segunda-feira, 15 de julho de 2013

Via Email: BRASIL! BRASIL!: Economist destaca mídia sem reação à web no Brasil


BRASIL! BRASIL!


Economist destaca mídia sem reação à web no Brasil

Posted: 14 Jul 2013 05:50 PM PDT


"Edição desta semana da revista inglesa aponta as dificuldades dos grupos tradicionais de mídia impressa no Brasil para se adaptar à revolução causada pela internet; publicação destaca as demissões na Abril, no Estado de S. Paulo e na Folha e a preferência do leitor brasileiro pela informação online; ouvido pela reportagem, Jaime Sirotksy (esq.), da Zero Hora, diz que o setor está "no meio de uma tempestade"; incapaz de compreender os novos tempos, Ricardo Gandour (dir.), do Estado de S. Paulo, diz que a fragmentação da informação pode ser prejudicial à democracia; editores estão perdidos

Brasil 247

É grave a crise da mídia impressa no Brasil. E ela está retratada na edição deste fim de semana da revista inglesa The Economist – a mesma que tem sido citada com frequência, pela imprensa tradicional, em razão das críticas contumazes à política econômica no Brasil.

De acordo com o diagnóstico da publicação britânica, os meios de comunicação tradicionais no Brasil não têm conseguido se adaptar à revolução causada pela internet. Segundo a Economist, metade dos lares no Brasil já têm conexões à web e o leitor brasileiro prefere consumir a informação online. Outro fator destacado pela revista é o fato de o Brasil já ser a segunda base mais importante para o Facebook no mundo, tendo superado recentemente a Índia – o que prova que o leitor também "curte" compartilhar as informações."
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Quem topa a aventura?

Posted: 14 Jul 2013 05:37 PM PDT


Joaquim Barbosa foi uma das estrelas das
últimas pesquisas e nem sequer partido
têm / Valter Campanato/ABr

"Em meio ao desprezo pelos políticos, emergem estrelas como Marina Silva e Joaquim Barbosa, que nem sequer partido têm. Mas os candidatos "não políticos" costumam ser preteridos nas urnas


Constitui verdade acaciana afirmar que é ruim a imagem dos políticos no Brasil. Até as criancinhas do grupo o sabem e, aliás, compartilham a opinião. Não é idiossincrasia nossa, tampouco decorre de alguma peculiaridade da evolução política brasileira. Mundo afora o mesmo ocorre em países ricos e pobres, de democracia mais ou menos consolidada. Os políticos andam em baixa em todos os lugares.

Mas o fenômeno assume aqui feições características. Passamos 20, dos últimos 50 anos, sob uma ditadura, que se instaurou com o pretexto de extirpar a corrupção e a subversão. Seus alvos imediatos foram os partidos e as lideranças políticas, acusadas de uma ou outra. Os generais se fantasiavam de os mais honestos e respeitadores das leis, e melhores como administradores. Durante o autoritarismo, político era quase sinônimo de corrupto e incompetente. 
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Paulinho Fluxus explica como foi feita a projeção a laser verde no rosto do Tramontina

Posted: 14 Jul 2013 05:27 PM PDT


Renato Rovai, Blog do Rovai

"Paulinho Fluxus foi o coordenador da ação que pintou o rosto do Lobão na Virada Cultural. Na ocasião, o entrevistei quando ele estava na delegacia do Campos Elíseos. Ele prestava depoimento por conta daquela intervenção.

Quando fiquei sabendo que o rosto do apresentador Carlos Tramontina havia sido pintado de laser verde no SP TV, o nome que me veio à mente foi de Paulinho Fluxus.

Estaria o artista do Tanque Rosa Choque por trás de mais esta ação?

Só há pouco consegui conversar com Paulinho Fluxus, que está de molho. No conflito com a Polícia Militar nas manifestações do dia 13 de junho ele quebrou a perna. Isso significa que não participou da ação de ontem, certo? Errado."
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Leitores, eu vi

Posted: 14 Jul 2013 05:11 PM PDT


Mário Augusto Jakobskind, Direto da Redação 
 
"O Rio de Janeiro, na quinta (12),  foi palco mais uma vez da selvageria da Polícia Militar comandada por Sérgio Cabral, o governador que vive nas alturas com helicópteros utilizados por sua família nos fins de semana. Quem esteve na passeata organizada pelas centrais sindicais e prestou bem atenção pôde perceber perfeitamente a colocação em prática de uma estratégia objetivando prejudicar o movimento dos trabalhadores. A receita, já utilizada em manifestações anteriores, deveria ser investigada com todo rigor. O Ministério Público poderia se encarregar disso.

Um amigo chileno informou que o mesmo tipo de estratégia é utilizado no país andino durante as manifestações estudantis e a mídia de mercado no dia seguinte informa sobre as arruaças. Será coincidência?

No Rio de Janeiro aparecem grupos provocadores de pessoas notoriamente de classe média, alguns até com máscara protetora ou com as caras cobertas como se estivessem preparados para um confronto.

Entram de repente e em grupo, não tendo nada a ver com as manifestações. No caso da passeata das centrais sindicais, apareceram intimidando os manifestantes e na prática chamando a polícia para agir ao jogarem objetos sobre os soldados. Como se fosse algo combinado, e pode ser que o seja, a PM passou a arremessar gás lacrimogêneo e de pimenta, além da balas de borracha sobre os manifestantes. Foi o que aconteceu no final da passeata, o que impediu, como estava programado, o encerramento com discursos dos representantes sindicais.

Mas os agentes provocadores mais uma vez não foram admoestados. Saíram incólumes e não foram identificados."
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Charge do Bessinha

Posted: 14 Jul 2013 08:53 AM PDT


O "novo", o "velho" e o bobo

Posted: 14 Jul 2013 08:49 AM PDT


"Enfraquecer as organizações do movimento sindical constitui um objetivo do conservadorismo brasileiro desde 1954

Paulo Moreira Leite, ÉPOCA

Procura-se minimizar o Dia Nacional de Luta convocado pelas centrais sindicais a partir de uma comparação cinematográfica com os protestos de caráter político ocorridos em junho. É uma comparação e indevida.  A nova moda ideológica é falar em "velho" e "novo."

Aquelas mobilizações tiveram clara  natureza política, apontando, difusamente, para autoridades constituídas – fosse o prefeito, o vereador, o guarda da esquina, o governador, a presidente da República  e assim por diante. Eram formadas por uma massa de jovens, em sua maioria estudantes, com ideias diversas e até antagônicas. Sua direção era semi-secreta, movimentando-se por sites, vídeos e blogs da internet. Havia anarquistas, libertários e fascistas, que chegaram a carregar faixas pedindo a volta dos militares ao poder.   Vídeos com audiência nos milhões de pessoas pediram boicote a Copa e até a suspensão de investimentos no país.  Interessada em manter Dilma Rousseff sob pressão, os grandes grupos de mídia adoraram. Divulgaram datas e locais dos protestos como se prestassem um serviço para shows e peças de teatro.  
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O Rubicão brasileiro

Posted: 14 Jul 2013 07:48 AM PDT


Saul Leblon, Carta Maior / Blog das Frases

"A luta pelo desenvolvimento está coalhada de relatos em que à 'fase alegre dos consensos' sucede-se um interregno de clivagem turbulenta.

A transição, não raro, engole nações inteiras no abismo de um golpe desfechado por interesses contrariados no processo; ou submete esperanças de gerações à espiral dos impasses que se realimentam até a sociedade clamar por 'ordem'.

Em artigo publicado nesta página, o filósofo Slavoj Zizek disparou comentário que parece conter um recado ao Rubicão brasileiro.

'O mais difícil é ir além de Mandela, sem se tornar Mugabe', disse em menção ao autocrata que controla o Zimbábue há 30 anos.
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Denúncia da Siemens coloca pressão em Alckmin

Posted: 14 Jul 2013 06:29 AM PDT


"Multinacional alemã denuncia formação de cartel nas obras do metrô de São Paulo; preços eram combinados e chegavam a ficar 20% acima do valor normal; esquema envolveria ainda outras empresas polêmicas, como a Alstom, que já foi investigada por atos de corrupção em países como o Brasil; governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, promete conduzir investigação própria sobre o caso


As obras bilionárias do metrô de São Paulo podem causar uma tremenda dor de cabeça para o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB. Segundo denúncia da multinacional alemã Siemens, as empresas contratadas para fornecer equipamentos, como ela própria, formavam cartel e colocavam preços até 20% superiores aos de mercado nas licitações de novas linhas do metrô.

A Siemens denunciou o caso às autoridades antitruste brasileiras, do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, para escapar de uma punição maior – o caso foi revelado na edição deste domingo da Folha (leia mais aqui). Além da Siemens, o esquema envolveria ainda outras multinacionais, como a Alstom (já investigada na Europa por corrupção na América Latina), a canadense Bombardier, a espanhola CAF e a japonesa Mitsui. Todas essas empresas também fazem parte do projeto federal do trem-bala entre Rio de Janeiro e São Paulo, que será licitado no próximo mês.

De acordo com as denúncias, o cartel dos fabricantes de equipamentos atuou em seis licitações e o prejuízo total para o governo paulista ainda não foi totalmente estimado. Segundo a investigação do Cade, o conluio envolveria ainda as empresas TTrans, Tejofran, MGE, TCBR Tecnologia, Temoinsa, Iesa e Serveng-Civilsan. Destas, a Tejofran é fortemente ligada ao PSDB e cresceu exponencialmente nos governos de Mario Covas.

As multinacionais Alstom e Mitsui disseram estar colaborando com as investigações do Cade. O governador Geraldo Alckmin, por sua vez, prometeu conduzir uma investigação própria. Ao todo, o mercado de equipamentos para o transporte por trilhos movimenta R$ 4 bilhões ao ano no Brasil."
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Francisco Almeida 




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