sábado, 20 de outubro de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 19 Oct 2012 05:57 PM PDT


Gustavo Fruet, em campanha com a ministra
da Casa Civil, Gleise Hoffman, que constrói
candidatura ao governo do estado
"Apesar de seu partido ser da base de apoio ao governo Dilma e de pedir neutralidade de Lula, candidato do PSC aposta em preconceito contra o PT. Com apoio dos petistas, Fruet (PDT) lidera com folga


Frédi Vasconcelos, Rede Brasil Atual

As eleições em Curitiba vêm reservando surpresas a cada dia. Primeiro houve erro nas pesquisas, que apontavam o segundo turno entre o candidato Ratinho Júnior (PSC) e o atual prefeito, Luciano Ducci (PSB). Apuradas as urnas, passaram Ratinho Júnior e Gustavo Fruet (PDT). Ducci acabou derrotado por cerca de 5 mil votos, mesmo tendo nas mãos a máquina da prefeitura e o apoio do governador do estado, Beto Richa (PSDB).

As surpresas continuaram com o jogo de xadrez de apoios no segundo turno. O ex-governador Jaime Lerner (de ligação histórica com o DEM) declarou apoio a Fruet, coligado ao PT. O senador peemedebista Roberto Requião (da base de apoio do governo federal) optou por Ratinho Júnior. Para entender, só mesmo conhecendo a política paranaense e sabendo que os coronéis sempre vão para lados opostos, nem sempre de maneira coerente.

As coisas se complicam ainda mais porque, veladamente, os dois candidatos fazem apologia de recursos e programas do governo federal em suas campanhas. O apresentador de TV Carlos Massa, o Ratinho, pai do candidato, chegou a conversar com Lula pedindo a neutralidade do ex-presidente. Os ministros petistas Paulo Bernardo (Comunicações) e Gleisi Hoffman (Casa Civil) foram os principais avalistas do apoio do partido à chapa de Fruet desde o primeiro turno.

A ministra constrói sua candidatura ao governo do estado em 2014.
Contraditoriamente, nesta semana a coligação de Ratinho Júnior veiculou inserções na TV em que apelou para o antipetismo. Numa delas, o apresentador dizia que o PT tentou ganhar a prefeitura com o Vanhoni (deputado federal que concorreu duas vezes), depois com a atual ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman: "Também não deu certo. Agora o PT adotou uma tática diferente, veio junto com o Gustavo Fruet. Funciona assim, o Gustavo vai na frente e o PT vem assim 'escondidinho'. Será que dessa vez eles conseguem? Acho que não, o curitibano não vai deixar".
Foto: Facebook Gustavo Frue
Matéria Completa, ::AQUI::


Posted: 19 Oct 2012 05:42 PM PDT



Posted: 19 Oct 2012 05:36 PM PDT
Ricardo Kotscho, Balaio do Kotscho


"Como Heródoto Barbeiro antecipou no Jornal da Record News, quinta-feira à noite (18) , num belo furo de reportagem da sua equipe, o novo Datafolha confirmou o Ibope: com Haddad abrindo uma vantagem de 17 pontos sobre Serra (49% a 32%) , a fatura está praticamente liquidada a dez dias da eleição na maior cidade do País.

"A pesquisa foi encomendada pela Folha em parceria com a TV Globo", informa o jornal em sua edição desta sexta-feira, mas muito estranhamente o resultado não foi divulgado pela rede de televisão.

A se confirmarem nas urnas as previsões dos dois institutos de pesquisa, o que só um inédito tsunami eleitoral poderia evitar, a virada do petista Fernando Haddad sobre o tucano José Serra será acima de tudo uma vitória pessoal do ex-presidente Lula, que lançou e bancou sozinho a candidatura do seu ex-ministro da Educação dentro do PT."
Matéria Completa, ::AQUI::


Posted: 19 Oct 2012 04:05 PM PDT
"Ex-candidata do PPS, que não chegou a 3% dos votos no primeiro turno para prefeito de São Paulo, dá contribuição de "alto nível", na ironia do ator Paulo Cesar Pereiro, para o debate eleitoral; "Podia ter dito simplesmente 'sujo'", tentou consertar ela em seu blog; no primeiro momento, Soninha ofendeu o candidato do PT com um xingamento pesado (acima); à revista Status, a política que aderiu a José Serra abriu seu coração: "É. Eu gosto dele. Muito"



Ex-comentarista futebolística, Soninha Francini, candidata do PPS que obteve 2,65% dos votos válidos no primeiro turno da eleição para prefeito de São Paulo, mostrou hoje, em seu blog, que entrou para política mas ainda não saiu das arquibancadas. Num post bastante confuso, sobre questões de creches nos planos municipal e nacional, ela concluiu em seu blog, nesta sexta-feira 19, que o postulante do PT, Fernando Haddad, "é um filha da p...". Mais tarde, alertada da gafe, saiu-se também em sua página na internet com uma emenda do mesmo padrão do soneto:

Sem-fim
[Pra quem veio aqui procurando um palavrão xingando o Haddad: apaguei. Estava com muita raiva e escrevi como falo [falo muito palavrão]. Podia ter dito simplesmente "SUJO". No fim, substituí por "MUITO cinismo". Era lá que estava o "filha da p."]


O ator e ex-candidato a vereador Paulo Cesar Pereiro, por meio de seu twitter, observou, com fina ironia, o quanto Soninha, com suas manifestações, deu uma contribuição de "alto nível" para o debate.

Ex-subprefeita da Lapa na gestão de Gilberto Kassab, Soninha teve na eleição deste ano metade dos votos obtidos no pleito de 2008, quando também concorreu à Prefeitura. Em campanha, ele afirmou que vai tentar, sempre, se eleger prefeita. Nessa estratégia, aliou-se antes mesmo da eleição em primeiro turno ao candidato José Serra. Já na sexta-feira 5 de outubro, dois dias antes da eleição, a candidata fez disparos pela internet anunciando seu apoio ao candidato do PSDB.


Em seguida, foi a um encontro político dos tucanos para se mostrar de mãos dadas com o ex-governador. Agora, manifesta toda a sua oposição ao adversário Fernando Haddad, avançando pelo terreno que muitos definem como baixaria. A manifestação de Soninha pode ter duas explicações, à primeira vista. Uma delas é o péssimo desempenho de seu candidato nas pesquisas de opinião. Outra, complementar, é todo o apreço que sente por ele. "É. Eu gosto dele. Muito", disse ela à revista Status sobre o marido de dona Mônica Serra (aqui)."



Posted: 19 Oct 2012 10:10 AM PDT
Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania


"Quem esperava que do debate ontem na Band entre os candidatos a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad e José Serra, decorresse algum fato espetacular capaz de mudar os rumos da eleição, por certo não está atento ao processo político que se desenrola na cidade.

Em um embate de idéias em que o tempo entre perguntas e respostas é tão curto e no qual não há como aferir as afirmações de parte a parte, incluindo números que ninguém teria como checar na hora e que tampouco alguém checará depois, o que pesa é o que as palavras não dizem.

Haddad e Serra, pois, esgrimiram dados que se anularam, e os dois candidatos equivaleram-se em mise en scène, trocando ironias e frases de efeito em igualdade de condições, sobretudo de desempenho.

O que é, então, que o eleitor pôde extrair de um embate direto entre dois contendores que têm produzido discussões tão ácidas? A resposta é: impressões subjetivas. O que sejam, conclusões que se tiram da forma como cada contendor se insere no contexto da disputa.

Se eu tivesse que escolher uma frase para definir a postura de Serra não só no debate, mas na campanha inteira e em sua propaganda eleitoral, diria que quero viver na São Paulo que o tucano pinta.

Mais cedo, horas antes do debate, assisti aos programas eleitorais dos dois candidatos. Já ali, chamou-me a atenção o que, horas mais tarde, continuaria chamando.

Na propaganda de Serra, vejo, entre outras fantasias, um vagão de metrô vazio, com a usuária, representada por uma mulher negra e de aparência humilde naquele mesmo vagão vazio – igualzinho ao que o paulistano se acostumou a andar, sabe, leitor? – dizendo maravilhas sobre "trens com ar-condicionado"…


Poderia citar muito mais de irreal nas palavras e nas propagandas de Serra, mas basta essa imagem para que se possa avaliar o grande erro que o derrotou no debate em questão."
Artigo Completo, ::AQUI::


Posted: 19 Oct 2012 09:33 AM PDT
"Site falso, com a mesma identidade visual do que é usado pelo candidato Fernando Hadadd, fazia troça das promessas do candidato e vinha sendo divulgado pelo gabinete do senador tucano Aloysio Nunes Ferreira; página foi retirada do ar por determinação do Google, mas Aloysio ainda não prestou esclarecimentos nem demitiu seus assessores


Brasil 247

"Ex-guerrilheiro "Mateus" ou "Beto", o senador tucano Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) é uma das figuras do PSDB que cultiva boas relações com vários quadros petistas. Amigo de José Dirceu e membro da Comissão da Verdade, Aloysio Nunes teria todas as credenciais para promover uma distensão entre os dois partidos. No entanto, nesta campanha municipal, partiu do seu gabinete um dos ataques mais rasteiros ao candidato Fernando Haddad. Emails disparados por seus assessores encaminhavam internautas para um site falso do candidato petista, mas com a mesma identidade visual do verdadeiro, que faziam troça das promessas de Haddad – no site, o petista prometia construir "escolas de lata". Até agora, Aloysio Nunes não demitiu seus assessores nem se pronunciou a respeito da baixaria. Portanto, é co-responsável pelos ataques, que só foram interrompidos porque o Google determinou a imediata retirada da página do ar. Leia, abaixo, notícia a respeito: 

Membro de comitê de Serra divulga site falso de Haddad 

Do estadão.com.br

A Justiça Eleitoral determinou na quinta-feira (18) ao Google a retirada do ar de um blog apócrifo contra o candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, divulgado na rede por uma funcionária do setor de comunicação da campanha do candidato tucano, José Serra. Na tarde de quinta-feira (18), a página já havia sido apagada.

Denominado "Propostas Haddad 13″, o blog imitava a linguagem visual usada pela campanha petista, mas apresentava críticas ao candidato. "Haddad vai criar 50 novas Escolas de Lata", "Haddad vai aumentar o IPTU" e "Haddad vai voltar com a Taxa do Asfalto" eram alguns dos ataques, seguidos por textos explicativos."
Matéria Completa, ::AQUI::


Posted: 19 Oct 2012 08:32 AM PDT
Saul Leblon, Carta Maior


"A maior rede de televisão do país contrata uma pesquisa sobre a disputa eleitoral em São Paulo; omite o resultado esfericamente desfavorável a seu candidato no telejornal de maior audiência.

O relator de um julgamento polêmico contra o maior partido de esquerda da América Latina estabelece um calendário desfrutável e acopla os trabalhos ao processo eleitoral em curso; na véspera do primeiro turno oferece as cabeças de algumas das principais lideranças partidárias à boca de urna; agora, alega consulta médica --na Alemanha-- para acelerar o anúncio das penas, 48 horas antes do 2º turno.

O candidato do conservadorismo em baixa nas pesquisas age com deselegância contra jornalistas, dispara ofensas no ar e boicota desairosamente os que não seguem a pauta de sua conveniência.

Os editoriais e colunistas da indignação seletiva emudecem miseravelmente.

Reunida no país, a 68º assembleia geral da SIP, diretório interamericano da mídia conservadora, emite um balanço no qual denuncia ' o cerco à liberdade de imprensa' por parte de governos latino-americanos.

O alvo principal da SIP é a Lei dos Meios da Argentina, na qual a radiodiodifusão é definida como atividade a serviço do direito à informação e não um simples negócio, portanto, imiscível com a natureza do monopólio que aborta a pluralidade e o discernimento crítico daí decorrente.

A lei argentina coíbe expressamente qualquer forma de pressão ou punição a empresas ou instituições em função de sua opinião ou linha editorial, desde que pautadas pelo respeito ao estado de direito democrático e pela observação dos direitos humanos.

A lei argentina diz que o Estado tem o direito e o dever de exercer seu papel soberano que garanta a diversidade cultural e o pluralismo das comunicações."
Artigo Completo, ::AQUI::


Posted: 19 Oct 2012 06:52 AM PDT
"Os editorialistas se alimentam de um passado em que a classe média tradicional, compradora de suas publicações, formava opinião


Rudá Ricci, Brasil 247

O Datafolha confirmou o dado já divulgado pelo IBOPE: Serra cai desastrosamente. Regiões leste, sul e parte da norte dão o conforto ao candidato lulista. Serra encolhe ao destino regional dos tucanos.

Há várias observações a serem feitas sobre esta tendência:

1) Se ela se confirma, revela um desastre para PTB e PPS, que assumiram descaradamente a vinculação com o serrismo. Outros partidos se vincularam ao candidato tucano, mas sem alarde. Queda livre para Campos Machado e Roberto Freire;

2) Serra, se perder da maneira que se desenha, acaba politicamente. Perder duas vezes para desconhecidos (Dilma e Haddad) catapultados por Lula é uma humilhação que destrói qualquer reputação política;

3) Se assim for, Serra sai da política como um personagem menor, sem estofo, sem história, irritadiço, que na adversidade apela para o fundamentalismo religioso e para o que há de mais recôndito na alma brasileira;

4) A grande imprensa paulista revela seu divórcio com o grande público. Os editorialistas, como já afirmei neste espaço, se alimentam de um passado em que a classe média tradicional, compradora de suas publicações, formava opinião. Não forma mais. O apartheid cultural entre ela e os estratos de renda abaixo dela parece um fosso medieval. Os editores se recusam a compreender este fenômeno, como se estivessem se jogando ao populismo. Na verdade, revelam despreparo profissional ou acomodação à mesmice editorial. Em muitos casos, acomodação ao padrão de financiamento. O rabo preso com o eleitor padrão e seus financiadores fazem os editores brigarem com os fatos;
5) O mensalão não significou nada em termos eleitorais. Outro divórcio no país. Pauta moralista ou temas vinculados à corrupção não definem comportamento eleitoral ou político dos brasileiros. Uma desgraça que se instalou a partir da prática mais comezinha dos políticos tupiniquins. Como se o eleitor perguntasse: "querem que eu acredite que algo mudou de verdade?".





Posted: 19 Oct 2012 06:39 AM PDT
Folha de S. Paulo


"A dez dias do segundo turno das eleições municipais, o candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, abriu 17 pontos de vantagem em relação ao seu adversário, o tucano José Serra.

Pesquisa Datafolha finalizada ontem mostra Haddad com 49% das intenções de voto totais contra 32% de Serra. Brancos e nulos somam 10%. Outros 9% dizem que não sabem em quem votar.

Na conta dos votos válidos (sem brancos e nulos), Haddad tem 60%; Serra, 40%.

O levantamento mostra também que a rejeição ao nome de Serra disparou. Na última pesquisa feita pelo Datafolha antes do primeiro turno, nos dias 5 e 6 deste mês, 42% dos eleitores diziam que não votariam em Serra de jeito nenhum. Agora são 52%.

É a primeira vez que mais da metade do eleitorado rejeita o tucano. Desde 1992, só dois candidatos a prefeito de São Paulo chegaram ao final da disputa com um índice superior a este. Em 2008, Paulo Maluf (PP) era rejeitado por 59%. Em 2000, Fernando Collor (PRTB) alcançou 62%.

A pesquisa de ontem mostra que Haddad vence Serra entre os eleitores que votaram em Celso Russomanno (PRB) e Gabriel Chalita (PMDB) no primeiro turno."
Matéria Completa, ::AQUI::


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Francisco Almeida / (91)81003406
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