segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 23 Sep 2012 06:59 PM PDT
Altamiro Borges, Blog do Miro


"As eleições municipais de 2012 ingressam nas suas duas semanas decisivas. No passado, muitas pesquisas "científicas" caíram no ridículo na reta final das disputas eleitorais. E muitos jornalões e emissoras de tevê também tiveram que engolir a língua com seus prognósticos. Tanto os institutos de pesquisa como a mídia não são neutros. Tem interesses, comerciais e políticos, nestas batalhas. No caso atual, a mídia insiste na tese de que as forças de esquerda serão as grandes derrotadas. É mais torcida do que análise séria!

O jornalista Fernando Rodrigues, da Folha, não esconde sua antipatia pelas forças de esquerda, em especial ao PT. Mas, pelo menos, ele procura trabalhar com dados concretos – diferente de outros "calunistas", que trocaram o jornalismo pela militância demotucana. Em artigo publicado ontem (22), ele mesmo constatou que o PT mantém sua força nas eleições deste ano. Com base nas últimas pesquisas, ele apontou que o partido do ex-presidente Lula e da presidenta Dilma poderá eleger sete prefeitos em capitais."
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Posted: 23 Sep 2012 06:44 PM PDT



Posted: 23 Sep 2012 06:40 PM PDT


Posted: 23 Sep 2012 05:43 PM PDT
Luiz Gonzaga Belluzzo, CartaCapital


"A lei promulgada pelo regime nazista em 1935 prescrevia que era "digno de punição qualquer crime definido como tal pelo 'saudável sentimento' popular'". No Mein Kampf, Adolph Hitler proclamava que a finalidade do Estado é preservar e promover uma comunidade fundada na igualdade física e psíquica de seus membros.

Herbert Marcuse escreveu o ensaio O Estado e o Indivíduo no Nacional-Socialismo. Ele considerava a ordem liberal um grande avanço da humanidade. Sua emergência na história submeteu o exercício da soberania e do poder ao constrangimento da lei impessoal e abstrata. Mas Marcuse também procurou demonstrar que a ameaça do totalitarismo está sempre presente nos subterrâneos da sociedade moderna. Para ele, é permanente o risco de derrocada do Estado de Direito: os interesses de grupos privados, em competição desenfreada, tentam se apoderar diretamente do Estado, suprimindo a sua independência formal em relação à sociedade civil.


Foi o que aconteceu no regime nazista. O Estado foi apropriado pelo "movimento" racial e totalitário nascido nas entranhas da sociedade civil. Os tribunais passaram a decidir como supremos censores e sentinelas do "saudável sentimento popular", definido a partir da legitimidade étnica dos cidadãos. A primeira vítima do populismo judiciário do nazismo foi o princípio da legalidade, com o esmaecimento das fronteiras entre o que é lícito e o que não é. Leio que circula nos meios judiciários a ideia de "flexibilizar" a tipificação da conduta criminosa. Vou dar um exemplo, talvez um tanto exagerado: se João de Tal arrotar na rua, corre o risco de ser enquadrado no crime de atentado violento ao pudor."
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Posted: 23 Sep 2012 04:52 PM PDT



Eberth Vêncio, Revista Bula

"Vou apertar, mas não vou acender agora. Se segura, malandro. Pra fazer a cabeça tem hora."
Bezerra da Silva

Botina. Dentadura. Óculos. Tratamento ortodôntico. Vale-transporte. Cesta básica. Emprego para um enteado. Gasolina no tanque. Um tanquinho de lavar roupas. Silicone para as mamas. Duas mãos de tinta. Ligadura das trompas. Uma cirurgia de hernia. Câmara de ar para o pneu da bicicleta. Créditos para o celular. Uma banda de leitoa. Aparelho para surdez. Um rolo de fumo. Perineoplastia. Dez sacos de cimento. Um puxadinho. Vestido de casamento. Custas de "adevogado". Pedras de crack. Pedras de crack?! Sim, pedras de crack...

A estratégia de trocar votos por drogas é inédita, sensacional, uma verdadeira pérola do estratagema político criminal. Senão, vejamos (acompanhem só as engrenagens rangendo na mente de um meliante): imbuído de má fé, maquinando com capetas, comparsas e correligionários da ilicitude, o traficante seleciona um qualquer simpatizante da causa que possua ainda a "ficha limpa", e ambos coadunam para que este último seja o candidato da região, a fim de — se eleito for — defender no parlamento os interesses do bando.

Enquanto um bando de andorinhas voa de uma árvore (Por que será que essas aves atrevidas elegem a caótica atmosfera desta metrópole para desfilar os seus voos? Efeitos inevitáveis da expansão urbana ou pura provocação a este pobre diabo?), eu rumino a notícia da varanda de casa, mais uma vez surpreendido com a capacidade humana de fazer conchavos para o mal.

"Ah, se o Homem utilizasse toda sua inteligência para o bem da ciência e do planeta...", faço o pieguíssimo comentário para Pi, a minha senil tia freira. Calada, ela faz uma careta e balança a cabeça negativamente, como a dizer "Não bastasse acreditar em Deus, agora mais essa...". Mas, é apenas uma suposição da minha mente inquieta. Pi mantém-se firme na oração silenciosa do terço. A esta altura da reza, estaria em qual dos mistérios? Ando sempre a questionar as coisas pequenas e grandes dessa vida."
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Posted: 23 Sep 2012 04:44 PM PDT
"A frase é de Roberto Jefferson, insatisfeito com a reportagem deste fim de semana da revista, que sugere que ele receba o perdão judicial pela delação que fez


Brasil 247

Neste domingo, às vésperas de ter sua sentença definida pelo Supremo Tribunal Federal, Roberto Jefferson, presidente do PTB, se dedicou a postar em seu blog. Negou o papel de dedo-duro e disparou ataques contra a revista Veja, que, nesta semana, publicou reportagem sugerindo que ele poderá receber o perdão judicial, numa espécie de delação premiada. "Já já o Civita morre, depois de ter vivido uma vida apodrecida, e, finalmente, o controle editorial da "Veja" muda e, quiçá, muda para melhor", escreveu. Leia os posts de Jefferson:

Is com pingos, alhos sem bugalhos
O STF inicia o julgamento das acusações feitas contra mim. E a mídia entendeu que tal era um sinal verde para matérias (pouco) jornalísticas nas quais sou chamado de "delator" do mensalão. Delator é ex-carequinha que, com o rabo entre as pernas, negocia escondido em gabinetes de promotores e faz chantagens com o que, quiçá, sabe. Não sou delator, pois não sou quadrilheiro, crime que sequer foi-me imputado. Sou quem fez uma denúncia política, a céu aberto no foro próprio, o Congresso. Delator, uma vírgula! Tudo o que eu fiz foi falar a verdade!



O que espero 
Repito aqui o que tantas vezes já falei à imprensa, mas que muitas vezes tem o dom de esquecer as palavras que não quer ouvir para dizer as ilações que vendem mais: a minha denúncia foi política, no Congresso Nacional, do qual era membro e no qual sempre atuei e sempre honrei os votos que me foram confiados. O Judiciário não me pertence, como também não pertence a ninguém que não seja juiz togado com ilibado e reconhecido saber jurídico. O Judiciário tem os fatos, tem as provas, tem minhas palavras e com elas pode fazer o que achar melhor. Bem porque os fatos, as provas e as palavras não vão a lugar nenhum e não pertencem a mais ninguém, nem mesmo a mim. Agora só me cabe esperar ser julgado pelo que fiz e como o fiz. É o que deve ficar sob o olhar dos ministros do Supremo Tribunal Federal."
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Posted: 23 Sep 2012 09:46 AM PDT



Posted: 23 Sep 2012 09:43 AM PDT
Renato Rovai, Blog do Rovai / Revista Fórum 


"Russomanno é mais velho do que eu, mas a gente já esteve próximo num certo momento da vida. Ele fazia o programa Circuíto Night and Day e eu o Contramão, na TV Gazeta. O programa do qual fui repórter, ia para o ar antes do dele. Eu conheço algumas histórias do atual líder nas pesquisas, mas dando uma googlezada achei outras também bastante interessantes.

Apesar dessa imagem quase heroica que cultiva, Russomanno possui uma folha corrida… Ops, um passado complicado . Como o candidato não aceita falar dessas questões,  César Tralli que o diga, relaciono abaixo a "folha" do "herói" do consumidor.

Crime de peculato: 

Em 2008, Russomanno foi acusado no STF de peculato, que nada mais é que a apropriação, ou desvio, de recursos públicos em proveito próprio. O candidato do PRB teria desviado verba da Câmara para pagar salário de uma funcionária de sua empresa quando era deputado federal.

O caso chegou ao STF em 2008, mas como Russomanno deixou o cargo de deputado em 2010, o processo atualmente tramita na Justiça do Distrito Federal.

Testemunhas ouvidas no STF afirmaram que Sandra Nogueira, funcionária do gabinete do então deputado federal Celso Russomanno, trabalhava em São Paulo como gerente da produtora de TV  de Russomanno, a da Night and Day Produções.

Crime de Falsidade ideológica:

Celso Russomanno é acusado pelo Ministério Público de São Paulo de ter cometido o crime de falsidade ideológica. Para o órgão, o candidato mentiu sobre seu endereço eleitoral para disputar a prefeitura de Santo André em 2000. A lei eleitoral exige que os candidatos morem na cidade onde se vai disputar um cargo eletivo por três meses, antes de solicitar a transferência do domicílio eleitoral.

A acusação contra o candidato do PRB foi aceita pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em junho. Após o Supremo receber a denúncia, o processo voltou para a primeira instância, uma vez que Russomanno deixou o cargo de deputado federal e não possui mais direito ao foro privilegiado.

Para o Ministério Público, embora tenha afirmado em documento oficial que residia em um apartamento na região central de Santo André, Russomanno jamais teria morado no imóvel. A ação é fundamentada no depoimento do porteiro do edifício e no vizinho de porta do apartamento de Russomanno. Ambos afirmam nunca terem visto o candidato no prédio.

Outro indício contra Russomanno é o consumo de energia do imóvel no período em que ele teria residido no mesmo. O consumo de energia no apartamento foi de zero kWh em dois meses e de 12 kWh em outro, média menor que o consumo mensal de uma geladeira.


Em sua defesa, Russomanno apresentou quatro testemunhas. Porém, a promotoria as desqualificou, afirmando que uma era locador do imóvel, outra era filiada ao seu partido e as outras duas disseram tê-lo visto somente uma vez."
Artigo Completo, ::AQUI::


Posted: 23 Sep 2012 09:30 AM PDT
"Segundo Suzana Singer, jornal colocou palavras na boca do candidato do PT, ao usar a palavra "degradante" num texto que o associava a José Dirceu


Brasil 247

"Haddad diz que associá-lo a José Dirceu é degradante". Esta foi a manchete da Folha de S. Paulo da última quarta-feira que, segundo a ombudsman do jornal, estava "turbinada". Segundo ela, não seria necessário colocar palavras na boca do candidato para noticiar o caso. Leia:

Manchete turbinada

Título da Folha coloca palavras na boca do candidato petista e ofusca mérito da reportagem

O noticiário político está pegando fogo com a disputa acirrada pelo segundo lugar na corrida eleitoral em São Paulo e com o julgamento do mensalão caminhando para a sua fase mais crítica.

Num momento de ânimos muito acirrados, a manchete da Folhade quarta-feira passada teve o efeito de uma bomba. No impresso: "Haddad diz que associá-lo a José Dirceu é degradante". No site: "Haddad diz que é degradante ser ligado a Dirceu e Delúbio".

Quem lesse só os títulos concluiria, como disse um leitor, que o candidato petista, num momento confessional, admitiu algo que estava entalado na garganta.

Não era isso. A campanha de Fernando Haddad tinha tentado proibir na Justiça Eleitoral uma propaganda de José Serra que afirmava que votar no adversário implica trazer de volta José Dirceu, Delúbio Soares e Paulo Maluf.
"Sabe o que acontece quando você vota no PT? Você vota, ele volta. Fique esperto. É o velho PT, agora em nova embalagem", dizia a inserção dos tucanos.


Os advogados da campanha petista argumentaram que o anúncio era "degradante porque promove uma indevida associação entre Fernando Haddad e pessoas envolvidas em processos criminais e ações de improbidade administrativa". A ligação seria "indevida", porque Haddad não é réu no mensalão nem responde a acusações de corrupção."
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Posted: 23 Sep 2012 08:36 AM PDT


José Serra durante debate promovido
pela Arquidiocese de São Paulo
"Encontro entre candidatos foi marcado por críticas a Russomanno, que faltou, e por ataques de tucano ao PT


Eduardo Maretti, Rede Brasil Atual

Críticas à ausência de Celso Russomanno (PRB), ataques de José Serra (PSDB) ao PT e pouco confronto direto entre os candidatos marcaram o debate promovido ontem (20) pela Arquidiocese de São Paulo com quatro dos concorrentes á prefeitura de São Paulo neste ano. Além de Serra, participaram Fernando Haddad (PT), Gabriel Chalita (PMDB) e Soninha Francine (PPS). Russomanno foi convidado, mas preferiu marcar uma caminhada para o mesmo horário "nas imediações da praça Sílvio Romero", muito perto de onde se dava o encontro. 

O formato dificultou embates mais quentes entre os candidatos. O momento mais agudo se deu após o encontro, quando Serra conversava com um grupo de jornalistas e alguns simpatizantes. Um jovem que estava a cerca de quatro metros de distância começou a berrar em sua direção algumas palavras e depois gritou: "Privataria!". Nesse momento, Serra, muito nervoso, foi em direção ao rapaz, que saiu correndo. O candidato t'ucano voltou, ofegante e ainda nervoso. Pouco depois, sorria fazendo algumas brincadeiras.

O rapaz se referia ao livro "Privataria Tucana", lançado no final do ano passado pelo jornalista Amaury Ribeiro. A obra relata que parte do dinheiro das privatizações no governo FHC (PSDB) foi desviado para paraísos fiscais em contas de pessoas muito próximas ao candidato tucano, entre elas sua filha Verônica Serra, um cunhado e um primo."
Foto: William Volcov/Folhapress
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Posted: 23 Sep 2012 06:36 AM PDT


Marcos Valério
Paulo Nogueira, Diário do Centro do Mundo


"Na condição de jornalista independente e apartidário, pronto a reconhecer méritos e defeitos de FHC ou de Lula ou de quem mais for, não posso deixar de comentar o episódio Marcos Valério e Lula. Minha experiência em redação pode eventualmente ajudar o leitor a entender melhor o que vê publicado.

Na essência, este caso explica uma coisa: por que o poder de influência da grande imprensa se esvaiu tanto nos últimos anos. Note: não faz tanto tempo assim, Roberto Marinho era tido como a pessoa mais poderosa do país, capaz de eleger ou não quem quisesse. Sucessivos presidentes machucavam as costas para se curvar a Roberto Marinho e obter seu apoio, tido como fundamental.

Pela terceira vez seguida, a Globo não foi capaz de eleger seu preferido para a eleição presidencial. Todo o empenho de jornalistas em postos importantes da casa – de Kamel a Merval, de Noblat a Míriam Leitão, de Bonner a Waack, isso para não falar de colunistas como Jabor e entrevistados frequentes como Demétrio Magnoli – foi insuficiente para convencer os eleitores a votarem como a Globo desejava que votassem.

Isso é um dado importante e objetivo: esforço não faltou. Faltou foi poder de persuasão. Faltou foi influência. Faltou foi um conjunto de argumentos que fizessem sentido. Não apenas para a Globo, evidentemente, mas para a grande imprensa como um todo."
Artigo Complrto, ::AQUI::


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