quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 10 Oct 2012 06:34 PM PDT



Posted: 10 Oct 2012 06:30 PM PDT
"Marcos percebeu que a campanha se travará em clima de baixaria e sujeira, que vai começar com a denuncia do mensalão. E o PT terá que reagir.


Paulo Henrique Amorim

O programa Entrevista Record Atualidade, que vai ao ar nesta quarta-feira, às 22h15, na RecordNews, logo após o programa do Heródoto Barbeiro, Marcos Pereira, presidente do PRB,  explica por que Celso Russomano e o partido decidiram não apoiar Cerra nem Haddad.

Pereira informou que esteve, desde a eleição de domingo, com a cúpula das candidaturas Cerra e Haddad.

E percebeu que a campanha do segundo turno se travará em clima de baixaria e sujeira.

Baixaria que vai começar com a denuncia do mensalão.

E o PT terá que reagir.

Nesse ambiente poluído, em que a cidade de São Paulo é quem perde, o PRB achou melhor ficar de fora.

Pereira diz que essa é uma forma de respeitar 1 milhão e 300 mil eleitores de Russomano no primeiro turno, que travou uma campanha sem baixaria."
Matéria Completa, ::AQUI::


Posted: 10 Oct 2012 06:22 PM PDT
"Acuado pela força das novas mídias, cercado por jornais gratuitos e magro em anúncios, o Jornal da Tarde não resiste e deve fechar as portas; ícone da imprensa brasileira, o jornal, revolucionário na forma e no conteúdo, mudou o panorama da mídia no final dos anos 1960



Um ícone da imprensa brasileira, jornal revolucionário na forma e no conteúdo, que mudou o panorama da mídia no final dos anos 1960 e início da década seguinte, está com os dias contados. O Jornal da Tarde, publicação da S.A. O Estado de S. Paulo, vai parar de circular em novembro. A informação já circula entre jornalistas.

A decisão estava sendo estudada há pelo menos dois anos dentro do "Estadão", mas sempre havia ponderações quanto à perda de imagem que isso iria significar. Agora, os prejuízos falaram mais alto. Acuado pela força das novas mídias, especialmente as eletrônicas, cercado por jornais gratuitos, distribuídos nas ruas, e magro em anúncios, o JT não resistiu.

Ainda não há definição sobre o destino dos cerca de 100 jornalistas que trabalham atualmente na publicação, que fez história na imprensa brasileira. Concebido e idealizado por Mino Carta, o JT espelhou o intenso movimento cultural e as mudanças de comportamento que marcaram a segunda metade da década de 1960.

A ousadia e irreverência do jornal causariam incômodo já em seu primeiro ano de vida, devido à manchete 23 de dezembro de 1966 ("Ditador quer calar a Imprensa"), que anteciparia o recrudescimento do regime militar. A censura, que de fato passou a vigorar no ano seguinte, levou o diretor Ruy Mesquita a substituir o material barrado por receitas que não funcionavam."


Posted: 10 Oct 2012 06:04 PM PDT
Marcelo Semer , Blog do Marcelo Semer / Terra Magazine


"O governador Geraldo Alckmin tem afirmado que nas ações policiais só morre quem reage. Seu secretário de segurança diz que há muita fantasia sobre as atividades do PCC.

Mas com base no volume de mortes de policiais e de outras tantas aparentes execuções no Estado, a imprensa tem retratado um verdadeiro clima de guerra entre a PM e a facção criminosa.

No meio do tiroteio vai ficar o próprio estado de direito.

Não podemos entender como normal que policiais a nosso serviço sejam assassinados por vingança, nem criar estruturas oficiais ou paralelas de execução por causa disso.

Atenuar a existência de uma quadrilha organizada não faz com que o crime diminua –o próprio PCC já foi dado como extinto outras vezes pelo mesmo governo, sem sucesso.

Mas a violência policial também não é forma legítima para reagir a qualquer espécie de crime –só contribui para aumentar ainda mais a escalada da violência.


Quando o país teve por política o uso frequente de torturas e execuções para proteger a "segurança nacional", nós nos vimos mergulhados em uma feroz ditadura por mais de vinte anos."
Artigo Completo, ::AQUI::


Posted: 10 Oct 2012 05:00 PM PDT
Folha de S. Paulo


"O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, aparece dez pontos à frente de José Serra (PSDB) na primeira pesquisa Datafolha realizada sobre a disputa no segundo turno na cidade.

Haddad aparece com 47% das intenções de voto, contra 37% de Serra. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O levantamento aponta ainda que 8% do eleitorado ainda não sabem em quem vai votar no dia 28, data em que voltarão às urnas para escolher o novo prefeito. Brancos, nulos e eleitores que afirmam que não votarão em nenhum também somam 8%.

Considerando apenas os votos válidos --quando são excluídos brancos, nulos e, no caso da pesquisa, também eleitores indecisos--, a vantagem é ainda maior: Haddad tem 56% e Serra aparece com 44%."
Pesquisa Completa, ::AQUI::


Posted: 10 Oct 2012 04:53 PM PDT
Emir Sader, Blog do Emir


"Imaginemos alguém que só lesse, escutasse ou visse a velha mídia. Que visão teria do Brasil e do mundo?

Em primeiro lugar, não poderia entender por que um governo – corrupto, incompetente, com a economia à deriva, nomeando ministros como troca-troca eleitoral, que cobra muitos impostos, que está atrasado na entrega de todos as obras, do PAC, do Mundial e das Olimpíadas, que tem politica exterior aventureira, etc., etc. – tem 75% de apoio do povo.

Não entenderia como um líder como o Lula – que tem 80% de referências negativas na mídia – consegue que 69,8% dos brasileiros queiram que ele volte a ser o presidente do Brasil em 2014.

Não poderiam entender como o PT – partido corrupto, protagonista do maior escândalo da historia do Brasil – sai fortalecido das eleições municipais, eleja mais prefeitos e mais vereadores e ameace tirar dos tucanos a prefeitura mais importante do Brasil, a de São Paulo – tão bem administrada pela competência dos tucanos.

Não saberiam por que a economia brasileira não naufraga, se leem todos os dias que tudo vai mal, que o governo faz tudo errado, que a economia não cresce. Por que o governo continua a estender as políticas sociais, sem os recursos que a economia deveria lhe dar."
Artigo Completo, ::AQUI::


Posted: 10 Oct 2012 04:45 PM PDT
"Numa carta emocionante, Miruna Genoino escreve ao pai, José Genoino, condenado pelo Supremo Tribunal Federal por corrupção ativa; ex-presidente do PT, ele pode ser preso em regime fechado e acaba de entregar o cargo de assessor especial do Ministério da Defesa; leia o depoimento de uma filha que fala sobre o período de incertezas que se abate sobre sua família



Abaixo, a carta de Miruna Genoino. Nenhuma palavra a mais. Nenhuma palavra a menos.

A coragem é o que dá sentido à liberdade!

Miruna Genoino

Com essa frase, meu pai, José Genoino Neto, cearense, brasileiro, casado, pai de três filhos, avô de dois netos, explicou-me como estava se sentindo em relação à condenação que hoje, dia 9 de outubro, foi confirmada.

Uma frase saída do livro que está lendo atualmente e que me levou por um caminho enorme de recordações e de perguntas que realmente não têm resposta.

Lembro-me que quando comecei a ser consciente daquilo que meus pais tinham feito e especialmente sofrido, ao enfrentar a ditadura militar, vinha-me uma pergunta à minha mente: será que se eu vivesse algo assim teria essa mesma coragem de colocar a luta política acima do conforto e do bem estar individual? Teria coragem de enfrentar dor e injustiça em nome da democracia?

Eu não tenho essa resposta, mas relembrar essas perguntas me fez pensar em muitas outras que talvez, em meio a toda essa balbúrdia, merecem ser consideradas...

Você seria perseverante o suficiente para andar todos os dias 14 km pelo sertão do Ceará para poder frequentar uma escola? Teria a coragem suficiente de escrever aos seus pais uma carta de despedida e partir para a selva amazônica buscando construir uma forma de resistência a um regime militar?

Conseguiria aguentar torturas frequentes e constantes, como pau de arara, queimaduras, choques e afogamentos sem perder a cabeça e partir para a delação? Encontraria forças para presenciar sua futura companheira de vida e de amor ser torturada na sua frente? E seria perseverante o suficiente ao esperar 5 anos dentro de uma prisão até que o regime político de seu país lhe desse a liberdade?

E sigo...

Você seria corajoso o suficiente para enfrentar eleições nacionais sem nenhuma condição financeira? E não se envergonharia de sacrificar as escassas economias familiares para poder adquirir um terno e assim ser possível exercer seu mandato de deputado federal? E teria coragem de ao longo de 20 anos na câmara dos deputados defender os homossexuais, o aborto e os menos favorecidos? E quando todos estivessem desejando estar ao seu lado, e sua posição fosse de destaque, teria a decência e a honra de nunca aceitar nada que não fosse o respeito e o diálogo aberto?

Meu pai teve coragem de fazer tudo isso e muito mais. São mais de 40 anos dedicados à luta política. Nunca, jamais para benefício pessoal. Hoje e sempre, empenhado em defender aquilo que acredita e que eu ouvi de sua boca pela primeira vez aos 8 anos de idade quando reclamava de sua ausência: a única coisa que quero, Mimi, é melhorar a vida das pessoas...

Este seu desejo, que tanto me fez e me faz sentir um enorme orgulho de ser filha de quem sou, não foi o suficiente para que meu pai pudesse ter sua trajetória defendida. Não foi o suficiente para que ganhasse o respeito dos meios de comunicação de nosso Brasil, meios esses que deveriam ser olhados através de outras tantas perguntas...

Você teria coragem de assumir como profissão a manipulação de informações e a especulação? Se sentiria feliz, praticamente em êxtase, em poder noticiar a tragédia de um político honrado? Acharia uma excelente ideia congregar 200 pessoas na porta de uma casa familiar em nome de causar um pânico na televisão? Teria coragem de mandar um fotógrafo às portas de um hospital no dia de um político realizar um procedimento cardíaco? Dedicaria suas energias a colocar-se em dia de eleição a falar, com a boca colada na orelha de uma pessoa, sobre o medo a uma prisão que essa mesma pessoa já vivenciou nos piores anos do Brasil?

Pois os meios de comunicação desse nosso país sim tiveram coragem de fazer isso tudo e muito mais.

Hoje, nesse dia tão triste, pode parecer que ganharam, que seus objetivos foram alcançados. Mas ao encontrar-me com meu pai e sua disposição para lutar e se defender, vejo que apenas deram forças para que esse genuíno homem possa continuar sua história de garra, HONESTIDADE e defesa daquilo que sempre acreditou.

Nossa família entra agora em um período de incertezas. Não sabemos o que virá e para que seja possível aguentar o que vem pela frente pedimos encarecidamente o seu apoio. Seja divulgando esse e/ou outros textos que existem em apoio ao meu pai, seja ajudando no cuidado a duas crianças de 4 e 5 anos que idolatram o avô e que talvez tenham que ficar sem sua presença, seja simplesmente mandando uma palavra de carinho. Nesse momento qualquer atitude, qualquer pequeno gesto nos ajuda, nos fortalece e nos alimenta para ajudar meu pai.

Ele lutará até o fim pela defesa de sua inocência. Não ficará de braços cruzados aceitando aquilo que a mídia e alguns setores da política brasileira querem que todos acreditem e, marca de sua trajetória, está muito bem e muito firme neste propósito, o de defesa de sua INOCÊNCIA e de sua HONESTIDADE. Vocês que aqui nos leem sabem de nossa vida, de nossos princípios e de nossos valores. E sabem que, agora, em um dos momentos mais difíceis de nossa vida, reconhecemos aqui humildemente a ajuda que precisamos de todos, para que possamos seguir em frente.

Com toda minha gratidão, amor e carinho,

Miruna Genoino"



Posted: 10 Oct 2012 10:08 AM PDT



Posted: 10 Oct 2012 10:05 AM PDT
"Reportagem da Folha sobre os erros dos institutos de pesquisa nas eleições de 2012 não chega a ser propriamente uma autocrítica e lembra uma famosa camiseta popularizada pelo cantor Lobão; institutos como Datafolha, de Otávio Frias, Ibope, de Carlos Augusto Montenegro, e Vox Populi, de Marcos Coimbra, erraram feio em cidades como São Paulo e Curitiba



Se dependesse do Ibope, do Datafolha e do Vox Populi, o atual prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, do PSB, com apoio do PSDB, estaria no segundo turno na capital paranaense. Como se sabe, ele perdeu para Gustavo Fruet, do PDT, com apoio do PT, que sempre foi mantido fora da disputa a uma distância superior à das margens de erro.

Se dependesse do Datafolha, instituto ligado ao grupo Folha, Fernando Haddad, do PT, também teria ficado de fora, mas os resultados oficiais lhe deram 5 pontos a mais de que indicavam as pesquisas, enquanto Celso Russomano, do PRB, teve cinco pontos a menos.

Para fazer face às críticas, a Folha publicou nesta quarta-feira uma reportagem de página inteira intitulada "Institutos de pesquisa são alvos de críticas após resultado das urnas", o que não chega a ser propriamente uma autocrítica. Segundo Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha, sequer há o que se justificar. "Não houve erro. Fomos o primeiro instituto a mostrar a queda de Russomano e a subida de Serra e Haddad. O instituto não tem como dizer na véspera o que não ocorreu". Segundo Paulino, o trabalho de um instituto se assemelha mais ao de um fotógrafo do que ao de um meteorologista.

Distorções e eventuais manipulações de pesquisas eleitorais serão investigadas pela Polícia Federal, num inquérito aberto a pedido do Movimento dos Sem-Mídia, que conta com o apoio do Blog da Cidadania, de Eduardo Guimarães."


Posted: 10 Oct 2012 08:48 AM PDT
"No dia 13 de maio de 1997, o deputado Ronivon Santiago confessou ter vendido seu voto para a releeição de FHC por R$ 200 mil; oito anos depois, Roberto Jefferson afirmou que parlamentares vendiam votos ao PT por R$ 30 mil/mês, algo que jamais foi provado, e o resultado é o que se viu ontem no STF; todos são iguais perante a lei?


Brasil 247

Maio de 1997. Fernando Henrique Cardoso, no terceiro ano do seu primeiro mandato, aprova a emenda da reeleição, esticando o poder presidencial no Brasil de quatro para oito anos – o antecedente histórico, no Congresso, havia sido a compra dos cinco anos para José Sarney, onde congressistas foram presenteados com farta distribuição de concessões de rádio.

Na Folha de S. Paulo, um parlamentar, o deputado Ronivon Santiago (PFL-AC) confessa ter recebido R$ 200 mil para votar a favor da reeleição – uma reforma constitucional articulada por Sergio Motta, que era o braço direito e operador principal de FHC. Autor da reportagem, Fernando Rodrigues vence o Prêmio Esso de Jornalismo.

Maio de 2005. Acossado por uma série de denúncias, Roberto Jefferson concede uma entrevista à jornalista Renata Lo Prete e diz que deputados vendiam seus votos ao PT em troca de uma mesada de R$ 30 mil/mês, o "mensalão". Anos depois, o delator admite que a palava mensalão era apenas uma figura retórica e jamais foram encontrados saques ou depósitos nos valores denunciados por Jefferson. Os recursos sacados eram correspondentes aos valores dos acordos eleitorais feitos pelo PT e dirigentes de vários partidos – entre os quais, o próprio PTB, de Roberto Jefferson – para pagar campanhas passadas e organizar campanhas futuras."
Matéria Completa, ::AQUI::


Posted: 10 Oct 2012 08:36 AM PDT




"O pastor evangélico da Assembleia de Deus Vitória em Cristo Silas Malafaia, conhecido por suas declarações polêmicas, quer "arrebentar" com Fernando Haddad, candidato do PT à prefeitura de São Paulo. Malafaia apoia o adversário do PSDB, José Serra. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

"O Haddad já está marcado pelos evangélicos como o candidato do 'kit gay'. Não vamos dar moleza para ele. Haddad pode até ganhar, mas não com os votos dos evangélicos", atacou Malafaia. O líder evangélico se reuniu na última terça-feira com Serra em São Paulo, que teria agradecido-o por ataques feitos ao petista durante o primeiro turno - Malafaia fez um vídeo pedindo votos ao tucano e ligando Haddad ao que chamou de "kit-gay", uma medida de educação anti-homofobia que não chegou a ser implantada no sistema educacional quando Haddad era ministro da Educação."


Posted: 10 Oct 2012 08:27 AM PDT
Marcos Coimbra, Luis Nassif Online


"Enquanto os ânimos serenam e as interpretações começam a ser elaboradas, podemos já avaliar os números iniciais da eleição municipal. Com a extraordinária rapidez que nossa Justiça Eleitoral adquiriu nos últimos anos, estavam disponíveis logo após a votação.

Os analistas têm o hábito de considerar que as eleições locais são uma ante-sala das presidenciais. Em função desse cacoete, olham os resultados como se fossem o primeiro round da disputa pelo Palácio do Planalto em 2014.

Trata-se de um equívoco, como mostram as evidências. Desde a redemocratização, não houve sequer uma eleição presidencial que tivesse sido "antecipada" pelo ocorrido na disputa pelas prefeituras.

O que acontece nela pode ter efeito na sucessão dos governos de alguns estados, especialmente os menores e aqueles onde a capital tem grande proeminência na estrutura urbana. Nesses casos, a eleição dos prefeitos costuma fornecer um bom indício do que vai acontecer dois anos depois e estabelece de imediato o vencedor na capital como concorrente de peso.

Na verdade, para a política nacional, as eleições municipais são relevantes muito mais por suas consequências na composição do Congresso, especialmente da Câmara. Na vida política dos estados, por seu impacto nas Assembléias.

Ganha-se ou perde-se a Presidência (e os governos estaduais) sem que elas sejam tão relevantes. Governa-se, porém, com maior ou menor facilidade de acordo com o que nelas ocorre."
Artigo Completo, ::AQUI::


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Francisco Almeida / (91)81003406
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