, a quebra de tabu não será narrada pelo locutor oficial da Globo. A exclusividade da Record torna a Olimpíada mais discreta, e não é de todo ruim

Lalo Leal, Revista do Brasil

Será a primeira vez na história recente da televisão brasileira em que conquistas esportivas internacionais não serão transmitidas pela Globo. Os Jogos Olímpicos de Londres terão cobertura exclusiva da Record na TV aberta, a um custo aproximado de US$ 60 milhões – dos quais US$ 22 milhões já foram recuperados com a venda para a Globosat dos direitos de transmissão para a TV paga.

Neste ano a euforia com que a Globo cerca eventos desse tipo desapareceu. Em cada Olimpíada (ou Copa do Mundo) éramos bombardeados por informações quase sempre sem nenhuma importância transmitidas em qualquer programa da emissora. Nos telejornais e nos auditórios era um desfilar permanente de atletas, dirigentes, torcedores, sem faltar familiares de esportistas comemorando vitórias ou chorando derrotas.

Às vésperas da abertura dos jogos britânicos parece que eles nem existem para a emissora. Nos jogos da seleção brasileira de futebol, preparatórios para a Olimpíada, esse fato não era mencionado. Ficava sendo apenas uma seleção de jovens treinando para um futuro remoto.

Dos títulos importantes conquistados pelo futebol brasileiro no mundo só o de campeões olímpicos ainda não foi alcançado. A seleção de Mano Menezes pode quebrar esse tabu, que, se acontecer, não terá a narrá-lo o locutor oficial da Globo. Outro fato inédito.
A exclusividade da Record torna os Jogos Olímpicos deste ano mais discretos no Brasil, o que não é de todo ruim. O idealismo do barão Pierre de Coubertin, fundador dos Jogos da era moderna, para quem o importante era competir, desapareceu há muito tempo. Hoje o importante é faturar."
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Posted: 20 Jul 2012 03:26 PM PDT
CartaCapital

"Durante as investigações da Operação Monte Carlo, a Polícia Federal apreendeu um material que pode ser a pista para a compreensão de uma dos mais estranhos episódios da história política recente. Trata-se de gravações de uma conversa entre o ex-sargento da Aeronáutica Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, e o jornalista Mino Pedrosa, ex-repórter da Isto É e hoje autor do site QuidNovi, sobre o chamado "escândalo dos aloprados", como ficou conhecida a suposta tentativa de compra de um dossiê contra o então candidato a governador de São Paulo José Serra (PSDB) em 2006.

O dinheiro apreendido pela PF para comprar o dossiê anti-tucano
Curiosamente, o material foi apreendido na casa de Adriano Aprígio de Souza, ex-cunhado do bicheiro Carlinhos Cachoeira. Souza foi preso em julho pela PF, na esteira das investigações sobre o grupo. Ao analisar o material, a PF encontrou o grampo de uma conversa ocorrida em 2006 entre Dadá e Mino Pedrosa no qual o jornalista dizia ter informações sobre como o dossiê foi negociado. Dadá é apontado pela PF como araponga do grupo de Cachoeira.

O escândalo, que tumultuou as eleições daquele ano, eclodiu após um assessor da campanha de Aloizio Mercadante, candidato do PT ao governo paulista, ser pego ao entrar num hotel em São Paulo para supostamente comprar informações contra o adversário tucano. O material conteria documentos que ligariam o ex-ministro da Saúde à chamada máfia dos sanguessugas, como ficou conhecido o grupo investigado por desviar recursos da saúde.

Na conversa, possivelmente gravada por Dadá, Mino Pedrosa e o araponga conversam sobre as origens do escândalo dos aloprados. O jornalista revela que o dossiê havia sido confeccionado por Luiz Antonio Trevisan Vedoin, pivô dos sanguessugas, e oferecido aos petistas. No entanto, quando a negociação avançou, o mesmo Vedoin entrou em contato com um emissário da campanha José Serra – que teria acionado a Polícia Federal. O plano de Vedoin era criar um fato político contra o PT durante a eleição.

Diálogo gravado por araponga e apreendido pela PF

Em seguida, Mino Pedrosa diz ter em mãos informações que poderiam ser a "bala de prata" para "matar o Barbudo", numa clara referência ao então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, postulante à reeleição. O jornalista afirma ter informações de que a proximidade de Lula com seu ex-assessor pessoal Freud Godoy, suspeito de participação na compra do dossiê, poderia mudar os rumos da eleição de 2006.

Para comprovar as suspeitas, Pedrosa pede a Dadá que obtenha clandestinamente os documentos junto ao Coaf e à Receita Federal sobre movimentações financeiras de Lula para confirmar as suspeitas.

O episódio mostra como o grupo de Cachoeira agia para alimentar informações para tumultuar o ambiente político – e que nem mesmo o presidente estava imune a ação dos arapongas. Leia estas e outras revelções na edição desta semana de CartaCapital, nas bancas a partir desta sexta-feira 20."


Posted: 20 Jul 2012 10:40 AM PDT



Posted: 20 Jul 2012 10:33 AM PDT

Ricardo Kotscho, Balaio do Kotscho

"Começa no próximo dia 2 de agosto, no Supremo Tribunal Federal, o julgamento do chamado "mensalão do PT". Muito justo: afinal, o caso já se arrasta desde de 2005 e nós estamos em 2012. Estava na hora.

Por falar nisso, pergunto: e quando vai ser julgado o "mensalão tucano", rebatizado pela grande imprensa de "mensalão mineiro", que é bem mais antigo e vem se arrastando desde 1998?

Para se ter notícias do "mensalão do PT", basta abrir qualquer jornal ou revista, ligar o rádio ou a televisão, está tudo lá diariamente, contado em caudalosas reportagens nos mínimos detalhes, comprovados ou não.

Já o "mensalão tucano" foi simplesmente escondido pela mídia reunida no Instituto Millenium, que não quer nem ouvir falar no assunto. Quem quiser saber a quantas anda o processo que dormita no Supremo Tribunal Federal precisa acessar aquilo que o tucano José Serra chama de "blogs sujos".

Foi o que eu fiz ao entrar no Google, que registra 508 mil citações sobre o "mensalão tucano", a grande maioria publicada em blogs, enquanto o "mensalão do PT", embora mais recente, já alcance 3.720.000 matérias publicadas.

Sob o título "Mensalão tucano e silêncio da mídia", o blog de Altamiro Borges tratou do asunto no último dia 10 de junho:

"Na quarta-feira passada (6), finalmente o Supremo Tribunal Federal decidiu incluir na pauta o debate sobre o "mensalão tucano", o esquema utilizado patra alimentar a campanha pela reeleição do governador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) em 1998. A mídia, porém, não deu qualquer destaque ao assunto. Algumas notinhas informaram apenas que o "mensalão mineiro" também será julgado em breve _ a imprensa demotucana evita, por razões óbvias, falar em mensalão tucano".
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Posted: 20 Jul 2012 10:21 AM PDT
"O candidato pelo PSDB à prefeitura de São Paulo, José Serra, é o mais novo alvo das investigações da CPMI do Cachoeira. Candidato à presidência da república em 2010, ele recebeu uma doação milionária de Ana Maria Baeta Valadares Gontijo, esposa de José Celso Gontijo, acusado de participar do esquema criminoso do contraventor.

Vermelho

Gontijo é aquele empreiteiro flagrado em vídeo, em 2009, pagando propina para o chamado "mensalão do DEM", durante o governo do também tucano José Arruda no Distrito Federal. E, nas conversas interceptadas pela Polícia Federal entre membros da quadrilha de Cachoeira, é apontado como o responsável pela entrada da Construtora Delta no Distrito Federal.

A doação de Ana Maria chamou a atenção da Receita Federal pelo valor recorde: R$ 8,2 milhões. Como a legislação eleitoral só permite que uma pessoa física doe 10% dos seus rendimentos anuais, ela precisaria ter recebido R$ 7 milhões por mês durante 2009. Algo, no mínimo, incomum. Na semana passada, os membros da CPMI já aprovaram a convocação de Gontijo e a do ex-presidente da Delta, Fernando Cavendish. E também a de Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, ex-captador de recursos da campanha de José Serra.

O deputado Dr. Rosinha (PT-PR), membro da CPMI, acha provável que as investigações sobre o esquema de Cachoeira cheguem ao PSDB nacional. E, segundo ele, nem por mera vontade ou mesmo mérito da CPMI. "Agora surgiu esta possível conexão com o Paulo Petro. E os documentos apareceram sem que nós os tivéssemos buscado", afirma, se referindo à doação que surpreendeu à Receita.

Foi Paulo Preto quem assinou a maior parte dos contratos do governo de São Paulo com a Delta, durante as gestões de Geraldo Alkmin e Serra, que totalizam quase R$ 1 bilhão."
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Posted: 20 Jul 2012 10:02 AM PDT

"A violência é a base mais fraca possível para a construção de um governo. É a arma favorita do impotente"

Márcia Denser, Congresso em Foco

Qualquer um pode ser preso ou morto se estiver no lugar errado", declarou a professora da USP e especialista em Sociologia Urbana, Vera da Silva Telles ao site Carta Maior desta semana, analisando o atual surto de violência e a ação policial nas periferias de São Paulo. Entre 17 e 28 de junho, segundo dados do Sistema de Informações Criminais, 127 pessoas foram assassinadas na capital. Durante o mês de junho, 39 cidades da Grande São Paulo registraram 166 mortos.

Na avaliação de Telles, a explosão de violência nas periferias de Sampa faz parte de "um embaralhamento dos critérios de ordem, no qual a ação dos agentes policiais gera um sentimento de imprevisibilidade nos moradores de tais áreas." (apesar do jargão criptoacadêmico, é uma explicação muito simplista, confusa e rebuscada pro entendimento do leitor comum, vocês não acham?). Por outro lado, especula-se que o estopim para essa onda de "violência extralegal" seria um suposto confronto entre membros do PCC (Primeiro Comando da Capital) em 28 de maio, na zona leste, com oficiais da ROTA (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), do qual teria resultado cinco mortes.

Para muitos, a violência do Estado – sobretudo um Estado tucano há décadas – é o ingrediente central dos assassinatos em Sampa, refletindo práticas higienistas, sem contar o encarceramento que se maximizou em toda a região, na mesma medida em que, sintomaticamente, extinguiram-se os empregos sob o império dum Estado excludente e privatista. Mas as conexões entre violência, poder e autoridade estão sutilmente articuladas em reflexões exemplares por Slavoj Zizek, em seu último livro (1), uma vez que ele considera o estudo do antagonismo da ordem social uma tarefa maior do nosso tempo.

Segundo o filósofo esloveno, a única maneira de nos orientarmos na charada da violência é nos concentrarmos em sua natureza paralática (a "paralaxe zizekiana" é o efeito do aparente deslocamento do objeto observado devido à mudança na posição do observador. A exemplo daquela frase de Malcolm Lowry: "Quando se olha diretamente para o abismo, este devolve o olhar"). Resumindo: como "reagimos" à violência e nela interferimos, modificando-a."
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Posted: 20 Jul 2012 09:29 AM PDT
Breno Costa, Folha de S. Paulo

"Amigo e sócio do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), o empresário goiano Luiz Alberto Rassi fazia negócios com o grupo de Carlinhos Cachoeira, indicam conversas telefônicas gravadas pela Polícia Federal.

Em 2008, Perillo adquiriu um terreno em Goiás em sociedade com Rassi, com quem diz ter "relações pessoais".

Os diálogos gravados pela PF na Operação Monte Carlo indicam que Rassi, dono da Fuad Rassi Engenharia, negociava com emissários de Cachoeira parcerias em consórcios e divisão de lotes de licitações em Goiás.

A primeira menção a Rassi ocorre em março de 2011, quando Cachoeira pede para o auxiliar Wladimir Garcez procurar o empresário para formar consórcio para a disputa de contrato de inspeção veicular em Goiás.

Depois de se reunir com ele, o auxiliar diz que Rassi aceitou a "parceria" e que a decisão agora dependeria de aval da Delta, construtora que participaria do esquema de Cachoeira, segundo a PF."
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Posted: 20 Jul 2012 08:34 AM PDT

Altamiro Borges, Blog do Miro

"A jornalista Keila Jimenez, da coluna Outro Canal da Folha, informou hoje:

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Globo engaveta seleção por causa da Olimpíada

A Globo preferiu a "Sessão da Tarde" à seleção brasileira. Mesmo sendo um jogo na faixa vespertina, que não compromete a exibição de novelas ou jornalísticos, a emissora não transmitirá o amistoso do time brasileiro, na próxima sexta-feira.


A equipe de Mano Menezes vai enfrentar a Grã-Bretanha na data, partida que antecede a estreia da seleção na Olimpíada de Londres, que começa no próximo dia 27.

Os Jogos Olímpicos são o motivo para o amistoso não ser exibido. A Globo não quer jogar confete no evento, uma vez que não tem os direitos de transmissão desta Olimpíada, exclusividade da Record na TV aberta.

Por contrato, a Globo poderia exibir a partida, que faz parte do pacote de amistosos da seleção, que a rede não costuma engavetar.

O SporTV, que vai exibir a Olimpíada na TV paga, não abriu mão do amistoso. Vai transmiti-lo com exclusividade na TV brasileira.

A chegada da seleção a Londres, que ganhou destaque em toda a mídia por conta do assédio, passou praticamente em branco nos jornalísticos da Globo. A emissora alega que esta seleção é olímpica e que, uma vez que não detém o direito de transmissão da Olimpíada e que o amistoso é preparatório, não faz sentido transmitir a partida da próxima sexta.

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A notícia, que até mereceria maior destaque na mídia, confirma que o esporte é hoje totalmente refém dos interesses comerciais bilionários das redes de televisão. Na guerra entre as poderosas emissoras, quem sai perdendo são os torcedores. O caso da Olimpíada de Londres é vergonhoso. Ela simplesmente não existe na TV Globo, campeã de audiência no país. Nesta concorrência desleal, ela simplesmente boicota um jogo preparatório da seleção brasileira, prejudicando milhões de apaixonados pelo futebol. 

Por esta e outras razões, a presidenta Cristina Kirchner, da Argentina, acabou com o monopólio das tevês privadas na transmissão do futebol, garantindo o acesso a toda sociedade. No Brasil, porém, a TV Globo usurpar de uma concessão pública para sabotar a própria seleção brasileira. E o governo Dilma não faz nada para regular e disciplinar a mídia!"


Posted: 20 Jul 2012 06:40 AM PDT

"Ao validar os contratos de publicidade de Marcos Valério, o tribunal, liderado por Ana Arraes, reforça a ideia de que o esquema não utilizou recursos públicos; isso pode influenciar julgamento e já livra o ex-diretor do BB, Henrique Pizzolato

Brasil 247

A menos de quinze dias para o início do "julgamento do século", uma decisão tomada pelo Tribunal de Contas da União pode ser determinante para o futuro dos réus da Ação Penal 470. O TCU considerou regulares os contratos de publicidade de R$ 153 milhões do Banco do Brasil com as agências de publicidade DNA e SMPB, que pertenciam ao empresário Marcos Valério de Souza. Isso reforça o que foi dito, dias atrás, pelo criminalista Marcelo Leonardo, que fará a defesa oral de Valério no Supremo Tribunal Federal. "Não houve recursos públicos, apenas empréstimos privados". O PT admite que tomou empréstimos bancários, junto ao Rural e ao BMG, para honrar dívidas de campanha próprias e de alguns partidos da base aliada.

A decisão do TCU foi tomada a partir de relatório preparado pela ministra Ana Arraes, cujo voto foi acompanhado pelos demais ministros. O primeiro a ser beneficiado é o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, que foi denunciado por ter validado os principais contratos de publicidade de Valério na administração pública federal. De acordo com o TCU, os contratos seguiram o padrão de normalidade do Banco do Brasil e não diferem dos que foram fechados com outras agências de publicidade. Curiosamente, as agências de publicidade de Valério entraram para o governo federal no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Foram apadrinhadas pelo ex-ministro Pimenta da Veiga, das Comunicações, que é amigo pessoal de Valério. Continuaram no governo Lula, até o escândalo do mensalão, ocorrido em 2005."
Matéria Completa, ::AQUI::


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