sábado, 14 de setembro de 2013

Via Email: BRASIL! BRASIL!: Anita não é negra como os cubanos. Médica e brasileira, ela “não serve” para o CFM


BRASIL! BRASIL!


O jogo até 4a. feira

Posted: 13 Sep 2013 05:35 PM PDT

"As pressões contra o Supremo vêm de um circo produzido por veículos que abandonaram os princípios do jornalismo

Paulo Moreira Leite, ISTOÉ

A manobra protelatória que permitiu o encerramento da sessão de quinta-feira sem o voto decisivo de Celso de Mello foi um aperitivo do que virá por aí. Os pronunciamentos chegaram a ser arrogantes. O esforço para ganhar tempo de forma bisonha, teatral, foi ofensivo num tribunal onde a denuncia de chicanas é feita com tanta facilidade.

Confesso que fiquei perplexo ao assistir Marco Aurélio Mello virar-se para Celso de Mello e fazer uma advertência nestes termos:

"Estamos a um voto. Que responsabilidade, hein, ministro Celso de Mello."

É ofensivo. Parece um professor dirigindo-se a um discípulo.

Parece que a responsabilidade de Celso de Mello não é idêntica a de cada um dos onze ministros que tomaram a decisão.
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Charge do Bessinha

Posted: 13 Sep 2013 05:10 PM PDT


Histerismo com causa

Posted: 13 Sep 2013 04:53 PM PDT

Hélio Doyle, Blog do Hélio Doyle
 
"Quem quiser estudar um caso emblemático de manipulação da opinião pública para fins políticos tem hoje um excelente material para pesquisa: a cobertura do episódio batizado de "mensalão", em especial no capítulo do julgamento pelo Supremo Tribunal Federal da Ação Penal 470. A manipulação das pessoas pela propaganda e pela imprensa tem sido objeto de inúmeros estudos, mas este case tem características que o fazem bem especial. Até porque deu resultado: pessoas propositalmente desinformadas assumindo com convicção as posições disseminadas pela mídia.

As pressões feitas durante todo o julgamento, para que os réus fossem condenados, e às maiores penas possíveis, caracterizam um comportamento histérico que foge a qualquer racionalidade e rigor do trabalho jornalístico. Estabeleceu-se uma verdade absoluta e seus postulados são disseminados sem a mínima preocupação com padrões éticos e com o compromisso com os fatos. Tal comportamento, a pretexto de ser um combate a práticas corruptas, explica-se apenas como instrumento para disseminar na opinião pública uma postura igualmente histérica para derrotar adversários políticos.

A manipulação chega a ponto de o presidente do Supremo Tribunal Federal suspender o julgamento por duas vezes, sem motivo forte, apenas para colocar sob a pressão da imprensa e da chamada opinião pública, dois ministros que poderiam votar contra seu relatório. E, pior, contou com a conivência de colegas que pareciam jogadores de futebol fazendo cera para acabar o jogo.

A hipocrisia domina, mas assim é a política. Parlamentares cansados de recorrer ao caixa dois em campanhas eleitorais, para dizer o mínimo, na posição de acusadores ferozes. Jornalistas que fizeram e fazem vistas grossas a outros episódios tão ou mais graves posando de defensores da moralidade pública. Articulistas que não escondem suas posições ideológicas fingindo que seu ódio aos acusados é por causa dos crimes que teriam cometido, e não porque os consideram inimigos políticos a serem exterminados. Procuradores e juízes que já deixaram de denunciar, absolveram e livraram da cadeia notórios ladrões e corruptos se fazendo de paladinos da justa luta contra a corrupção."
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Anita não é negra como os cubanos. Médica e brasileira, ela "não serve" para o CFM

Posted: 13 Sep 2013 04:11 PM PDT


Fernando Brito, Tijolaço

"Como a nossa elite é racista e desumana, para mostrar a monstruosidade do corporativismo médico e das dificuldades que impõe aos profissionais que se formam fora do Brasil,  o acaso trouxe uma brasileira, loura, formada em Medicina na Inglaterra, experiente a ponto de ter chegado ao mais alto grau como "consultant" em Ginecologia e Obstetrícia no hospital da Universidade de Oxford, o que significa dirigir e orientar estudantes e médicos nesta área.

Anita Makins Huxley cresceu em São Paulo, mas se formou em Medicina na Universidade de Nottingham e tornou-se Mestre em Saúde Pública em Países em Desenvolvimento, pela London School of Hygiene and Tropical Medicine.

Anita quis voltar ao Brasil e atender pacientes brasileiros.

Mesmo tirando as melhores notas entre todos os que tentaram o "Revalida" na USP, por duas vezes, não conseguiu ser considerada capaz para exercer a medicina no Brasil."
Artigo Completo, ::AQUI::

Globo usa médica Paloma e adere ao Mais Médicos

Posted: 13 Sep 2013 09:39 AM PDT


"Em sua principal novela, emissora dos três Marinho ajusta posição das Organizações Globo sobre programa oficial que alcança 73% de apoio popular; "Eu sei que sendo médica eu posso fazer MAIS, disse Paloma no capítulo da quinta-feira 12; "Quero tratar de crianças carentes, atender planos (de saúde) MAIS baratos, MAIS simples. Eu não vou cobrar, não quero cobrar. Eu quero fazer MAIS pelos outros. Eu posso fazer MAIS"; frases com tantos mais foram escritas pelo autor Walcyr Carrasco, que na revista Época publicara artigo "Escravos cubanos", malhando o Mais Médicos; oportunismo global revela muito do caráter da emissora; assista


Não é só com a ditadura militar que a Rede Globo, dos três irmãos Marinho, está ajustando suas contas. Também em relação ao programa Mais Médicos, que obteve em pesquisa recente apoio de 73% da população, a emissora de maior audiência do País procura uma melhor sintonia com o público. Para tanto, dobrou a pena do autor Walcyr Carrasco e usou sua principal novela, Amor à Vida, que tem na médica Paloma a sua principal personagem, para mostrar essa nova face ao público.
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Mortalidade infantil no Brasil cai 77%, aponta Unicef

Posted: 13 Sep 2013 08:33 AM PDT


Carolina Sarres e Yara Aquino, Agência Brasil
 
"A mortalidade infantil no Brasil caiu 77% entre 1990 e 2012, de acordo com o Relatório de Progresso 2013 sobre o Compromisso com a Sobrevivência Infantil: Uma Promessa Renovada, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Segundo o estudo, em 1990, a taxa de mortalidade infantil no Brasil era 62 para cada mil nascidos vivos. Em 2012, o número caiu para 14,  o que coloca o país em 120º lugar no ranking entre mais de 190 países. A lista é decrescente e quanto mais à frente, maior o índice de mortalidade.

A taxa de mortalidade infantil calcula a probabilidade de morte entre o nascimento e os 5 anos de idade a cada mil nascimentos. Ela compõe a expectativa de vida ao nascer, que faz parte do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e é um dos indicativos mais usados para mensurar o desenvolvimento dos países e nortear a elaboração de políticas púbicas.

O Brasil teve melhora em todos os índices apurados. No ranking do Unicef, o país está atrás de outros desenvolvidos como Finlândia, Japão, Cingapura, Noruega e Islândia – primeira colocada no ranking. Os cinco países com os piores índices de mortalidade infantil estão no continente: Serra Leoa, Angola, Chade, Somália e Congo."

Caneladas no Supremo

Posted: 13 Sep 2013 06:45 AM PDT


Luciano Martins Costa, Observatório da Imprensa

"Nas edições de sexta-feira (13/9), os jornais fazem a crônica do jogo de futebol em que se transformou o julgamento da Ação Penal 470 no Supremo Tribunal Federal. Não faltam ofensas pessoais, ironias de nível mediano, meias verdade e principalmente demonstrações explícitas de partidarismos nos debates que acompanham as declarações de voto. Tudo detalhadamente publicizado pela televisão e pela internet, ao vivo e sem cortes.

Vistos na tela, os nobres ministros se revelam homens e mulheres comuns, quase todos nivelados pelo mesmo conjunto de paradigmas que faz do ambiente político no Brasil uma atmosfera cáustica na qual não cabem sutilezas. 

Da leitura dos jornais pode-se concluir que o que move as decisões da mais elevada corte da Justiça brasileira não é a Justiça: é a política. Portanto, se a própria imprensa deixa claro que os critérios técnicos e o conhecimento jurídico se amoldam às ideologias e preferências partidárias, não há por que se preocupar com eventuais reações da sociedade a esta ou àquela decisão judicial.
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O que o povo não entende é o apoio da Globo ao golpe

Posted: 13 Sep 2013 06:26 AM PDT


"Em editorial, jornal O Globo, de João Roberto Marinho, afirma que o povo não compreenderá a decisão do STF, caso Celso de Mello confirme sua posição pró-embargos, ou seja, em defesa do direito de defesa; o que a sociedade jamais comprendeu, no entanto, foi por que o Globo apoio um regime que matou, torturou e suprimiu garantias individuais, como o habeas corpus


Em editorial publicado nesta sexta-feira, o jornal O Globo, de João Roberto Marinho, faz um apelo a Celso de Mello. Pede que ele reflita mais um pouquinho e mude sua posição em relação aos embargos infringentes. Caso não o faça, diz o Globo, a população não compreenderá a Justiça brasileira.
No entanto, que a sociedade não entende – e não aceita – são os motivos que levaram as Organizações Globo a apoiar o golpe militar de 1964, que implantou uma ditadura sanguinária, que matou, torturou e suprimiu garantias individuais, como o habeas corpus. Naquele tempo, nem se podia falar em justiça. Abaixo, o editorial do Globo:


Possibilidade de condenados no processo do mensalão, onde tem havido amplo direito de defesa, serem rejulgados torna Judiciário mais incompreensível para o povo

Em mais uma sessão histórica no processo do mensalão, o empate, ontem, em cinco votos, em torno da legalidade dos embargos infringentes colocou nas mãos do decano do Pleno do Supremo, Celso de Mello, aceitar ou permitir a prorrogação do julgamento. Se acolher a tese da defesa, tornará os caminhos da Justiça brasileira ainda mais incompreensíveis para a população. Afinal, apesar de seis anos de tramitação do processo no Supremo, mais de 50 sessões, após garantido amplo direito de defesa, poderá ser concedida a benesse de um novo julgamento a 11 dos réus, em condenações nas quais obtiveram pelo menos quatro votos em seu favor.
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Francisco Almeida 




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