terça-feira, 10 de julho de 2012

ViaEmail: BRASIL! BRASIL!


BRASIL! BRASIL!


Posted: 09 Jul 2012 06:00 PM PDT



Posted: 09 Jul 2012 05:57 PM PDT

Saul Leblon, Carta Maior / Blog das Frases

"A propaganda eleitoral está liberada desde o dia 7 de julho. Para a fatia majoritária da população, a campanha municipal de 2012 começa agora. Para os partidos e lideranças, a caminhada vem de antes, desde as refregas na escolha dos candidatos, passando pelas disputas e as sinalizações das alianças, à luta pelo tempo no horário eleitoral gratuito a TV. Nenhuma das decisões se esgota em si mesma. A lógica do poder é espiralada, para acima e para baixo. Uma vitória catalisa as forças do passo seguinte; a derrota aleija e descredencia. O dispositivo midiático conservador arma-se com a faca nos dentes. Sem tempo de TV para afrontar o tsunami do jornalismo isento, nada feito.

O poder midiático acaba de reafirmar seu peso nas eleições presidenciais mexicanas, constituindo-se em fator decisivo à volta do PRI ao poder. A ação da Televisa --a Globo local- contra López Obrador foi tão inescrupulosa que gerou a maior surpresa do processo eleitoral: o movimento YoSoy132, uma iniciativa estudantil que combinou a força da rede e a da rua, afrontou o poder da Televisa ao criar canais alternativos de debate.

A disputa pela prefeitura de São Paulo, um dos quatro maiores orçamentos do país, decide o futuro político de José Serra e o de sua ala no PSDB, minguante inclusive em São Paulo: se vencer, o tucano ganha músculos para uma nova tentativa de chegar à Presidência em 2014. Depois de duas derrotas presidenciais para o PT, se perder no próprio ninho, o ex-governador deslizará para uma aposentadoria humilhante, com provável dissolução de sua influencia partidária na própria cidade que pretende usar como trampolim eleitoral pela segunda vez.

Não são poucos os tucanos que torcem por esse fracasso. A votação de Serra na convenção partidária em março foi o sinal eloquente de uma liderança cada vez mais afeita a dividir do que a somar: esperava-se uma consagração com 80% dos votos; o esquálida apoio de 52% dos delegados soou mais como um aviso prévio do que um cheque em branco; o perfil arestoso e desgastado do político cuja principal vitrine é o elitismo e a cizânia não encontra mais braços dispostos a carregá-lo com entusiasmo. É um flanco de partida oneroso.

Para o PT a eleição de São Paulo empilha travessias e simbolismos igualmente desafiadores. O partido decidiu cravar aqui um alicerce de renovação audacioso ao optar pelo lançamento de Fernando Haddad, em detrimento de Marta Suplicy. O novo ciclo foi bancado por Lula que fará de São Paulo a moldura de sua volta à política da rua, dispondo-se a jogar nela o cacife de maior cabo eleitoral de hoje e de 2014. Os números evidenciam o peso que o escrutínio paulista assume na vida dos partidos e da política nacional: a campanha de Serra prevê gastos de até R$ 98 milhões; a de Haddad, R$ 90 milhões. Ambos praticamente se equiparam no tempo do horário eleitoral gratuito: 7mi 46 e 7 mi 34, respectivamente.

Fator decisivo na campanha de um candidato desconhecido, a luta pelos segundos da propaganda gratuita descarregou nos ombros do PT seu ônus de largada: o partido terá que explicar ao eleitor de classe média, justamente o alvo da estratégia de renovação, a aliança com Paulo Maluf, referência de tudo aquilo contra o qual se bateu desde a fundação. O pragmatismo será melhor tolerado se Haddad firmar-se no imaginário da população como o portador de propostas ao mesmo tempo inovadoras e críveis, que devolvam a confiança numa prefeitura realmente disposta a ser o comando de uma cidade a favor da cidadania.E não a mera extensão burocrática do poder do dinheiro como tem sido, com requinte, sob a administração do codomínio Serra/Kassab."
Artigo Completo, ::AQUI::


Posted: 09 Jul 2012 05:36 PM PDT

Antônio Mello, Blog do Mello

"A Suprema Corte dos EUA rejeitou a apelação de alguns grupos de mídia americanos contra a última regulamentação da FCC sobre propriedade cruzada de jornais e emissoras de TV em uma mesma localidade, segundo noticiários daquele país" - assim começa matéria da Teletime, que mostra que no país que nossa mídia colonizada defende como o mais democrático do mundo, eles não confundem liberdade de expressão com liberdade de imprensa, muito menos com liberdade de empresa.

O que as Organizações Globo fazem no Rio, por exemplo, e em vários outros estados do país (São Paulo inclusive) é proibido nos Estados Unidos. Acumular na mesma praça o quase monopólio de comunicação em TV (aberta e fechada), rádio, jornal, revista e internet é simplesmente um absurdo, por isso O poder das Organizações Globo é um risco para a democracia no Brasil .

É de se notar que a grita dos grupos de mídia que fizeram a apelação nos EUA se refere à nova legislação, de 2008,  que já flexibilizou o que antes era bem mais rigoroso. Simplesmente era proibido ser dono de um jornal e uma emissora de TV numa mesma cidade.  A nova lei acabou com a proibição, mas apenas nas 20 maiores cidades dos EUA.

Se, como eles defendem, o que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil, que tal importar esta lei e aplicá-la aqui, acabando com a propriedade cruzada de meios, heim, irmãos Marinho, Ali Kamel, Merval - o Imortal - Pereira, Magnoli, Instituto Millenium?"


Posted: 09 Jul 2012 05:26 PM PDT
Altamiro Borges, Blog do Miro

"Durou pouco tempo a tentativa do deputado Fernando Francischini (PSDB/PR) de ocupar os holofotes da mídia no lugar do ex-demo Demóstenes Torres. Ele até tentou posar de novo "mosqueteiro da ética" e de líder da oposição de direita, bem no figurino da revista Veja. Mas não deu certo. Após provocar vários atritos, ele foi substituído pelo seu próprio partido na CPMI do Cachoeira e já anunciou que deixará a sigla tucana. Além disso, ele pode até ser investigado por suas estranhas ligações com os arapongas do mafioso.

Numa das sessões da CPMI, o bravateiro Francischini, que também é delegado da PF, ameaçou prender o governador do Distrito Federal e acusou o relator Odair Cunha (PT-MG) de ser "tigrão" contra o Marconi Perillo, o governador tucano de Goiás, e "tchutchuca" contra o petista Agnelo Queiroz. O valentão da mídia demotucana também produziu várias cenas de bate-bocas no Congresso Nacional, provocando inúmeros parlamentares. Toda esta encenação moralista, porém, não produziu os efeitos desejados pelo "tigrão".

Isolamento e relações perigosas

Francischini se isolou na CPMI e no seu próprio partido. Para complicar ainda mais sua situação, ele entrou em atrito com o dono do PSDB no Paraná, governador Beto Richa, sendo alijado na disputa pela prefeitura de Curitiba. Como desdobramento das suas atitudes tresloucadas, ele foi substituído na CPMI pelo suplente Domingos Sávio (PSDB-MG) e anunciou que abandonará a sigla. Segundo o blogueiro paranaense Esmael Morais, Francischini "fez beicinho" e deve ingressar no recém-criado Partido Ecológico Nacional (PEN).

Outro fator também pesou para o rápido isolamento de Francischini. O "tigrão", que planejava transferir seu domicílio eleitoral para Brasília e concorrer ao governo do Distrito Federal em 2014, foi pego em conversas com integrantes da quadrilha de Carlos Cachoeira. Grampos da Operação Monte Carlo da PF indicam que o deputado "moralista" articulou um plano para induzir o impeachment do governador Agnelo Queiroz. Pelo jeito, a mídia demotucana acaba de perder mais um ícone e uma fonte de suas "reporcagens". 


Posted: 09 Jul 2012 05:16 PM PDT

"O governo boliviano anunciou nesta segunda-feira que processará a revista Veja, que em uma de suas últimas publicações, reproduzida pela imprensa boliviana, apontou o envolvimento do ministro da Presidência, Juan Ramón Quintana, com um narcotraficante brasileiro.

Vermelho / Terra

"O governo anunciou a sua decisão de processar a revista Veja para que prove as afirmações contidas em um artigo que consideramos infamantes contra autoridades do governo", afirmou a ministra de Comunicação, Amanda Dávila, segundo o portal de notícias governamental.

O Ministério da Comunicação ressaltou que a Veja publicou um artigo que "envolve o ministro da Presidência boliviana, Juan Ramón Quintana, e a diretora da Agência para o Desenvolvimento das Macrorregiões e Zonas Fronteiriças (Ademaf) em Beni, Jessica Jordán, com o convicto narcotraficante brasileiro Maximiliano Dorado Munhoz Filho".

A revista brasileira indicou - baseada em supostos relatórios de inteligência da Polícia boliviana não identificados - que Dorado Munhoz Filho havia se reunido com Quintana em 2010 na cidade boliviana de Santa Cruz (leste) quando este era diretor da Ademaf, e com Jordán, diretora da Ademaf na região amazônica de Beni.

O ministério indicou que "o governo do presidente Evo Morales iniciou um processo judicial para que a Veja mostre as provas que a levaram a vincular Quintana e Jordán ao narcotráfico no Brasil".

Quintana, colaborador próximo do presidente Evo Morales, até agora não fez comentários a respeito. Segundo dados das Nações Unidas, a Bolívia é o terceiro produtor mundial de cocaína, depois de Peru e Colômbia, e boa parte de sua produção chega aos mercados brasileiros e europeus."


Posted: 09 Jul 2012 04:48 PM PDT

"Os candidatos de Cuiabá (MT), Mauro Mendes (PSB); de Belo Horizonte (MG), Márcio Lacerda (PSB); e de Campo Grande (MS), Reinaldo Azambuja (PSDB) encabeçam a lista dos candidatos a prefeitos milionários nas capitais brasileiras

Mariane Pinho e Tiago Dias, Terra

Ao contrário do que muitos podem imaginar, o candidato a prefeito mais milionário das eleições municipais de 2012 não saiu do tradicionalmente rico Sudeste, mas sim do pujante Centro-oeste. No topo da lista está Mauro Mendes (PSB), de Cuiabá (MT), que declarou R$ 116,8 milhões ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O concorrente mais que duplicou seu patrimônio em relação em 2010, quando afirmou possuir R$ 57 milhões.

Em terceiro lugar, outro candidato do centro-oeste, o deputado Reinaldo Azambuja (PSDB), postulante em Campo Grande (MS), que declarou R$ 32,6 milhões. Juntos, os candidatos da região ultrapassam a soma dos três candidatos do sudeste que aparecem na lista.

Tentando a reeleição à prefeitura de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB) aparece em segundo lugar, com R$ 58 milhões. A região que possui mais de 50% do PIB nacional aparece mais duas vezes na lista, com os candidatos paulistas Gabriel Chalita (PMDB), com R$ 11,5 milhões, e José Maria Eymael (PSDC), com R$ 4,6 milhões em bens aos 72 anos - o mais velho a entrar na lista."
Foto: Juliana Michaela/Juliana Prado/Terra/ Divulgação
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Posted: 09 Jul 2012 04:04 PM PDT

"Senadora Kátia Abreu (TO) diz que abrirá dissidência no partido se for confirmado o apoio a Patrus Ananias (PT) em Belo Horizonte, decidido pelo prefeito paulistano Gilberto Kassab; ex-deputado, ex-ministro e atual vice-presidente nacional Roberto Brant vai além e anuncia desfiliação

Brasil 247 / Minas 247

Mal foi criado e em sua primeira eleição, o PSD do prefeito paulistano Gilberto Kassab já enfrenta sua primeira e séria crise interna. A origem dela é Belo Horizonte, onde o partido vive impasse pelo apoio às duas principais candidaturas: a do ex-ministro Patrus Ananias, pelo PT (com apoio do PMDB) e a do atual prefeito, que tenta a reeleição, Marcio Lacerda, do PSB (com apoio do PSDB).

Tudo parecia encaminhado quando, na última quarta-feira, o presidente nacional do PSD, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, anunciou o apoio a Patrus. A operação contou com a ajuda da presidenta Dilma Rousseff, que conversou com Kassab e pediu o apoio ao petista. O tucano José Serra, candidato à vaga de Kassab este ano (com apoio do prefeito paulistano) também auxiliou na operação - Serra é adversário interno do senador Aécio Neves no PSDB.

A bancada mineira de deputados pessedistas não aceitou a ação de Kassab, classificando-a como intervenção. Mas o auge do conflito no novo partido veio este fim de semana. A senadora Kátia Abreu, de Tocantins, uma das fundadoras e entre as principais lideranças do PSD anunciou que abrirá dissidência se o apoio a Patrus for confirmado. "Se ocorrer a intervenção em BH, eu abro dissidência", diz ela."
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Posted: 09 Jul 2012 09:35 AM PDT



Posted: 09 Jul 2012 09:31 AM PDT
Amigos do Presidente Lula

"A possibilidade de convocação do governador do Tocantins, Siqueira Campos (PSDB), deve ser destaque na pauta da CPI do Cachoeira, nesta semana. O líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR), quer levar o governador a depor na comissão para falar sobre as acusações de que quase metade do dinheiro que abasteceu o comitê do PSDB no estado nas eleições de 2010 veio de empresários que atuavam em parceria com o bicheiro Carlinhos Cachoeira

O requerimento para a convocação de Campos deve ser apresentado hoje por Bueno. As recentes revelações apontam o governador tucano para rede de relações de Cachoeira no Tocantins ser mais extensa do que a administração de Palmas, onde, até o momento, surgiram os indícios considerados como os mais explícitos da existência de negociação de influência política em troca de recursos eleitorais."


Posted: 09 Jul 2012 09:14 AM PDT

"De um total de 180 nomes, apenas 36 mulheres concorrerão às principais prefeituras. O Psol é o partido que mais lançou nomes, seguido de PSDB e PT

Fábio Góis, Congresso em Foco

Em 7 de outubro, quando milhões de eleitores brasileiros forem às urnas para escolher os prefeitos das 26 capitais estaduais, 180 nomes de candidatos poderão ser digitados. É o que revela levantamento feito por este site com base nos pedidos de registro de candidatura apresentados à Justiça Eleitoral até as 19h da última quinta-feira (5), prazo para formalização das chapas em Cartórios Eleitorais. Mas, segundo a legislação eleitoral, os requerimentos de registro ainda podem ser feitos em outra instância até as 19h de amanhã (terça, 10), desta vez nos Juízos Eleitorais. Isso significa que o quadro da corrida às prefeituras ainda pode mudar, embora a possibilidade seja remota – as coligações já estão definidas e não devem ser alteradas até a data-limite.

Clique aqui para ver quem são os candidatos e a situação eleitoral na sua capital:


Nas 26 cidades, 27 partidos se lançaram à corrida eleitoral das prefeituras. Como é costume nos pleitos municipais, várias coligações não seguiram as orientações de aliança em nível nacional, cujo substrato político-partidário no Congresso está representado nos núcleos de base e oposição. Entre os 26 partidos que lançaram candidatos a prefeito, com poucas chapas "puro-sangue" (candidatos a prefeito e vice da mesma sigla), o Psol foi o que mais registrou representantes: 22 candidatos. Em seguida figuram PSDB, com 18 pleiteantes; PT, com 17; PSTU, com 14; PMDB, com 12; PSB, com 11; e PDT, DEM e PRTB, com 8 candidatos cada."
Foto: Abr
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Posted: 09 Jul 2012 08:17 AM PDT

"Mônica González, autora de várias investigações envolvendo a Operação Condor, acredita que a morte do ex-presidente brasileiro João Goulart durante seu exílio na Argentina tem "a marca" do esquema repressivo coordenado das ditaduras sulamericanas. A jornalista considera que há elementos suficientes para supor que o presidente João Goulart foi vítima ca Condor e que a prova disso exige uma investigação coordenada em várias países. González considera "plausível' a hipótese do envenamento.

Carta Maior

A morte do ex-presidente brasileiro João Goulart durante seu exílio na Argentina "tem a marca" da Operação Condor, esquema repressivo coordenado das ditaduras sulamericanas e, por isso, só será esclarecida se investigada coordenadamente em vários países, defende a jornalista chilena Mônica González.

"Há elementos suficientes para supor que o presidente João Goulart (deposto em 1964) foi vítima da Operação Condor e considero que são estes casos emblemáticos que merecem ser tratados prioritariamente no Brasil, disse González a jornalistas ao participar de um debate sobre a Condor, em Brasília."
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Posted: 09 Jul 2012 07:21 AM PDT

Bruno Peres, Valor Online / Extra

"Em meio a embates regionais entre PT e PSB, a presidente Dilma Rousseff se reúne na noite desta segunda-feira, em jantar no Palácio da Alvorada, com o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos (PSB).

O encontro não consta na agenda oficial da presidente. Disputas municipais, como as de Belo Horizonte, Fortaleza e Recife, provocaram o distanciamento entre PT e PSB, o que pode antecipar a configuração da disputa presidencial de 2014.

O primeiro compromisso da presidente Dilma do dia é uma reunião com a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, para analisar as votações do Congresso e definir um cronograma dos próximos meses.

A presidente também se reúne com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, à tarde. Em seguida, Dilma recebe o presidente eleito da República Dominicana, Danilo Medina. Eduardo Campos deve desembarcar em Brasília no início da noite."



Posted: 09 Jul 2012 06:37 AM PDT
Paula Laboissière, Agência Brasil

"A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (9) que a agricultura familiar terá crédito de R$ 18 bilhões com juros abaixo da inflação para financiar o investimento e a produção em mais de 4 milhões de pequenas propriedades em todo o país.

No programa semanal Café com a Presidenta, ela explicou que, dentro do Plano Safra da Agricultura Familiar (2012/2013), todas as linhas de crédito terão juros de, no máximo, 2% ao ano para o investimento e 4% ao ano para custeio. "Tenho certeza de que esse Plano Safra é um forte estímulo para a nossa Agricultura Familiar", ressaltou.

"Com esse dinheiro, o agricultor vai poder comprar máquinas e equipamentos e vai poder também gastar em custeio, isto é, em sementes, em adubo ou até contratar um ajudante na época da colheita", explicou.

De acordo com a presidenta, cerca de 30% dos alimentos servidos na merenda de escolas públicas são provenientes da agricultura familiar, que também mantém os estoques da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Em 2012, cada agricultor poderá vender até R$ 20 mil diretamente para o governo.

Outra novidade, segundo Dilma, é que a agricultura familiar também poderá ser destinada a abastecer hospitais públicos, restaurantes universitários, presídios e quartéis de governos estaduais e municipais.

"Isso é importante para o produtor, mas é bom também para os órgãos públicos, que vão comprar produtos de qualidade, frescos, saudáveis e sem intermediários."


Posted: 09 Jul 2012 06:28 AM PDT

"Artigo do jornalista Oscar Pilagallo, que escreveu a história dos meios de comunicação de São Paulo, revela que jornais se transformaram em trincheiras contra Getúlio

Brasil 247

Desde que o deputado Fernando Ferro (PT-PE) criou a expressão "PIG – Partido da Imprensa Golpista", inspirado numa declaração de Barack Obama sobre o canal Fox News, e o jornalista Paulo Henrique a amplificou, vários veículos de comunicação – inclusive o 247 – são frequentemente questionados por seus leitores. Afinal, são PIGs ou não? A reação veio com a sigla "JEG – Jornalistas da Esgotosfera Governista".

No nosso caso, alegamos que é possível existir fora das órbitas PIG ou JEG. Mas o fato concreto é que, diante de governos trabalhistas, como de Getúlio Vargas e Lula, parte da imprensa toma posições contrárias. É o que demonstra, neste 9 de julho, data dos 80 anos da revolução frustrada de São Paulo, o jornalista Oscar Pilagallo, em interessante artigo na Folha de S.Paulo sobre o comportamento dos jornais paulistas, em 1932. Foram precursores do PIG?

A imprensa paulista fardada de 1932
Ela ignorou a superioridade das forças federais, fez campanha. Exceção, um jornal pró-Getúlio foi até destruído. Com a derrota de SP, jornalistas foram presos

Se nas guerras a primeira vítima costuma ser a verdade, na Revolução de 1932 não foi diferente.

O que foi diferente, isto sim, foi seu algoz. Em geral, a verdade sucumbe diante do conflito de versões dificilmente verificáveis pela imprensa. No caso da chamada Revolução Constitucionalista, no entanto, foi da própria imprensa que partiram os disparos que atingiram a verdade.

Não se trata da verdade abstrata, que resulta de convicções, de uma visão de mundo, de um entendimento particular sobre o lugar que São Paulo deveria ocupar naquela nova fase da República.

Trata-se, apenas, da verdade factual. Mal dado o primeiro tiro, em 9 de julho, as manchetes já tratavam o movimento como vitorioso, e com pouca variação mantiveram o mesmo tom até quase a derrota final, em outubro.

Nesse período, os jornais paulistas abriram mão de fazer jornalismo. Durante os três meses que duraram os combates, optaram por privilegiar uma campanha para elevar o moral da população e, sobretudo, das tropas.

Pouco interessava a informação objetiva da superioridade das forças federais, o fato incontestável de que tinham mais armas e eram mais bem treinadas.
No início, as conquistas pontuais dos soldados de São Paulo foram superestimadas. Mais tarde, os avanços das forças inimigas seriam minimizados."
Artigo Completo, ::AQUI::


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Francisco Almeida / (91)81003406

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