terça-feira, 28 de agosto de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 27 Aug 2012 06:01 PM PDT


Luciano Martins Costa, Observatório da Imprensa

"A reportagem que faz a manchete da edição de segunda-feira (27/8) do jornal O Estado de S. Paulo oferece uma oportunidade interessante para a análise das escolhas da imprensa tradicional, que supostamente ainda concentra a agenda dos assuntos públicos.

"Homicídios caem em São Paulo, após 4 meses de alta", diz o título, no alto da primeira página. Os números apresentados junto à manchete são impactantes: queda de 24,5% em julho, comparados os números aos do mês anterior.

Segundo o jornal, o relatório completo seria divulgado ao longo do dia pela Secretaria de Segurança, o que significa que a assessoria do governo tomou a iniciativa de antecipar alguns dados para um dos dois grandes diários da capital.

Agora, vejamos como foi composta essa "reportagem" que, na verdade, é a transcrição direta de material fornecido pela assessoria de imprensa oficial.

Todo jornalista mais ou menos experiente sabe que não tem grande importância comparar dados de fatos sociais mês a mês quando algumas circunstâncias sazonais afetam as ocorrências. Portanto, comparar julho a junho tem apenas efeito publicitário e pouca relevância jornalística, pois o mais correto seria comparar o mesmo mês a cada ano, ou períodos equivalentes, como os trimestres.

Perguntem às vítimas

Na primeira página do Estadão, a redução do número de homicídios em São Paulo teria sido de quase 25%, o que efetivamente gera um noticiário positivo para o governo paulista e para a prefeitura da capital. Mas, segundo a reportagem interna, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a queda foi de 13%.


Outra questão: observando-se o gráfico publicado nas páginas internas, percebe-se que os números da violência não caíram. Ao contrário: comparando-se mês a mês, o ano de 2012 teve mais assassinatos nos primeiros sete meses em relação ao mesmo período de 2011, tanto na capital quanto no estado de São Paulo."
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Posted: 27 Aug 2012 05:21 PM PDT


"O senador refez suas críticas ao procurador-geral da República e à publicação; desta vez, ele acusou Gurgel de ter chantageado o então senador Demóstenes Torres na época em que recebeu a Operação Vegas, da PF; Collor quer Gurgel e toda sucursal de Brasília da Veja na CPI do Cachoeira

Brasil 247 / Agência Senado

Primeiro a discursar em Plenário nesta segunda-feira (27), o senador Fernando Collor (PTB-AL) voltou a dirigir críticas ao desempenho de Roberto Gurgel no cargo de procurador-geral da República. O senador acusou o chefe do Ministério Público da União de cometer diversos crimes e irregularidades: prevaricação, improbidade administrativa, crime de responsabilidade e chantagem.

Segundo Collor, Roberto Gurgel prevaricou por ter demorado mais de dois anos para adotar qualquer medida em relação à operação Vegas, da Polícia Federal, anterior à operação Monte Carlo e também voltada às ações de Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Para o senador, a falta de ação de Gurgel favoreceu a organização criminosa comandada por Cachoeira, que continuou em ação, e influenciou o resultado das eleições gerais de 2010 no estado de Goiás, nas quais Marconi Perillo (PSDB) foi reeleito governador.

- Conforme reconheceu, em depoimento na CPI no dia 12 de junho deste ano, o próprio governador Marconi Perillo, ao ser questionado exatamente sobre essa possibilidade. Ele disse: "Sim, se essa operação tivesse sido desvelada antes das eleições, o resultado em Goiás das eleições em 2010 teriam sido diferentes" – relatou Collor.

O parlamentar afirmou ser imperiosa a convocação de Gurgel para prestar depoimento à CPI do Cachoeira, para explicar "todos os fatos, atos e os não atos que estão vindo à luz e que dizem respeito à sua conduta como chefe maior do Ministério Público".

Collor informou ainda ter protocolado seis representações contra o procurador geral e contra a subprocuradora Cláudia Sampaio Marques, esposa de Gurgel. Segundo ela, disse Collor, a decisão de sobrestar o inquérito da operação Vegas teria sido tomada por ela e pelo procurador-geral em conjunto com o delegado da Polícia Federal Raul Alexandre Marques de Souza, responsável pela operação."
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Posted: 27 Aug 2012 05:10 PM PDT
Marta e Lula se encontraram
nesta segunda-feira



'A senadora e ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy anunciou nesta segunda-feira 27  que irá participar da campanha do ex-ministro da educação Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo. O anúncio foi feito após reunião com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em sua conta no microblog twitter, Marta anunciou que deve começar a trabalhar por Haddad em breve. "Nos próximos dias, falarei com João Santana (marqueteiro de Haddad) e a coordenação da campanha em SP".

Marta foi preterida na disputa interna do partido pela candidatura, quando o estreante Haddad teve o apoio de Lula. A ex-prefeita havia confirmado presença no lançamento da campanha do ex-ministro, no início de junho, mas esteve ausente, deixando petistas insatisfeitos.

Desde então, a ex-prefeita não participou de nenhum evento de campanha e não fez nenhuma gravação. A presença de Marta é considerada importante pelos petistas devido à sua popularidade na periferia e ao desconhecimento de Haddad nessas áreas."
Foto: Reprodução


Posted: 27 Aug 2012 09:38 AM PDT


"A Zona Franca tanto é a base para a ocupação econômica da Amazônia, quanto emprega a mão de obra que, de outra forma, estaria voltada para a exploração da floresta"

Rebecca Garcia, Congresso em Foco

A estrutura fiscal da Zona Franca de Manaus está assentada sobre incentivos federais e estaduais. Agora, um dos pilares dessa estrutura, o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS, está sendo atacado pelo Governo de São Paulo em uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) junto ao Supremo Tribunal Federal.

A ideia básica do governo paulista é retaliar o Amazonas pelo questionamento, também levado junto ao STF, quanto aos incentivos oferecidos à fabricação de tablets naquele estado.

Tudo seria apenas mais um episódio da guerra fiscal, que ameaça transformar o Brasil em enorme paraíso para as empresas multinacionais, não fosse o fato principal: atacar a Zona Franca é atacar a Floresta Amazônica, com a evidente ameaça de deixá-la à mercê dos interesses internacionais.

A Zona Franca tanto é a base para a ocupação econômica da Amazônia, quanto emprega a mão de obra que, de outra forma, estaria voltada para a exploração da floresta, com grave risco de promover o desmatamento e ameaçar ainda mais a fauna ali existente.

O Brasil evoluiu muito no entendimento de que é preciso incentivar regiões mais distantes, isoladas, como é o Amazonas, para integrá-las ao território nacional e evitar que a pobreza e o subdesenvolvimento se tornem atrativos para aventuras de toda sorte. De que vale o Brasil se tornar a sexta potência mundial, se essa pujança econômica ficar restrita ao Sudeste e se concentrar em São Paulo?

Faz bem o governador Omar Aziz, que já providenciou junto à Procuradoria Geral do Estado do Amazonas o remédio jurídico, a contestação imediata, a resposta antes mesmo do comunicado oficial da Adin de São Paulo."
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Posted: 27 Aug 2012 09:21 AM PDT


Paula Laboissière, Agência Brasil

"A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (27) que o Programa Minha Casa, Minha Vida atingiu a marca de 1 milhão de casas e apartamentos construídos. Além disso, desde o início de 2011 até agosto deste ano, foram contratadas 860 mil novas moradias, segundo ela. A meta do governo é contratar 2,4 milhões de residências até 2014, com uma estimativa de investimentos de R$ 150 bilhões.

"Investir em moradia digna para a população é investir na proteção e na segurança das famílias. A casa própria contribui para que as famílias tenham uma vida melhor, para que as crianças e os jovens se sintam protegidos, para que os laços familiares e as amizades se desenvolvam, para que as famílias construam um lar", ressaltou.

No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma lembrou que o Minha Casa, Minha Vida atende a famílias de três faixas de renda – até R$ 1,6 mil ao mês, entre R$ 1,6 mil e R$ 3,1 mil ao mês e de R$ 3,1 mil a R$ 5 mil. Ela destacou que o programa auxilia também famílias que vivem em encostas de morros, na beira de córregos e em palafitas construídas sobre mangues e igarapés, que sofrem com deslizamentos e enchentes.

"Toda casa, para ser construída, precisa de cimento, tijolo, areia, fios, torneiras, cerâmica, tinta e outros materiais. Para fornecer esses materiais, as indústrias de todo o país têm de contratar mais trabalhadores e aumentar a produção de suas fábricas", disse. "Minha Casa Minha Vida ajuda toda a população do Brasil, porque faz a roda da economia brasileira girar", destacou."


Posted: 27 Aug 2012 08:46 AM PDT


'Apurado por telefonemas na noite de ontem, levantamento informal do partido tem potencial para levar euforia ao líder nas pesquisas Celso Russomano, preocupação ao declinante José Serra e otimismo ao renovado Fernando Haddad

Brasil 247

Levantamento de opinião realizado na noite de ontem, domingo 26, pela campanha do candidato do PT, Fernando Haddad, tem o potencial para despertar euforia no primeiro colocado nas pesquisas dos institutos Ibope e Datafolha, preocupação no segundo e otimismo no terceiro – o próprio Haddad. Exibidos os primeiros programas de televisão e as inserções comerciais de 30 segundos durante a programação normal das emissoras – peças consideradas pelos marqueteiros como as mais importantes na sedução ao eleitor --, a campanha petista apurou, em pesquisa via telefone, o chamado trekking, que Celso Russomano está 32% de intenções, contra 19% para José Serra, do PSDB, e 13% para Haddad. 247 ainda não obteve informação sobre os resultados dos demais candidatos neste levantamento.

O tracking, entre os muitos instrumentos de monitoramento das intenções do eleitor, é o mais ligeiro. Todas as grandes campanhas o realizam diariamente, logo após o início do horário eleitoral gratuito pela televisão. Há quem faça até duas ou três vezes ao dia, quando se chega à reta final. Por meio de  telefonemas, com base estatística que o deixa mais próximo de uma enquete do que de uma pesquisa com base científica mais apurada. Ao contrário do que acontece com as pesquisas, os trekkings não são registrados na Justiça Eleitoral e servem de bússolas para as campanhas, que ajustam uma série de detalhes a partir dos seus resultados.

A olho nu, o que se vê neste momento da eleição paulistana tem reflexo muito semelhante ao resultado do trekking petista. Sendo recebido com status de celebridade em seus compromissos eleitorais, Russomano conseguiu uma base firme entre seguidores de igrejas pentescostais e, também, nas classes C e D, entra as quais suas críticas à qualidade dos serviços municipais encontram ressonância. Cresce nas análises a tendência de vê-lo, supreendentemente, como tendo um lugar seguro no segundo turno. Independentemente de seu menor tempo na televisão, de pouco mais de dois minutos contra sete minutos para Serra e Haddad cada um, seu discurso parece que pegou."
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Posted: 27 Aug 2012 08:18 AM PDT



Posted: 27 Aug 2012 08:10 AM PDT


"Em entrevista exclusiva ao Amazonas 247, a candidata Vanessa Grazziotin, do PCdoB, lembra a ação de inconstitucionalidade proposta pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB, contra os incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus. E critica a incoerência do adversário Arthur Virgílio: "Se ele é contra (a proposta de Alckmin), deveria sair do PSDB".

Vermelho / Amazonas 247

Manaus, capital do Amazonas e sexta cidade mais rica do Brasil, onde está concentrada a produção de motocicletas e eletrônicos na Zona Franca, promete uma eleição eletrizante. De um lado, um político experiente, o tucano Arthur Virgílio, ex-líder do governo FHC no Senado. De outro, a jovem senadora Vanessa Grazziotin, do PCdoB, que, em 2010, surpreendeu Arthur e o deixou de fora do Senado. Os dois polarizam a eleição – ele com 30% e ela com cerca de 23% – seguidos pelo ex-prefeito Serafim Corrêa, do PSB, que tem 13%. O confronto entre os dois no segundo turno parece ser inevitável.

Ao 247, ela concedeu uma entrevista exclusiva na qual apontou o que considera ser uma das principais incoerências do adversário: a tibieza diante da postura do PSDB em relação aos incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus. "Se dependesse dos tucanos, a Zona Franca não seria aqui, mas em São Paulo", dispara. Vanessa lembra ainda que o governador de São Paulo propôs uma Ação Direta de Inconstitucionalidade contra os benefícios. "É algo da maior gravidade, que prejudica nossa economia e corta empregos do povo amazonense".

Quando entrou na guerra fiscal, São Paulo atraiu para o Estado a produção de celulares e tablets, de empresas como Motorola e Samsung. Em tese, tablets, que também são aparelhos de televisão, como o Galaxy, da Samsung, deveriam ser produzidos na Zona Franca, mas estão sendo feitos em São Paulo."
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Posted: 27 Aug 2012 08:02 AM PDT


Posted: 27 Aug 2012 07:43 AM PDT


Bob Fernandes, Terra Magazine

"Everardo Maciel, pernambucano de 65 anos, conhece como poucos brasileiros os dutos por onde transita o dinheiro no Brasil. Ele foi secretário da Receita Federal por oito anos –nos dois governos Fernando Henrique Cardoso. Por outros oito anos ele foi Secretário da Fazenda; no Distrito Federal e em Pernambuco. Postos absolutamente privilegiados para se saber, por exemplo, quais são, na prática, as raízes, os métodos, formas e motivos que impulsionam a corrupção.

Nesta conversa, Everardo esmiúça algumas das principais veredas do assunto que há meses, senão há anos, rola de boca em boca Brasil afora. Com clareza, o ex-secretário da Receita, o homem do leão, revela toda a dimensão do problema no Brasil:

- O Brasil tem hoje R$ 1 trilhão em impostos não pagos, sonegados… O nome disso é corrupção.

Isso, por parte dos cidadãos. Já o Estado também não deixa por menos:

- O Estado deve aos cidadãos (em precatórios) uns 10% disso, uns R$ 80 a R$ 100 bilhões… Qual é o respaldo moral que tem o Estado? Isso é o que se chama torpeza bilateral…

Entre outros problemas, o ex-secretário descreve as formas como, via orçamento e suas emendas, e numa trança com o Executivo, tece-se a teia da chantagem e da corrupção no Congresso.

Terra Magazine: Você, por oito anos, foi secretário da Receita Federal no governo de Fernando Henrique Cardoso. Também foi secretário da Fazenda em Pernambuco e no Distrito Federal…

Everardo Maciel: Exatamente…

Com oito anos na Fazenda em dois estados e mais oito anos na Receita, você é um dos raros brasileiros que realmente conhece os caminhos que o dinheiro percorre no Brasil, que tem o "pulso" de por onde anda, de qual é o dinheiro "limpo" ou o "sujo", e como isso se produz e reproduz. São 16 anos não apenas vivendo, atuando, mas compreendendo e aprendendo os caminhos do dinheiro, seja o que vai bem ou o dinheiro que vai mal. Comecemos por aí. Quais são as principais molas da corrupção no Brasil?

É uma combinação de razões. Não tem uma razão única. Você pode imaginar que uma das razões está associada precisamente à impunidade. A impunidade decorre de várias razões. Às vezes, à negligência ou incapacidade dos órgãos de fiscalização, outra vezes à morosidade do Judiciário decorrente de processos arcaicos…

Excesso de recursos na reta final…

Abusividade nos recursos e de mais a mais a Justiça frequentemente não conseguir compreender, absorver as novas tecnologias, o que permitiria dar celeridade aos processos. Só muito recentemente apareceu o processo digital. Mas os processos dos julgamentos são processos barrocos, com excessivas citações, repetições, vaidade imperando nos colegiados, e tudo isso faz com que as coisas demorem. Isso pra pegar do ponto de vista mais genérico. Por outro lado, também o Executivo, de modo geral, quando enfrenta, por exemplo, a evasão fiscal."
Entrevista Completa, ::AQUI::


Posted: 27 Aug 2012 07:18 AM PDT


"Os 270 CDs e um DVD, que revelam o hábito do contraventor de documentar às escondidas seus encontros com políticos e autoridades, ficarão num cofre à disposição dos membros da comissão

Brasil 247 / Goiás 247

Uma coletânea de gravações em vídeo apreendida durante a Operação Monte Carlo, em 29 de fevereiro, pela Polícia Federal (PF) na casa do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, acusado de explorar jogos de azar, foi entregue à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira.

A operação resultou na prisão de Cachoeira e integrantes da organização criminosa que comandava casas de jogos em vários municípios de Goiás. O material contém 270 CDs e um DVD. Do que vazou dos vídeos produzidos pelo contraventor está o pedido de propina que detonou o escândalo Waldimiro Diniz, que precipitou a queda do então ministro-chefe da Casa Cilvil, José Dirceu. Outras duas gravações que vieram a público comprometem o deputado federal Rubens Otoni (PT-GO) e o prefeito de Palmas, Raul Filho (PT). Ambos negociam ajuda de campanha com o contraventor.

Na semana passada, um grupo de parlamentares que integram a CPMI esteve com diretores da Polícia Federal, em Brasília, solicitando o envio das gravações apreendidas na casa de Cachoeira e em imóveis pertencentes a outros integrantes da quadrilha."
Foto: Lia de Paula/Agência Senado
Matéria Completa, ::AQUI::


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Francisco Almeida / (91)81003406
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