quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 08 Aug 2012 05:22 PM PDT


Marcelo Semer, Terra Magazine / Blog do Marcelo Semer

nimos a flor da pele no jornalismo.

O Brasil assistiu na noite de segunda-feira a uma rara e contundente autocrítica no campo da grande mídia, quase sempre imersa em seu próprio corporativismo.

No programa Roda Viva, da TV Cultura, o jornalista Jânio de Freitas detonou a cobertura do mensalão pela imprensa.

Pela pressão imensa que exerceram às vésperas do julgamento, em prol da condenação, disse ele, os jornais perderam a autoridade moral para fazer uma avaliação justa.

Jânio de Freitas tem oitenta anos de idade e há trinta escreve uma das mais prestigiosas colunas do jornalismo político, na Folha de S. Paulo. O recado que deu foi dirigido a todos os grandes jornais, inclusive ao seu.


Do alto de uma experiência de quase seis décadas de profissão, Jânio criticou no programa a qualidade da produção dos jornais, a falta de leitura crítica dos colegas e a mesmice das edições que faz com que as publicações se confundam nas bancas.

Mas foi para as notícias sobre o julgamento, que deixou a observação mais severa: "Não é que o jornal não possa ter uma opinião política sobre determinado assunto –explicou o decano do jornalismo. Como empresa privada, tem pleno direito a escolher a linha que quiser, mas jamais suportando o discurso da neutralidade e da imparcialidade". É inadmissível essa conduta enviesada –completou."
Artigo Completo, ::AQUI::


Posted: 08 Aug 2012 04:46 PM PDT


Agência Brasil

"O presidente mundial da Toyota, Akio Toyoda, anunciou hoje (8) a construção de uma fábrica de motores no Brasil, em Porto Feliz (SP), com previsão de R$ 1 bilhão em investimentos e criação de 600 empregos. Ele reuniu-se com a presidenta Dilma Rousseff no Palácio do Planalto. Toyoda está no Brasil para inauguração da nova fábrica da montadora, amanhã (9), em Sorocaba (SP).

Com a fabricação de motores no Brasil, a partir de 2015, os modelos Corolla e Etios, compacto que será lançado em setembro, terão índice de nacionalização de 85%, de acordo com o governo. "Com quase todos os componentes fabricados aqui, podemos dizer que o Etios será um carro brasileiro feito para brasileiros. O aumento do índice de nacionalização é um sinal de gratidão e cooperação a mais com a sociedade brasileira", disse.

O Etios começa a ser produzido amanhã e deve ser lançado no mercado brasileiro na segunda quinzena de setembro ainda com motor importado do Japão. O preço ainda não está definido. A fábrica de Sorocaba, a terceira da Toyota no Brasil, custou cerca de US$ 600 milhões e vai gerar 1,7 mil empregos diretos.

De acordo com Hisayuki Inoue, diretor da divisão América Latina, África e Oriente Médio do grupo japonês, a expectativa é produzir 70 mil veículos por ano na unidade que está sendo inaugurada.

A ampliação das atividades da Toyota no Brasil "visa a aumentar a produção local, já que o mercado brasileiro dá sinais de crescimento consistente", de acordo com comunicado da companhia."
Foto: Abr


Posted: 08 Aug 2012 04:39 PM PDT
O deputado João Paulo Cunha


CartaCapital

'O advogado Alberto Zacharias Toron, defensor do ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha, classificou como "fantasmagórica" a acusação de lavagem de dinheiro feita pela Procuradoria Geral da República contra o deputado petista.

O hoje candidato a prefeito de Osasco é acusado de receber indevidamente 50 mil reais para beneficiar o publicitário Marcos Valério, suposto operador do chamado "mensalão", com contratos com a Câmara dos Deputados. De acordo com a acusação, a SMP&B, foi contratada, subcontratou outra empresa, e não realizou os serviços – o que configuraria peculato (quando um funcionário público se apropria de valor ou bem público em proveito próprio).

A ligação com o esquema se deu, segundo a acusação, pelo fato de a mulher do deputado ter sacado em uma agência de Brasília a quantia supostamente acertada no esquema.

Toron afirmou aos ministros do Supremo Tribunal Federal nesta quarta-feira 8 que a Procuradoria se contradiz ao acusar o deputado – nas palavras dele, uma figura "lateral" do suposto esquema – de lavagem de dinheiro porque, segundo a própria denúncia, o dinheiro do "mensalão" era lavado antes que chegassem aos beneficiados. Segundo o defensor, não é possível lavar dinheiro "já lavado".

"A lavagem de dinheiro por João Paulo Cunha é fantasmagórica. Não há, em hipótese alguma, o crime de lavagem de dinheiro", disse.

Para o advogado, seria de se estranhar que a esposa do deputado assinasse recibos se o dinheiro tivesse origem ilícita.

"A denúncia diz que o PT disponibilizou esse dinheiro. O que justificaria esses 50 mil reais? Há uma imputação alicerçada na ideia, não provada, de que ele (Cunha) praticou ato de ofício para favorecer a empresa (a SMP&B). E que recebeu dinheiro, que recebeu e gastou em pesquisas eleitorais. Mas temos contra-indícios que permitem conclusões díspares".
Foto: Agência Brasil
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Posted: 08 Aug 2012 12:53 PM PDT



Posted: 08 Aug 2012 12:43 PM PDT


'Marcio Thomaz Bastos fala diante dos juízes e pede cuidado: "é um julgamento de bala de prata, de uma vez só"; seu cliente, José Roberto Salgado, é vice do Rural; mensalão, segundo ele, foi invenção; "empréstimos do PT foram pagos e os das empresas DNA e SMPB também seriam se empresas não fossem destruídas"; Roberto Gurgel, diz ele, agiu terroristicamente ao acusar golpe de R$ 1 bilhão

Brasil 247

Ex-ministro da Justiça do governo Lula, Marcio Thomaz Bastos começou a falar no julgamento da Ação Penal 470. Ele defende José Roberto Salgado, ex-diretor do Banco Rural. Mais do que defender um réu apenas, ele orientou as defesas de vários criminalistas, que atendem os demais acusados.

Pediu aos juízes que tenham duplo cuidado, por se tratar de um julgamento sem direito a recurso, em que serão julgadas as trajetórias e o histórico de vida de vários indivíduos. "É um julgamento de bala de prata", disse ele. "E vamos demonstrar a absoluta inocência de José Roberto Salgado".

Thomaz Bastos afirmou que condenar Salgado só será possível se for revogada a lei da gravidade. "As condutas atribuídas a ele são anteriores à chegada dele ao cargo". Ele lembrou ainda que Salgado foi denunciado em função do depoimento de uma única testemunha, chamada Carlos Godinho, ex-funcionário do banco. "Intrigas, fofocas", disse o advogado.

O ex-ministro da Justiça lembrou ainda que, em nenhum momento, na sexta-feira passada, o procurador-geral Roberto Gurgel citou o nome de Salgado. "Os empréstimos foram dados em 2003 e só em abril de 2004 ele assumiu a vice-presidência do banco", disse ele. "Condená-lo seria revogar o conceito de tempo".

Depois de falar sobre seu cliente, Thomaz Bastos começou a tangenciar a história do mensalão. Ele falou que as empresas DNA, SMPB e Graffiti, de Marcos Valério, eram extremamente conceituadas em Belo Horizonte. "Dizer que empréstimos não seriam pagos é uma construção mental", disse ele. "Desde 1998, todos os empréstimos dessas empresas foram religiosamente pagos em dia; esses últimos só não foram quitados porque houve o escândalo que destruiu as empresas".

Assim como José Carlos Dias, que defende Kátia Rabello, presidente do banco, ele atribuiu a decisão dos empréstimos ao ex-presidente da instituição, José Augusto Dumont, já falecido.

Em seguida, partiu para o ataque. Atacou o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que insinuou um golpe de R$ 1 bilhão, valor que o Rural ganharia se a liquidação do Mercantil de Pernambuco, onde o Rural tem 20%, fosse levantada. "Empréstimo ao PT foi em 2003 e fim da liquidação aconteceu agora em março de 2012", disse ele. Bastos disse que Gurgel agiu "com todo o respeito" terroristicamente. "Dar R$ 20 milhões em empréstimos e receber R$ 1 bilhão seria um grande negócio; mas só na loteria esportiva". Segundo ele, nove anos depois dos empréstimos, o Rural recebeu R$ 96 milhões com o fim da liquidação do Mercantil de Pernambuco."


Posted: 08 Aug 2012 12:23 PM PDT


"PEC que exige formação universitária específica para jornalistas foi aprovada em plenário por 60 votos a 4 e agora segue para a Câmara

Rede Brasil Atual / Agência Senado

O Plenário do Senado aprovou ontem (7) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 33/2009, conhecida como PEC dos Jornalistas. A proposta, aprovada em segundo turno por 60 votos a 4, torna obrigatório o diploma de curso superior de Comunicação Social, habilitação Jornalismo, para o exercício da profissão. A matéria agora segue para a Câmara dos Deputados.

Apresentada pelo senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), a PEC dos Jornalistas acrescenta novo artigo à Constituição, o 220-A, estabelecendo que o exercício da profissão de jornalista é "privativo do portador de diploma de curso superior de Comunicação Social, com habilitação em jornalismo, expedido por curso reconhecido pelo Ministério da Educação".

Pelo texto, é mantida a tradicional figura do colaborador, sem vínculo empregatício, e são validados os registros obtidos por profissionais sem diploma, no período anterior à mudança na Constituição prevista pela PEC.

A proposta tenta neutralizar decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de junho de 2009, que revogou a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. De 1º julho de 2010 a 29 de junho de 2011, foram concedidos 11.877 registros, sendo 7.113 entregues mediante a apresentação do diploma e 4.764 com base na decisão do STF."
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Posted: 08 Aug 2012 12:17 PM PDT


Kelly Oliveira, Agência Brasil

"A inadimplência do consumidor brasileiro apresentou queda de 5,68% em julho, na comparação com o mesmo período de 2011, segundo o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). É a segunda maior redução no período de um ano, perdendo apenas para o resultado de março (-11,95%). Em relação a junho deste ano, houve queda de 4,4%. 

Os dados divulgados hoje (8) também mostram queda de 0,28% nas vendas dos lojistas em relação a julho de 2011 e alta de 1,86% ante junho deste ano. Já os cancelamentos de registros no SPC apresentaram alta de 0,09% sobre o resultado de julho do ano passado e de 4,53% na comparação com junho de 2012."



Posted: 08 Aug 2012 09:54 AM PDT


Ricardo Kotscho, Balaio do Kotscho

"O fato novo mais importante da morna campanha eleitoral até aqui foi dado pelos médicos de Lula: após uma nova bateria de exames, o ex-presidente foi liberado para "subir em palanque e ficar falando por 24 horas", como garantiu o cardiologista Roberto Kalil Filho.

Um ano e meio depois de passar a faixa presidencial para Dilma, Lula continua sendo o maior eleitor do País e a sua participação efetiva é a grande esperança de várias campanhas do PT para reverter o resultado desfavorável das pesquisas que, por enquanto, mostram o partido na frente em apenas uma capital importante (Recife, com Humberto Costa).

O maior desafio para Lula é o de mudar o jogo em São Paulo, onde Fernando Haddad ainda não conseguiu passar de um dígito nas pesquisas (7% no último Datafolha), bem abaixo dos índices  registrados por candidatos petistas em outras eleições, a esta altura da campanha, faltando exatos 60 dias para a abertura das urnas.
As mesmas pesquisas, no entanto, mostram também que 40% dos eleitores paulistanos votariam com certeza num nome apoiado por Lula.

A questão é saber se vai dar tempo de associar um nome a outro e promover uma formidável transferência de votos para levar Haddad ao segundo turno.

Ao contrário das eleições anteriores em São Paulo, não houve até o momento a tradicional polarização entre PSDB e PT. Surgiu e cresceu na disputa um fator novo, o candidato Celso Russomanno, do PRB, que está tecnicamente empatado com o tucano José Serra nas pesquisas, tanto do Datafolha como do Ibope."
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Posted: 08 Aug 2012 09:14 AM PDT


"Se de fato o "mensalão" existiu, as provas de sua existência e da responsabilidade de seus autores não foram apontadas de forma clara nas sustentações orais até agora

Túlio Vianna, Revista Fórum

As três primeiras sessões de julgamento da Ação Penal 470 indicam que a TV Justiça terá seus picos de audiência garantidos por várias semanas ainda. Questões que poderiam ser resolvidas com votos bem objetivos são tratadas em votos prolixos, recheados com citações para demonstrar erudição perante o público não iniciado.

O primeiro dia do julgamento foi dedicado a debater se os acusados que não têm foro privilegiado deveriam ou não ser julgados pelo STF. A questão que, ao tempo do recebimento da denúncia, era efetivamente relevante e complexa, já havia sido decidida pelo STF em 2007 e, portanto, nem precisaria ter sido analisada novamente. O raciocínio é muito simples: se o STF foi competente para receber a denúncia, inevitavelmente tem que ser competente também para julgá-la. Caso não fossem competentes para julgar, teriam que admitir que o recebimento da denúncia foi nulo, porque realizado por tribunal incompetente o que implicaria na necessidade de refazer todos os atos processuais do intrincado processo. Surpreendentemente, porém, os ministros Lewandowski e Marco Aurélio sustentavam a tese de que o STF tinha sido competente para receber a denúncia, mas seria incompetente para julgar, o que acarretaria em um contrasenso jurídico gritante, que felizmente foi rejeitado pela maioria dos ministros.

No segundo dia, o Procurador-Geral da República Roberto Gurgel leu sua longa sustentação oral na qual usou e abusou de expressões vagas, tais como "provas robustas", sem precisar exatamente quais seriam elas, mas não apresentou nenhuma prova decisiva que poderia colocar em xeque a defesa. Em um processo complexo como este é esperado ao menos alguma prova material, seja através da quebra de sigilo bancário ou de interceptação telefônica, mas a acusação se baseou essencialmente em depoimentos testemunhais. Se é certo que é possível condenar com base exclusivamente nas palavras das testemunhas, é certo também que é preciso que as testemunhas sejam objetivas na descrição do crime praticado e, principalmente, demonstrem segurança de que o acusado foi o autor. Depoimentos do tipo "ouvi dizer que foi ele" ou "provavelmente foi ele, pois ele sabia de tudo" não provam absolutamente nada, pois não se pode condenar alguém com base em especulações. Resta saber se estas provas testemunhais seguras existem nos autos e não foram mencionadas na sustentação oral ou se, de fato, tudo o que a acusação tem de prova são "achismos" de testemunhas."
Artigo Completo, ::AQUI::


Posted: 08 Aug 2012 07:51 AM PDT


'Jornalista Leandro Fortes, autor da reportagem que expôs o nome do ministro do Supremo Tribunal Federal na lista do valerioduto mineiro, registra que o advogado Dino Miraglia Filho (centro) foi ao STF na quinta-feira passada para entregar ao ministro Joaquim Barbosa o original do documento


"O original da lista do valerioduto mineiro (ou tucano, se preferir) chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). Quem registra a chegada é o repórter Leandro Fortes, da revista Carta Capital. Em um texto intitulado O argumento da fraude caiu, o jornalista conta que o advogado Dino Miraglia Filho foi ao STF na quinta-feira passada (dia 2) para entregar o documento ao ministro Joaquim Barbosa. "Miraglia havia embarcado de Belo Horizonte no dia anterior para entregar ao ministro Joaquim Barbosa o original da lista do valerioduto mineiro, ou melhor, tucano, um documento de 27 páginas com o registro contábil, registrado em cartório, de 104,3 milhões de reais movimentados por meio de caixa 2", escreveu Leandro Fortes. Essa seria a quantia, segundo o documento, gasta na fracassada campanha à reeleição do ex-governador e atual deputado Eduardo Azeredo, do PSDB, em 1998.

O repórter, autor da matéria que apontou o ministro Gilmar Mendes como beneficiário de R$ 185 mil, também reforçou a autenticidade do documento. "Logo após a divulgação da lista, Marcos Valério, por meio de seu advogado, apressou-se em afirmar a falsidade do documento. No mesmo caminho seguiram Azeredo e Mendes, que teria recebido 185 mil reais. A negativa do publicitário era mais do que esperada. Réu do processo do mensalão, ele não pode assumir a responsabilidade pela administração de outro esquema criminoso. O caso de Minas Gerais também está no STF, mas somente para os envolvidos com direito a foro privilegiado, Azeredo e o senador Clésio Andrade (PMDB-MG)", argumenta, acrescentando que a lista não foi publicada junto com a reportagem por um erro de edição. 


A reportagem e sua repercussão na internet levaram Mendes a pedir à Polícia Federal que abrisse investigação contra a Wikipédia, enciclopédia virtual, feita de forma colaborativa, que mantém um verbete a seu respeito e, nele, menciona a matéria."
Foto: Edição/247


Posted: 08 Aug 2012 07:22 AM PDT
Senadores discutem o projeto
das cotas na noite de terça-feira


Carta Capital

"O Senado aprovou, na noite de terça-feira (7), projeto que regulamenta o sistema de cotas raciais e sociais nas universidades públicas federais em todo o país. Pelo texto, relatado pela senadora Ana Rita (PT-ES), metade das vagas nas universidades deve ser separada para cotas.

A reserva será dividida meio a meio. Metade das cotas, ou 25% do total de vagas, será destinada aos estudantes negros, pardos ou indígenas de acordo com a proporção dessas populações em cada Estado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A outra metade das cotas será destinada aos estudantes que tenham feito todo o segundo grau em escolas públicas e cujas famílias tenham renda per capita até um salário mínimo e meio. 

Para os defensores da proposta, esse modelo que combina cotas raciais e sociais é o mais amplo e uniformiza as políticas de reserva de vagas que existem nas diversas universidades federais.

O projeto de regulamentação da política de cotas foi aprovado depois que o Supremo Tribunal Federal declarou ser constitucional esse tipo de ação afirmativa nas universidades. A aprovação da matéria foi em votação simbólica, pela maioria dos senadores presentes. O projeto já passou pela Câmara e segue agora para sanção da presidente Dilma Rousseff.

Aprovação causa polêmica

Como costuma acontecer quando a questão de cotas é debatida, o texto provocou polêmica. A senadora Ana Rita (PT-ES), relatora da proposta, saiu em defesa do projeto, afirmando que ele faz "justiça social com a maioria da população brasileira". O senador Pedro Taques (PDT-MT) citou os Estados Unidos como exemplo bem-sucedido da política de cotas nas universidades. Ele disse que o país, que era extremamente racista em um passado próximo, após adotar a política de cotas raciais nas universidades, tem agora um presidente negro. Para o senador, no Brasil é preciso adotar ações afirmativas para assegurar oportunidade a todos."
Foto: Waldemir Barreto
Matéria Completa, ::AQUI::


Posted: 08 Aug 2012 07:18 AM PDT



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