domingo, 7 de abril de 2013

Via Email: BRASIL! BRASIL!: A mídia na ditadura



 BRASIL! BRASIL!


Posted: 06 Apr 2013 05:50 PM PDT

Posted: 06 Apr 2013 05:49 PM PDT


Imperador. Marinho recebeu de Falcão
o aval para criar a Globo atual


Mauricio Dias, CartaCapital

"Falta um tema na variada agenda da Comissão Nacional da Verdade. Criada com a finalidade de apurar as violações dos direitos humanos, ela não incluiu na pauta de trabalho a análise do papel da imprensa, como é feito com a Igreja, por exemplo, durante a ditadura, articulada e sustentada por civis e militares.

A imprensa foi arauto da trama golpista contra o presidente João Goulart. Sempre conservadores, os "barões da mídia" brasileira agem na fronteira do reacionarismo. Apoiar golpes, por isso, não chega a ser exatamente novidade. Alardeiam o princípio do liberalismo sem, no entanto, se comprometer com a democracia. Assim promovem feitiços, como o de 1964, e tornam a própria imprensa vítima da feitiçaria.

Patrões e empregados são testemunhas importantes de uma história que precisa ser passada a limpo. É necessário ir além do que já se sabe. Isso só ocorrerá com o depoimento daqueles que viveram os episódios ou estiverem próximos deles.
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Posted: 06 Apr 2013 04:35 PM PDT


Ricardo Salles, assessor de Alckmin, no "dia da liberdade de impostos". Foto: Agência Brasil


Rodrigo Martins, CartaCapital

"A abertura de arquivos da ditadura é antiga reivindicação de historiadores e vítimas da repressão política. Não por acaso, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, preocupou-se em organizar uma pomposa cerimônia para anunciar que, a partir da segunda-feira 1º, todas as fichas do extinto Dops, uma das centrais de tortura do regime militar, estariam disponíveis para consulta na internet. A festa não saiu, porém, como o esperado. Ao lado do governador estava um ilustre convidado: seu novo secretário particular, o advogado Ricardo Salles, crítico ferrenho da Comissão da Verdade e defensor do golpe de 1964.

Fundador do Movimento Endireita Brasil, Salles -manifestou–se- em diversas ocasiões contra a possibilidade de punir os militares envolvidos nos casos de tortura, sequestro e morte, além de questionar a própria existência desses crimes, fartamente documentos. É desses cidadãos que gostam de se referir ao golpe como "o movimento de 31 de março".
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Posted: 06 Apr 2013 04:30 PM PDT


Luciano Martins Costa, Observatório da Imprensa
 
"O Estado de S. Paulo e o Globo reproduzem nas edições de sexta-feira (5/4) reportagem que circulava havia dois dias na internet, com origem no Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos, sobre 2,5 milhões de documentos bancários nos quais são revelados os proprietários de 250 mil contas secretas em paraísos fiscais.

Trata-se potencialmente do maior escândalo financeiro dos nossos tempos. Algumas das primeiras revelações atingem um ex-colaborador do presidente da França, François Hollande, acionista de pelo menos duas empresas que mantém contas na Ilhas Cayman. Também são citados dois filhos do ex-presidente da Colômbia Álvaro Uribe e um general venezuelano, além de outras autoridades e empresários de várias partes do mundo.


Mas há muito mais. Os documentos compõem um superarquivo digital de 200 gigabytes, cerca de 150 vezes maior do que o conteúdo divulgado pelo site Wikileaks.com sobre segredos diplomáticos dos Estados Unidos. A diferença entre a iniciativa do ativista Julian Assange, que tem sido tratado como terrorista internacional pelo governo americano, e o projeto do consórcio de jornalismo investigativo é que, no caso do Wikileaks, os documentos eram simplesmente postados na rede mundial de computadores, enquanto o consórcio usa as informações primárias como fontes de reportagens e verifica a veracidade delas junto aos suspeitos de serem donos do dinheiro."
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Posted: 06 Apr 2013 04:15 PM PDT


"Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso diz que o PSDB "tem tudo para vencer" a disputa pelo Palácio do Planalto em 2014, desde que resolva o dilema da divisão interna; em congresso do diretório paulista do partido, FHC disse que "o primeiro passo é a unidade"; "Cansei de ver o PSDB dividido. Chega!", discursou, aos gritos, um dos grandes entusiastas da candidatura do senador Aécio Neves (MG) à Presidência da República em 2014

Brasil 247

O PSDB tem tudo para voltar ao Palácio do Planalto em 2015, na avaliação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Basta que os tucanos se entendam. Em um discurso inflamado neste sábado, durante congresso estadual do PSDB paulista, FHC destacou que "o primeiro passo é a unidade". "Cansei de ver o PSDB dividido. Chega!", discursou o tucano, aos gritos, diante de uma plateia de dirigentes e militantes.

FHC lançou, junto com o presidente nacional do partido, deputado Sérgio Guerra, há algumas semanas, o nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência da República. Desde então, Aécio ganhou espaço no PSDB paulista, ao ser lançado à presidência do partido pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, mas o mineiro ainda enfrenta resistência do ex-governador José Serra, que não fala sobre o assunto desde as movimentações de Aécio por São Paulo -- Serra e Alckmin, aliás, não compareceram ao evento."
Matéria Completa, ::AQUI::
Posted: 06 Apr 2013 09:03 AM PDT


Luis Nassif, Luis Nassif Online
 
"A denuncia da revista Época contra o Ministro Ricardo Lewandowski suscita dois pontos importantes.

O primeiro, o próprio comportamento contraditório de Lewandowski em dois casos de extradição.

O Ministro está na obrigação de explicar os critérios distintos utilizados para as duas ocasiões.

O segundo, a comprovação cabal de que a Procuradoria Geral da República recorre sistematicamente a vazamentos para a revista Época e outros veículos, visando inclusive temas de interesse político-partidário do Procurador Geral Roberto Gurgel.
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Posted: 06 Apr 2013 07:57 AM PDT
Jânio não conseguiu varrer os privilégios fiscais da imprensa


"O dinheiro do contribuinte tem que ser mais bem empregado.

Paulo Nogueira, Diário do Centro do Mundo

Li "A Renúncia de Jânio", do jornalista Carlos Castelo Branco, o último grande colunista político brasileiro.

O que me levou a esse velho livro foram as recentes evocações do infame golpe militar de 1964 em seu aniversário, no dia 31 de março.

O golpe, de alguma forma, começa em Jânio, o demagogo que renunciou à presidência em 1961 quanto estava fazia apenas sete meses no cargo, por motivos jamais explicados.

Mas o que mais me chamou a atenção no livro é um episódio que mostra bem o regime de privilégios fiscais desfrutados há muito tempo pelas empresas jornalísticas brasileiras.

Castelinho, que foi assessor de imprensa de Jânio, conta que certa vez estava preparando uma sala para um pronunciamento que ele, Jânio, faria naquela noite em rede nacional de televisão.

No lugar escolhido, a biblioteca do Palácio da Alvorada, Castelinho viu sobre a mesma um exemplar do Estadão de domingo. Em cima, estava um bilhete do presidente: "Não toquem neste jornal. Preciso dele".
Artigo Completo, ::AQUI::
Posted: 06 Apr 2013 07:40 AM PDT


Dilma afirmou que Salvador incorpora o
"orgulho do sincretismo de nossa cultura"
(Foto: Roberto Stuckert Filho. Planalto)


"Sem fazer referências ao pastor e deputado, presidenta ressalta durante inauguração da Fonte Nova que o estado é um exemplo de convivência e de respeito à diversidade


Em discurso realizado hoje (5) na cerimônia de inauguração do estádio da Fonte Nova, em Salvador, a presidenta Dilma Rousseff destacou o sincretismo, a diversidade religiosa, a tolerância e a capacidade de as diferentes culturas e religiões viverem "em paz" no Brasil e particularmente na Bahia. "Neste país todas as etnias e credos religiosos vivem em paz, da mesma forma que o Bahia e o Vitória", disse, em referência ao principal clássico do futebol baiano.
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Posted: 06 Apr 2013 06:15 AM PDT

Posted: 06 Apr 2013 06:13 AM PDT
"Alckmin deveria exonerar seu jovem reacionário Ricardo Salles, nem que fosse por pragmatismo político, mas prefere fingir que não é com ele

Leonardo Attuch, Brasil 247

Imagine o que aconteceria se o secretário particular de Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense, negasse o Holocausto.
Ou se o chefe de gabinete de Barack Obama dissesse que o 11 de Setembro não passou de uma conspiração norte-americana. Em qualquer uma das hipóteses, seriam demitidos sumariamente.

Em São Paulo, o governador Geraldo Alckmin nomeou um jovem secretário particular, Ricardo Salles, que foi fundador de um movimento chamado Endireita Brasil. Questionado sobre o golpe militar de 1964, Salles condenou a Comissão da Verdade e disse que os militares não deveriam ser punidos pelos crimes da ditadura, "se é que esses crimes existiram". Disse ainda que o Brasil deveria agradecer por ter tido uma "ditadura de direita".
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Francisco Almeida 





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