quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 16 Oct 2012 05:55 PM PDT
"Direção nacional do partido desautoriza seu candidato em São Paulo e reverte decisão de apoiar o tucano no segundo turno; candidato derrotado no primeiro turno, Paulinho da Força havia participado de evento do partido organizado há cinco dias para oficializar apoio a Serra



Brasil 247

O deputado federal Paulinho da Força (PDT) não está mais do lado de José Serra (PSDB) no segundo turno da eleição à Prefeitura de São Paulo. Bem, se estiver, é sem a anuência de seu partido. A direção nacional do PDT reverteu nesta terça-feira a decisão do diretório estadual da legenda em São Paulo e anunciou apoio à candidatura do petista Fernando Haddad.

Detentor de cargos no governo federal e no governo estadual de São Paulo, o partido informou que o apoio a Haddad se deve ao fato de o petista representar "bandeiras do trabalhismo". "A direção nacional do Partido Democrático Trabalhista (...) decidiu apoiar a candidatura do professor Fernando Haddad, por ele representar na cidade de São Paulo, os compromissos com as conquistas sociais e com a escola de horário integral, que são as principais bandeiras do trabalhismo", informa nota."
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Posted: 16 Oct 2012 05:39 PM PDT
"Pesquisa mostra Cartaxo (PT) com 58,5% e Lucena (PSDB) com 25%.




O candidato Luciano Cartaxo (PT) lidera a 1ª pesquisa sobre o segundo turno da eleição para prefeito de João Pessoa com 58,5% das intenções de voto, afirma o instituto Consult. Cícero Lucena (PSDB) tem 25,08%. Brancos e nulos são 5,92%. Indecisos, 10,5%.

A pesquisa Consult, divulgada hoje pelo jornal "Correio da Paraíba", foi feita em 11 e 12.out.2012 com 1.200 eleitores de João Pessoa. Está registrada no TRE-PB sob o protocolo 00141/2012 e tem margem de erro é de 2,8 pontos percentuais para mais ou para menos.

Cartaxo terminou o 1º turno na frente, com 38,3% dos votos válidos. Lucena teve 20,3% dos votos válidos. O 2º turno será em 28.out.2012.

Este Blog disponibiliza o maior acervo de pesquisas eleitorais da internet brasileira. Estão disponíveis estudos sobre as eleições desde o ano 2000."



Posted: 16 Oct 2012 05:30 PM PDT

Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania



"Segunda-feira, 15 de outubro de 2012. Recomeça o horário eleitoral para os candidatos que disputarão em segundo turno o cargo de prefeito em diversas cidades. Em uma delas, porém, o que está em jogo é muito mais do que possa haver em qualquer outra parte do país.

São Paulo, a maior metrópole da América do Sul e uma das maiores do mundo, padece do próprio gigantismo e de contrastes sociais geradores de criminalidade, de esgotamento dos serviços públicos e, acima de tudo, de iminente colapso da mobilidade urbana.

Nas próximas duas semanas, na capital paulista, será travado um combate que, se chegar a bom termo, interessa a todo o Brasil porque pode debilitar eleitoralmente, no futuro, um político que constitui ameaça ao país por conta do estado de suas faculdades mentais.

A campanha eleitoral de 2010 mostrou muita coisa sobre José Serra ao Brasil, mas a de 2012 está tratando de mostrar quem ele é ao reduto eleitoral que tem sido responsável por sua sobrevida política, apesar de, nacionalmente, já ter perdido maior importância.

O que vai despertando São Paulo para os fatos sobre Serra é a progressiva tomada de consciência da maioria do povo da cidade de que o desastre no qual está submersa decorre dos meios que deu a esse homem para piorar a sua vida ao votar em seu títere, Gilberto Kassab, o prefeito paulistano mais mal-avaliado desde Celso Pitta.

Se o atual alcaide paulistano atua mal, porém, não se pode atribuir culpa só a ele, até porque segue a linha herdada da administração relâmpago que Serra perpetrou contra a cidade antes de abandonar um mandato popular que prometera cumprir até o último dia.


A mentira compulsiva e descarada e a ausência de constrangimento ao ser flagrado mentindo é outro sintoma eloquente da sociopatia, assim como a deslealdade, a tendência a golpes baixos, a ojeriza a ser contrariado, a arrogância, o autoritarismo…"
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Posted: 16 Oct 2012 04:55 PM PDT
Apresentadora é acusada de 
violar direitos autorais



Redação, PortalIMPRENSA

"A apresentadora Xuxa Meneghel foi condenada pela juíza Flávia Almeida Viveiros, da 6ª Vara Cível da Barra, no Rio de Janeiro, por plágio. Ela terá de indenizar em R$ 50 mil o criador da "Turma do Cabralzinho", informou o UOL, nesta terça-feira (16/10).

De acordo com a sentença, a Xuxa Promoções e Produções Artísticas copiou os personagens do publicitário Leonardo Soltz, inspirados em figuras históricas, que contavam o descobrimento do Brasil.

Segundo Soltz, seus personagens foram apresentados à empresa de Xuxa que, na época, não se interessou pelo projeto. Ele alega que, pouco tempo depois, surgiu a "Turma da Xuxinha", com desenhos muito parecidos com aqueles que ele havia idealizado.

Maurício Lopes de Oliveira, advogado da apresentadora, diz que Xuxa vai protestar e que o recurso será amparado no fato de a juíza ter condenado contrariando a perícia, que não declarou violação de direitos autorais.

Ainda segundo Maurício, "a lei diz que a ideia não tem proteção de direito de autor. Se fosse assim a primeira pessoa que escreveu um romance contemplando um triângulo amoroso não permitiria que existissem outros romances sobre triângulos amorosos".


Posted: 16 Oct 2012 04:49 PM PDT




Posted: 16 Oct 2012 04:45 PM PDT
"O dado está no parecer que será apresentado pelo relator da CPI do Cachoeira, deputado Odair Cunha (PT-MG), e diz respeito à atuação do contraventor nos últimos 10 anos; os trabalhos da comissão foram prorrogados hoje, mas sem prazo definido


Brasil 247 / Agência Brasil

A organização criminosa chefiada pelo empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, movimentou nos últimos dez anos mais de R$ 84 bilhões. Os dados constam do parecer que será apresentado pelo relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira, deputado Odair Cunha (PT-MG).

De acordo com o petista, a movimentação corresponde a valores que foram recebidos e também usados para pagamentos por integrantes da organização entre os anos de 2002 e 2012. O valor pode ser ainda maior, tendo em vista que o montante corresponde à análise das quebras de sigilos bancários e fiscal feitas até o último dia 1º de outubro.

"Um lado positivo da prorrogação dos trabalhos é que poderemos aprofundar a análise dos dados que ainda estão chegando à comissão", disse Cunha à Agência Brasil. Ele disse que chegou ao valor de R$ 84 bilhões em movimentações do esquema, analisando 75 quebras de sigilos de pessoas físicas e jurídicas ligadas a Cachoeira.

Hoje (16), os líderes da CPMI decidiram que vão prorrogar os trabalhos da comissão. No entanto, deixaram para depois do segundo turno das eleições municipais a decisão do prazo para mais investigação. Inicialmente, o colegiado encerraria as atividades no próximo dia 4 de novembro."
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Posted: 16 Oct 2012 04:07 PM PDT
CartaCapital


"O candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, José Serra, se irritou na manhã desta terça-feira 16 em entrevista à rádio CBN após ser questionado sobre o apoio que recebe do pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus.

A pergunta que incomodou o candidato foi feita pelo jornalista Kennedy Alencar. Ele contextualizou a pergunta falando da semelhança entre um material feito pelo governo de São Paulo em 2009, quando Serra era governador, e o "kit gay" que seria distribuído pelo Ministério da Educação durante a gestão de Fernando Haddad (PT). O jornalista falou que Serra teria apoio da "direita intolerante, como o pastor Silas Malafaia, que diz que a homossexualidade é doença e não orientação". Ao final, Alencar perguntou: "é uma contradição por uma conveniência eleitoral ou o senhor se tornou um político conservador e mudou de ideia?"

Em seguida, Serra não respondeu a pergunta e repetiu diversas vezes: "você leu a cartilha do estado?". Depois, disse "de duas uma: se você viu está mentindo. Se você não leu, eu até aceito, porque o que está falando é mentira." Serra ainda insinuou que o jornalista votasse no outro candidato à prefeitura, Fernando Haddad (PT). "Mais modéstia, você está na CBN, não pode fazer campanha eleitoral aqui na CBN", disse o candidato. "Eu sei que você tem um candidato. Modere. Você que é um jornalista tem que ser mais comportado."


Posted: 16 Oct 2012 09:21 AM PDT
Breno Altman, Opera Mundi


"O dirigente do Grupo Estado, Júlio César Mesquita, não escondeu sua frustração. Diante da cadeira vazia na cerimônia de abertura da 68ª Assembleia da Sociedade Interamericana de Imprensa, comparou a atitude da atual presidente a de seus antecessores, Ernesto Geisel e Fernando Collor, nos dois convescotes da agremiação anteriormente por aqui realizados.

A comparação pode ser estapafúrdia, mas o rancor tem sua razão de ser. As famílias que controlam os meios de comunicação na região, sem aliados importantes além dos Estados Unidos, ambicionavam aval implícito de Dilma Rousseff para sua ofensiva contra políticas de democratização e regulação levadas a cabo por diversos governos progressistas.

Apesar de sua administração manter intactos os privilégios dos monopólios de imprensa, a presidente pode ter sido eloquente ao dar silencioso bolo no evento dos marajás da informação. Como não foram tornados públicos os motivos dessa decisão, é natural que provoquem especulações. Uma abordagem possível remete à trajetória da associação. A SIP, afinal, congrega a fatia mais ativa e influente das elites continentais, com expressiva folha de serviços prestados às ditaduras.

Fundada nos EUA em 1946, a entidade teve papel fundamental durante a Guerra Fria. Empenhou-se com afinco a etiquetar como "antidemocráticos" os governos latino-americanos que não se alinhavam com a Casa Branca. Constituiu-se em peça decisiva do clima psicológico que antecedeu levantes militares no continente entre os anos 60 e 80.


Entre seus membros mais proeminentes, por exemplo, está o diário chileno El Mercurio, comprometido até a medula com a derrubada do presidente constitucional Salvador Allende, em 1973, e a ditadura do general Augusto Pinochet. Outros grupos filiados são os argentinos La Nación e El Clarín, apoiadores de primeira hora do sanguinário golpe de 1976."
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Posted: 16 Oct 2012 09:06 AM PDT
Bob Fernandes, Terra Magazine


Posted: 16 Oct 2012 09:00 AM PDT
"Pressionado a apresentar propostas, candidato tucano despreza a própria iniciativa durante apresentação de documento em São Paulo


Tadeu Breda, Rede Brasil Atual

José Serra nem venceu as eleições e já cumpriu uma de suas promessas de campanha. Nos idos de setembro, ao ser pressionado sobre sua falta de plano de governo, o candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo disse que apresentaria o documento durante o 2° turno. Ontem (15), faltando treze dias para o duelo eleitoral com Fernando Haddad (PT), a cúpula do tucanato paulista abarrotou uma das salas do Cine Livraria Cultura, na Avenida Paulista, para o lançamento oficial do programa de José Serra. Em seu pronunciamento, porém, o candidato pouco falou de propostas: preferiu saudar colegas, atacar o rival petista e lembrar feitos passados. Depois, saiu apressado sem falar com a imprensa.

"Leonel Brizola dizia uma coisa que é verdadeira: programa compra-se pela internet. Monta-se uns grupos, o sujeito escreve, o candidato fica se informando sem saber direito do que está tratando... Programa é assim: em geral não tem muito conteúdo, não vale muito no Brasil", menosprezou José Serra, fazendo referência ao ex-governador do Rio de Janeiro, morto em 2004. "O PT ganhou prestígio no governo federal porque não cumpriu o programa que apresentou em 2002. Às vezes essa coisa de programa é tão exótica que quem não cumpre é aplaudido por isso: propunha tanta bobagem que quando chega e não faz bobagem, essa passa a ser uma virtude. São circunstâncias da vida."

De acordo com o tucano, um dos elementos mais importantes de um programa de governo são as prioridades. "Quando tudo é prioritário, nada é prioritário", ensinou. "Para governar é preciso escolher – e isto o PT tem horror de fazer, e nós temos gosto de fazer, porque isso significa viabilizar as coisas." No entanto, durante sua meia hora de discurso, José Serra não elencou uma só proposta prioritária. O candidato do PSDB fez apenas duas menções a projetos que pretende executar na capital caso seja eleito."
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Posted: 16 Oct 2012 07:28 AM PDT
"Agenda homofóbica na campanha para prefeito de São Paulo foi contestada pelo publicitário Luiz Gonzalez, que faz os programas de José Serra; cada vez mais, o jornalista Reinaldo Azevedo, que hoje postou novo vídeo de Silas Malafaia, se converte no marqueteiro informal de Serra, numa campanha marcada pela baixaria; presidente da ABGLT publicou carta aberta ao candidato, lamentando postura discriminatória; Serra pode perder a eleição e a própria biografia


Brasil 247

Até agora, tem sido desastrosa ideia de José Serra de colocar como tema central do segundo turno em São Paulo o tema do chamado "kit-gay". Ontem, reportagem da Folha de S. Paulo revelou que Serra, quando governador de São Paulo, divulgou cartilha semelhante à que foi preparada por Fernando Haddad, no Ministério da Educação.
Hoje, duas notas publicadas na coluna de Monica Bergamo revelam que a inclusão desse tema foi questionada tanto pelo coordenador da campanha, Edson Aparecido (PSDB-SP), como pelo marqueteiro do candidato, Luiz Gonzalez. Leia abaixo:

MALAFAIA FORA...
"A coordenação da campanha de José Serra (PSDB-SP) se dividiu em relação à adesão explícita do pastor Silas Malafaia à campanha do tucano. Antes mesmo da revelação de que o próprio Serra, quando governador, autorizara a distribuição, em SP, de material anti-homofobia, que Malafaia chama de "kit gay", líderes do partido defendiam que o tema ficasse fora da campanha oficial."

...DE CONTROLE
"Entre os contrários à entrada de Malafaia pela porta da frente na eleição estavam Edson Aparecido (PSDB-SP), coordenador da campanha de Serra, e Luiz González, marqueteiro do candidato."
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Posted: 16 Oct 2012 06:38 AM PDT
Felipe Bachtold, Folha de S. Paulo



"PT e PSB foram os principais vencedores das eleições para vereador pelo país. Os dois partidos foram os únicos grandes que conseguiram ampliar suas bancadas na soma de todos os Estados.

Prejudicados pela criação do PSD, que não existia em 2008 e agora elegeu 8% dos vereadores, outras grandes legendas tiveram redução expressiva no número de eleitos. O PMDB perdeu vagas, mas continua como o mais presente nas Câmaras Municipais.

O PT passou de quinto, em 2008, para terceiro --elegeu quase mil políticos a mais."
Matéria Completa, ::AQUI::


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Francisco Almeida / (91)81003406
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