sábado, 14 de julho de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!


BRASIL! BRASIL!


Posted: 13 Jul 2012 06:12 PM PDT



Posted: 13 Jul 2012 06:07 PM PDT
Dilma elogiou a iniciativa do presidente
Lula em resgatar indústria naval

"A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (13) que não recorrerá a medidas de austeridade no combate à crise econômica, como fazem alguns países da Europa, como a Espanha. Segundo ela, o Brasil usa uma fórmula mais eficiente: fomentar o desenvolvimento "distribuindo o bônus para o povo".

Vermelho

A declaração aconteceu em Maragojipe, na Bahia, quando Dilma participava da cerimônia de lançamento da pedra fundamental do Estaleiro Enseada do Paraguaçu e de "batismo" da plataforma P-59, da Petrobras. Dilma disse que vai transformar a crise econômica internacional em oportunidade para o Brasil melhorar as condições de produção.

"Hoje eles (os espanhóis) estão cortando o 13° salário, 30% do salário dos vereadores e aumentando os impostos e (mesmo assim) o país vai de mal a pior. Queremos, de forma sistemática, reduzir os custos no Brasil. Não como estão fazendo lá fora que é reduzir os ganhos sociais e salários, queremos reduzir custos baseado em redução de impostos e capacitação da nossa força de trabalho, nosso caminho não é o de tirar direitos dos trabalhadores", disse a presidenta.

A presidenta afirmou ainda que seu governo age para garantir que o país tenha o melhor desenvolvimento possível. Disse que tem adotado medidas contra os gargalos que entravam o crescimento, entre elas a redução dos juros, "que estão num nível como nunca antes na história deste país", a redução de impostos e a prática de "taxas de câmbio que impedem que a indústria brasileira seja sucateada".
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Posted: 13 Jul 2012 05:56 PM PDT

Folha de S. Paulo

"O Ministério Público Eleitoral de São Paulo impugnou nesta sexta-feira (13) as candidaturas de José Serra (PSDB) e Celso Russomanno (PRB) a prefeito da capital paulista.

De acordo com o promotor Roberto Senise, que fez parte do grupo que analisou os pedidos de candidatura, Serra não apresentou à Justiça Eleitoral certidões que mostrem a situação atual de processos a que responde.

Já Russomanno, segundo o Ministério Público, não estava quite com a Justiça Eleitoral no dia 5 de julho, prazo máximo para os registros de candidatura.

As impugnações seguem agora para a Justiça Eleitoral, que notificará os candidatos. A partir do aviso, eles terão cinco dias para apresentar os esclarecimentos necessários.

A impugnação não significa veto ao registro do candidato. Ela pode ser acolhida ou não pelo juiz eleitoral, que tem até o dia 5 de agosto para julgar os pedidos de candidatura."
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Posted: 13 Jul 2012 05:48 PM PDT






Posted: 13 Jul 2012 05:42 PM PDT
O que Eduardo Campos ganha ao se aliar a Jarbas Vasconcelos?

Ricardo Kotscho, Balaio do Kotscho

"A gota d´água para o desenlace da aliança do PT com o PSB foi o movimento que o PSB do governador pernambucano Eduardo Campos fez de se aproximar de Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), um político semiaposentado, na definição do Palácio do Planalto, que lidera a bancada anti-Lula no Senado e é um dos mais ferozes críticos do ex-presidente.

Mais do que o rompimento dos dois partidos na formação das chapas para a eleição municipal no Recife, em Fortaleza e Belo Horizonte, o que levou a presidente Dilma a sair dos seus cuidados e entrar na disputa partidária, levada pelas circunstâncias, muito contra a sua vontade, foi o gesto de Campos se reaproximar de Jarbas, até outro dia o principal antagonista do governador na política pernambucana, e a entrada em cena de Aécio Neves em Belo Horizonte. De uma só penada, ela deu um chega pra lá nos dois.

Para se ter uma ideia do que isto simboliza e do choque que causou a foto de Eduardo com Jarbas, mal comparando, foi mais ou menos como a já histórica imagem de Lula nos jardins da mansão de Paulo Maluf ao celebrar a aliança do PT com o PP na eleição paulistana.

O pior é que meu amigo Eduardo Campos não precisava de nada disso: ao romper com o PT pernambucano, e lançar candidato próprio, o PSB levou junto uns 15 partidos da antiga Frente Popular do Recife. Político em franca decadência, Jarbas mais tira do que dá votos, assim como Maluf, embora os dois tenham trajetórias políticas e pessoais absolutamente opostas.

Como bem lembrou meu colega Heródoto Barbeiro, Jarbas Vasconcelos é um democrata e homem decente, lutou contra a ditadura nas mesmas trincheiras de Lula; o biônico Maluf, cevado pelos militares, é procurado pela Interpol no mundo inteiro."
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Posted: 13 Jul 2012 05:22 PM PDT

Eduardo Tessler, Terra Magazine / Blog do Tessler

"Há pouco mais de três anos afirmei nesse mesmo Terra Magazine que os jornais terão vida longa, apesar dos alarmistas que ganham rios de dinheiro dando palestras apocalípticas sobre o fim anunciado do companheiro de todas as manhãs.

Nunca tive tanta certeza assim. Os jornais terão vida muito longa e conviverão – já convivem – com as mídias digitais, cada um desempenhando o seu papel. Jornais estão mudando seu jeito de ser, isso sim. Menos notícias, mais análises. Menos páginas, mais conteúdos interessantes.

Mas há uma categoria crescente de jornais com vida curta: os jornais mal administrados, que fazem acordos com políticos. Um apoio editorial em troca de anúncios da prefeitura. Chega a doer essa prática sem moral que visa favorecer uma pessoa, uma empresa ou um partido e enganar milhares de leitores. Lamentavelmente essa estratégia canalha, velhaca, virou realidade sem grandes disfarces no Brasil, principalmente no Interior. Uma rápida pesquisa por jornais de importantes cidades do interior de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul revelou extrema dependência de verba oficial para os jornais locais. E um conteúdo espúrio, mentiroso, extremamente parcial.

Em outras palavras, alguns títulos quase centenários estão sujando sua reputação para apoiar este ou aquele candidato em ano eleitoral. O troco vem em forma de anúncios da prefeitura – ou promessa para depois da posse. Esse é o mais potente tiro de canhão no pé que um jornal pode dar. Jornal vende confiabilidade, não apoio a candidato. Jornal vive de uma parceria de longo prazo com o leitor, não de dinheiro rápido da prefeitura para pagar as contas do fim do mês.

Os jornais têm todo o direito de apoiar editorialmente uma posição ou um candidato, desde que isso não interfira na lisura e na busca da verdade dos fatos. O editorial pode ser favorável a um candidato, mas o noticiário não. Acabou-se o tempo da mentira, a TV já invadiu os lares, a Internet de bolso é realidade no Brasil. Esconder um fato é pisar em tomates em uma loja de cristais."
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Posted: 13 Jul 2012 04:42 PM PDT

'Numa pesquisa promovida entre março e abril pelo Pew Research Center, uma instituição de pesquisa com sede em Washington, os brasileiros ficaram com a medalha de ouro em matéria de otimismo: 84% responderam que a economia vai melhorar nos próximos 12 meses.

Flávio Aguiar, Carta Maior

É, deu Brasil. Ou melhor, os brasileiros.

Numa pesquisa promovida entre março e abril pelo Pew Research Center, uma instituição de pesquisa com sede em Washington, os brasileiros ficaram com a medalha de ouro em matéria de otimismo: 84% responderam que a economia vai melhorar nos próximos 12 meses. A medalha de prata ficou com os chineses: 83%. E o bronze foi para a Tunísia: 75%.

Em quarto lugar, distantes, vieram os norte-americanos: 52%. E a lanterna, confirmando a tragédia, ficou com os gregos: 9%, contra 81% que responderam que ela vai piorar, e 10% que responderam que ela não vai mudar – que também é um sinal de pessimismo, já que apenas 2% deles responderam que a situação econômica do país era "boa".

A Alemanha, para variar, ficou com o fiel da balança: 29% acham que a economia vai melhorar, 27 % que vai piorar e 43 % acham que tudo vai ficar como está.

Complementando: 12% dos brasileiros acham que tudo vai ficar igual, e apenas 5% responderam que situação vai piorar.

Em tempo: o Pewe Research Center é um "think tank" norte-americano dirigido por conhecido especialista em pesquisas, Andrew Kohut, e co-dirigido pela ex-secretária de Estado do governo Clinton, Madeleine Allbright, e pelo ex-senador republicano John Danforth, da ala mais liberal do seu partido e crítico da ala mais conservadora. A pesquisa pode ser consultada no site www.pewglobal.org.

Ela abrangeu 21 países, do Brasil ao México, dos Estados Unidos à Rússia, da China ao Japão, e ouviu 26 mil pessoas.

Um dado que arrepiou os cabelos de muita gente é que a confiança no sistema capitalista decresceu. Em apenas 11 dos 21 países a maioria respondeu que considera uma economia de mercado conduz a um estado de bem estar geral. Houve uma queda generalizada nessa expectativa em relação a 2007, ano anterior ao redemoinho financeiro que começou em 2008. Em alguns casos essa queda foi dramática, como na Itália, 73% (2007) contra 50% (2012) e na Espanha, respectivamente 67% e 47%.

Neste quesito, as nossas esquerdas também têm no que pensar: novamente, o Brasil ganhou o ouro, pois 75% confiam na economia de mercado. E na lanterna – pasmem – ficou o Japão: 38%., menos 11% do que em 2007 (dado relativo ao Brasil não disponível).

Apenas 4 países registraram uma maioria de consultados contentes com a situação econômica: China, 83%, Alemanha, 73%, Brasil, 65% e Turquia, 57%."
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Posted: 13 Jul 2012 10:25 AM PDT



Posted: 13 Jul 2012 05:23 PM PDT

Antônio Mello, Blog do Mello

"Não foi aqui, mas na Espanha. Aqui nossos deputados fazem o mesmo, mas comemoram para dentro. Só se manifestam como a deputada espanhola, quando defendem a tortura e o preconceito.

Mas a deputada Andrea Fabra comemorou larga e efusivamente a redução dos benefícios sociais ao desempregados pela crise que assola a Espanha e outros países da Comunidade Europeia, no momento em que a medida era anunciada pelo presidente do governo da Espanha Mariano Rajoy. Confira:





Saiba mais sobre Andrea Fabra aqui, e verifique que muitas vezes, filho de peixe peixinho é, pois o pai está envolvido em vários malfeitos na Espanha, embora "abençoado", pois ganhou nove vezes na loteria de lá... Conhecemos essa história?"


Posted: 13 Jul 2012 10:02 AM PDT
Chávez durante entrevista coletiva
no último dia 9. Ele não é eterno

Roberto Amaral, CartaCapital

 'De par com a uniformidade ideológica de direita – ou seja, a inexistência do contraditório requerido pela democracia –, salta à vista a desconexão entre o interesse nacional e a mesquinhez editorial da grande imprensa brasileira.

Quando escrevo, nas linhas acima, "interesse nacional", refiro-me, inclusive, aos interesses mais imediatos do empresariado. Do descompasso entre a chamada mídia e a nação, exemplo irretorquível é a campanha contra o ingresso da Venezuela no Mercosul, acesso o qual, sabem até os contínuos das redações, é do maior interesse para a economia brasileira e atende a necessidades geopolíticas nossas. É isso mesmo: o Brasil, mercê de sua extensão territorial, dos seus recursos naturais e da sua população, tem interesses geopolíticos legítimos; ademais, é a principal economia do continente. Gostem ou não os órfãos da política da subalternidade e as viúvas do alinhamento automático do Brasil aos interesses das grandes potências. Essa realidade, da qual evidentemente decorrem novas exigências, é incompatível com o "complexo de vira-lata" que domina a visão de mundo de nossas elites alienadas. A visão que elas têm de nosso povo e de nosso projeto de nação, uma nação que não poderia dar certo porque colonizada por portugueses de cabelos pretos e olhos escuros e não por franceses e holandeses. Povo que não poderia ansiar pela grandeza porque formado por europeus de segunda classe, índios preguiçosos e negros nostálgicos.

Por que, contrariando nossos interesses econômicos e políticos, essa "grande imprensa", reflexa, combate o ingresso no Mercosul da terceira economia continental, uma das maiores reservas petrolíferas do mundo e o terceiro mercado consumidor da região? Na Venezuela, país ao qual me refiro, aliás, já operam inumeráveis empresas brasileiras, e para suas importações se voltam as esperanças da indústria manufatureira nacional, como alternativa às crises europeia e norte-americana – sim, por incrível que pareça, a crise é deles, do "pessoal de olhos azuis" como muito bem grafou o presidente Lula. Em resumo, é do interesse da economia brasileira, mais do que de todas as demais economias da região e do bloco, a expansão do Mercosul e nele o ingresso da Venezuela, já aprovado, antes da reunião de Mendonza, pelos parlamentos de Brasil, Argentina e Uruguai. Mas esse interesse não é só das empresas estritamente brasileiras (indústrias, construtores, bancos), pois é do interesse óbvio das multinacionais aqui instaladas, vez que elas atuam no Mercosul e em alguns casos com maior desenvoltura do que nossos empresários.

Mas os jornalões são contra.

Por quê?

No caso da incorporação venezuelana, simplesmente alegam que não gostam do sr. Hugo Chávez Frías, que amanhã, tragado pela tragédia biológica ou pela derrota eleitoral, pode não ser mais presidente da República Bolivariana da Venezuela. E, em qualquer hipótese, não mais o será daqui a seis anos, o que é um nada na vida das nações e do próprio Mercosul. E, afinal, para nossa direita caolha, o sr. Chávez é tão relevante que se torna mais importante do que seu próprio país?"
Foto: Juan Barreto / AFP
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Posted: 13 Jul 2012 09:37 AM PDT

"Mestre Antonio Cândido rompe o silêncio de vários anos e dá uma grande entrevista à revista Brasil de Fato, cujos melhores momentos reeditei"

Márcia Denser, Congresso em Foco

Elegante, discreto, segundo ele mesmo: "um temperamento conservador com atitudes liberais e idéias socialistas", 93 anos, fazendo a linha que me lembrou o verso de Drummond, "cansei de ser moderno, eu agora sou eterno", Mestre Antonio Cândido – crítico literário, professor, sociólogo, militante, socialista, um dos principais intelectuais brasileiros, personalidade que marcou nosso século XX (afinal, foi ele quem descobriu o gênio de Guimarães Rosa, quem primeiro cantou a bola, numa época em que o regionalismo literário já estava enchendo o saco, a ponto de Wilson Martins, num primeiro momento, dizer de Rosa algo como "que merda, mais um falando de sertão, boi e boiada") – rompe o silêncio de vários anos e dá uma grande entrevista à revista Brasil de Fato, cujos melhores momentos reeditei – modéstia à parte, muito bem, deu um trabalho do capeta! – e reproduzo adiante.

De academia, linguagem & clareza: "Acho que a clareza é um respeito pelo leitor. Sempre achei que quando se trata de ciências humanas não deve haver jargão científico. O que tenho a dizer nas humanidades posso dizê-lo com a linguagem comum. Acho que a clareza é necessária para a mensagem deixar de ser um privilégio e se tornar um bem comum." (isto é, para a mensagem ter valor – grifo meu)

De crítica literária & literatura: "É fundamentaI reconhecer que a obra é autônoma, contudo também foi formada por coisas que vieram de fora dela, por influências da sociedade, da ideologia do tempo, do autor. Não é dizer: a sociedade é assim, portanto a obra é assim. O importante é: quais são os elementos da realidade social que se transformaram em estrutura estética. Meu livro "Literatura e sociedade" analisa isso. Depois de mais maduro minha conclusão foi muito óbvia: o crítico tem que proceder conforme a natureza de cada obra que ele analisa. Há obras que pedem um método psicológico, outras, estudo do vocabulário, a classe social do autor. Talvez eu seja aquilo que os marxistas xingam de eclético. Talvez eu seja um pouco eclético, confesso. Mas isso me permite tratar de um número muito variado de obras."

De biscoito fino & croquete: "Não privilegio. Já privilegiei. Primeiro o social, cheguei a privilegiar mesmo o político. Quando era um jovem crítico, queria que meus artigos demonstrassem que era um socialista escrevendo com posição crítica frente à sociedade. Depois vi que havia poemas, por exemplo, em que não podia fazer isso.

Então, minha fórmula é a seguinte: estou interessado em saber como o externo se transformou em interno, como aquilo que é carne de vaca vira croquete."

Das traduções: "Quando um livro é traduzido e a crítica diz que a tradução estragou a obra, é porque não era uma grande obra. Machado de Assis, mesmo mal traduzido, continua bom. É a prova de um grande escritor."

De leituras, releituras & (des) atualizações: "Não sei. O Brasil pra mim é um mistério. Tem editora para toda parte, tem livro para todo lado. Vi uma reportagem que dizia que a cidade de Buenos Aires tem mais livrarias que em todo o Brasil. Lê-se muito pouco aqui. Mas eu não tenho computador, nem e-mail. Olha, eu parei no telefone e na máquina de escrever. Estou afastado de todas as novidades há cerca de 30 anos. Não me interesso pela literatura atual. Sou um velho caturra. Já doei quase toda minha biblioteca, 14 ou 15 mil volumes. Meus antigos alunos que me visitam e dizem que a literatura está fraca no Brasil, na Inglaterra, na França, na Rússia, nos Estados Unidos… que a literatura está por baixo hoje em dia. Mas, como não me interesso por novidades, não sei. Aliás, já não leio, eu releio. História,um pouco de política, alguns mestres socialistas, sobretudo Eduard Bernstein, aquele que os comunistas tinham ódio. Ele dizia que o marxismo tem o defeito de achar que a gente pode chegar no paraíso terrestre, partindo da idéia de  Kant "da finalidade sem fim". O socialismo é uma finalidade sem fim. É preciso agir todos os dias como se fosse possível chegar no paraíso, mas lá não se chegará nunca. No entanto, se não fizer essa luta, você cai no inferno."
Entrevista Completa, ::AQUI::


Posted: 13 Jul 2012 09:17 AM PDT

Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania

"Após a cassação de Demóstenes Torres, uma tese tomou a mídia: a degola de seu ex-paladino da ética teria o efeito de "esvaziar" a CPI do Cachoeira porque uma satisfação já teria sido dada à sociedade, o que permitiria que não se mexesse mais no vespeiro.

Para esclarecer essa avalanche de desinformação o blog entrou em contato com o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), vice-presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investiga as ligações do bicheiro Carlos Cachoeira com os setores público e privado.

Teixeira explica, por exemplo, que não era preciso abrir uma CPI para cassar Demóstenes, que não foi cassado pela Comissão e sim pelo Senado através de representação do PSOL.  Ou seja, a CPI não teria como justificar a si mesma através da cassação porque nada fez para que ocorresse.

Perguntado sobre por que a mídia estaria dizendo que uma medida que não foi da CPI serviria para justificá-la e enterrá-la, Teixeira afirmou, literalmente, que "A mídia está tentando pôr panos quentes na CPI para proteger setores da oposição que se envolveram com Cachoeira".

Segundo o vice-presidente da CPI disse ao blog, a investigação atinge em cheio setores da oposição e da própria mídia e, por conta disso, tentam esvaziá-la, pois querem que termine logo."
Matéria Completa, ::AQUI::


Posted: 13 Jul 2012 08:56 AM PDT

Roldão Arruda, Estadão.com.br / Blogs

"A Comissão da Verdade ouvirá amanhã, dia 12, em Goiânia, um grupo de familiares de mortos e desaparecidos no período da ditadura militar. Os integrantes da comissão também se reunirão com representantes de comissões da verdade e comitês de apoio que já funcionam no Estado de Goiás.

Os dois encontros marcam o início de uma série de audiências públicas previstas para os próximos meses, em diferentes Estados. Em agosto e setembro elas serão realizadas no Rio e Pernambuco, respectivamente.

Em Goiânia, as audiências, na sede da Assembleia Legislativa, foram organizadas pelo Comitê Goiano da Verdade, com o apoio da OAB-GO e organizações de defesa dos direitos humanos. A Comissão Nacional da Verdade será representada por Claudio Fonteles, ex-procurador geral da República, e pelo assessor especial Wagner Gonçalves, subprocurador geral aposentado."




Posted: 13 Jul 2012 07:43 AM PDT
"Com depoimentos suspensos, Comissão vai aproveitar o período de 18 a 31 de julho para intensificar a análise dos documentos recebidos


Com depoimentos suspensos durante o recesso parlamentar, a CPI do Cachoeira vai aproveitar o período, que vai de 18 a 31 de julho, para intensificar a análise dos documentos recebidos. O presidente da CPI, senador Vital do Rego (PMDB-PB), divulgou nota oficial, nesta quinta-feira (12), explicando o funcionamento da Secretaria da Comissão.

"A impossibilidade de realização de reuniões não interromperá o normal funcionamento administrativo da comissão, nem mesmo as atividades de análise da documentação que os congressistas desejarem efetuar", diz a nota, informando ainda que será normal o expediente na sala-cofre "onde os membros da comissão e os seus assessores credenciados poderão continuar pesquisando os documentos recebidos".

Vital do Rego informa ainda que o recesso será utilizado para treinar os assessores a acessar os dados sigilosos originários das quebras dos sigilos bancário e telefônico."


Posted: 13 Jul 2012 07:33 AM PDT

Correio do Brasil 

'A taxa de crescimento da China desacelerou pelo sexto trimestre consecutivo, para o ritmo mais lento em mais de três anos, destacando a necessidade de mais vigilância na política monetária por parte de Pequim, apesar de sinais de que as medidas adotadas até agora estão começando a estabilizar a economia.

O crescimento de 7,6% no segundo trimestre na comparação com o mesmo período do ano passado ficou pouco acima da meta oficial do governo de 7,5% para o ano todo e reduziu a média do primeiro semestre para 7,8% -abaixo do nível de 8% que em desacelerações anteriores provocou uma forte resposta das autoridades.

O número do PIB, divulgado com uma série de outros dados chineses, ficou em linha com as expectativas dos investidores.

A trajetória da expansão chinesa é crucial para gestores de recursos que enfrentam uma desaceleração não apenas na China, segunda maior economia do mundo, mas crescimento anêmico em todo o grupo de principais emergentes conhecido como Brics –Brasil, Rússia, Índia e China.

- Eu diria que provavelmente o pior acabou e veremos alguma estabilização e mesmo melhora no crescimento do próximo trimestre – disse o economista do HSBC Sun Junwei, citando melhora no crescimento na comparação trimestral e ampla estabilidade nos dados de junho para investimento em ativos fixos, produção industrial e vendas no varejo."
Matéria Completa, ::AQUI::


Posted: 13 Jul 2012 07:19 AM PDT

Redação, Portal IMPRENSA

"Após o jornal The New York Times ter publicado notícias obtidas pelo vazamento de informações de segurança nacional, uma câmera de representantes discutiu na última quarta-feira (11/7) uma legislação que permitirá que jornalistas sejam processados se publicarem informações como essas nos EUA, informou o jornal Miami Herald.

De acordo com o coronel do Exército americano Ken Allard, esse tipo de investigação ameaça a segurança nacional e serve apenas para promover os interesses dos veículos de comunicação. O advogado Kenneth L. Wainstein considerou, por sua vez, que vazamenos dessa natureza expõem detalhes de operações de segurança cruciais, incluindo pessoas envolvidas nelas.

"Temos uma constituição que garante a liberdade de imprensa, mas é preciso haver um equilíbrio", disse James Sensenbrenner, presidente do comitê. "Eu sinto que é preciso certa auto-contenção por parte da imprensa, que deveria pensar que tem uma informação mas que seria terrivelmente prejudicial à nossa nação se fosse publicada".


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Francisco Almeida / (91)81003406

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