segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL! :Cerra, Ruçomano & houtras hecatombes



BRASIL! BRASIL!


Posted: 13 Oct 2012 06:05 PM PDT
"Fernando Haddad surge como uma opção verdadeira numa eleição controversa e plena de absurdos eleitorais"


Márcia Denser, Congresso em Foco

Só por puro masoquismo o eleitor paulistano reelegeria Cerra no segundo turno.

Porquanto Ruçomano – a outra hecatombe alucinógena – foi afastada, graças possivelmente a alguma espécie de iluminação à beira do abismo que acometeu unanimemente todos os candidatos a prefeito em Sampa, fazendo de Ruçomano não só o alvo comum de todos os ataques, como rigorosamente de tiro ao alvo. Mas foi por pouco, dada a votação (tipo 22%) relativamente expressiva da abantesma em pauta.

Voltando ao Cerra, repito: só por puro masoquismo o eleitor paulista reelegeria o nosso vampirinho de plantão pro segundo turno, configurando algo como "o Retorno do Ressentido", parafraseando malandramente Lacan, sem contar a Antecipação do Esquecimento (uma vez que já não se trata de Falta de Memória Política), tão comum ao homo otarius paulistano, classe média-média e média-alta, conformado após duas décadas de gestões tucano-demoníacas, cujo julgamento eleitoral vai mixando, sem mais aquela, política, religião & mensalão.

Memória que desde já me proponho a refrescar não fosse esse mesmo Cerra a assinar e referendar em cartório, jurar de pés juntos que "jamais deixaria a prefeitura em 2008" e, também sem mais aquela, dar no pé pra se candidatar à Presidência – o que, do meu ponto de vista, foi esplêndido, não só por deixar a gestão da minha cidade em troca duma Presidência que, de qualquer jeito, ele ia perder – contudo legando uma herança maldita – representada por Kassab, o pupilo autista-autoritário-come quieto de Jorge Bornhausen – pro paulistano amargar durante oito anos intermináveis."
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Posted: 13 Oct 2012 05:55 PM PDT

Vontade soberana. Segundo Haddad,
os paulistanos votaram pela mudança
Piero Locatelli e Sergio Lírio, CartaCapital

"Visivelmente cansado após uma campanha intensa no primeiro turno e reiniciada a todo vapor mal os resultados das urnas foram anunciados na noite do domingo 7, o petista Fernando ­Haddad recebeu CartaCapital em seu escritório no comitê eleitoral no centro de São Paulo. Em meio às negociações de apoios no segundo turno e às definições de uma extensa agenda nas próximas semanas, entre uma xícara de café e vários telefonemas, o candidato avaliou o cenário da disputa. Segundo ele, a insistência em pautar o julgamento do "mensalão" no debate eleitoral e o obscurantismo religioso não vão influenciar as urnas. Para Haddad, a cidade quer mudança. Quanto ao discurso de José Serra, que prometeu governar para os pobres, ironizou: "É uma piada de mau gosto. Ele deve desculpas à periferia".

CartaCapital: Como é possível escapar do debate sobre o mensalão no segundo turno de São Paulo?
Fernando Haddad: Não vou fugir de nenhum debate. Mas o que tenho dito e repetido é que eu nunca fui abordado para responder a respeito desse assunto por nenhum cidadão. E todos os dias eu fui perguntado a respeito por jornalistas. Quer dizer, este não parece um tema, uma pauta, do eleitor. Mas se alguém me perguntasse na rua, responderia sem problemas. Entendo que o cidadão vai pautar o debate sobre a cidade, vai exigir soluções. Ele não está feliz, está sofrendo. Hoje, o paulistano, o morador de São Paulo, sofre nas filas, nos trens, nos ônibus, nos hospitais. A educação vai mal. Imagina São Paulo ter indicadores de qualidade piores do que os de Teresina, que tem metade dos recursos de São Paulo para investir. Como a cidade mais rica do País tem uma educação tão pobre? Não posso me desviar do assunto central, que é discutir a cidade.


CC: Em seu primeiro discurso após o resultado oficial do primeiro turno, Serra voltou a citar o julgamento no Supremo. Em resposta, o senhor mencionou nos últimos dias o "mensalão mineiro". A sua campanha pretende explorar esse tema?
FH: Não posso antecipar nossa estratégia. As decisões táticas a serem tomadas vão depender muito dos desdobramentos da campanha. Não se pode interditar um debate, qualquer um. Se ele acontecer, vamos responder. Mostrar que não se trata de uma questão partidária. Basta ver o que acontece na cidade. As denúncias referentes à administração municipal, ou mesmo estadual, não ganham o mesmo destaque daquelas que ocorrem em plano federal. Mas há inúmeros secretários que respondem a processos de improbidade e cujos indícios de problemas são muito claros."
Foto: José Patrício/AE
Entrevista Completa, ::AQUI::


Posted: 13 Oct 2012 05:38 PM PDT
Altamiro Borges, Blog do Miro

"A revista Veja desta semana soltou os rojões – literalmente! A capa mostra fogos de artifício iluminando a bandeira do Brasil. O título é apoteótico: "Vitória Suprema". E a chamada é venenosa: "A condenação dos mensaleiros lava a alma de todos os brasileiros vítimas de corruptos". Se bobear, o tucano José Serra utilizará a capa da Veja na propaganda eleitoral na televisão, que reestreia nesta segunda-feira, 15. Afinal, o eterno candidato do PSDB não fala em outra coisa nos últimos dias: "mensalão, mensalão, mensalão".

Tudo parece combinado, cronometrado. Num ato irresponsável, o Supremo Tribunal Federal marcou o julgamento dos líderes petistas para as vésperas das eleições. Na sequência, a mídia demotucana, que tanto pressionou os ministros do STF, utiliza o resultado para promover sua habitual escandalização da política, sempre de forma seletiva. A capa da Veja se encaixa perfeitamente na estratégia de campanha do PSDB – que posa de ético, apesar da privataria no reinado de FHC, do mensalão em Minas Gerais e tantas outras sujeiras!

Os "amigos" de Alexandre Schneider

O jogo combinado tem razões políticas. Afinal, a famiglia Civita sempre apoiou os neoliberais tucanos, com sua política de desmonte do Estado, da nação e do trabalho, e mantém íntimas ligações com o direitista José Serra. Mas há também motivos mais mesquinhos, comerciais. Os governos tucanos de São Paulo sempre injetaram grana pública nas publicações do Grupo Abril, que edita a revista Veja. Nos bastidores, a famiglia Civita pode até se jactar que possui o vice na chapa de José Serra, o blindado Alexandre Schneider."
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Posted: 13 Oct 2012 05:09 PM PDT
"Com apoio da ministra Gleisi Hoffmann, que se prepara para enfrentar o governador Beto Richa (PSDB) em 2014, o pedetista Gustavo Fruet lidera as pesquisas na capital paranaense, à frente de Ratinho Júnior (PSC); sondagens do Ibope e do Instituto Paraná Pesquisas o colocam mais de 15 pontos à frente do rival; Fruet é a prova concreta de que o mensalão não produziu efeitos eleitorais

Brasil 247

No último domingo, Gustavo Fruet foi o pivô da maior gafe da cobertura eleitoral na Globonews. Amparados por uma pesquisa de boca de urna equivocada do Ibope, que cravava um segundo turno entre Ratinho Júnior, do PSC, e Luciano Ducci, do PSB, os comentaristas do canal, liderados por Merval Pereira e Renata Lo Prete, desandaram a falar dos erros e das supostas contradições de Fruet.

Protagonista da CPI dos Correios, em 2005, ele teria virado de lado, aliando-se ao PT, na disputa municipal de 2012. E por isso estaria sendo punido pelos eleitores curitibanos. No entanto, enquanto era criticado na Globonews, Fruet passava para o segundo turno, sem que os comentaristas percebessem."
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Posted: 13 Oct 2012 12:54 PM PDT
"Tudo começou com uma entrevista às páginas amarelas de Veja, em que o pastor dizia que o Brasil não é homofóbico. Depois, o ataque em vídeo a Fernando Haddad pelo kit-gay e a tabelinha nas redes sociais com o "sensacional" Reinaldo Azevedo. Agora, no iPad do próprio candidato tucano, a prova definitiva: um recado da assessoria com a mensagem de que Malafaia não se incomodaria com o distanciamento de Serra, que finge não ter nada a ver com a baixaria


Acaba de ser desmascarada uma operação política rasteira, que revela os métodos de ação do tucano José Serra. Uma foto que mostra a tela do iPad do próprio candidato contém uma mensagem de sua assessoria, informando que o pastor Silas Malafaia não ficaria incomodado se Serra tentasse se desvincular do vídeo em que o evangélico ataca duramente Fernando Haddad pelo chamado kit-gay.

Logo depois da divulgação do vídeo, Haddad afirmou que Serra recorreria "às trevas" para vencer a eleição em São Paulo, enquanto o tucano afirmou que Malafaia apenas ofereceu seu apoio e ele aceitou. Do vídeo, que repercutiu mal até entre tucanos, Serra tentou se distanciar, mas a mensagem mostra o contrário. Serra e Malafaia fazem parte da mesma operação política.

Uma operação que começou a ser desenhada há vários meses. Em junho deste ano, Malafaia concedeu uma entrevista às páginas amarelas de Veja em que, com ar de bom moço, dizia: "O Brasil não é homofóbico". Nela, afirmava apenas ser contra os "ativistas gays", que tentam impor sua agenda à sociedade.

À época, a entrevista foi repercutida por Reinaldo Azevedo, ponta de lança da campanha serrista, assim como o vídeo desta semana. Ontem, no Twitter, Malafaia elogiou o "brilhante" Azevedo. Enquanto isso, Serra fingia não ter qualquer vínculo com a baixaria, por mais óbvia que fosse a conexão. Afinal, quando se juntam Veja, Malafaia e Reinaldo, a única certeza é: Serra estava presente."


Posted: 13 Oct 2012 12:51 PM PDT



Posted: 13 Oct 2012 12:48 PM PDT
Convergência Digital

"Durante o Futurecom 2012, evento realizado no Rio de Janeiro, o tema neutralidade de rede voltou à tona, mas o debate ainda patina na máxima de que as operadoras de rede estão diante de um eventual colapso provocado pelo aumento do tráfego, a partir do qual somente novas possibilidades de remuneração garantirão o futuro da Web. E, aqui, o tema passa também sobre a aprovação ou não do Marco civil da Internet.

Não houve colapso quando o tráfego crescia a taxas de 100%, ou mesmo 1000% ao ano. Mas ele seria premente agora, quando o ritmo baixou para 30%. "Até aqui a evolução vai bem", reconhece o diretor de assuntos regulatórios da Oi, André Borges, antes de emendar com um argumento mais próximo do efetivo "problema": "Mas o tráfego cresce mais do que as receitas".

A discussão de fundo passa por aí, ou seja, como garantir uma fatia maior do bolo pelas detentoras das redes. Por enquanto, prevalece a visão de que a saída é modificar o modelo de negócios, com cobranças extras dos provedores de conteúdo – notadamente empresas como Netflix. "Precisamos de flexibilidade para buscar novos modelos junto aos provedores de conteúdo para maior remuneração", diz Borges.

Nesse sentido, tal flexibilidade significa, nas palavras do diretor internacional da Telefônica, Carlos Blanco, "introduzir a possibilidade de preservar os diferentes níveis de qualidade de serviço", viabilizados pelo gerenciamento de rede. Daí o conflito com o conceito de neutralidade de rede, pelo qual qualquer pacote de dados merece isonomia de tratamento."
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Posted: 13 Oct 2012 12:41 PM PDT
"Nas eleições municipais, muitas personalidades do esporte não se elegeram. Denúncias de corrupção e administrações pouco eficientes estão entre os motivos

Pública

Nas eleições municipais do último domingo (7), o ex-ministro do Esporte, Orlando Silva, candidato a vereador em São Paulo pelo Pc do B (Partido Comunista do Brasil) recebeu 19.739 votos, cerca de 0,35% dos votos válidos. Não se elegeu para o cargo.

Silva pediu demissão em outubro do ano passado após ser envolvido em acusações de desvio de dinheiro público do programa Segundo Tempo, do Ministério sob seu comando, que repassava verbas a ONGs para disseminar a prática esportiva entre os jovens. Segundo as acusações, o ex-ministro escolhia as entidades que receberiam o dinheiro cobrando 20% das verbas que seriam repassadas a elas.

A Controladoria Geral da União determinou que R$ 50 milhões do Segundo Tempo voltassem aos cofres públicos, pois teriam sido desviados. O Supremo Tribunal Federal abriu um inquérito ainda no ano passado e o Ministério – hoje sob comando de Aldo Rebelo (também do PCdoB) – abriu uma sindicância interna para apurar os fatos.

Assim como ele, outras figuras do esporte também se candidataram a cargos públicos e saíram derrotados: foram envolvidos em denúncias de corrupção. polêmicas ou então traziam a marca de atuações em cargos públicos sem grandes realizações.

Um exemplo é o da atual presidente do Flamengo, Patricia Amorim, que tentava seu quarto mandato seguido como vereadora do Rio de Janeiro. Ela recebeu 11.687 votos e ficou na 19ª colocação no quadro de seu partido, o PMDB. Ocupando uma vaga na Câmara desde o ano 2000, ela perdeu quase metade dos votos em relação à eleição de 2008.

Presidente do clube desde 2009, a ex-nadadora (28 vezes campeã brasileira) foi denunciada no mês passado por uma reportagem  dos jornalistas Lúcio de Castro e Gabriela Moreira, da ESPN Brasil, por ter nomeado em seu gabinete de vereadora pelo menos 25 pessoas ligadas ao clube carioca ou à sua família. Entre os nomeados estaria o presidente do Conselho Fiscal, Leonardo Ribeiro, conhecido como "Capitão Léo". Ribeiro, ex-líder de torcida organizada, esteve empregado no gabinete entre 2003 e 2007, com salários entre R$ 4 mil e R$ 7 mil, segundo a matéria. Segundo o estatuto do clube, o Conselho Fiscal deveria ser "um órgão independente" para monitorar as ações da presidência."
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Posted: 13 Oct 2012 06:50 AM PDT

Tufão ficou deprimido ao descobrir que o Flamengo não tem chance de ser Campeão Brasileiro
The i-Píauí Herald

"DIVINO - Minutos após descobrir que Carminha o traía com Max, Tufão recebeu um envelope com fotos do julgamento do mensalão. "Nossa senhora do periquito loiro! O José Dirceu está sendo acusado de comandar um esquema de compra de votos!", exclamou, estupefato. "Eu votei nesse homem, confiava na sua trajetória política. Fui traído!", desesperou-se, estapeando membros da nova classe C.

Em uma torrente incontrolável de epifanias, Tufão descobriu que, na verdade, se chama Murilo Benício e que nunca jogou pelo Flamengo. Em seguida, estapeou João Emanuel Carneiro.

Até o final da novela, Tufão descobrirá que a Europa está em crise, que Roberta Close se chamava Luís Roberto Gambine Moreira e que Sarney continua no poder."


Posted: 13 Oct 2012 06:34 AM PDT
Ombudsman sugere mudanças ao jornalismo brasileiro
Redação, Comunique-se

"As teses em torno do "futuro" dos candidatos à prefeitura de São Paulo antes das eleições, e o resultado das pesquisas repercutidas pela imprensa, só provam que falta reportagem no trabalho dos jornalistas. A opinião é da ombudsman da Folha, Suzana Singer. Para ela, "as pesquisas ganharam tanta importância na cobertura eleitoral que "dispensaram" os jornalistas de correr a cidade, ouvir eleitores e tentar captar mudanças de humor".

Segundo a jornalista, quanto mais se afasta do centro da cidade, mais evidente fica a fragilidade da reportagem. "A Folha não entende e não conhece a periferia de São Paulo, que responde por 40% dos votos".

Ela comenta que, evidentemente, um exército de repórteres não conseguiria ouvir tantas pessoas quanto uma pesquisa, o que não permitiria uma conclusão estatisticamente relevante. Mas que "a frieza dos índices" também não é suficiente.

"A queda de Russomanno, por exemplo, pode estar ligada à sua proposta para a tarifa de ônibus (cobrar proporcionalmente ao trecho percorrido). Quando isso foi divulgado, a Folha deu pouco destaque, sem se dar conta de que esse é um tema sensível aos mais pobres", explicou."


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Francisco Almeida / (91)81003406

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