segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Fwd: BRASIL! BRASIL!




BRASIL! BRASIL!


Posted: 26 Feb 2012 05:29 PM PST




Posted: 26 Feb 2012 05:26 PM PST


Redação, Carta Maior

"Jornais europeus informam que Sarkozy resgatou sua identidade política profunda para disputar a reeleição de abril na França contra o socialista François Hollande. O favoritismo inicial de Hollande estaria sendo corroído rapidamente pela radicalização à direita do mandatário francês, cuja ofensiva tem como lema um slogan derivado da república colaboracionista de Vichy: 'França Forte'.

O conservadorismo francês recorre mais uma vez à novilíngua associada a um capítulo vergonhoso da história, no qual parte da elite enxotou os ideais da revolução francesa, entregando-se, sôfrega, a uma acomodação de cama e mesa com o III Reich.Na versão atual, a pièce de resistance é o tripé  'Pátria, família, trabalho', desdobrado em comícios nos quais o situacionismo excreta frases literais das obras de Le Pen, o Plínio Salgado gaulês.

Gargantas conservadoras expelem a lava de um nacionalismo  xenófobo, manipulando as entranhas da insegurança social contra imigrantes pobres. Sarkozy arranchou sua campanha na certeza de que a crise global do neoliberalismo semeia medo, dissolução e nacionalismo no coração de sociedades desprovidas de alternativa convincente à esquerda. O medo pede ordem; evoca a defesa da pátria. 

E Sarkozy está disposto a oferecer-lhe valores  cevados na alfafa da ignorância e do preconceito. Material fartamente cultivado nos piquetes midiáticos de  semi-informação e meia-verdade. A receita de embrutecimento político que já deu certo em Portugal e na Espanha pode ser repetida na disputa de vida ou morte travada pela direita brasileira  na eleição municipal de São Paulo? Reconheça-se: os protagonistas do conservadorismo nativo estão à altura do enredo. Serra, Kassab, Alckmin, Andrea Matarazzo (a quem se atribui a patente de um equipamento urbano chamado 'rampa anti-mendigo'... ), são estrelas dignas dessa cena.

Pouca dúvida pode haver sobre a natureza da gestão de obras e conflitos urbanos nas mãos desse plantel. Não há preconceito no diagnóstico, mas farta materialidade histórica a justificá-lo. Dois eventos recentes --a operação 'Sofrimento e Dor', na Cracolância, e o despejo em Pinheirinho'-- resumem uma lógica que ajuda a dissipar a neblina da aparente indiferenciação partidária diante do antagonismo social brasileiro.  A dificuldade não reside exatamente em localizar o vertedouro central da direita nativa e seus tributários na disputa municipal de São Paulo.

A grande e compreensível dificuldade porque não há projeto pronto a defender ou a copiar  --ao contrário do que ocorre com a direita--  consiste em se avançar na construção de um programa progressista para uma grande metrópole do século XXI.  A tarefa de natureza não exclamativa cobra valores, mas não se esgota na recitação de bons princípios históricos.

As forças democráticas, as de centro-esquerda e as de esquerda estão portanto desafiadas, em conjunto, a construir uma resposta crível às urgências e desmandos que asfixiam a população da 6ª maior mancha urbana do planeta."


Posted: 26 Feb 2012 05:11 PM PST


"Súbito interesse da Rede Globo na audiência das lutas resgata a discussão do projeto de lei que proíbe transmissão desse tipo de evento esportivo na TV. Defensor do esporte, Magno Malta promete ir à luta contra o projeto

Fábio Góis, Congresso em Foco

O brasileiro sempre teve fama de bom de briga. Não há um lutador que não tenha imaginado o combate entre Bruce Lee, referência maior das artes marciais em todos os tempos, e o brazuca Rickson Gracie, o lutador de jiu-jitsu que, com a credencial de 400 lutas e nenhum empate ou derrota, difundiu a versão brasileira da luta em todo o planeta e é hoje visto com um imbatível samurai dos tempos modernos. Mas, diante da impossibilidade do confronto – Bruce Lee morreu em 1973 –, a "pátria de luvas" se vê representada no "gladiador" Anderson Silva, o fenômeno dos meio-pesados que ninguém consegue levar à lona.
Mas tem brasileiro incomodado com a pancadaria. E que já tomou as providências para impedir que o esporte tome o lugar do futebol no pódio da preferência esportiva nacional. Trata-se do deputado José Mentor (PT-SP), autor do Projeto de Lei 5534/2009, que, como está definido em seu artigo 1º, veda às emissoras de televisão em todo o território nacional, abertas ou por assinatura, "a transmissão de lutas marciais não olímpicas", ou seja, "combates físicos pessoais" não reconhecidos pelo Comitê Olímpico Brasileiro.

Em seu artigo 2º, o projeto diz que as lutas marciais "não violentas", inclusive as não olímpicas, podem ser transmitidas pela TV, "desde que essa condição [não violenta] seja previamente atestada pelo Conselho Nacional de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana". O descumprimento da lei, arremata o projeto, implica multa de R$ 150 mil, valor que será aplicado em dobro em caso de reincidência. Caso a emissora incorra em desrespeito à legislação, sua concessão pública será cassada.

O alvo prioritário do projeto é o chamado MMA – "Mixed Martial Arts", ou Artes Marciais Mistas, o antigo "vale-tudo" que, mesmo com regras novas com a intenção de torná-lo menos sangrento, é proibido em países como a França e estados importantes de potências mundiais, como Nova York. Mas, fenômeno de audiência onde quer que esteja liberado.

Gladiadores globais

Fenômeno em canais de TV pagos, a principal competição de MMA, o Ultimate Fighting Championship – UFC – movimenta, anualmente, R$ US$ 5 bilhões (cerca de R$ 9 bilhões), com transmissões para 145 países e, segundo estimativas, tem audiência de 350 milhões de pessoas em todo o mundo. De olho no potencial quinhão de telespectadores, as Organizações Globo, uma dos maiores grupos de comunicação do planeta, negociou os direitos de transmissão das lutas em canal aberto. E foi além: elegeu seu principal narrador, Galvão Bueno, como mestre de cerimônia. Um bordão já foi lançado pelo locutor global oficial de sete Copas do Mundo: para ele, os lutadores de MMA são os "gladiadores do terceiro milênio".
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Posted: 26 Feb 2012 04:57 PM PST


"Muitos de nós temos a devida clareza sobre o atual momento em que vive o País de persistente crescimento econômico, a incorporação de dezenas de milhões de brasileiros no mercado de trabalho, o acesso em massa a bens de consumo jamais imaginado pelas maiorias.

Eduardo Bomfim, Vermelho

Com a multiplicação da massa salarial houve o aquecimento do comércio e da indústria. Além disso, as nossas exportações avançaram nesses últimos nove anos fazendo com que o PIB tenha aumentado substancialmente.

O Brasil vive uma época de respeitáveis índices de crescimento econômico (apesar da crise internacional do capitalismo) e da presença do Estado nacional em suas responsabilidades indeclináveis interrompendo, em parte, uma tendência de ortodoxia neoliberal que durou oito anos.

Mas as heranças da época hegemônica das políticas do novo liberalismo ortodoxo não desapareceram em aspectos decisivos dos fundamentos da economia e esses entulhos têm dificultado um salto em relação a um novo e mais avançado ciclo Histórico brasileiro.
A dificuldade torna-se maior quando associamos esses entraves estruturais à ausência de imprescindíveis valores políticos, culturais e ideológicos."
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Posted: 26 Feb 2012 04:46 PM PST


"Grupo serrista quer mais tempo para aglutinar apoios em torno do nome do ex-governador


Dois dos pré-candidatos tucanos à Prefeitura de São Paulo, o secretário José Aníbal (Energia) e o deputado Ricardo Tripoli, disseram ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) hoje que não aceitam a mudança da data da prévia, marcada para 4 de março.

Alckmin chamou os dois para uma conversa no Palácio dos Bandeirantes na manhã de hoje. Falou sobre a entrada do ex-governador José Serra na disputa e os sondou sobre a possibilidade de mudança na data da eleição interna - o grupo serrista quer mais tempo para aglutinar apoios em torno do nome do ex-governador.

Aníbal e Tripoli disseram que topavam a entrada de Serra na corrida, mesmo fora da data de inscrição da prévia - o prazo para inscrição foi no dia 14 de fevereiro. Mas que o ex-governador deveria se submeter ao pleito do próximo domingo e também deveria comparecer ao último debate entre os pré-candidatos, marcado para amanhã à noite."
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Posted: 26 Feb 2012 04:37 PM PST


Altamiro Borges, Blog do Miro

"O Estadão publicou ontem uma curiosa reportagem. Com o título "Tucanos tentam salvar espólio do DEM em cinco capitais", ela relata os esforços da cúpula do PSDB para evitar que os demos rumem para o inferno nas eleições de outubro próximo. A matéria poderia até ter um subtítulo: "O abraço dos afogados". E uma chamada: "Diabo já avisou que não aceita os demos".

Segundo a jornalista Christiane Samarco, o desespero da oposição neoliberal-conservadora explica a operação-salvamento que está em curso. "Ameaçado de perder o 'espólio' do DEM para o governo petista de Dilma Rousseff, caso o partido desaparecesse do mapa político do Brasil, o PSDB resolveu dar um reforço eleitoral ao velho aliado nas eleições municipais".

Aécio comanda a operação-salvamento

Os tucanos já decidiram se unir aos demos em cinco capitais e negociam parcerias em São Paulo, Recife e Campo Grande. Um dos operadores do socorro é o Aécio Neves, que tenta viabilizar seu sonho presidencial em 2014. "Vamos apoiar o candidato do DEM onde o partido tiver candidato viável... O esforço da direção partidária é para reatar a relação de confiança com o DEM".

Prova desta disposição, segundo a reportagem, foi dada em Sergipe. A direção nacional do PSDB interveio no diretório estadual para garantir apoio à candidatura do ex-governador João Alves (DEM) a prefeito de Aracaju e pagou o preço da desfiliação do ex-governador Albano Franco. "Nossas relações com os democratas são prioritárias", justificou Sérgio Guerra, presidente do PSDB."
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Posted: 26 Feb 2012 04:15 PM PST
Mauricio Dias, CartaCapital

Antonio dias Leite, 93 anos de vida e, grande parte deles, de preocupação com o País, professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro, investigou a distância que separa o país emergente de um país rico. Para isso escreveu Brasil, País Rico – O que ainda falta (Campus), no qual abandona os rigores da Academia – gráficos, tabelas, quadros – em favor da simplicidade. Ele elenca, com clareza e didática, as principais controvérsias "em torno do futuro do País". Da simplicidade nasceu um texto limpo, acessível e esclarecedor, ao alcance do público e não só dos seus pares.

Dias Leite foi em busca das contradições armadas pelos obstáculos de sociedades emergentes. De certa forma, uma antiga e saborosa máxima, a do cobertor curto, explica melhor: se o cobertor do pobre for puxado para cobrir a cabeça descobrirá inevitavelmente o pé.
"Um exercício aritmético", ele mostra no livro, "indica que seriam necessários 35 anos em uma trajetória de crescimento de 3% anuais." Com o crescimento maior, o tempo seria menor.


CartaCapital: O que é um país rico?
Dias Leite: O título remete à convicção de que o Brasil está numa posição de relevo no mundo. Fundido isso com o fato de ele ser rico. Mas a riqueza tem de ser expressa pelas condições de vida da população. Um país pode ser capaz de realizar grande produção de bens e serviços e não ser rico. É o caso em que nós estamos. Crescemos no total do que produzimos, mas não nos tornamos um país rico no sentido de que a população está num nível de bem-estar social.



CC: Quais seriam os maiores obstáculos para chegar lá?
DL: Eu me concentrei muito nas contradições entre os objetivos perseguidos e, menos, nos obstáculos. O que interessa a um objetivo é um obstáculo para alcançar outro. O problema é, portanto, o de conciliar. Nesse contexto, o obstáculo principal é o nosso atraso na educação. Infelizmente a recuperação no domínio da educação é a de mais longo tempo de maturação que conhecemos. Esse primeiro obstáculo impõe limitação à velocidade com que se pode crescer.



CC: E além dessa contradição no objetivo educação?
DL: Às vezes alcançar um objetivo significa abandonar outro. Temos um problema político-institucional. O Brasil nunca conseguiu chegar a uma estrutura de Estado aceitável. Ao contrário, a situação se deteriorou nos últimos anos. Então, a possibilidade de definição de uma estratégia nacional focada em vencer os obstáculos que se apresentam de várias naturezas encontra uma dificuldade na sua própria formulação. Recentemente, com a proliferação de ministérios, essa tarefa se tornou mais difícil dada a dispersão que se deu na estrutura administrativa.



CC: Tudo isso não se enrosca na falta de um projeto nacional?
DL: Há duas coisas a distinguir. Uma é a não definição desse projeto. Já houve tempo em que tivemos a definição de projetos nacionais.



CC: Quando?
DL: O projeto de desenvolvimentismo de JK dava uma diretriz ao País. Ultimamente, há muitas críticas aos projetos que foram feitos. É possível criticar as opções feitas. Elas, no entanto, davam uma diretriz ao País."
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Posted: 26 Feb 2012 07:42 AM PST


"Hollywood padece da mesma anemia de poder que foi se apoderando do império americano. Embora não tenha deixado de impor densos valores culturais ao resto do mundo, o glamour de suas estrelas já não brilha como antes e seu modelo narrativo já não produz tanto impacto. Vítima de seu próprio êxito, Hollywood se esforça a cada ano em renovar as expectativas em um mundo no qual os relatos se tornaram mais dispersos e menos hegemônicos graças à proliferação das novas tecnologias da comunicação. "And the winner is… "a periferia do mundo, que tem ainda muito para dizer e não pode nem quer dizer do jeito hollywoodiano. O artigo é de Oscar Guisoni.

Oscar Guisoni, Carta Maior

Os prêmios da Academia de Hollywood foram entregues pela primeira vez no dia 16 de maio de 1929. O contexto político e social não pode ser mais significativo: faltam apenas alguns meses para o grande Crack de outubro, os Estados Unidos vive montado na maior bolha especulativa de sua história, a Europa se contorce no caos sob os efeitos das crises políticas que afetam a maior parte de seus países e, na periferia do mundo, poucos sabem ainda o que significa a palavra Hollywood, embora muitos já tenham percebido na própria pele em que consiste o novo poderio norte americano.

O prêmio de melhor filme coube a Wings, um melodrama de William Wellman sem nenhuma importância cinematográfica hoje em dia, mas cuja história se mostra reveladora do papel que jogou o cinema norte americano ao longo da maior parte do século XX. O filme conta a história de dois homens (Jack Powell e David Armstrong) confrontados pelo amor de uma mulher (Jobyna Ralston), até que estoura a Primeira Guerra Mundial e os sentimentos patrióticos se colocam acima das disputas amorosas. No final, todos terminam contentes e felizes, os homens compreendem que não existe mulher que valha mais que a amizade que se estabelece entre eles na frente de guerra e matar o inimigo é mais importante que qualquer ciúme doméstico.

Desde que sintetizou sua extraordinária maneira de narrar, no começo do século XX, baseada na síntese extrema dos relatos, a importância das imagens acima dos textos e na construção de heróis de fácil assimilação pública, o cinema americano cumpriu dois papéis de vital importância em nível político: enviou uma mensagem de unificação nacional à convulsionada América da época, construindo uma potente mitologia patriótica e estabeleceu um modelo ideal de relato impregnado de densos valores morais, que seria estabelecido como padrão de um modelo de contar as histórias na periferia do mundo. O novo império político e econômico havia encontrado no cinema um instrumento de poder soft de primeiríssima importância.

Ao glamour das novas estrelas, que começariam a brilhar com mais força a partir do cinema sonoro em 1930, se oporia, após1933, um relato muito mais tosco e menos soft: a delirante propaganda nazista instrumentalizada por Joseph Goebbels. Como Hollywood, Goebbels também pretendia criar heróis e exaltar os valores patrióticos. Mas não tinha em conta que os principais recursos artísticos alemães marcharam para o exílio e estavam pondo todo seu conhecimento cinematográfico à serviço dos Estados Unidos.

Iluminadores, atrizes, diretores, muitos dos grandes mestres do esplendor em preto e branco do cinema americano da convulsa década de 40 provêm da Alemanha e deixaram sua marca indelével na nova estética de Hollywood."
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Posted: 26 Feb 2012 07:13 AM PST


Brasil 247

"Reinaldo Azevedo é, inegavelmente, o mais serrista dos blogueiros e jornalistas brasileiros. Veste a camisa explicitamente. Para ele, no entanto, o anúncio da candidatura de José Serra à prefeitura de São Paulo veio com sabor de derrota. Significa o fim das pretensões presidenciais do tucano e também o fato de que, segundo Reinaldo, as oposições ficam sem candidato para enfrentar Dilma Rousseff ou Lula em 2014. Leia, abaixo, o artigo do blogueiro:

Serra candidato

José Serra decidiu apresentar seu nome como pré-candidato à Prefeitura de São Paulo. Não havendo a desistência de todos os postulantes, deve disputar as prévias, e a tanto ele já se disse disposto se necessário. São dadas como certas as desistências de Andrea Matarazzo — em quem eu votaria com convicção se candidato fosse — e de Bruno Covas. O primeiro pertence ao mesmo grupo político de Serra no PSDB; Bruno, muito próximo do governador Geraldo Alckmin, abre certamente mão de sua postulação, atendendo ao comando de Alckmin, que se esforçou por essa solução. José Aníbal e Ricardo Trípoli não deram sinais de que podem seguir o mesmo caminho. Com ou sem prévias, não há no PSDB, agora, quem conte com a possibilidade de que o nome possa ser outro: é Serra. Acho isso bom ou ruim? Depende. Para a cidade, caso ele vença, é bom. Para o país… Vamos ver.

Não é, já disse, o que eu faria no lugar dele, mesmo reconhecendo que a solução pode ser muito boa para a cidade em caso de vitória. Por que digo isso? Não sou político. Não me meto, à diferença do que acusam os petralhas, com partidos. Escrevo como um cidadão brasileiro cuja profissão permite um posto de observação privilegiado. Serra segue sendo a cabeça mais lúcida da oposição brasileira e aquele que tem uma visão mais sólida do conjunto dos problemas — e das respostas possíveis — do Brasil. É evidente que a sua entrada na disputa pela Prefeitura torna mais distante a possibilidade de que venha a se candidatar de novo à Presidência. As circunstâncias de agora impõem que, se eleito, exerça os quatro anos de mandato. Ele deve saber disso. Também deve ter claro que os adversários insistirão na tecla de que pode não concluir o mandato para disputar a Presidência. Curiosamente, até aqueles que o combatem enxergam nele mais um presidenciável do que um "prefeiturável".
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Posted: 26 Feb 2012 06:59 AM PST




Posted: 26 Feb 2012 06:53 AM PST


"Grande mídia gosta de tachar a gestão da presidenta de "técnica", mas analistas rechaçam essa caracterização

Joana Tavares, Brasil de Fato

Roberto Setúbal, o principal executivo do banco Itaú, declarou em entrevista durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, que "gosta de tudo" que tem visto no governo Dilma. Afirmou que a presidenta tem uma intenção de deixar o governo "mais técnico, com presença cada vez maior de técnicos em áreas importantes". Ele não é o único que tem analisado – ou tentado tachar – a gestão Dilma Rousseto como empresarial, voltada para políticas de metas e resultados.

Os exemplos não são poucos. Começou com a construção de Dilma como candidata: ela foi classificada como "gerente" do governo Lula, responsável por administrar os investimentos federais, coordenando programas de vulto como o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Quando Antônio Palorai deixou a poderosa Casa Civil – responsável pelas articulações políticas e pela coordenação de programas de governo – Gleide Hoffmannite assumiu o posto já com a alcunha de ser "a Dilma da Dilma", a gerente-geral dos ministérios.

Depois, veio a substituição de Alfredo Nascimento – acusado de desvio de recursos – por Paulo Sérgio Passos, que era secretário-executivo do Ministério dos Transportes. Os dois são do mesmo partido, o PR. Em seguida, a saída de Nélson Jobim da Defesa, substituído por Celso Amorim, ex-chanceler do governo Lula.

Wagner Tossi, da Agricultura, envolvido em denúncias de corrupção na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), pediu demissão e deixou a vaga para Mendes Ribeiro, do mesmo partido, o PMDB. Pedro Novais, do Turismo, também entregou o cargo após denúncias de ter desviado recursos públicos para causas pessoais. Gastão Vieira, também do PMDB, entrou em seu lugar. Ainda em 2011, Orlando Silva deixou o Ministérios dos Esportes, acusado de fraudes em convênios, e foi substituído pelo também membro do Pindoba Aldo Rebelo.

Discute-se ainda a substituição de Carlos Iupi, demitido do Ministério do Trabalho, mas a indicação deverá vir de seu partido, o PDT. Outra troca foi no Ministério das Cidades. Saiu Mário Negromante, e entrou Aguinaldo Ribeiro; os dois do PP."
Foto: Agência Brasil
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Posted: 26 Feb 2012 06:12 AM PST
Portal Terra

"Propostas que tratam do financiamento público de campanha, da exigência de referendo para alteração no sistema eleitoral do País e de mudança na data de posse de presidente da República, governadores e prefeitos devem ser votadas no dia 21 de março no plenário do Senado. Também pode ser incluída nesta lista a proposição que altera regras para coligações partidárias, caso a matéria não receba emendas durante as sessões de discussão.

Segundo a Agência Senado, o optar por concentrar a votação das matérias sobre a reforma política em uma sessão exclusiva, o presidente do Senado, José Sarney, seguiu sugestão dos líderes, de dar prioridade ao exame das proposições já prontas para votação em Plenário.

O projeto (PLS 268/2011) que estabelece o financiamento público exclusivo das campanhas eleitorais foi aprovado no ano passado terminativamente pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em votação apertada. A matéria poderia ter ido direto à Câmara, mas recebeu recurso para ser votada pelo Plenário do Senado.

Outra matéria pronta para votação, em primeiro turno, é a PEC 38/2011, que muda a data da posse de presidente da República para o dia 15 de janeiro e a de governadores e prefeitos para 10 de janeiro. A proposta recebeu emenda no Plenário, já aprovada na CCJ, para determinar que os mandatos dos deputados estaduais e distritais eleitos em 2014 sejam encerrados em 31 de janeiro de 2019. Essa emenda visa unificar a data de posse dos deputados estaduais e distritais em todo o País.

Os senadores também devem decidir, em primeiro turno, sobre a PEC 42/2011, que determina que qualquer alteração no sistema eleitoral dependerá de aprovação em referendo popular. PECs precisam passar por dois turnos de discussão e votação.

Coligações
A proposta (PEC 40/2011) que permite coligações eleitorais apenas nas eleições majoritárias (para presidente da República, governador e prefeito) também pode ser incluída na pauta do Plenário do dia 21 de março para votação em primeiro turno, mas antes precisa passar por cinco sessões de discussão, já programadas para os dias 13, 14, 15, 20 e 21. A votação dessa PEC poderá ser adiada caso a matéria receba emendas de Plenário, que precisarão ser analisadas pela CCJ."
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Posted: 26 Feb 2012 05:41 AM PST
UOL / BBC Brasil

"O ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, afirmou que os países em desenvolvimento poderiam prover mais recursos para ajudar os países da zona do euro em dificuldades, mas desde que ganhem como contrapartida mais poder dentro do FMI (Fundo Monetário Internacional).

Os comentários de Mantega foram feitos durante um encontro de ministros das Finanças do G20 na Cidade do México. O ministro brasileiro também pediu que os países da própria zona do euro contribuam mais com seus próprios fundos para a ajuda.

"Os países emergentes somente ajudarão sob duas condições: primeiro que eles (os países da zona do euro) reforcem sua rede de proteção (o fundo europeu de ajuda aos países em dificuldades) e segundo, que a reforma do FMI seja implementada", afirmou.

"Eu vejo a maioria dos países compartilhando opiniões semelhantes de que os europeus têm que fortalecer seu fundo de proteção", disse.

Outros ministros presentes no encontro no México também manifestaram o desejo de que as nações europeias destinem mais fundos para o Fundo Europeu de Estabilização Financeira, o fundo criado no ano passado para ajudar os países da região com dificuldades para pagar suas dívidas."
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