domingo, 15 de setembro de 2013

Via Email: BRASIL! BRASIL!: Os números não mentem: maioria quer democracia na mídia


BRASIL! BRASIL!


Os números não mentem: maioria quer democracia na mídia

Posted: 14 Sep 2013 05:14 PM PDT


"Pesquisa revela que não é a qualidade que define a audiência das TVs, mas a falta de opção. E que, apesar da propaganda contrária da imprensa, a maioria quer a democratização da mídia

Lalo Leal, RBA

O debate em torno da democratização da comunicação acaba de ganhar um reforço importante. Uma pesquisa sobre o tema promovida pela Fundação Perseu Abramo permite agora discutir o papel da mídia em cima de dados concretos. Sabia-se, por exemplo, que a TV aberta – apesar do avanço da internet – continuava sendo o meio mais utilizado pelos brasileiros para informação e entretenimento. Agora temos números: 94% fazem isso, 82% deles todos os dias.

À frente da internet e dos jornais, empatados em 43%, está o rádio, com 79% (69,2% ouvem diariamente). Presente nas regiões mais remotas do país e nas grandes cidades, sua voz é ouvida por ribeirinhos na Amazônia e pelos motoristas presos nos congestionamentos urbanos, com uma força político-eleitoral que ainda está para ser medida.
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A alma pequena dos leitores da 'grande' mídia

Posted: 14 Sep 2013 05:07 PM PDT


Otávio Frias Filho no Instituto Millenium


'Que tipo de leitores a mídia está atraindo? Um bom exercício para responder a esta questão, como repararam amigos do Diário, é a mera leitura dos comentários deixados nos seus sites.

Tinha feito isso algumas semanas atrás com os blogs da Veja. Notei, ali, que Reinaldo Azevedo atraía leitores tão repulsivos quanto aquilo que ele escreve. O mesmo quadro vale para os outros dois colegas de Azevedo, Augusto Nunes e Ricardo Setti.

Em outros grandes títulos da mídia, não é diferente. As manifestações sobre a morte de Gushiken em sites como o da Folha e o G1 têm sido simplesmente pavorosas.
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BC acusa Época e vê lobby por banqueiro falido

Posted: 14 Sep 2013 04:40 PM PDT


"Acusado pela revista das Organizações Globo de omissão nas denúncias sobre fraudes bancárias, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, decidiu reagir com uma nota duríssima; primeiro, afirmou que o autor da reportagem, Felipe Patury, decidiu ignorar todos os esclarecimentos prestados pelo BC; em seguida, foi além e insinuou que a revista defende o banqueiro falido Luís Octavio Índio da Costa, do Cruzeiro do Sul: "É, entretanto, lamentável, que um profissional de um órgão de imprensa de reconhecida referência se deixe pautar por esses interesses escusos"; relação entre autoridades e veículos de comunicação está mudando e, ao menos com Tombini, estilo parece ser o do "bateu, levou"


"As relações entre autoridades e os meios de comunicação estão mudando. Em muitos casos, os alvos de reportagens do chamado jornalismo investigativo não aceitam mais apanhar calados. A política agora parece ser a do "bateu, levou". Foi o que fez, neste sábado, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

Acusado pela revista Época de se omitir em relação a fraudes bancárias, numa reportagem do jornalista Felipe Patury (leia aqui), Tombini soltou, neste sábado, uma nota duríssima. Primeiro, tornou públicas todas as perguntas enviadas pelo jornalista, bem como as respostas prestadas pelo Banco Central. Além disso, afirmou que todas as elas foram ignoradas por Patury em sua reportagem. Por último, a acusação mais pesada. "É, entretanto, lamentável, que um profissional de um órgão de imprensa de reconhecida referência se deixe pautar por esses interesses escusos", diz a nota do BC.

Por "interesses escusos", Tombini se refere ao banqueiro falido Luís Octavio Índio da Costa, que quebrou o banco Cruzeiro do Sul, deixando um rombo bilionário na praça. Segundo fontes ligadas ao BC, seria ele, Índio da Costa, quem estaria tentando minar a credibilidade do sistema de fiscalização bancária e de administração das instituições em regime de liquidação ou falência.

Sem entrar no mérito da denúncia em si, o que fica claro é que, na era da internet, a comunicação não é mais unilateral. Ainda que os veículos não incorporem em suas reportagens o chamado "outro lado", os alvos das denúncias começam a agir por conta própria."
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Lula afirma que Gushiken foi vítima de mentiras e cobra desculpas da imprensa

Posted: 14 Sep 2013 04:01 PM PDT


O encontro de petistas em São Paulo, com Lula,
Padilha e Haddad, foi abreviado pela morte de
Gushiken / Nelson Antoine/Fotoarena/Folhapress

"Em encontro do PT na capital paulista, ex-presidente revela que ex-ministro lhe pediu, dias antes de morrer, que trabalhasse para 'recuperar' o partido, acomodado com disputas eleitorais

Redação, RBA

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (14) em São Paulo que o ex-ministro Luiz Gushiken foi vítima de mentiras contadas por parte da imprensa, que agora deveria apresentar uma retratação formal pelo desgaste que provocou ao petista, morto ontem vítima de um câncer.

"O Gushiken foi uma das vítimas da mentira de uma parte da imprensa deste país. Eu sei o que o companheiro Gushiken sofreu com as infâmias que levantaram contra ele. Muitas vezes o irresponsável que levanta uma acusação sem ter provas não leva em conta a história das pessoas, que a pessoa tem mulher, tem filhos", disse Lula durante encontro de integrantes do PT paulista na quadra do Sindicato dos Bancários de São Paulo, no centro da capital.
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Charge do Bessinha

Posted: 14 Sep 2013 09:19 AM PDT


Livro disseca pressão da mídia na Ação Penal 470

Posted: 14 Sep 2013 09:16 AM PDT


"Organizado por Gustavo Mascarenhas Lacerda Pedrina (na foto maior), o livro "AP 470: análise da intervenção da mídia no julgamento do mensalão a partir de entrevistas com a defesa" demonstra como alguns meios de comunicação tentaram emparedar, intimidar e até chantegear juízes do Supremo Tribunal Federal; se faltava a prova cabal da tese, ela veio no fim de semana, com a ameaça de Veja ao decano Celso de Mello, na linha "ou vota conosco, ou será crucificado"; confira alguns trechos e o prefácio de Dalmo Dallari


Não poderia ser mais atual. No momento em que a Ação Penal chega à sua hora decisiva, um livro disseca a ação dos meios de comunicação na Ação Penal 470, que trata do chamado "mensalão". Organizado por Gustavo Mascarenhas Lacerda Pedrina, ele foi feito a partir de diversas entrevistas com advogados de defesa, que atuaram no caso. E se faltava alguma prova da pressão exercida pela mídia, ela veio neste fim de semana, em que Veja ameaça crucificar Celso de Mello, caso o decano contrarie seu propósito político (leia mais aqui).

Com prefácio do professor Dalmo Dallari, o livro "AP 470: análise da intervenção da mídia no julgamento do mensalão a partir de entrevistas com a defesa" é divulgado em primeira mão pelo 247. Confira, abaixo alguns trechos.

1. Do Prefácio do Professor Emérito Dalmo de Abreu Dallari: 

"O Julgamento da Ação Penal 470 pelo Supremo Tribunal Federal, processo que foi batizado pela imprensa de "mensalão", ganhou as primeiras páginas da imprensa desde os primeiros dias, sendo tratado como um espetáculo mais do que como um caso jurídico em que se fossem apurar acusações de ilegalidades praticadas por agentes públicos e privados em prejuízo da normalidade jurídica e do patrimônio público. No decorrer do julgamento ficou evidente que o espetáculo não havia sido criado por acaso, mas tinha o propósito de estimular a opinião pública a exigir a condenação dos acusados, deixando de lado as exigências de Justiça e de respeito aos preceitos constitucionais e legais. Eram quarenta os acusados e entre eles havia muitos que tinham posição importante no quadro das disputas político-partidárias, alguns dos quais ainda ocupavam posições de relevo em órgãos do governo e da Administração Pública.

Alguns elementos objetivos do conjunto de circunstâncias envolvidas no procedimento judiciário são reveladores da interferência de fatores não-jurídicos na condução do processo e no julgamento da Ação Penal 470. Para embasar essa afirmação basta assinalar um ponto de extrema relevância jurídica, que deixou muito evidente que naquele caso o Supremo Tribunal Federal não estaria cumprindo aquilo que a Constituição define como sua função precípua, que é a guarda da Constituição. O que ocorreu, e que é de fundamental significação jurídica, é que por meio da Ação Penal 470 os 40 réus foram denunciados e começaram a ser julgados pelo Supremo Tribunal Federal, sem terem passado por instâncias inferiores. E entre eles estavam muitos que não tinham cargo público nem exerciam função pública quando, segundo a denúncia, teriam participado dos atos que deram base à propositura da ação pelo Ministério Público." 
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Menina de 11 anos conta como fugiu de casamento forçado

Posted: 14 Sep 2013 08:48 AM PDT


Menina de 11 anos conta, em vídeo, como fugiu de um casamento forçado no Iêmen. Caso é anterior ao da menina de 8 anos que teria morrido em lua de mel com marido de 40 (Reprodução / Youtube)

"Menina de 11 anos conta, em vídeo, que fugiu de casa para não se casar: "Prefiro morrer". Depoimento é anterior ao caso de outra garota de Iêmen, de 8 anos, que repercutiu durante a semana


A menina Nada al-Ahdal, de apenas 11 anos, fugiu de casa com medo de ser obrigada a se casar tão jovem. Em um vídeo, contou sua história e denunciou a situação pela qual meninas de seu país precisam passar. Já foi vista mais de 8 milhões de vezes no YouTube.

Nas imagens (com legendas em inglês), ela diz ter conseguido resolver seu problema ao fugir de casa. Muitas garotas, porém, não conseguem. "Elas podem morrer, cometer suicídio ou qualquer outra coisa que vier em mente. São apenas crianças, o que elas sabem? Não tiveram tempo de estudar", diz Nada. "Algumas crianças decidem se jogar no mar. Estão mortas agora. Isso não é normal para crianças inocentes."
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Essa pressão é reacionária

Posted: 14 Sep 2013 08:31 AM PDT


Quatro ministros do STF votam a favor de novo
julgamento; dois são contra / José Cruz/ABr

"Ministros do STF pretendem acreditar em algo que, no caso, não existe: a "opinião pública". Existe é a mídia nativa


Quase ao final de um voto de aproximadamente uma hora, na quarta 11, o ministro Luís Roberto Barroso,  primeiro a se manifestar no Supremo Tribunal Federal, sobre a aceitação ou rejeição dos "embargos infringentes", em continuidade à Ação Penal 470,  invocou um princípio básico da democracia: o direito de a minoria tornar-se maioria.

Essa é a tradução livre do argumento que usou. Ele falou literalmente: "O direito de 11 não pode ser atropelado pelo desejo de milhões". O número referido, 11, é o conjunto de réus beneficiados  com a aceitação dos embargos infringentes. Barroso reagiu sutilmente à pressão da mídia, insistente na tentativa de forçar a punição dos réus do chamado "mensalão" com o máximo rigor possível.
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Ministério Público de São Paulo recebe novas denúncias sobre cartel do Metrô

Posted: 14 Sep 2013 06:18 AM PDT


Diferenças de preço entre lotes parecidos
deste ano demonstram risco de que cartel
ainda opere / Sérgio Andrade/GovernoSP

"Em reunião com promotores, deputados petistas apresentam indícios de que esquema continua em vigor e mostram apólice de seguro de R$ 900 mil em nome de dirigentes da estatal paulista

Eduardo Maretti, RBA

Os deputados estaduais Antonio Mentor e Luiz Claudio Marcolino, líder do PT na Assembleia Legislativa, levaram ao Ministério Público de São Paulo na tarde de ontem (12) três informações que ainda não são objeto de investigações específicas do órgão paulista em meio à denúncia de um cartel que opera nas licitações do Metrô e da CPTM, mas podem vir a ser. Uma delas é a contratação de apólices de seguro para garantir a defesa de dirigentes do Metrô, em processos a que forem submetidos em decorrência de irregularidades cometidas em suas gestões.

O que mais chama a atenção é o valor da apólice assinada em 2013, que gira em torno de R$ 900 mil, aproximadamente 300% a mais do que a anterior.
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Francisco Almeida 




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