sábado, 13 de outubro de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 12 Oct 2012 05:19 PM PDT
"Mais explícito, impossível: nesta sexta, a Folha de S. Paulo publicou sua primeira denúncia contra Fernando Haddad. Agora, o candidato tucano José Serra, que tinha no seu arsenal o kit-gay e o mensalão, cobra investigação; estratégia é a mesma da campanha presidencial de 2010, quando a Folha preparava o terreno para Serra; processo de licitação para reforçar segurança do Enem foi barrado pelo MEC quando ainda estava no controle interno do Ministério, informou a candidatura do petista


Brasil 247

Impossível ser mais explícito. Na edição desta sexta-feira, a Folha de S.Paulo publicou sua primeira denúncia contra o candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad. A reportagem denuncia uma licitação supostamente superfaturada pelo Ministério da Educação, quando o petista era ministro. Nesta tarde, o adversário José Serra (PSDB), afinado com o discurso do jornal, já cobrou para que os indícios "sejam bem investigados".

O processo de licitação foi barrado pelo MEC quando ainda estava no controle interno do Ministério, informou a candidatura de Haddad. O fato ocorreu assim que surgiu a denúncia, publicada pelo jornal Correio Braziliense em novembro do ano passado. A equipe do candidato estuda soltar uma nota ainda nesta sexta-feira sobre a reportagem da Folha."
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Posted: 12 Oct 2012 05:02 PM PDT


No palanque. Para Haddad, daqui para a prefeitura
Mino Carta, CartaCapital


"É da percepção até do mundo mineral que Dilma Rousseff, Lula e a base governista são os vencedores deste primeiro turno das eleições municipais, e que a mídia nativa, além de mentir, omitir e inventar, consegue também ser patética. As lucubrações dos comentaristas no vídeo da noite de domingo último evocaram os melhores programas humorísticos do passado com suas tentativas de explicar o inexplicável.

É da percepção até do mundo mineral que Dilma Rousseff, Lula e a base governista são os vencedores deste primeiro turno das eleições municipais, e que a mídia nativa, além de mentir, omitir e inventar, consegue também ser patética. As lucubrações dos comentaristas no vídeo da noite de domingo último evocaram os melhores programas humorísticos do passado com suas tentativas de explicar o inexplicável.

E o mundo mineral sabe que a eleição de Lula em 2002 abriu uma nova temporada na política brasileira ao abalar os alicerces da casa-grande. Nesta moldura há de ser analisado o que aconteceu nos últimos dez anos e o que acontece neste exato instante. Inclusive o fato de que o PSB consiga resultados extraordinários em todo o País. Ocorre que Lula abriu as cancelas da fazenda e Dilma dá perfeita continuidade ao governo do antecessor.

Está claro, na minha visão, que na aliança governista o PMDB destoa e creio não ser necessário esclarecer por quê. Em todo caso, para usar terminologias dos dias de hoje, o governo de Dilma Rousseff poderia ser definido como de centro-esquerda, o que no Brasil assume significados mais profundos que em outros países. E a respeito, desta vez, esclareço. Este tempero de esquerda, esta alteração nítida nos rumos da política social e econômica e da política exterior é francamente subversiva segundo a casa-grande, inexistente em outros cantos, e como tal tem de ser enfrentada."
Foto: Nelson Almeida/AFP
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Posted: 12 Oct 2012 09:52 AM PDT



Posted: 12 Oct 2012 09:51 AM PDT
"Agenda estreita de segundo turno: mensalão, kit gay e coronel Telhada; impossibilidade de atrair Gabriel Chalita, a quem perseguiu em seus tempos de governador, e Celso Russomano, alvo de cartilha serrista de desconstrução; captura de aliados como Paulinho "1%" da Força, o incendiário Pastor Malafaia e o novato Luiz D'Urso; pouca ação do governador Geraldo Alckmin e desinteresse do prefeito Gilberto Kassab; desconfiança no ninho partidário; José Serra não está mesmo fazendo tudo certo para sair tudo errado para ele?


Brasil 247

De acordo com as regras clássicas para uma vitória em segundo turno eleitoral, o candidato do PSDB está fazendo tudo certo para que tudo saia errado para ele mesmo.

Enquanto o adversário Fernando Haddad conquistou com naturalidade o apoio do Gabriel Chalita de 13,6% dos votos em primeiro turno, Serra fechou com Paulinho "1%" da Força. Diante do PT unido, o PSDB de Serra se mantém fragmentado, com lideranças como os deputados federais José Aníbal e Ricardo Trípoli recalcitrantes em carregar a bandeira do candidato. O próprio governador Geraldo Alckmin atua com grande discrição e pouca eficiência até aqui a favor de Serra, tendo no máximo conseguido atrair para a candidatura o apoio do PTB do ex-candidato a vice Luiz D'Urso. O titular Celso Russomando, do PR, dono de 24% dos votos do primeiro turno, foi alvo de uma cartilha serrista de desconstrução e optou por uma neutralidade de viés belicoso, pregando o voto de protesto que pode ser o nulo ou em branco.

O grande parceiro de Serra nos últimos tempos  pouco tem como ajudar. O prefeito Gilberto Kassab pode saborear um bom desempenho do seu PSD no plano nacional, mas prossegue com índices decadentes de popularidade em São Paulo. Se se considerar que Haddad, Russomano e Chalita fizeram oposição à sua administração na primeira volta da eleição, o julgamento das urnas deixaria Kassab e seu escudeiro Serra com 30% dos votos contra 56% da trinca somada. Quase o dobro. Isso significa que, caso bote muito a cara a favor de seu candidato, o prefeito poderá agregar mais rejeição do que admiração para ele. Como Serra já avança para quase 45% de antipatias, é mais prudente manter a distância.E melhor para Kassab. O prefeito sabe, é claro, que quanto menos combater Haddad, melhor estará para negociar com o governo da presidente Dilma depois. Além de limpar um pouco sua barra com o ex-presidente Lula, de quem abusou de toda cortesia para voltar a Serra num momento em que Lula precisava dele para tirar Haddad do isolamento. A situação se inverteu."
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Posted: 12 Oct 2012 08:51 AM PDT
Saul Leblon, Carta Maior / Blog das Frases


"Os primeiros passos de Serra na largada do 2º turno em São Paulo ilustram o ponto a que está disposto chegar para reverter o prenúncio da derrota que nem o Datafolha dissimula mais.

O tucano reuniu-se nesta 3ª feira com um interlocutor cirurgicamente escolhido para reforçar a musculatura do vale tudo na disputa: o pastor radialista, Silas Malafaia, que veio diretamente do Rio de Janeiro apresentar armas à campanha. Acompanhado do pastor Jabes Alencar, do Conselho de Pastores de São Paulo, teve um encontro fechado com Serra.

O pacto do além com o aquém foi festejado em manchete do caderno de política da 'Folha de SP'. Assim: "Líder evangélico diz que vai 'arrebentar' candidato petista -- Silas Malafaia afirma que Haddad apoia ativistas gay".
O título em 3 linhas de 3 colunas, ladeado de um foto imensa de Serra (meia pág. em 3 colunas), empunhando uma criança adestrada em fazer o '45', inspira calafrios.

Deliberadamente ou não, o conjunto ilustra um conceito de harmonia que envolve arrebentar a tolerância, de um lado, para preservar a pureza, de outro. Concepções assemelhadas levaram o mundo a um holocausto eugênico de consequências conhecidas.

A hostilidade beligerante de Serra em relação a adversários --inclusive os do próprio partido-- incorporou definitivamente uma extensão regressiva representada pela restauração do filtro religioso na política. Como recurso de caça ao voto popular, que escapa maciçamente ao programa do PSDB --liquefeito na desordem neoliberal--, é mais uma modernidade que devemos ao iluminismo dos intelectuais de Higienópolis.

O pastor Malafaia foi importado do Rio de Janeiro exatamente com essa finalidade. Veio dizer aos fiéis de São Paulo em quem votar e a quem amaldiçoar. Os critérios escapam aos valores laicos da independência democrática em relação às convicções religiosas. Mas isso não importa à ética de vernissage de certa inteligência paulista. Faz tempo que em certos círculos incorporarou-se a licença do vale-tudo para vencer o PT, a quem se acusa de sepultar os princípios éticos de esquerda..."
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Posted: 12 Oct 2012 07:57 AM PDT
Yahoo Notícias!


"Como esperado, o nível do debate provocado pela polarização entre PSDB e PT no segundo turno das eleições paulistanas caiu para o fundo do poço. A agenda religiosa tomou de vez o lugar da agenda política e promete ser o centro das discussões entre Fernando Haddad e José Serra na disputa pela Prefeitura da capital. O objeto a ser manipulado não é novo, mas deve ganhar contornos de protagonista: o chamado "kit gay".

Assim como foi a discussão em torno do aborto no segundo turno da eleição presidencial de 2010 entre Dilma Rousseff e Serra, a redução do debate eleitoral para temas comportamentais e religosos deve também ocorrer no pleito paulistano.

A iniciativa da campanha tucana em atacar Haddad como "pai" do famigerado "kit gay" - um material didático encomendado pelo Ministério da Educação sob a gestão de Haddad para combater a homofobia nas escolas - serve para evitar que o petista se beneficie do voto evangélico, que no primeiro turno apoiou o candidato Celso Russomanno (PRB). O petista nega a paternidade do material, mas a vinculação já está solidificada."
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Posted: 12 Oct 2012 07:42 AM PDT


Posted: 12 Oct 2012 07:23 AM PDT
Wanderley Guilherme dos Santos, ConversaAfiada


"Diante de um Legislativo pusilânime, Odoricos Paraguassú sem voto revelam em dialeto de péssimo gosto e falsa cultura a raiva com que se vingam, intérpretes dos que pensam como eles, das sucessivas derrotas democráticas e do sucesso inaugural dos governos enraizados nas populações pobres ou solidárias destes. Usando de dogmática impune, celebram a recém descoberta da integridade de notório negocista, confesso sequestrador de recursos destinados a seu partido, avaliam as coalizões eleitorais ou parlamentares como operações de Fernandinhos Beira-mar, assemelhadas às de outros traficantes e assassinos e suas quadrilhas.

Os quase quarenta milhões de brasileiros arrancados à miséria são, segundo estes analfabetos funcionais em doutrina democrática, filhos da podridão, rebentos do submundo contaminado pelo vírus da tolerância doutrinária e pela insolência de submeter interesses partidariamente sectários ao serviço maior do bem público. Bastardos igualmente os universitários do Pró-Uni, aqueles que pela primeira vez se beneficiaram com os serviços de saúde, as mulheres ora começando a ser abrigadas por instituições de governo para proteção eficaz, os desvalidos que passaram a receber, ademais do retórico manual de pescaria, o anzol, a vara e a isca. Excomungados os que conheceram luz elétrica pela primeira vez, os empregados e empregadas que aceitaram colocações dignas no mercado formal de trabalho, com carteira assinada e previdência social assegurada. Estigmatizados aqueles que ascenderam na escala de renda, comparsas na distribuição do butim resultante de políticas negociadas por famigerados proxenetas da pobreza.

Degradados, senão drogados, os vitimados pelas doenças, dependentes das drogas medicinais gratuitas distribuídas por bordéis dissimulados em farmácias populares. Pretexto para usurpação de poder como se eleições fossem, maldigam-se as centenas de conferências locais e regionais de que participaram milhões de brasileiros e de brasileiras para discussão da agenda pública por aqueles de cujos problemas juízes anencéfalos sequer conhecem a existência.

O Legislativo está seriamente ameaçado pelo ressentimento senil da aposentadoria alheia. Em óbvia transgressão de competências, decisões penais lunáticas estupram a lógica, abolem o universo da contingência e fabricam novelas de horror para justificar o abuso de impor formas de organização política, violando o que a Constituição assegura aos que sob ela vivem. Declaram criminosa a decisão constituinte que consagra a liberdade de estruturação partidária. Vingam-se da brilhante estratégia política de José Dirceu, seus companheiros de direção partidária e do presidente Lula da Silva, que rompeu o isolamento ideológico-messiânico do Partido dos Trabalhadores e encetou com sucesso a transformação do partido de aristocracias sindicais em foco de atração de todos os segmentos desafortunados do país.

Licitamente derrotados, os conservadores e reacionários encontraram no Supremo Tribunal Federal o aval da revanche. O intérprete, contudo, como é comum em instituições transtornadas, virou o avesso do avesso, experimentou o prazer de supliciar e detonou as barreiras da conveniência. Ou o Legislativo reage ou representará o papel que sempre coube aos judiciários durante ditaduras: acoelhar-se.

Imprensa independente, analistas, professores universitários e blogueiros: comuniquem-se com seus colegas e amigos no Brasil e no exterior, traduzam se necessário e divulguem o discurso do ministro-presidente Carlos Ayres de Britto sobre a política, presidencialismo, coalizões e tudo mais que se considerou autorizado a fazer. Divulguem. Divulguem. Se possível, imprimam e distribuam democráticamente. É a fama que merece."


Posted: 12 Oct 2012 07:16 AM PDT
Marcelo Carneiro da Cunha, Terra Magazine / Blog: Zagueiro


"Eleição, na teoria, era para ser uma disputa entre ideias diferentes, representadas por partidos e candidatos diferentes, apresentadas aos eleitores para que eles escolham o que acha melhor para sua cidade, estado, país, edifício, clube de futebol, ou presidente da associação de boliche do bairro. 

Numa eleição em dois turnos, existe a vantagem extra de a gente poder olhar para várias escolhas, tipo gôndola em hipermercado, testar, cheirar, sacudir, colocar e tirar do carrinho, antes de eliminar a todos menos dois. Esses, agora finalistas, recebem tempo extra na tevê e toda a atenção do mundo para que deixem claro a que vieram, o que propõem, que planos mirabolantes podem ter para salvar a cidade do abismo, enfim, governar. 

E para governar essa muita coisa chamada São Paulo, temos os candidatos José Serra em um canto do ringue, e Fernando Haddad do outro. Fortes candidatos, com fortes biografias, fortes apoios, e nada que diga que um ou outro, qual Russomanno, vieram de Marte diretamente para assustar as criancinhas no horário eleitoral. Serra e Haddad são pra valer.

E o que deveríamos esperar, portanto, seria o confronto entre um e outro, a comparação entre duas biografias – a de um veterano prefeito, ministro e governador versus a de um jovem e promissor ministro -, a comparação dos respectivos projetos, das respectivas visões, deles e dos seus partidos e aliados; a comparação do que a cidade ganha e perde com um e outro, para então cada eleitor ir até lá e pimba, cravar o seu voto. 

No entanto, quem surge querendo ser arma secreta nesse processo, vindo diretamente de algum lugar escuro e assustador onde ele vive e exercita a sua, digamos, profissão, é o nosso estimado Silas Malafaia."
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Posted: 12 Oct 2012 05:53 AM PDT
Fonte: Brasil 247 


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