terça-feira, 9 de outubro de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 08 Oct 2012 06:02 PM PDT



Posted: 08 Oct 2012 05:53 PM PDT
"Serra (PSDB) cita esquema de compra de votos e critica petistas; Haddad (PT) diz que paulistanos querem saber da administração da cidade


O Estado de S. Paulo

Nem bem terminou o 1º turno das eleições municipais e o escândalo do mensalão já permeia os discursos dos candidatos à Prefeitura de São Paulo. De um lado, José Serra (PSDB) insiste em citar o esquema em seus discursos. Do outro, Fernando Haddad (PT) afirma que a população da capital paulista não dará importância ao caso na hora de votar.

Após 7 anos, o esquema de compra de votos na Câmara dos Deputados pelo PT no início do governo Lula é julgado no Supremo Tribunal Federal (STF). Entre os réus estão figuras conhecidas da legenda, como o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu, o ex-tesoureiro Delúbio Soares e o ex-presidente do partido, José Genoino. O escândalo deverá ganhar dimensão no 2º turno paulistano e já é usado como plataforma de críticas de Serra a Haddad.

"Fala-se muito de novidade no Brasil. A grande inovação hoje em dia é a corrupção levando gente à cadeia, é a impunidade que começa a acabar. Não tem (novidade) maior pra quem está atrás de novidade na vida pública brasileira", disse o tucano nesta segunda-feira, 8, alfinetando o adversário petista, que se apresenta como o candidato da renovação em sua campanha.

Na opinião de Serra, o julgamento do mensalão terá repercussão no pleito. "É evidente que na questão nacional há um mal que não pode ser ignorado, que é a questão da ética, da verdade, da corrupção... É tratar governo como se fosse propriedade privada", disse o candidato do PSDB. No domingo, após a apuração dos votos e a confirmação de que estaria no 2º turno, Serra pontuou que a população gosta de discutir "valores, que é uma coisa que no Brasil ameaçou sair de moda", em referência ao PT e ao escândalo.

Ainda segundo o tucano, está claro que o PT vai usar a eleição para "abafar" o julgamento."O mensalão está presente nos noticiários, no rádio, na televisão, no dia a dia e nos debates. Por que haveria de estar fora de uma campanha?", questionou. "De forma nenhuma"
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Posted: 08 Oct 2012 05:30 PM PDT
"Para Fabiano Guilherme Santos, o ex-presidente mostrou um faro político melhor do que todos os demais analistas ao insistir na candidatura de Haddad, que agora disputa o segundo turno em São Paulo. Em entrevista à Carta Maior, o professor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) também fala da influência nula do julgamento do "mensalão" e analisa o impacto da CPMI do Cachoeira nos principais redutos da quadrilha. A reportagem é de Najla Passos.


Najla Passos, Carta Maior

É fato que as eleições municipais deste domingo tiveram bons e maus momentos para quase todos os partidos. Para o professor Fabiano Guilherme Santos, do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), a correlação de forças não mudou de forma significativa.

Segundo ele, no campo conservador, o que surpreendeu foi o crescimento vertiginoso do PSD de Kassab, enquanto o PSDB encolheu e o DEM caminha para a extinção. Já no campo progressista, o fator de destaque ainda é o vigor do "efeito Lula": o ex-presidente emplacou Haddad no segundo turno da principal cidade brasileira, ajudou a manter o fôlego do PT nas disputas das grandes cidades e a garantir a tendência de crescimento nas pequenas.

Em entrevista à Carta Maior, ele também avalia o efeito nulo do julgamento do "mensalão" nas eleições, especialmente nos municípios do ABC paulista, mais propensos a serem afetados pela pauta. E comenta, ainda, a vitória do PT em dois dos principais redutos da quadrilha do contraventor Carlinhos Cachoeira: Goiânia e Anápolis.

As eleições deste domingo mudaram a correlação de forças dos partidos brasileiros?

Não houve grandes alterações, não. Uma coisa que surpreendeu foi o PSD, que teve um desempenho muito bom, se colocando como o quarto no ranking geral de controle de prefeituras. Substitui o DEM, que foi lá para baixo, e que, se não ganhar Salvador, estará no caminho da extinção.

- Então o PSD se consolida como a nova oposição conservadora?

O DEM está se tornando um pequeno partido, um partido nanico mesmo. O PSD teve um desempenho avassalador [sai das eleições com 493 prefeitos]. Depois do PMDB em primeiro, o PSDB em segundo e o PT em terceiro, já vem o PSD. Ultrapassou PDT, PTB, PSB, que são partidos que têm legenda, que continuam crescendo. Esse é o primeiro dado interessante. O PSD realmente se colocou como alternativa de centro-direita ao DEM.

- Mas entre os três principais partidos, a correlação de forças se manteve?

O PMDB perdeu um pouquinho de força [200 prefeituras a menos do que nas eleições passadas]. O PSDB, também [96 a menos]. Não de forma significativa, mas ambos caíram. O PSDB já vem de uma tendência de queda, embora não muito significativa, do número de prefeituras. Já o PT cresceu. Não de uma maneira avassaladora, mas cresceu [fez 67 prefeituras a mais do que em 2008].

- O PT se fortaleceu nas pequenas cidades, mas manteve a postura histórica de liderança das grandes?

O PT manteve sua trajetória de se inserir no poder local das pequenas cidades, uma trajetória que já vem de algum tempo, e esse pleito confirmou isso. Agora, em relação às grandes cidades, o resultado ainda depende em muito do segundo turno. E o PT está competindo em muitas delas [22 capitais e cidades com mais de 200 mil habitantes]. Então, é preciso um olhar do segundo turno para se ter uma análise mais clara. É possível que o PT ainda se saia melhor. Mas o PSDB também, porque está competindo, principalmente em capitais [ 16 cidades polos]. Entretanto, mesmo que ele ganhe todas nas quais está competindo não terá o mesmo desempenho que nas eleições passadas."
Entrevista Completa, ::AQUI::


Posted: 08 Oct 2012 05:09 PM PDT



Altamiro Borges, Blog do Miro

'Além de levar uma sova na disputa pela prefeitura de Curitiba – o seu candidato, o atual prefeito Luciano Ducci, ficou fora do segundo turno –, o governador Beto Richa ainda terá de aguentar a chatice de senador Alvaro Dias. Os dois são do PSDB, mas vivem se bicando de forma sangrenta. Não há espaço no ninho para ambos. Hoje, o líder tucano no Senado desancou o governador do seu partido. Uma cena grotesca e risível! Merecia até capa na mídia do Paraná. Para ele, a derrota na capital foi "um castigo merecido".

Em entrevista ao UOL, Alvaro Dias criticou a estratégia de Beto Richa de abrir mão de candidaturas próprias para apoiar postulantes de outras legendas – Luciano Ducci é um tucano infiltrado no PSB. A manobra eleitoral, que visa preservar a desgastada imagem do PSDB e envolveu uma custosa coligação com outros 15 partidos, não deu certo. O segundo turno em Curitiba será disputado por Ratinho Junior, do nanico PSC, e o ex-tucano Gustavo Fruet, hoje no PDT.

"Vexaminoso, deprimente, humilhante"

"É vexaminoso, deprimente, humilhante [perder já no primeiro turno]. Não tinha visto, até então, um candidato à reeleição ficar de fora do segundo turno. O pessoal que comanda o PSDB precisa entender esse recado", bombardeia Alvaro Dias. Para o senador, um dos mais histéricos críticos do governo federal, a derrota dos tucanos no Paraná vai "fortalecer o projeto nacional da Dilma". Ele chega a afirma que Beto Richa não é "um homem de partido. Ele não agiu na defesa do projeto nacional do PSDB".

As corrosivas críticas de Alvaro Dias devem agravar ainda mais o racha dos tucanos no Paraná. A divisão teve início em 2010, quando ambos disputaram a indicação para concorrer ao governo estadual. O senador afirma que foi traído por Beto Richa, na época prefeito de Curitiba. De lá para cá, as bicadas se intensificaram. Alvaro Dias afirma que está "sem espaço" no partido e já sinalizou que deixará a sigla. E Beto Richa, um autoritário que adora censurar blogs e reprimir grevistas, já deu o troco: anunciou que o atual líder do PSDB não terá vaga na chapa para o Senado em 2014."


Posted: 08 Oct 2012 04:54 PM PDT



"Colunista da revista Época pergunta, em artigo, quanto tempo os "analistas de plantão" irão levar para reconhecer que o grande vitorioso das eleições deste domingo foi Lula e que, por isso, "os coveiros de sua força política passaram o dia de ontem trocando sorrisos amarelos"

Brasil 247

Em artigo publicado nesta segunda-feira 8, um dia após as eleições municipais, o colunista da revista Época Paulo Moreira Leite questiona quanto tempo os "analistas de plantão" irão levar para reconhecer quem saiu como grande vitorioso na disputa deste domingo. Segundo ele, foi o ex-presidente Lula, que sairia julgado neste 7 de outubro, de acordo com as previsões. Mas como diz Moreira Leite, "o pleito mostra que o eleitor não mudou de opinião".

'O vencedor foi Lula

Eu pergunto quanto tempo nossos analistas de plantão vão levar para reconhecer o grande vitorioso do primeiro turno da eleição municipal.
Não, não foi Eduardo Campos, embora o PSB tenha obtido vitorias importantes no Recife e em Belo Horizonte.

Também não foi o PDT, ainda que a vitória de José Fortunatti em Porto Alegre tenha sido consagradora. Terá sido o PSOL? Os "novos partidos"?
O grande vitorioso de domingo foi Luiz Inácio Lula da Silva e é por isso que os coveiros de sua força política passaram o dia de ontem trocando sorrisos amarelos.

Nem sempre é fácil reconhecer o óbvio ululante. É mais fácil lembrar a derrota do PT no Piauí, ou em São Luís.


Nosso leitor Roberto Locatelli lembra: o PT passou o PMDB  e foi o partido que mais acumulou votos na eleição. Tinha 550 prefeituras. Agora tem mais de 612."
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Posted: 08 Oct 2012 04:39 PM PDT
CartaCapital


"A expectativa de que o julgamento do chamado "mensalão" no Supremo Tribunal Federal (STF) provocasse uma grande perda de votos para o PT, que está no centro do processo judicial, não se confirmou. Os números do primeiro turno das eleições municipais de 2012 mostraram que o PT se tornou o partido mais votado no Brasil e teve crescimentos significativos no número de prefeituras e vereadores eleitos. O crescimento nesses dois quesitos fez o PT se aproximar de PMDB e PSDB, que continuam nos primeiros lugares, mas que perderam muitas prefeituras e vereadores. O partido sofreu queda, no entanto, levando em conta o balanço das cidades com mais de 150 mil habitantes, e pode ver reduzido o número de capitais que controla.

Em número total de votos, o PT se tornou o primeiro colocado no Brasil. O partido cresceu 4,3%, chegando a 17,26 milhões de votos, equivalente a 16,79% do total de votos válidos. O PMDB ficou em segundo lugar, com 16,716 milhões de votos, correspondente a 16,26% dos votos válidos. O PSDB ficou com a terceira maior votação, totalizando 13,95 milhões de votos (13,57% do total).


Em termos de prefeituras vencidas, o PT teve um crescimento de 14%, passando de 550 para 628 prefeituras. Esse número dá ao partido o terceiro lugar no geral, atrás do PMDB e do PSDB. O PMDB elegeu 1025 prefeitos no primeiro turno, contra 1193 em 2008, uma queda de 14%. O PSDB, por sua vez, teve uma queda de 12% no número de prefeitos, passando de 787 para 693. Entre os vereadores, o PT também teve um crescimento acentuado. O partido elegeu 5.067 integrantes de legislativos municipais, 22% a mais que os 4.168 de 2008. O PMDB segue em primeiro, com 7.825 vereadores, 8% a menos que os 8.475 de 2008. O PSDB é o segundo colocado neste quesito, com 5.146 vereadores, número 13% menor que os 5.897 de 2008."
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Posted: 08 Oct 2012 09:38 AM PDT
"Em plena temporada do mensalão, ex-presidente botou a cara em julgamento; destituiu candidatos, nomeou quem quis no PT e foi o maquinista do trem eleitoral do partido; ida de Fernando Haddad para o segundo turno em São Paulo, renovação apontada por Marcio Pochman em Campinas e massacre patrocinado por Luiz Marinho em São Bernardo mostram que ele só cresceu no maior Estado do País; derrotas em Belo Horizonte e Recife têm contrapeso nos bons desempenhos de seus candidatos em Curitiba e Manaus; PT tornou-se campeão nacional de votos, com 17,25 milhões contra 16,65 milhões do PMDB; Lula é ferro!


Brasil 247

"Os comentaristas conservadores podem torcer o nariz. Mais uma vez. Porém, com seu estilo intervencionista, atropelador e, sobretudo, corajoso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mostrou de novo a força de sua popularidade. Registre-se, de saída, que ele sofreu derrotas pessoais em Recife, onde impôs Humberto Costa no lugar do prefeito que tinha chances de vitória João da Costa, e também em Belo Horizonte, capital mineira em que seu escolhido Patrus Ananias ciscou chegar, mas ficou na poeira da vitória em primeiro turno de Marcio Lacerda. Nos dois casos, Lula bateu de frente com dois dos mais fortes caciques regionais do País, o governador Eduardo Campos, em Pernambuco, e o senador Aécio Neves, em Minas. Deu torcida sobre o primeiro, mas passou longe de ameaçar o segundo. Mas alguém ousaria, ao menos, tentar?

Porém, o que dizer da alavancagem que Lula proporcionou ao ex-ministro Fernando Haddad, em São Paulo, outra de suas criticadas escolhas? Com praticamente zero por cento em dezembro, cravou 29% dos votos no domingo 7, ficando a um ponto do bicho-papão José Serra e olhando pelo retrivisor o azarão Celso Russomano. Carregado pela mão por Lula, Haddad, se caísse, arrastaria Lula para um bueiro de críticas. Ao passar para o segundo turno em condição de favoritismo, com 45% das intenções segundo o Instituto Datafolha, contra 39% de Serra, Haddad só não puxa o prestígio de Lula ainda mais para cima nas páginas da mídia tradicional. Na realidade, o ex-presidente consumou um prodígio de transferência de votos na maior e mais complexa cidade do País. Haddad é sua maior vitória, acima de todas as outras.

Em Campinas, com o ex-presidente do Ipea Márcio Pochmann, que as pesquisas davam por derrotado, Lula prosseguiu positivamente, agora na segundo maior cidade do Estado de São Paulo, em seu movimento de renovação do PT, carregando-o para talvez o mais improvável dos segundos turnos. Seu amigo pessoal Luiz Marinho, por outro lado, ganhou estourando em seu berço político, São Bernardo do Campo. Na vizinha Santo André, por pouco a fatura não foi liquidada logo na primeira volta, com Carlos Grana, do PT lulista, fechando com 42% dos votos."
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Posted: 08 Oct 2012 09:12 AM PDT



Posted: 08 Oct 2012 09:04 AM PDT
Saul Leblon, Carta Maior


"Foi um domingo para não esquecer. A história rugiu, rangeu e se mexeu; repôs certas correlações entre a nervura social e o voto; entre o discernimento popular e o legado de projetos e propostas antagônicas. As urnas falaram e, como é natural, em escrutínios municipais marcados por peculiaridades locais, emitiram vereditos ecumênicos.

Mas certas linhas se destacaram: primeiro, o PT superou o PMDB e se tornou o partido mais votado no país, com 17,3 milhões de votos; cresceu 4% sobre 2008. Seu rival, o PSDB perdeu 4%.; em segundo lugar: o PT ganhou 627 prefeituras (14% mais que em 2008) e disputa o 2º turno em seis das maiores cidades do país. Não só.

Ali onde a natureza da disputa incorporou a tensão do conflito entre dois grandes blocos de interesses contraditórios -- não apenas no âmbito local, mas nacional e também no plano da crise global-- a resposta do voto desautorizou o prognóstico conservador. Ou seria melhor dizer a torcida e, em alguns casos, a quase fraude?

O domingo mostrou que o mundo seria perfeito para o conservadorismo se a democracia pudesse ser resolvida no campo das 'ilações', tão a gosto de certas togas e dos interesses aos quais elas se oferecem, sendo por eles obscenamente desfrutadas.

Se bastassem as 'ilações' do Datafolha, por exemplo, Serra iniciaria hoje um passeio pelo segundo turno de São Paulo --de bike, que ele é moderno-- para desmontar o frágil Russomano."
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Posted: 08 Oct 2012 07:11 AM PDT
"Partido cresceu 4,3%, mesmo percentual de queda do PSDB; DEM, com retração de 51,4%, caminha para a extinção ou fusão com outras siglas



Os rumores sobre a morte do PT, assim como do escritor Mark Twain, de fato eram precipitados. Computadas as urnas, o partido teve o maior número de votos absolutos: 17,25 milhões, contra 16,68 milhões do PMDB, 13,91 milhões do PSDB e 8,58 milhões do PSB.

Percentualmente, em votos absolutos, o PT cresceu 4,3%, mesmo percentual de queda do PSDB. O PMDB, embora tenha caído 9,8% em votos absolutos, foi a sigla que mais elegeu prefeitos: 1.016, seguida do PSDB, com 688, e do PT, com 627. O que explica esse fenômeno é o fato de o PMDB eleger muitos prefeitos em cidades de menor eleitorado, o que faz com que o partido governo mais, mas em cidades de menor população e menor orçamento.

As eleições de 2012 também consagraram um partido em ascensão, o PSB, e um em extinção, o DEM. Entre 2008 e 2012, a votação do DEM, que elegeu João Alves em Aracaju e concorre com ACM Neto em Salvador, caiu 51,4%, quase o mesmo percentual do PSB, de Eduardo Campos, que cresceu 51,3%."


Posted: 08 Oct 2012 06:54 AM PDT



Paulo Henrique Amorim, Conversa Afiada


"Na histórica edição deste domingo, a manchete da Folha era:

"Cerra, Russomano e Haddad chegam ao dia da eleição empatados – Cerra, 28, Russomano, 27% e Haddad 24%"

Uns jênios.

O Globope disse a mesma coisa: vai dar empate.

O que seria um fenômeno tão retumbante quanto o Sol voltar a girar em torno da Terra: o empate de três candidatos.

Ou seja, além de imensamente incompetentes, esses dois institutos só servem para uma coisa: tentar influir na eleição.

E sempre do lado do tucano mais próximo.

Os dois institutos são instrumentos de organizaçoes Golpistas: a Folha (*) e a Globo.

Neste mesmo domingo de histórica desmoralização, o Datafalha dizia:

Nas (dis)simulações para o segundo turno, Haddad vence Cerra por 45% a 39%.

O que se apoia na monumental rejeição do Cerra: 42%, líder absoluto.

Vamos ver agora, amigo navegante, o que dirá a próxima (dis)simulação da Folha.

Quando Cerra vai passar o Haddad no Datafalha ?

Que fenômeno "inesperado" nos aguarda, como o desmanche dessa obra-prima: três candidatos empatados.

O PiG (**) brasileiro desmoraliza a Ciência Estatística.

Porque o Jornalismo já desmoralizou faz tempo."



Posted: 08 Oct 2012 06:37 AM PDT
Portal Terra


"Enfraquecido com a migração de filiados para o PSD, o Democratas (DEM) inscreveu, nestas eleições, pouco mais de 700 candidatos às prefeituras de grandes e pequenas cidades, menos que a metade dos apresentados no pleito de 2008. E, no primeiro turno, venceu em apenas 271 municípios. Há quatro anos, o partido conseguira eleger 496 prefeitos em todo o País.

Nesta primeira rodada do pleito municipal, o DEM elegeu, apenas, um prefeito de capital: João Alves, em Aracaju (SE), com 52,72% dos votos válidos, derrotando Valadares Filho (PSB). Em Salvador, o ex-PFL ainda tem a chance de eleger ACM Neto, que venceu neste domingo Nelson Pelegrino (PT), pela diferença de 1%, e vai tentar confirmar a vitória no segundo turno (dia 28).

Além disso, o DEM comemora conquistas em cidades populosas como Mossoró (RN), com Cláudia Regina (50,9%); Feira de Santana (BA), com José Ronaldo (66,04%); e Barueri (SP), com Gil Arantes (54,75%). Em Vila Velha (ES), Rodney Miranda vai disputar o segundo turno."


Posted: 08 Oct 2012 06:18 AM PDT
O Globo


'O PT largou na frente na disputa nos 59 municípios do país com mais de 200 mil eleitores e que têm eleição em dois turnos — além das 24 capitais. Em 24 dessas cidades, a eleição se definiu em primeiro turno e o PT venceu em seis, seguido de perto por PSDB, que obteve quatro vitórias. O PT também é o partido que disputará o maior número de pleitos de segundo turno neste universo: 16 ao todo, contra 14 do PMDB. O PSDB concorrerá novamente em outras sete cidades.

O PSB obteve três vitórias em primeiro turno, seguido de DEM, PDT, PMDB, todos com dois candidatos já eleitos neste domingo. Elegeram um candidato no primeiro turno PCdoB, PR, PSD, PP e PTN.

Entre os reeleitos, alguns políticos são figuras conhecidas da política nacional, como Rosinha Garotinho (PR), ex-governadora do Rio de Janeiro, novamente eleita para administrar Campos dos Goytacazes (RJ), embora sua candidatura esteja pendente de decisão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)."
Matéria Completa, ::AQUI::


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Francisco Almeida / (91)81003406
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