segunda-feira, 22 de abril de 2013

Via Email: BRASIL! BRASIL!: Por que mais uma vez os Estados Unidos são alvo de um atentado?




BRASIL! BRASIL!


Posted: 21 Apr 2013 05:43 PM PDT


Por que eles?


"Essa é uma pergunta que os americanos terão um dia que enfrentar.

Paulo Nogueira, Diário do Centro do Mundo

Só não vi, em todo o copioso material que traguei, uma pergunta.

E é a mãe de todas as perguntas. É a questão essencial.

Por que nós?

Por que, mais uma vez, os Estados Unidos são atingidos por um atentado?

Se e quando esta pergunta um dia for enfrentada, os americanos terão chances de viver com um pouco mais de tranquilidade.

São eles – os americanos – porque a política externa de Washington é absurdamente destrutiva, egoísta e desonesta.

Dadas as ações americanas, seria espantoso que eles não fossem fruto de um ódio universal.

No passado, as coisas ficavam razoavelmente camufladas por trás da embalagem de "campeões do mundo livre".

Mas hoje, com a internet, as informações se democratizaram, e correm o mundo. Uma bomba americana numa aldeia do Paquistão que mata crianças se torna conhecida rapidamente em todas as partes, num simples tuíte ou o que valha.


Isso – aliado à desclassificação de documentos secretos — mostra quem são, de fato, os Estados Unidos."
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Posted: 21 Apr 2013 05:16 PM PDT



Eliakim Araujo, Direto da Redação
 
"Você tem o direito de permanecer em silêncio, tudo o que você disser poderá ser usado contra você no tribunal. Você tem o direito de ter um advogado presente durante qualquer interrogatório. Se você não puder pagar um advogado, um defensor público lhe será indicado".

Quem nunca viu nas produções hollywoodianas a cena clássica do policial recitando essas palavras enquanto coloca as algemas em alguém suspeito de ter cometido algum crime?  

Essa regra - conhecida como "Direitos de Miranda" (Miranda Rights), por ter se originado de um caso criminal envolvendo um certo Ernesto Miranda contra o Estado do Arizona – passou a ser obrigatória por determinação da Suprema Corte dos EUA, na década de sessenta, e vale para qualquer tipo de criminoso, não importa a natureza do crime por ele praticado.  Sua função é proteger o suspeito de constrangimentos ilegais praticados por  investigadores policiais, que podem ir da pressão psicológica até a tortura física.  Daí a presença obrigatória de um advogado em todas as fases processuais.

Mas a regra pode deixar de ser obrigatória para o jovem suspeito de ter implantado as bombas na linha de chegada da maratona de Boston. O sobrevivente do atentado, Dzhokhar Tsarnaev, de 19 anos, permanece internado em estado grave em um hospital de Boston, enquanto as autoridades de Washington discutem se, no caso dele, a regra deve ser quebrada, dando-lhe o tratamento de "terrorista", sem os direitos garantidos pela Constituição dos EUA."
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Posted: 21 Apr 2013 05:02 PM PDT
Posted: 21 Apr 2013 04:56 PM PDT
O Brasil está envelhecendo. Pesquisa recente mostra o despreparo das empresas para lidar com profissionais mais maduros. Foto: Phillie Casablanca/Flickr



Thomaz Wood Jr., CartaCapital

"O processo é conhecido. Os custos crescem, os competidores avançam, e os acionistas querem resultados. Saída: renovar os quadros. Leia-se: livrar-se dos funcionários mais velhos e caros, contratar jovens efebos, com muita vontade e pequeno salário. Dito e feito. Então, o trabalho emperra, os clientes reclamam, mas a planilha de custos fala mais alto. Assim tem sido: a cada crise, interna ou externa, as empresas rejuvenescem seus quadros. Alguns observadores batizaram o processo de "juniorização".

Uma empresa "juniorizada" salta aos olhos. Antes, o escritório, silencioso e solene, era dominado por calvícies e cabelos brancos. Seis meses depois, o nível de ruído aumentou, e uma horda juvenil se estabeleceu. Foram-se as regras e procedimentos, substituídos por um frenesi frequentemente confundido com agilidade e produtividade. O mais importante é, porém, que a folha de pagamento foi reduzida. Inferno na Terra, paz no Olimpo corporativo."
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Posted: 21 Apr 2013 04:51 PM PDT



"Eleição presidencial no país vizinho só termina às 21h00, mas boca de urna já indica retorno do Partido Colorado ao poder; impeachment do presidente Fernando Lugo, ano passado, executado pelo Congresso e rechaçado pelo povo, confirmou-se uma involução; o colorado Horacio Cartes (centro) já aparece com dez pontos percentuais à frente do segundo colocado; ele será o comandante de uma máquina política que exerceu 61 anos de poder e teve no ditador Alfredo Stroessner sua face mais dura e corrupta

Brasil 247

A volta do Partido Colorado, que mandou, desmandou e moldou o Paraguai tal qual o país se tornou conhecido em todo o mundo e, especialmente, no Brasil – pátria de mercadorias falsificadas, abrigo dos carros roubados e de governo infestado pela corrupção e o autoritarismo --, já está contratada. Pesquisa de boca-de- urna do jornal argentino La Nación indica o candidato colorado a presidente, Horacio Cartes, como vencedor do pleito que se encerra às 21h00. Ele já teria obtido, no transcorrer da votação até o fechamento das urnas, mais de dez pontos porcentuais sobre o segundo colocado, ex-ministro Efraim Alegre. O resultado oficial dever divulgado cinco horas após o pleito."
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Posted: 21 Apr 2013 09:09 AM PDT
Altamiro Borges, Blog do Miro


"A crise da mídia impressa, decorrente da explosão da internet e da queda de credibilidade dos jornalões e revistonas,  agrava-se em todos os cantos. No Brasil, vários jornais já sucumbiram - como o JB, o JT e outros - e muitos trilham o caminho do falência, como o velho Estadão, que demitiu mais de 20% da sua equipe no início de abril. No mundo, o declínio também se acelera. O jornalista Fernando Rodrigues, da Folha, revelou nesta semana que a receita dos jornais nos EUA foi a pior dos últimos 50 anos - em 2012, ela foi 15% menor do que era em 1956, conforme informações compiladas pelo sítio Statista.

"Segundo o site, o boom da internet fez a receita dos veículos impressos com anúncios cair mais de 70% desde o ano 2000 – quando a indústria de mídia impressa havia atingido o pico de receita nos EUA. O faturamento com a circulação (venda de jornais e revistas) caiu cerca de 25% nesse período. O mais alarmante é que a internet, uma possível válvula de escape para as empresas de jornalismo impresso, não está rendendo o suficiente para cobrir as perdas", afirma o repórter, que conclui:

"A venda de publicidade nos sites dos jornais já representa mais de 10% das receitas do setor nos EUA. O problema é que as receitas totais anuais encolheram US$ 45 bilhões desde o ano 2000. No ano passado (2012), o valor total de faturamento foi de R$ 33 bilhões. Ou seja, afirma Statista, "os US$ 3,4 bilhões em venda de anúncios online parecem apenas uma gota d'água no balde". Os jornais e revistas perdem leitores e, como consequência, os anúncios publicitários diminuem drasticamente. O mesmo fenômeno também já atinge as emissoras de rádio e televisão, que sofrem com a migração, principalmente dos jovens, para a internet.

A Secretaria de Comunicação da Presidência da República, responsável pela distribuição das verbas de publicidade do governo federal e das empresas estatais, deveria ler como atenção os dados compilados pelo sítio Statista. O que ocorre em ritmo mais acelerado nos EUA também já se manifesta no Brasil. Mas a Secom, que insiste na questionável tese da "mídia técnica", parece que ainda não entendeu o fenômeno e continua privilegiando a velha mídia com os recursos dos cofres públicos." 
Posted: 21 Apr 2013 07:28 AM PDT
"O regozijo dos ingleses pela morte de Margaret Thatcher, as eleições venezuelanas e as bombas de Boston marcaram os últimos dias. São fatos aparentemente desconectados, mas que encontram suas raízes comuns no processo em marcha de esboroamento das instituições políticas.

Mauro Santayana, Carta Maior

O regozijo explícito dos ingleses pela morte de Margaret Thatcher, as eleições venezuelanas e as bombas de Boston marcaram os últimos dias. São fatos aparentemente desconectados, mas que encontram suas raízes comuns no processo, ainda em marcha, de esboroamento das instituições políticas. Esse processo, que – nunca é demais lembrar – começou exatamente com a ascensão de Margaret Thatcher ao poder, em 1979, não se esgotou. Continua a desenvolver-se, embora com manifestações de resistência, aqui e ali, como ocorreu na Venezuela, com Chávez.

O desaparecimento do líder pode ter significado o indesejável fim de uma experiência que, com seus acertos e seus erros, significou uma esperança para os povos da América Latina e também da África. A vitória efetiva de Nicolas Maduro - não só por ter sido apertada, mas pelo fato de que escasseiam, no eleito, as grandes virtudes de liderança de Chávez - não assegura o desenvolvimento do grande projeto nacional, e, de certa forma, continental, assumido pelo povo venezuelano, ao entregar seu destino ao reabilitado sonho de Bolívar.
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Posted: 21 Apr 2013 07:18 AM PDT


"Na escalada da imprensa contra a presidente Dilma, agora é a revista Época, de João Roberto Marinho, que propõe o seu silêncio; "a presidente Dilma se comporta como se soubesse tudo", afirma o editorial da publicação, que a compara com Lula e diz que o antecessor se saiu melhor; também neste domingo, o Estadão questiona a capacidade cognitiva de Dilma


Aos poucos, os veículos da mídia tradicional explicitam sua guerra à presidente Dilma Rousseff. Na semana passada, as capas de Veja e Época, dedicadas à chamada "crise do tomate", foram um marco importante. Neste domingo, num editorial raivoso, o jornal Estado de S. Paulo, que enfrenta grave crise financeira, questionou a capacidade cognitiva da presidente Dilma Rousseff.
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Posted: 21 Apr 2013 06:25 AM PDT


Folha de S. Paulo

"Depois de seis dias de julgamento, 23 policiais militares foram condenados na madrugada deste domingo por participação no Massacre do Carandiru. Três dos 26 presos réus foram absolvidos a pedido do próprio Ministério Público.

Cada um dos PMs foi condenado a 156 anos de prisão. Eles saíram do Fórum da Barra Funda, na zona oeste, livres, já que poderão recorrer em liberdade. Todos ouviram a decisão do juiz José Augusto Marzagão de que eram culpados."
Matéria Completa, ::AQUI::
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Francisco Almeida 





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