domingo, 11 de agosto de 2013

Via Email: BRASIL! BRASIL!: Estudantes criticam corporativismo e superficialidade de entidades de classe


BRASIL! BRASIL!


Em 24 horas, "bomba" de Época é desmentida

Posted: 10 Aug 2013 06:14 PM PDT


"Lobista João Augusto Henriques, que teria revelado ao repórter Diego Escosteguy a existência de um esquema de desvio de verbas na Petrobras destinado a alimentar campanhas políticas, incluindo da presidente Dilma, distribui nota em que nega ter feito tais declarações; autor da reportagem promete divulgar as fitas do caso, que atinge ainda Michel Temer, Henrique Alves e Marcelo Odebrecht, no site da revista; jornalista já esteve envolvido em outras polêmicas, como a reportagem em que fez a denúncia, jamais comprovada, de distribuição de pacotes de dinheiro na Casa Civil

Brasil 247

Uma reportagem "bomba" da revista Época, anunciada como tal ontem à noite pelo jornalista Ricardo Noblat, já está coberta pela polêmica. O lobista João Augusto Henriques, que teria revelado ao jornalista Diego Escosteguy a existência de um esquema de propinas na Petrobras destinado a financiar campanhas políticas, incluindo da presidente Dilma, divulgou nota para negar que tenha dado tal depoimento.

Pelo Twitter, Escosteguy reagiu. "Soube agora que o lobista João Augusto Henriques distribuiu nota à imprensa afirmando, em linhas gerais, que não disse o que disse", postou. Em seguida, mais um tweet. "A entrevista foi gravada, óbvio. Estamos preparando os trechos em áudio. Assim que possível, publicaremos os trechos no site de ÉPOCA".

Diante da suspeição, o correto seria publicar a íntegra – e não apenas trechos. Até porque Escosteguy é também autor de outras reportagens polêmicas, que jamais se provaram, como a que denunciou, às vésperas da eleição presidencial de 2010, a distribuição de pacotes de dinheiro na Casa Civil."
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Denúncias em SP não podem chegar a ano eleitoral, diz ex-presidente nacional do PSDB

Posted: 10 Aug 2013 06:03 PM PDT


Odilon Rios, Blog Terra Magazine

"O governador de Alagoas e ex-presidente nacional do PSDB, Teotonio Vilela Filho, disse que os tucanos devem ser os principais interessados em esclarecer as denúncias de cartel nos contratos das linhas de trem e metrô em São Paulo ainda este ano, para evitar que o debate se estenda para 2014, em torno da disputa presidencial que envolve o senador e atual presidente nacional do partido, Aécio Neves.

Pesquisa Ibope, realizada em 18 de julho pelo "Estado de São Paulo", mostra que Aécio está em terceiro na disputa ao Palácio do Planalto. Dilma Rousseff tem 30% e a ex-senadora Marina Silva, 22%.

Nas denúncias, são citados o ex-governador de São Paulo, José Serra, e o atual, Geraldo Alckmin.
"É uma denúncia. Eu conheço o Serra, tenho absoluta confiança que isso ficará esclarecido. Afetaria eleitoralmente se ficasse comprovado, mas não acredito. Conheço estas pessoas", disse Vilela. "Agora, é importante que seja apurado para isso ficar patente neste ano", analisou.

Para o ex-presidente nacional, a decisão dos tucanos de lançar Aécio Neves ao Palácio do Planalto não tem retorno: "O PSDB já fez esta opção quando fez Aécio presidente há dois meses. Ali ficou patente que o candidato tucano para 2014 era o Aécio Neves. Porém, o Serra é uma liderança importantíssima, a cabeça mais experiente e preparada do partido, é uma figura que precisa estar em qualquer projeto que o PSDB desenvolva", explicou."

Charge do Bessinha

Posted: 10 Aug 2013 05:53 PM PDT


O PSDB, negócios escabrosos e uma mídia complacente

Posted: 10 Aug 2013 05:49 PM PDT


"A investigação sobre prática de cartel no metrô e na CPTM poderá ser como uma bomba de efeito fragmentário para o PSDB. Ainda não vieram à tona os personagens políticos que intermediavam os negócios com os "consultores" e as empresas cartelizadas.

Jeferson Miola, Carta Maior

Um escândalo monumental, que faria do PT uma terra arrasada, todavia não atormenta a vida dos tucanos. Porque eles contam com a complacência da sua mídia conservadora.

O Ministério Público paulista investiga a suspeita de prática de cartel em obras e manutenção da CPTM [Cia Paulista de Trens Metropolitanos] e do metrô de SP. São 45 inquéritos [uma metáfora com o número eleitoral do PSDB] em andamento desde 2008 para investigar crimes de improbidade administrativa e de lesão ao patrimônio público que ocorriam desde 1998. Perpassam, portanto, todas as gestões tucanas no Estado.

As investigações implicam gigantes transnacionais – a alemã Siemens, a francesa Alstom, a canadense Bombardier, as espanholas Temoinsa e CAF e a japonesa Mitsui.
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Estudantes criticam corporativismo e superficialidade de entidades de classe

Posted: 10 Aug 2013 04:22 PM PDT


Para estudantes, solução dos problemas
na saúde dependem de mais investimentos
e de mudanças na formação médica
Foto: Antonio Cruz/ABr

"Futuros profissionais querem mudanças na formação, na revalidação de diplomas estrangeiros e também nas políticas de enfrentamento aos problemas da saúde no país

Cida de Oliveira, RBA

Termina hoje (10), em Brasília, o encontro nacional extraordinário das entidades médicas. Na pauta, as pressões para a derrubada dos vetos da presidenta Dilma Rousseff à lei do Ato Médico, que regulamenta a profissão dos médicos, e à Medida Provisória 621, que institui o Programa Mais Médicos.

O Conselho Federal de Medicina (CFM), a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Federação Nacional dos Médicos (Fenam), com apoio de outras entidades, criticam principalmente a contratação de médicos formados em outros países para atuarem no interior do país e nas periferias das regiões metropolitanas sem a revalidação de seus diplomas no Brasil. E querem manter, no Ato Médico, a prerrogativa exclusiva no diagnóstico e indicação de tratamento, indicação de órteses e próteses, inclusive oftalmológicas, na direção e na chefia de serviços médicos e o atendimento a pessoas sob risco de morte iminente, entre outras.

Para a Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (Denem), críticas como a falta de um plano de carreira de estado, de estrutura de hospitais e de unidades de saúde, além de problemas no vínculo profissional com as prefeituras são necessárias, porém superficiais e corporativistas. "As entidades médicas têm pautado muito mais a questão dos planos de carreira e salários, e só, e isso ainda é pouco. Se não pautarmos os problemas do setor, passando pelas questões do financiamento, das privatizações, da estruturação da atenção básica, dos planos de carreira e da formação médica, pouco vamos alterar a situação da saúde no país", disse o coordenador geral da entidade, Vinicius de Jesus Rodrigues, 25 anos, estudante da Universidade Federal de Ouro Preto."
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Dilma e Marina sobem na pesquisa Datafolha

Posted: 10 Aug 2013 03:41 PM PDT



"Presidente confirmou tendência de recuperação e foi de 30% a 35%; ex-senadora Marina Silva manteve trajetória ascendente, subindo de 23% a 26%; tucano Aécio Neves caiu de 17% para 13%, enquanto o governador Eduardo Campos, de Pernambuco, foi de 7% a 8%; pesquisa mostrou ainda que apenas Lula venceria a disputa no primeiro turno


Acaba de sair uma nova pesquisa Datafolha, sobre intenção de voto para 2014. Os dados confirmam o crescimento da presidente Dilma Rousseff, que foi de 30%, no fim de junho, a 35%, agora em agosto. A ex-senadora Marina Silva também cresceu, indo de 23% a 26%. Na oposição, quem oscilou para baixo foi o tucano Aécio Neves, que caiu de 17% a 13%, enquanto o governador pernambucano Eduardo Campos, do PSB, foi de 7% a 8%.

Com os números atuais, a presidente teria 35% dos votos contra 47% dos adversários somados, o que levaria a eleição para o segundo turno, numa disputa entre Dilma e Marina.

O Datafolha também pesquisou cenários incluindo o nome do ex-presidente Lula e ele venceria em todos no primeiro turno. Os dados serão detalhados na edição deste domingo da Folha de S. Paulo e ainda hoje no 247.

Para José Serra, que foi incluído em alguns dos cenários, o resultado foi especialmente ruim. Ele teve resultados comparáveis aos de Aécio Neves, mas uma rejeição muito maior. Enquanto 36% não votariam em Serra de jeito nenhum, Aécio é rejeitado por 23%. Um número inferior ao da própria presidente Dilma, que é de 27%.

A presidente, no entanto, tem bons motivos para comemorar. Ele se recuperou de maneira sólida nas regiões Sul e Sudeste, onde sua popularidade havia sido mais afetada. No Sudeste, ela foi de 22% a 29%, enquanto, no Sul, pulou de 27% para 33%.

Quem não tem o que comemorar é o presidente do Supremo Tribunal Federal, que caiu para 11% nos cenários em que foi incluído."

Queda na inflação faz Dilma Rousseff recuperar apoio

Posted: 10 Aug 2013 09:21 AM PDT


Ricardo Kotscho, Balaio do Kotscho
 
"Como antecipei ao longo desta semana aqui no blog e nos meus comentários no Jornal da Record News (ver links no final deste texto), o inferno astral que abalou o governo da presidente Dilma Rousseff, após os protestos de junho e as más notícias na economia, mudou de lado nos últimos dias, e atingiu em cheio a oposição tucana, agora às voltas com o Metrôgate. Contrariando todas as previsões apocalípticas de analistas e colunistas, o governo não acabou.

Ao contrário, a nova pesquisa Datafolha deste sábado mostra a recuperação parcial da popularidade da presidente, que subiu de 30% para 36%, e a volta do otimismo quanto aos rumos da economia, com a maioria da população esperando melhoras quanto às expectativas de inflação, emprego e salários, que é o que realmente pesa na balança.

A principal razão para esta virada no astral da população em relação ao governo é a queda na inflação, que chegou em julho ao seu índice mais baixo nos últimos tempos,  batendo em míseros 0,03%, ao mesmo tempo em que a cesta básica também atingia o menor valor em três anos.

Esta constatação contraria as análises que atribuíam a abrupta queda de popularidade de Dilma registrada nas pesquisas anteriores unicamente às manifestações de protesto que tomaram conta do país no mês anterior."
Artigo Completo, ::AQUI::

Dilma recupera 6 pontos de popularidade, diz Datafolha

Posted: 10 Aug 2013 08:00 AM PDT


Folha de S. Paulo

"Depois de uma queda de 35 pontos percentuais na aprovação de seu governo, a presidente Dilma Rousseff teve uma ligeira recuperação, segundo pesquisa Datafolha concluída ontem.

O índice dos que consideram o governo ótimo ou bom subiu de 30% no final de junho, no auge dos protestos, para 36% agora.

A aprovação a Dilma é maior entre os mais pobres. Entre os que ganham até dois salários mínimos, 41% aprovam o governo.

Entre os mais ricos, aqueles que ganham acima de dez salários mínimos, a aprovação tem o menor índice (29%), mas foi nessa faixa que Dilma teve o maior crescimento entre aqueles que consideram a sua gestão ótima/boa. O aumento foi de oito pontos percentuais.

O ápice da aprovação de Dilma ocorreu em março, quando 65% consideravam a sua gestão ótima ou boa.

Na pesquisa deste mês, o índice dos que julgam o seu governo ruim/péssimo variou de 25% para 22% e aqueles que o consideram regular oscilou de 43% para 42%."
Pesquisa Completa, ::AQUI::

Tucaníssima, Veja rasga fantasia no caso Siemens

Posted: 10 Aug 2013 07:52 AM PDT



"Se ainda havia alguma dúvida sobre o engajamento político da revista Veja, ele desaparece por completo na edição desta semana; reportagem "O acerto que saiu dos trilhos" é capaz de gastar papel e tinta com o caso Siemens praticamente sem mencionar políticos tucanos e sem publicar nenhuma foto; sobra até para um petista, o ex-presidente Itaipu, Jorge Samek, que teria pedido favores para perdoar uma dívida da multinacional alemã; nada sobre Geraldo Alckmin, Mario Covas, Robson Marinho (acusado de receber propinas de US$ 20 milhões) ou Andrea Matarazzo, também indiciado pela Polícia Federal; na única citação a políticos, José Serra e José Roberto Arruda, Veja afirma que os dois aparecem "em situações não comprometedoras"; uma reportagem vergonhosa, que não traz de nada de novo sobre o caso Siemens, mas revela a natureza partidária de Veja


Em grave crise financeira, a Editora Abril, que vem cortando títulos e demitindo profissionais, acaba de atirar de vez sua credibilidade no lixo. Numa reportagem vergonhosa, sobre o caso Siemens, a revista Veja é capaz de dedicar seis páginas ao escândalo que movimenta o debate político no Brasil como se ele ocorresse na lua ou em outro planeta – e não em São Paulo, onde fica a sede da editora.
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Francisco Almeida 




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