segunda-feira, 9 de julho de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 08 Jul 2012 06:13 PM PDT

"Documento da CPI revela que o deputado Fernando Francischini (PSDB/PR) articulou montagem de dossiê contra o governador Agnelo Queiroz, do Distrito Federal, que seria entregue ao procurador-geral, Roberto Gurgel; da trama, participaram ainda arapongas de Carlos Cachoeira e jornalistas de Brasília; isenção política de Gurgel é colocada em xeque

Brasil 247

O site Conversa Afiada, do jornalista Paulo Henrique Amorim, publicou, neste domingo, um documento ainda inédito da CPI do caso Cachoeira, que cita o procurador-geral da República, Roberto Gurgel (leia aqui).

São conversas que envolvem o deputado Fernando Francischini (PSDB-PR) e o araponga Idalberto Matias, o Dadá, além de personagens conhecidos da política brasiliense, como o ex-senador Alberto Fraga, do DEM, e os jornalistas Edson Sombra e Mino Pedrosa. Ambos, críticos ferozes da gestão de Agnelo Queiroz, do PT, no governo do Distrito Federal.

Já se sabia que Francischini pensava em mudar seu domicílio eleitoral do Paraná para Brasília, onde concorreria ao GDF em 2014 – a revelação foi feita, aqui, no 247. A novidade é que, pela primeira vez, há grampos que citam o nome do procurador-geral da República, Roberto Gurgel.

Nos diálogos, interlocutores de Dadá articulam para que Gurgel apresente denúncia contra Agnelo Queiroz. O trabalho do grupo envolvia, ainda, a publicação de notícias em blogs políticos de Brasília contra o governador.

Num email interceptado pela Polícia Federal, Alberto Fraga sugere a Edson Sombra que fale com Mino Pedrosa para maneirar as denúncias contra Agnelo, para não prejudicar o trabalho do procurador-geral. "Você tem que falar com o Etelmino para ele ir com calma. Pois todo esse alvoroço pode até atrapalhar o trabalho que o Gurgel está fazendo junto com o Francischini".
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Posted: 08 Jul 2012 06:01 PM PDT

"Depois do golpe parlamentar que destituiu Fernando Lugo da presidência paraguaia, Mario Ferreiro (foto), apresentador de televisão muito conhecido no país, mantém a sua candidatura pela coalizão de esquerda e pede pragmatismo e rapidez frente a um novo cenário político. Se for eleito candidato pela Frente Guazú, Ferreiro deverá competir com o mais provável vencedor das eleições primárias liberais, Blas Llano (presidente do partido), e o homem que mais ressoa entre os colorados, o pecuarista Horacio Cartes. A reportagem é de Mercedes López San Miguel, do Página/12

Mercedes López San Miguel, Página/12 - IHU Online / Carta Maior

Olhando para a câmera e com a música Let it Be de fundo, o apresentador do seu programa de TV da manhã de um canal privado do Paraguai se dirigiu sem rodeios à sua audiência: "Depois de 32 anos do ingresso nestes estúdios para ser alguém na mídia, me despeço para aceitar a generosa oferta de apresentar uma pré-candidatura à presidência".

Quem falava nesse dia, 9 de abril passado, era Mario Ferreiro, um rosto tão conhecido no Paraguai como o de Fernando Bravo na Argentina. "As pessoas sabem quem eu sou: um cidadão comum com um pensamento de esquerda", dizia ele, enquanto passavam imagens suas com um semblante mais jovem do que os seus atuais 52 anos.

Há apenas três meses, Ferreiro se postulava como um dos seis candidatos da Frente Guazú (Guazú significa "grande"), um conglomerado de esquerda ao qual pertence Fernando Lugo, o presidente destituído. Hoje, esse homem das mídias mantém a sua candidatura e pede pragmatismo e rapidez frente a um novo cenário político. "A Frente Guazú deve reorganizar todas as suas forças progressistas. Antes, tínhamos um projeto de aliança com o Partido Liberal Radical Autêntico, mas ele nos traiu e por isso estamos em busca de ampliação com bases sociais e sindicais", assinala, de Assunção.

A estratégia dos movimentos e dos agrupamentos de esquerda é a de chegar a um consenso de uma lista única no Senado encabeçada por Lugo. O ex-apresentador de TV recomendou aos seus correligionários que, por falta de tempo, seja Lugo e uma equipe de quatro pessoas que decidam o candidato presidencial. Isso no caso de que Lugo, finalmente, não seja restituído ao cargo, possibilidade que o ex-mandatário rejeitou.

A esse respeito, Ferreiro vê pela frente um caminho com armadilhas: "Os mesmos parlamentares que o mandaram embora teriam que votar a sua restituição. Os recursos que apresentamos frente à Justiça ordinária foram amplamente rejeitados. Vamos continuar lutando em outros níveis, por exemplo junto à Corte Interamericana de Direitos Humanos".

Há 15 dias, uma maioria de legisladores liberais, colorados e oviedistas condenou Lugo em um julgamento expresso a deixar a cadeira presidencial, acusando-o de mau desempenho de funções e responsabilizando-o por um enfrentamento entre agricultores e policiais que deixou 17 mortos, cuja investigação ainda não indicou responsáveis."
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Posted: 08 Jul 2012 05:33 PM PDT

Mauro Santayana, Blog: Mauro Santayana

"Estes dias brasileiros nos remetem a alguns inquietantes documentários de televisão sobre a vida selvagem. Neles, quase que com traços de sadismo, os cinegrafistas nos mostram cenas de ágeis predadores espreitando, aguardando o instante preciso, para saltar sobre a presa frágil, dilacerá-la, ainda com vida, e fartar-se até os ossos. Quando se trata de um duelo, entre o felino e o alce, a cena, ainda que bárbara, tem um toque de arte: a paciência do predador, procurando, na inocência da presa, o instante do descuido maior, para agir exatamente naquele segundo. E a única reação possível da provável vítima: a fuga desesperada, com a esperança, quase sempre frustrada, de que o caçador se canse ou vislumbre, nas margens da trilha, caça maior e mais atraente.

Se pudéssemos entrar na alma dos animais (e os animais têm alma, ainda que isso contrarie as presunções humanas) encontraríamos na atitude do predador e na fuga da presa, uma mesma volúpia, a volúpia da luta pela vida. Mas há uma caçada que enoja, que repulsa os nossos sentimentos estéticos e, mais ainda, os sentimentos éticos, mesmo que os etólogos possam explicá-la como sendo natural, com os argumentos isentos da ciência: é a caçada das hienas.

Dois ou três predadores espreitam a vítima ou as vítimas e, imediatamente avisam o bando, que pode chegar a quarenta animais. Há hienas maiores – pesando 80 quilos – e menores, a metade disso. Elas atacam em ondas, até derrubar animais totalmente indefesos, como as gazelas, os alces e as zebras, e as destroem em poucos minutos. As gazelas e os alces são atacados quando se encontram em grupos."
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Posted: 08 Jul 2012 08:46 AM PDT



Posted: 08 Jul 2012 08:41 AM PDT

Renato Rovai, Blog do Rovai

"Ontem de madrugada ao abrir o twitter vi quase toda a minha Time Line comemorando a vitória de Anderson Silva, mas a TV Globo ainda anunciava a transmissão da luta para daqui a pouco.

Só depois de quase 1 hora Galvão Bueno iniciou a transmissão do replay sem que fosse registrado que a luta já havia se encerrado. Ao contrário, o narrador teve o desplante de mandar um "voltamos ao vivo", como se tudo  acontecesse em tempo real.

Acompanhar a trollagem pelo twitter passou a ser muito mais interessante do que assistir a luta. Internautas utilizaram o #GloboFail e o #aovivonaglobo para ironizar a picaretagem. Fatos históricos passaram a ser citados como se estivessem sendo transmitidos ao vivo na TV. Entre eles, a chegada do homem à lua e a queda do muro de Berlim.

A piada mais recorrente, porém, era de que o brasileiro Anderson Silva já estava em casa assistindo "ao vivo" a transmissão de sua vitória com a narração de Galvão Bueno.

O episódio seria apenas cômico se não fosse ilustrativo do nível em que chegou a TV Brasileira. A Globo usa recorrentemente de mentiras para ludibriar seus telespectadores e o faz achando que ainda estamos nos anos 80, 90, quando a internet era coisa de cientistas."
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Posted: 08 Jul 2012 08:26 AM PDT
O governador de Pernambuco, Eduardo Campos

Mauricio Dias, CartaCapital

"Há um caminho seguro para entender o movimento político-eleitoral do governador Eduardo Campos, de Pernambuco.

O compromisso dele é com Lula e Dilma. Não com o PT.

Novo horizonte I

Demorou mais que o previsto a aliança PSDB e PT construída em torno da eleição de Marcio Lacerda (PSB), em 2008, para a prefeitura de Belo Horizonte.

Nascida da boa relação entre o então prefeito petista Fernando Pimentel e o então governador tucano Aécio Neves, o rompimento tornou altamente competitiva a disputa na capital, que já parecia resolvida com a reeleição de Lacerda.

Com o rompimento, o ex-prefeito petista Patrus Ananias entrou no jogo e pode dar unidade ao partido perdida com o acordo e vencer o pleito.
Lacerda é um prefeito com boa avaliação, mas Patrus é figura querida em BH.

Novo horizonte II

A eleição municipal, um beco sem saída para o PSDB e o PT, deu o pretexto para o fim de uma aliança que incomodava as partes.

Aécio conta com a reeleição de Lacerda agora para empurrá-lo para a disputa estadual, em 2014. Mas isso significaria entregar a prefeitura para um substituto petista. O vice na chapa.

O controle da Câmara de Vereadores fez Aécio bloquear a extensão da aliança, prevista no acordo, para as eleições proporcionais e deixou claro que ele manda no destino político de Lacerda, eleito pela legenda socialista.

Salvo se, antes, tiver feito consulta ao governador pernambucano Eduardo Campos, presidente do PSB."
Foto: Dida Sampaio/AE
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Posted: 08 Jul 2012 08:10 AM PDT

'Estado' descobre imagens de Ruy Carlos Berbert em pasta do Arquivo Nacional

Alana Rizzo e Leonencio Nossa, O Estado de S. Paulo

Imagens até agora inéditas do corpo do guerrilheiro Ruy Carlos Vieira Berbert, desaparecido em janeiro de 1972, aos 24 anos, revelam que, por duas décadas, três governos militares e dois civis sabiam de sua morte numa cadeia de Natividade, hoje município do interior do Tocantins, e nunca informaram o fato a seus parentes.

Por meio da Lei de Acesso à Informação, que liberou documentos antes mantidos em sigilo, o Estado localizou seis fotografias de Berbert morto. Uma pasta de imagens do Arquivo Nacional mostra que o Centro de Informações do Exército, principal órgão de repressão à luta armada, identificava o guerrilheiro oficialmente e de forma correta já em janeiro de 1972."
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Posted: 08 Jul 2012 07:23 AM PDT

"Em entrevista, governador de Pernambuco, Eduardo Campos, nega que vá disputar a presidência da República em 2014, mas alfineta o PT; "você não pode imaginar que o Brasil deste tamanho vai ter um partido único"


Tido como presidenciável e ameaça ao projeto de poder do PT, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, concedeu uma importante entrevista à jornalista Natuza Nery, da Folha de S. Paulo.

Nela, Eduardo Campos discorreu sobre a tensão na base aliada, criada depois que PT e PSB romperam alianças em capitais como Recife, Fortaleza e, sobretudo, Belo Horizonte. "Você não pode imaginar que o Brasil deste tamanho vai ter um partido único, dono da verdade, dos 5 mil municípios, dos 27 estados, do Brasil, por um século". Confira alguns dos principais pontos:

Sobre ser candidato à presidência em 2014

"Quem disse que eu seria candidato? Toda vez que eu fui candidato, eu disse que era candidato. Ser candidato contra Dilma só porque eu quero ser? Ela está na presidência e tem a prerrogativa da reeleição. Para a reeleição da Dilma, o problema não somos nós. O próprio partido dela cria mais problema para ela do que o PSB."

Sobre a posição do PSB

"Acho que o PSB deve em 2014 apoiar Dilma para se reeleger presidente."

Sobre a eleição em São Paulo

"Lula buscou um quadro da minha geração, o Haddad. Se fôssemos o inimigo número um do PT, não teríamos sido os primeiros a apoiá-lo. Colocamos a vice que o PT entendia que era a que mais ajudava, a Erundina. Quando ela saiu, liberamos o Haddad para escolher o nome que quisesse."

Sobre a relação com o PT

"Não vou sair desse itinerário. Temos uma frente política construída há muitos anos, que ajudou o Brasil a melhorar. Claro que minha relação com o presidente Lula, que eu conheci ainda menino, a ajuda que ele me deu e a meu estado, eu prezo muito."

Sobre as diferenças com o PT

""Você não pode imaginar que o Brasil deste tamanho vai ter um partido único, dono da verdade, dos 5 mil municípios, dos 27 estados, do Brasil, por um século. Você não pode imaginar que seja esse o projeto do povo brasileiro. É bom que tenha alternância de poder. É importante ter a perspectiva do contraditório."

Sobre uma eventual volta de Lula em 2014 ou 2018
"O que eu tenho ouvido dele é que seu grande objetivo é ajudar Dilma a se reeleger."
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ABR


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