sexta-feira, 2 de março de 2012

Fwd: BRASIL! BRASIL!




BRASIL! BRASIL!


Posted: 01 Mar 2012 05:02 PM PST




Posted: 01 Mar 2012 04:55 PM PST


Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania

"Além de previsível, por estranho que pareça julgo positiva a nova insubordinação de cerca de cem chefes militares da reserva contra a comandante-em-chefe das Forças Armadas, Dilma Vana Rousseff, que, coincidentemente, é também a presidente da República Federativa do Brasil, eleita em  31 de outubro de 2010 com 55.752.529 votos, os quais contabilizaram 56,05% do total de votos válidos.

Os militares da reserva – que muitos chamam de militares de pijama, mas que adotam discurso grandiloqüente e ameaçador que obriga a duvidar de que sejam só velhinhos mal-humorados – deixam ver que continuam dando tão pouco valor ao voto popular quanto davam há pouco menos de meio século, quando jogaram no lixo outros tantos milhões de votos e puseram o eleito para correr, após o que passaram a impedir que a sociedade expressasse seus desejos políticos devido a que certamente achavam que estes não seriam de seu agrado.

Como na época em que os militares aplicaram seu peculiar conceito de democracia, conceito esse que passava pela nulidade do voto popular, também temos hoje setores da imprensa falando pelos possíveis golpistas, mandando recados ameaçadores a quem a vontade dos brasileiros transmudou em comandante suprema das Forças Armadas.

Um peão que disputa com extensa fila de concorrentes o posto que Carlos Lacerda ocupou um dia, saiu recitando trecho dos Lusíadas em que a personagem de Camões recomenda "cuidado" aos portugueses, e faz isso no mesmo texto em que critica a presidente por ter exigido de cada uma das Forças Armadas que repreenda seus membros inativos e insubordinados."
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Posted: 01 Mar 2012 04:39 PM PST


Yara Aquino, Agência Brasil

"A presidenta Dilma Rousseff criticou hoje (1) o "tsunami monetário" provocado pela liberação de recursos na busca de combater a crise financeira em países desenvolvidos. A presidenta criticou também a guerra cambial entre os países.


"Nos preocupamos, sim, com esse tsunami monetário em que os países desenvolvidos que não usam políticas ficais da ampliação da capacidade de investimento para retomar e sair da crise estão metidos e que, literalmente, despejam US$ 4,7 trilhões no mundo ao ampliar [os problemas], de forma muito adversa, perversa para o resto dos países, principalmente os em crescimento, que são os emergentes", disse.


A presidenta falou também em "canibalização" dos países emergentes, provocada pelas medidas dos países desenvolvidos para sair da crise e em uma "política monetária inconsequente do ponto de vista do que ela produz sobre os mercados monetários".


Em cerimônia de assinatura de um compromisso para propiciar melhores condições de trabalho a trabalhadores da construção civil, elaborado por centrais sindicais, governo e setores do empresariado, a presidenta falou sobre as condições adversas de concorrência enfrentadas pela indústria brasileira e a guerra cambial. "Hoje, as condições de concorrência são adversas não porque a indústria brasileira não seja produtiva, não porque o trabalhador brasileiro não seja produtivo, mas porque tem uma guerra cambial baseada em uma política monetária expansionista que cria condições desiguais de produção", disse.


O Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Indústria da Construção, assinado hoje, é um conjunto de diretrizes para melhorar as condições de trabalho nos canteiros de obras do país, estabelecendo condições específicas em áreas como saúde, segurança, qualificação profissional, recrutamento e representação sindical no local de trabalho.


Dilma disse ainda que, em 2012, o governo pretende que a taxa de investimento do Brasil ultrapasse, pela primeira vez na década, os 20% do Produto Interno Bruto (PIB)."


Posted: 01 Mar 2012 04:33 PM PST


"A pré-candidatura "tardia" de José Serra à Prefeitura de São Paulo mostrou "o fracasso do PSDB" em formar uma nova geração de candidatos, opina a revista britânica The Economist em sua edição mais recente.

BBC Brasil

Serra anunciou, na última segunda-feira, sua intenção em participar das prévias do PSDB para disputar a prefeitura. O tucano foi prefeito de São Paulo entre 2005 e 2006, quando deixou o cargo para concorrer a governador do Estado, eleição que ele venceu.
Agora, seu principal adversário, caso seja aclamado candidato do PSDB, deve ser o ex-ministro da Educação, o petista Fernando Haddad.
"Serra deixou (a prefeitura em 2006) apenas 15 meses depois (da posse), apesar de ter prometido durante a campanha que serviria o mandato completo. Esse é seu principal passivo", diz a reportagem da Economist. "Os eleitores suspeitam que ele ainda alimenta ambições presidenciais e que pode abandonar seu mandato de prefeito."
Mas a revista aponta que uma derrota em São Paulo seria fortemente sentida pelo PSDB - "e o retorno de Serra faz com que isso seja menos provável".
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Posted: 01 Mar 2012 04:18 PM PST


"Uma derrota em São Paulo pode levar o PSDB a uma longa agonia terminal. A campanha não será um passeio para ninguém. Se insistir no preconceito e no moralismo, como em 2010, Serra pode conduzir a disputa para o esgoto. Ao mesmo tempo, o PT começa a batalha acuado entre a confusão e a defensiva.

Gilberto Maringoni, Carta Maior

Não é nada fácil a vida dos candidatos a prefeito de São Paulo.

José Serra não tinha outro caminho a não ser entrar na disputa. Aliás, o PSDB não tinha outro caminho na não ser ter Serra como candidato. Aliás, O PSDB nacional não tinha outro caminho a não ser chamar Serra para o ringue paulistano.

Não é apenas ele, pessoa física, que faz do embate em outubro próximo a última chance de continuar na ribalta. A crise que mina o PSDB e a parcela da direita brasileira que decidiu ficar na oposição só pode ser estancada com uma vitória em São Paulo. Se o partido perder a maior prefeitura do país, não é Serra que ficará sem palanque em 2014. É o tucanato e seus aliados que serão espremidos entre 12 anos de gestão petista no plano nacional e uma administração municipal que receberá toda a atenção federal possível.

Tirando o PT, o PCdoB, o PSOL e o PSTU – partidos que têm forte presença nos movimentos sociais – nenhuma agremiação brasileira sobrevive fora do Estado. Uma derrota dos tucanos nessa situação pode depená-los em uma lenta agonia terminal.

Por isso não apenas a vitória é decisiva, como a campanha de Serra representará a nacionalização da batalha paulistana. É o terreno mais favorável a ele, pois tirará de cena a gestão Kassab, muito mal avaliada pela população.

Quase aposentado

O ex-governador chegou ao final de 2011 como uma figura próxima à aposentadoria. Isolado pelo governador Geraldo Alckmin, desqualificado publicamente pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em entrevista à revista Economist e acuado politicamente pela saraivada de denúncias contidas no bestseller A privataria tucana, o futuro político de Serra não era nada animador. Quatro postulantes já se engalfinhavam pela vaga de candidato a prefeito a ser decidida nas prévias do PSDB."
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Posted: 01 Mar 2012 03:54 PM PST
Marina Dias, Terra Magazine

"Os ânimos do PSDB paulistano estão cada vez mais exaltados desde que José Serra anunciou estar disposto a ser candidato à Prefeitura de São Paulo. Na quarta-feira (29), os pré-candidatos tucanos, José Aníbal e Ricardo Tripoli, concorrentes de Serra, enviaram uma carta à executiva municipal do PSDB para criticar o adiamento das prévias - o processo estava marcado para este domingo (4) e, agora, será realizado em 25 de março - e também pedir pelo menos dois debates com o ex-governador. A interlocutores, Serra diz que não participará de nenhum tipo dessas atividades.


"Se Serra não for ao debate, nós deixaremos a cadeira dele vazia. Mas alguma coisa precisa ser feita nesses próximos 25 dias", afirmou Tripoli em conversa com Terra Magazine. "Na reunião de terça-feira (28), que adiou as prévias, propusemos, eu e Aníbal, o dia 11 de março, mas houve intransigência por parte do presidente municipal do PSDB, Julio Semeghini, e do líder do partido na Câmara Municipal, Floriano Pesaro, para que as prévias fossem dia 25", completou o tucano."
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Posted: 01 Mar 2012 03:42 PM PST
"Temos que ter um pouco mais de bom senso em nossas postagens, sem fazer uma espécie de vale tudo, como se as redes sociais fossem uma terra sem lei

Eder Fonseca, Brasil 247

Que o Facebook é a melhor rede social do planeta, não há discussão. Pelo menos é isso que oito entre 10 internautas falarão em uma possível pesquisa, se realizada. Mas tem uma coisa que tem me irritado profundamente na empresa criada pelo nerd Mark Zuckerberg e alavancada pelo genial, astuto e também bilionário Sean Parker (já que ao meu ver o que o brasileiro Eduardo Severin fez foi muito pouco perto do que essas duas feras da nova economia realizaram, esses sim os donos do verdadeiro mérito).

Estava eu entrando por esses dias na minha página inicial, quando vejo três imagens chatas e nada confortáveis de se ver: a primeira era de policias do Rio de Janeiro se vangloriando com suas metrancas, por ter arrancado a cabeça de alguns "traficantes" (bagrinhos, é claro, já que os chefões estão soltinhos tomando champanhe e desfilando de terno e gravata pelos salões das altas rodas), na guerrinha urbana que já está tão habitual nos morros da cidade ainda maravilhosa; a segunda foto era de um estuprador, que logo após ser morto por algumas pessoas ligadas à comunidade de sua vítima, teve o seu pênis estirpado e depois de moribundo, teve ainda, o seu órgão sexual colocado em sua própria boca; e a terceira era de uma mulher que não tinha se depilado (se é que ela se depilou algum dia na vida) mostrando a sua genitália peluda (por assim dizer) em um grau que deixaria as beldades das revistas Sexy e Playboy com vergonha de suas poses. Sem falar nas fotos do bebê com câncer no rosto (o famoso clique aqui e ajude, uma mentira lascada que só coloca vírus nos computadores do cidadão), e outras semelhantes às já faladas.

Sei que a política de privacidade do Facebook foi feita para pessoas maiores de 18 anos, mas todos nós sabemos que muitas crianças acessam a rede social (autorizadas pelos próprios pais, diga-se de passagem) e outras, na hora de fazer o cadastro, mentem a idade para participar do meio de interação mais efervescente do momento."
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Posted: 01 Mar 2012 08:52 AM PST


Luis Nassif, CartaCapital

"No Ministério da Fazenda há a agenda comum com o Banco Central de redução do "spread" bancário (diferença entre taxas de captação e de aplicação dos bancos comerciais).

Ainda não existe um pacote definido de medidas, mas a agenda foi retomada. O "spread" é resultado da taxa de inadimplência do banco, mais impostos, mais margem de lucros dos bancos e também da política monetária (definição do nível do compulsório, isto é a parcela dos depósitos bancários recolhidos ao BC, e a taxa Selic).

Pelas análises iniciais, constata-se que não dará para reduzir impostos. Tem-se reduzido o compulsório e flexibilizado a taxa de juros. A margem dos bancos depende da competição. Sobra a inadimplência a ser atacada, através de uma série de medidas destinadas a melhorar as estatísticas do sistema e aprimorar as análises de crédito.

Essa retomada dos estudos microeconômicos se deve à relativa folga proporcionada pela economia mundial.

Nos Estados Unidos, foi prorrogado o programa de desoneração fiscal de Obama e o seguro desemprego. Mudou a perspectiva da economia e poderá nem ocorrer desaceleração do PIB norte-americano.

A União Europeia continua preso a soluções com tempo de validade, como é o caso da Grécia. O lado positivo é o fato do Banco Central Europeu estar injetando mais liquidez na economia reduzindo o risco de crise financeira. Mas falta crescimento para poder fugir da armadilha da crise fiscal."
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Posted: 01 Mar 2012 08:48 AM PST




Posted: 01 Mar 2012 08:33 AM PST


Suzana Vier, Rede Brasil Atual

"A política de desenvolvimento urbano e habitacional em vigor na capital paulista tem ares de excelência, mas na prática prima pela "exceção", analisa Mariana Fix, pesquisadora do  Laboratório de Habitação e Assentamentos Humanos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). A avaliação foi feita durante lançamento do livro "O enigma do capital e as crises do capitalismo", do geógrafo britânico David Harvey, na noite da segunda-feira (28), em São Paulo.

"As duas principais operações urbanas, a Faria Lima e a Água Espraiada, representam frentes de expansão do capital imobiliário", enfatizou Mariana, que é autora de "Parceiros da exclusão" e "São Paulo cidade global".

Para a pesquisadora, a gestão de Gilberto Kassab (PSD) concebeu e colocou em prática projetos urbanísticos suntuosos, mas socialmente excludentes. Operações urbanas em andamento, que envolvem obras bilionárias, e a utilização do intrumento de concessão urbanística, que está levando à privatização de um bairro inteiro da cidade, revelam interesses do mercado imobiliário como pano de fundo de grandes obras que foram apresentadas como necessidades sociais, abordou Mariana.

"Na operação Água Espraiada foi lançado um mecanismo jurídico de parceria público-privada alegando-se não haver recursos para resolver carências urbanas. O que houve de fato foi uma injeção brutal de recursos públicos concentrados naquela região da cidade. O que o instrumento fez foi justificar intervenções que não eram prioritárias afirmando que teriam custo zero", apontou.

As operações urbanas são um instrumento urbanístico em larga utilização em São Paulo e preveem intervenções do poder público com recursos da venda de potencial construtivo acima da cota permitida (os chamados Certificados de Potencial Adicional de Construção - Cepacs). "As operações urbanas definem o trecho do território em que vão ser concentrados esforços e onde vai ser gerado maior diferencial de renda, que depois vai ser captado pelos agentes imobiliários", definiu a pesquisadora."
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Posted: 01 Mar 2012 08:16 AM PST


Altamiro Borges, Blog do Miro

"Em sua coluna na Folha desta semana, Aécio Neves voltou a revelar todo o seu vazio político. Talvez isto ajude a explicar porque Serra – agora "revitalizado", segundo FHC – disse ontem que o seu sonho de ser presidente está apenas "adormecido". Diante das platitudes do senador mineiro, o ex-governador paulista percebe que ainda tem chances da bancar o seu nome no PSDB.

Aécio Neves é "óbvio" demais! No artigo, ele critica o governo por ter maioria no parlamento. "A presidenta Dilma encena um monólogo a dois no qual uma das partes – o governo – fala e determina, e a outra – o Congresso – cala e obedece", ataca o ex-governador de Minas Gerais. A sua revolta é contra o recente corte no Orçamento da União das emendas parlamentares.

Autoritarismo do executivo? Aonde?

Para o inepto e apagado senador, esta medida seria mais uma "demonstração do autoritarismo do Executivo sobre o Legislativo... Blindada pela muralha das alianças de conveniência, o governo ignora o Congresso como instituição e apequena a relação entre os Poderes. Sou um dos que se perguntam até quando os próprios aliados resistirão em silêncio ao desrespeito continuado".

Para quem conhece como funciona o rolo compressor na Assembléia Legislativa de Minas Gerais e qual a política "amplíssima" de alianças do ex-governador, o artigo é risível. É de um cinismo descomunal. Aécio Neves sempre "apequenou" o poder legislativo local, traficou com os partidos e cooptou a mídia mineira – já a sua irmã manda demitir e censurar os jornalistas mais críticos.

Sem propostas e sem rumo

Além de conservador e provinciano, Aécio Neves é autoritário e truculento – que o digam os professores mineiros. A encarniçada disputa no interior do PSDB, entre o "revitalizado" Serra e o "óbvio" senador mineiro, revela bem o vazio da direita nativa. Sem propostas e sem rumo, o seu discurso é cansativamente "monótono" – conforme indica o título do artigo de Aécio Neves."


Posted: 01 Mar 2012 08:00 AM PST


Vitor Abdala, Agência Brasil

"O mercado de trabalho em 2011 teve um desempenho bom, atingindo no mês de dezembro o menor índice de desemprego desde o início da série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): 4,7%. Apesar disso, a queda do emprego industrial no segundo semestre do ano passado é um fator preocupante para o mercado de trabalho em 2012.

A análise está no Boletim de Mercado de Trabalho do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado hoje (1º) no Rio de Janeiro. "A maioria dos indicadores aponta bons resultados em 2011, como a informalidade e o desemprego caindo e a renda subindo. Mas tem alguns indicadores cuja evolução causam uma certa preocupação, principalmente no final de 2011, como a estagnação do crescimento da população ocupada nos últimos trimestres e a perda do dinamismo no emprego industrial", disse o pesquisador do Ipea Carlos Henrique Corseuil.

Segundo ele, esses fatos levam a "uma posição cautelosa" em relação ao prognóstico para os próximos meses, em virtude do cenário europeu. "A gente não sabe como isso vai rebater aqui no mercado de trabalho brasileiro. Por enquanto, pelos números de janeiro não é nada que nos preocupe muito. Mas, acho que a gente tem que esperar um pouco mais para realmente ter certeza de que a gente vai passar ileso".

De acordo com o pesquisador, o desempenho do mercado de trabalho na indústria é reflexo da desaceleração da produção industrial. "Os indicadores de atividade industrial refletem uma perda de dinamismo até com maior intensidade do que o que a gente percebe no mercado de trabalho", destacou Corseuil."


Posted: 01 Mar 2012 07:41 AM PST


Luiz Queiroz e Luis Osvaldo Grossmann, Convergência Digital

"A Apex-Brasil apresentará oportunidades de investimentos e negócios no setor de tecnologia no Brasil durante a CeBIT 2012, considerada a maior e mais importante feira de tecnologia da informação e comunicação (TIC) do mundo, que será realizada de 6 a 10 de março na cidade de Hannover, na Alemanha. O Brasil é o país parceiro da CeBIT neste ano, e, com o apoio da Apex-Brasil, 77 empresas brasileiras participarão em seis estandes distribuídos pelos pavilhões temáticos da Feira.

O objetivo é consolidar a imagem do país como produtor de tecnologias avançadas e provedor de TIC com alcance global, gerando negócios para as empresas brasileiras, que divulgarão suas tecnologias e serviços sob a marca Brasil IT+. A iniciativa está sendo conduzida pela Associação para a Promoção da Excelência do Software Brasileiro (SOFTEX), em parceria com a Apex-Brasil.

A Apex-Brasil realizará ainda quatro seminários Invest in Brazil no pavilhão brasileiro, com a presença de investidores e formadores de opinião. Os temas abordados serão Smart Grids, Cloud Computing, Semicondutores e Inovação. Acompanhe aqui a programação:
http://http://www.apexbrasil.com.br/emails/_investimentos/2012/ceBIT/02/index.htmA A delegação brasileira terá ainda a presença de 20 instituições e órgãos de governo, incluindo os ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), das Relações Exteriores (MRE), das Comunicações (MiniCom), de Minas e Energia (MME), da Educação (MEC) e do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), além  do BNDES."
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Posted: 01 Mar 2012 06:50 AM PST


"Senador mineiro insinua que quadro eleitoral em São Paulo favorece Gabriel Chalita, livre para bater em Gilberto Kassab, mas ex-governador paulista rebate dizendo que até senador Aloysio Nunes pode ser o presidenciável tucano em 2014; com essas bicadas, tucanos voam para o racha


A decisão de José Serra de disputar as eleições municipais de São paulo pode esticar o reinado tucano na maior capital do País, mas não parece ter esfriado os ânimos dentro do PSDB, principalmente no que diz respeito à sucessão presidencial de 2014. De nada adiantou Serra dizer que seu projeto presidencial está adormecido. A tensão entre o ex-governador e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) permanece, como comprovam declarações de ambos os lados.

Aécio se uniu à colega Marta Suplicy (PT-SP) nas críticas à conduta do PT em São Paulo, e, segundo ele, quem sai ganhando com o flerte frustrado entre PT e PSD não é exatamente o candidato do seu partido, (provavelmente) José Serra, mas o do PMDB, o deputado federal Gabriel Chalita. Segundo Aécio, Chalita "estará mais livre para fazer uma oposição vigorosa". É ataque a Fernando Haddad, pré-candidato pelo PT, ou a Serra?

A cutucada não ficou sem troco. Ao ser questionado sobre a sucessão presidencial em 2014, Serra disse que até considera Aécio um dos possíveis nomes para a disputa presidencial, mas que o PSDB tem um monte de gente para desempenhar esse papel. "(Aécio) É um dos candidatos. Você tem o Marconi Perillo, Álvaro Dias, Aloysio Nunes, mas, sem dúvida, o Aécio é um dos nomes", disse Serra."
Foto: Andre Dusek / Agência Estado


Posted: 01 Mar 2012 06:42 AM PST



"O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) da quarta semana de fevereiro desacelerou para 0,24% ante alta de 0,27% na semana anterior, de acordo com dados divulgados hoje pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O grupo educação, leitura e recreação teve o maior peso para o desempenho do indicador na última semana do mês, ao recuar, na comparação semanal, de 1,01% para 0,03%. O item saúde e cuidados pessoais também registrou desaceleração na mesma comparação, de 0,58% para 0,42%, assim como despesas diversas (0,30% para 0,16%), comunicação (0,14% para 0,04%). Foi verificada alta nos preços dos seguintes grupos na variação semanal: alimentação (-0,09% para -0,02%), habitação (0,031% para 0,53%), vestuário (-0,14% para 0,02%) e transportes (0,30% para 0,31%)."


Posted: 01 Mar 2012 06:01 AM PST
"O sistema operacional Android, do Google, acirrou a disputa do mercado e ajudou a reduzir em 33% os preços desse tipo de aparelho


A participação dos smartphones no mercado total de celulares passou de 3,4% em 2010 para 7,5% no ano passado, expansão que resultou numa alta de 179% nas vendas desse tipo de aparelho neste mesmo período. Em entrevista publicada na edição dessa quinta-feira, 01, pelo jornal Valor Econômico, Thiago Moreira, diretor de telecom da Nielsen, autora do estudo, diz que o crescimento foi provocado pelo recuo de 33% no preço dos smartphones.

Segundo ele, essa redução foi puxada pelo aumento dos planos pós-pagos e pela elevação da oferta de celulares equipados com o Android. O sistema operacional do Google, que elevou o seu market share de 16% em 2010 para 61% em 2011, obrigou os concorrentes Motorola, Samsung, LG, ZTE e Huawei a lançar novas configurações com preços mais acessíveis. Depois do Android, estão o Symbian (19%), o sistema Windows, da Microsoft (9,7%), o iOS, da Apple (5,5%) e o BlackBerry OS, da Research In Motion, conhecida pela sigla RIM (2,7%).

O estudo da Nielsen não revela números absolutos de vendas e exclui ainda as vendas diretas efetuadas pelos fabricantes a empresas, além dos celulares contemplados por programas de incentivo. De acordo com dados da empresa de pesquisa IDC, os brasileiros compraram cerca de 10 milhões de smartphones em 2011, o dobro das vendas registradas no ano anterior. Já o preço médio dos celulares comercializados no país teve um acréscimo de 4% devido à variação do câmbio e da inflação registrada no período."


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