segunda-feira, 24 de junho de 2013

Via Email: BRASIL! BRASIL!: Comportamento de “coxinhas” paulistanos é tema de análise sociológica


BRASIL! BRASIL!


Charge do Bessinha

Posted: 23 Jun 2013 06:20 PM PDT


Hora de optar e agir

Posted: 23 Jun 2013 06:19 PM PDT


Fernando Brito, Tijolaço

"A capa do Globo, neste momento, na Internet, é um tratado de sociologia. Leia as três principais chamadas:

Manifestantes protestam contra a PEC 37 durante marcha pela Zona Sul do Rio Ato iniciado em Copacabana tem a participação de cerca de 4 mil pessoas, incluindo funcionários do Ministério Público Estadual. Destino é acampamento em Ipanema

Marcha infantil contra corrupção ocupa o Aterro do Flamengo

Manifestantes acampados no Leblon promovem debate com moradores
 

A classe média voltou para seu lugar histórico: a direita.
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O fator Joaquim Barbosa em 2014

Posted: 23 Jun 2013 05:57 PM PDT


JB dança o Gangnam Style

"O que significa a pesquisa do Datafolha que pôs JB na frente.


O que significa Joaquim Barbosa como o preferido dos manifestantes de São Paulo segundo um levantamento do Datafolha?

Essencialmente, uma coisa: os protestos do MPL, quando foi realizada a pesquisa, já tinham sido usurpados pela direita.

Ou pela classe média "corrupta, egoísta e reacionária" da já clássica definição da filósofa Marilena Chauí.

Joaquim Barbosa, não há surpresa aí, é o herói dessa classe média.
E é, ao mesmo tempo, um instrumento do 1%, representado pelas grandes empresas de mídia.

Isso tudo quer dizer o seguinte: uma coisa é JB ser o mais votado num ambiente dominado por um público reacionário que chama o Bolsa Família de Bolsa Esmola.

Outra coisa, muito diferente, é enfrentar o julgamento das urnas, quando os 99% se manifestam."
Artigo Completo, ::AQUI::

Quem comanda os arruaceiros?

Posted: 23 Jun 2013 05:33 PM PDT


("manifestantes" em Belo Horizonte. Foto: Marcos Vieira/D.A.Press)

Cynara Menezes, Socialista Morena

'A primeira coisa que quero dizer é que não acredito na possibilidade de estarem tramando um golpe militar no Brasil. Não sou ingênua de ignorar que muita gente gostaria que isso acontecesse, mas não acho que isso seja possível. Apesar dos saudosos da ditadura, a democracia em nosso país está consolidada, tenho certeza. Minha preocupação neste momento é que existam interessados em desestabilizar a nação, o que seria quase tão dramático quanto um golpe. E infelizmente não estou certa se, como querem os meios de comunicação, os arruaceiros sejam uma "minoria" dentro das manifestações legítimas que ocorrem em várias capitais nas últimas semanas. Também tenho dúvidas de que estejam atuando de forma desorganizada, sem atender a um comando.

A maioria dos que estão nas ruas mostrando sua insatisfação com a política e o governo, mesmo os menos politizados, está ali porque quer um Brasil melhor e merece todo o nosso respeito. Mas eu gostaria de saber quem os convocará para ocupar as ruas e até fechar rodovias (!) agora que o problema da tarifa, reivindicação primordial dos protestos, foi solucionado. Pergunto a você: se você for se manifestar amanhã ou na próxima semana, estará indo chamado por quem? Irá às ruas convocado por uma entidade em quem confia e conhece ou a convite de qualquer uma? Você poderia me dizer: "Ah, eu vou por conta própria". Mas a dinâmica de uma manifestação não é essa: entidades (sindicatos, ONGs, partidos, meios de comunicação, movimentos sociais) convocam e pessoas vão. É assim que funciona. Estes protestos começaram com uma convocação feita pelo MPL (Movimento Passe Livre).
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Realidade e paradoxos

Posted: 23 Jun 2013 05:16 PM PDT

"Graciliano Ramos, mestre da literatura mundial, ilustre alagoano, comunista, dizia que no Brasil existe uma minoria de opulentos, uma classe média instruída e na base da sociedade uma maioria de gente vivendo como bichos, reduzidos à luta pela sobrevivência, levando uma vida ordinária.


Eduardo Bomfim, Vermelho

Porém o Brasil mudou e de lá para cá, com altos e baixos, percalços de todos os tipos, especialmente nos últimos anos houve a incorporação de imensa parcela da população a patamares mais elevados de vida com acesso a bens de consumo antes inimagináveis.

Segundo estatísticas a chamada classe C é composta atualmente por cem milhões de trabalhadores denominados, talvez equivocadamente, como a nova classe média brasileira.
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Comportamento de "coxinhas" paulistanos é tema de análise sociológica

Posted: 23 Jun 2013 03:54 PM PDT


(co.xi.nha) Bras. Cul.

sf.
1 Coxa de galinha, que se usa ger.
na preparação de canjas e sopas,
ou como parte do frango à passarinho 

sf.
2 Salgadinho empanado e frito
em forma de coxa de galinha,
com uma porção de sua carne
envoltos em massa de farinha de trigo

[F.: coxa + -inha.]•

 
Manifestação coxinha
As manifestações que se proliferam Brasil afora deixaram, em São Paulo, marcas muito maiores do que a vitória do Movimento Passe Livre, que conseguiu reduzir em R$ 0,20 o preço da passagem nos transportes públicos. Incluiu mais um significado à palavra "coxinha" e ao verbo "coxiinhar" para, no futuro, ser sintetizada nos dicionários.
 
Por agora, no calor dos pneus em chamas, entre balas de borracha e gás de pimenta, o cientista social Leonardo Rossatto e o professor de Português Michel Montanha, de Santo André, no ABC paulista, redatores do blog Aleatório, Eventual & Livre, fazem uma "análise sociológica" do significado do termo, aplicado à definição de quem integra "um grupo social específico, que compartilha determinados valores", segundo o texto.
Leia-o, adiante, na íntegra:

O Coxinha – uma análise sociológica

Um fenômeno se espalha com rapidez pela megalópole paulistana: os "coxinhas". É um fenômeno grandioso, que proporciona uma infindável discussão. A relevância do mesmo já faz com que linguistas famosos se esforcem em entender a dinâmica do dialeto usado por esse grupo, inclusive.
Afinal, quem são os coxinhas, o que eles querem, como esse fenômeno se originou? O que eles são?
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Charge do Bessinha

Posted: 23 Jun 2013 09:28 AM PDT


Dilma começa, amanhã, a ouvir a sociedade

Posted: 23 Jun 2013 09:27 AM PDT



"Estou ouvindo vocês e não vou transigir com a violência", foi a frase mais importante do pronunciamento da presidente Dilma Rousseff, na última sexta-feira; a partir desta segunda-feira, ela começará a ouvir lideranças dos movimentos sociais, como Mayara Vivian, do MPL, e também representantes da institucionalidade, como o presidente do STF, Joaquim Barbosa, do Senado, Renan Calheiros, da Câmara, Henrique Eduardo Alves, de governos estaduais, como Sérgio Cabral, e de prefeituras, como Eduardo Paes e Fernando Haddad


A presidente Dilma Rousseff quer transformar em ações concretas, já nesta segunda-feira, seu pronunciamento feito em rede nacional, na última sexta-feira, cuja frase mais importante foi "estou ouvindo vocês e não vou transigir com a violência".
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"O ranço antipartidário é antidemocrático"

Posted: 23 Jun 2013 08:42 AM PDT


O presidente nacional do PT, Rui Falcão
/ Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

"Para o presidente do PT, as manifestações abrem campo para discutir a reforma do sistema eleitoral

Rodrigo Martins, CartaCapital

Na quarta-feira 19, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, publicou uma nota para convocar a militância petista a aderir aos protestos que tomavam as ruas do País. "Não podemos permitir que o movimento possa ser capturado por pautas criadas pela direita, pautas artificiais induzidas por uma certa mídia", justificou, em entrevista a CartaCapital. Durante os protestos, partidários e demais manifestantes entraram em conflito por conta das bandeiras ostentadas nos protestos; os primeiros foram chamados de "oportunistas". A seguir, Falcão explica as suas razões e defende os governos de coalizão liderados por seu partido, também alvos das ruidosas e turbulentas manifestações.
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O Brasil e sua influência no mundo

Posted: 23 Jun 2013 08:35 AM PDT


"Nossas elites, com exceção de poucas personalidades lúcidas e honradas, valem pouca coisa, se é que valem alguma. O povo, com suas dificuldades e sofrimento, carrega o país para a frente

Mauro Santayana, RBA

Em um dos seus discursos, na pregação democrática que conduziu à transição, Tancredo Neves disse que a construção da nacionalidade se deve mais ao povo do que às elites. Os ricos têm seus bens, algumas vezes até mesmo fora do país. Os pobres só têm o patrimônio comum da nação, com seus heróis e seus símbolos. É em razão disso que os trabalhadores, de modo geral, quando ascendem ao poder, mediante as poucas oportunidades que surgem, contribuem para o crescimento do país. Nada mais expressivo, nessa constatação, do que o exemplo de Lula. Ele pode encerrar a sua vida política hoje, se quiser: o que fez, no exercício do poder, já o consagra na História.
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Pesquisa Ibope: 71% dos brasileiros dizerem estar satisfeitos com sua vida atual

Posted: 23 Jun 2013 07:02 AM PDT


'Uma pesquisa encomendada  ao Ibope, pela  Revista Época, da Globo, e divulgada  na noite de sábado (22), mostra que; Setenta e cinco por cento dos brasileiros apoiam as manifestações por melhores serviços públicos.No entanto, segundo a pesquisa, só 17%  estão preocupados com corrupção

Apesar do elevado apoio, apenas 6% disseram ter ido às manifestações e  35% dos que não foram tiveram a intenção de fazê-lo.

Metade dos brasileiros que apoia os protestos considera que os mesmos provocarão mudanças, segundo a pesquisa que entrevistou 1.008 pessoas em 79 municípios entre 16 e 20 de junho.

Segundo  a pesquisa, 71% dos brasileiros dizerem estar satisfeitos com sua vida atual e 43% terem expectativas positivas sobre o futuro do país.

Entre as pessoas que apoiam os protestos, 69% estão satisfeitas com sua vida e 39% acreditam em um futuro melhor para o país.

Em relação ao motivo dos protestos, 77% citaram o transporte público deficiente, 47% a insatisfação com os políticos, 32% a corrupção, 31% deficiências na educação e na saúde, e 18% a inflação.

Interrogados sobre os principais problemas do país, 78% citaram a saúde, 55% a segurança pública, 52% a educação, 26% as drogas, 17% a corrupção e 11% a miséria."

Está tudo tão estranho, e não é à toa.

Posted: 23 Jun 2013 06:41 AM PDT


"Um relato do quebra-cabeças que fui montando nos últimos dias. Aviso que o post é longo, mas prometo fazer valer cada palavra.


[*nota da autora, adicionada após muitos comentários e compartilhamentos desviando um pouco o sentido do texto: este é um texto de esquerda]

Começo explicando que não ia postar este texto na internet. Com medo. Pode parecer bobagem, mas um pressentimento me dizia que o papel impresso seria melhor. O papel impresso garantiria maiores chances de as pessoas lerem tudo, menores chances de copiarem trechos isolados destruindo todo o raciocínio necessário.

Enquanto forma de comunicação, o texto exige uma linearidade que é difícil. Difícil transformar os fatos, as coisas que vi e vivi nos últimos dias em texto. Estou falando aqui das ruas de São Paulo e da diferença entre o que vejo acontecer e o que está sendo propagandeado nos meios de comunicação e até mesmo em alguns blogs.

Talvez essa dimensão da coisa me seja possível porque conheço realmente muita gente, de vários círculos; talvez porque sempre tenha sido ligada à militância política, desde adolescente; talvez porque tenha tido a oportunidade de ir às ruas; talvez porque pude estar conectada na maior parte do tempo. Não sei. Mas gostaria de compartilhar com vocês.

E gostaria que, ao fim, me dissessem se estou louca. Eu espero verdadeiramente que sim, pois a minha impressão é a de que tudo é muito mais grave do que está parecendo."
Artigo Completo, ::AQUI::
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Francisco Almeida 




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