segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!: CPI e mensalão movimentam semana política



BRASIL! BRASIL!


Posted: 05 Aug 2012 06:07 PM PDT



Posted: 05 Aug 2012 06:03 PM PDT


"Comissão parlamentar de inquérito deve ouvir mulher do bicheiro Carlinhos Cachoeira e outras três pessoas. No Supremo, advogados começam a defender os réus do mensalão

Mario Coelho, Congresso em Foco

A volta aos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Cachoeira, no Congresso, e as primeiras sustentações orais de advogados dos réus do mensalão devem movimentar a semana política em Brasília. Enquanto parlamentares ouvem Andressa Mendonça, mulher do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, as defesas pretendem contestar as provas apresentadas pela Procuradoria-Geral da República na Ação Penal 470.

Depois de ter os trabalhos interrompidos com o recesso parlamentar, os membros da CPI do Cachoeira voltam a se reunir na terça (7) e na quarta-feira (8) para quatro depoimentos. O primeiro deles é o de Andressa Mendonça, mulher de Carlinhos Cachoeira. Na semana passada, ela foi detida acusada de tentar chantagear o juiz federal Alderico Santos, responsável pelo inquérito da Operação Monte Carlo na 11ª Vara Federal de Goiânia.

Para ser libertada, Andressa teve que pagar R$ 100 mil de fiança. Um inquérito foi instaurado pela Polícia Federal para investigar a tentativa de chantagem. Logo na sequência, o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, abandonou a defesa do bicheiro.

Inicialmente, o depoimento de Andressa na CPI foi justificado por ela supostamente ter o conhecimento de integrantes da quadrilha de Cachoeira e por circular entre figuras importantes. No entanto, com a prisão, parlamentares devem questioná-la também sobre o mais recente caso envolvendo o bicheiro.



Além dela, será ouvido pela CPI o policial federal aposentado Joaquim Gomes Thomé Neto, apontado como um dos "arapongas" do grupo de Cachoeira. Ele tem habeas corpus concedido pelo STF para exercer o direito de ficar calado.

No dia seguinte, estão previstos os depoimentos da ex-mulher de Cachoeira, Andréa Aprígio, e o contador Rubmaier Ferreira de Carvalho, apontado como responsável pela abertura de empresas que seriam usadas como fachada por Cachoeira para lavar dinheiro."
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Posted: 05 Aug 2012 05:45 PM PDT
Presidente do STF, o ministro Ayres Britto se vê diante de uma Corte dividida, após o longo discurso de Gurgel


Correio do Brasil 

 "O escândalo eleitoral mais ruidoso das últimas décadas, apelidado de 'mensalão', e a quadrilha do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, têm mais pontos em comum do que presumiam os magistrados do Supremo Tribunal Federal (STF), onde o julgamento da Ação Penal (AP) 470 se reinicia, nesta segunda-feira, com o pronunciamento dos advogados de defesa de 38 réus. Juntos, eles teriam formado uma organização criminosa destinada a comprar votos de parlamentares, segundo a longa tese do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, oficializada na sustentação oral de mais de cinco horas, na sexta-feira. Os fatos apurados por parlamentares, agentes da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF), porém, começam a desenhar um contorno da realidade bem diferente daquele que sugere a peça de acusação.

Negociadores experientes conversam com Cachoeira, encarcerado no Presídio da Papuda, em Brasília, segundo fonte confidenciou ao Correio do Brasil, "para acertar os pontos finais de uma delação premiada", benefício legal que poderá ser concedida ao contraventor, caso ele resolva falar o que sabe sobre a rede de crimes que comandava no país. Cachoeira, privado da liberdade há quase seis meses e das visitas íntimas da mulher dele, Andressa Mendonça, desde que ela foi detida pela acusação de tentativa de suborno a um juiz federal, há uma semana, "está vivendo um inferno", afirmou um advogado a colegas do escritório do jurista Márcio Thomaz Bastos, que renunciou à defesa do bicheiro.


– O Cachoeira está perto do seu momento de quebra. Ele começou a compreender agora, com clareza, que apesar dos recursos financeiros de que ainda dispõe, foi abandonado por todos os seus contatos no mundo político, jurídico e nos veículos de comunicação que, no início, ainda tentavam enquadrá-lo como um 'empresário na área de jogos', em uma cartada para evitar que o processo chegasse às conclusões que, dia após dia, ficam mais robustas para as autoridades no Judiciário e do Congresso, onde a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) liga todas as pontas do esquema criminoso. A delação de Cachoeira seria o elo final na cadeia de eventos que teve início com a denúncia do chamado de 'mensalão' – disse a fonte."
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Posted: 05 Aug 2012 05:18 PM PDT
Tiro no pé. FHC pede que outra
de suas façanhas seja esquecida.
Seu escudeiro Serjão ainda se ri.


Mauricio Dias, CartaCapital

"O fantasma de lula ronda a noite tucana e transforma o sonho político deles para 2014 em pesadelo. Um terrível pesadelo. É por essa razão e não por suposta preocupação ética que o PSDB dá atenção e tratamento especiais ao ex-presidente petista no decorrer do julgamento da Ação Penal 470, batizada de "mensalão" por Roberto Jefferson, o réu delator de um suposto esquema de compra de votos, armado em 2005, para a aprovação de projetos de interesse do governo.

Já de olho na eleição de 2014, os tucanos pretendem abalar a popularidade e o prestígio de Lula. Assim, o PSDB anuncia também uma programação própria das sessões no STF na página do partido na internet. O show precisa continuar.

Essa tática tucana é reafirmada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Na vanguarda das ações contra Lula, ele aparece na blogosfera em vídeo de 1 minuto e 25 segundos, no qual bota pressão no Supremo Tribunal Federal (STF). FHC, em linguagem sibilina, usa e abusa de sociologia rasteira, comum nos botequins e, também, nos bons restaurantes que frequenta. O tema é o dito mensalão. "O comentário de que não há punição no Brasil, e que a corrupção é ligada a isso, é frequente…"


Dessa forma, o ex-presidente abre o discurso sobre o julgamento em andamento no Supremo. Ao falar de impunidade como estimuladora da corrupção, ele responsabiliza os juízes, os ministros, a Justiça. Enfim, esbofeteia a própria Têmis. E faz corar a estátua de granito de Ceschiatti, mantida em frente ao prédio do STF, em Brasília."
Fotos: Reprodução de vídeo e Epitácio Pessoa/AE
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Posted: 05 Aug 2012 05:05 PM PDT


Wellton Máximo, Agência Brasil

"Atualmente em 8% ao ano e no menor nível da história, os juros básicos (taxa Selic) atravessam um ciclo de redução que provocou um fenômeno nas contas públicas brasileiras. Pela primeira vez na história, os títulos públicos deixaram de pagar juros de mais de 10% ao ano. A queda beneficia não somente o governo, que gasta cada vez menos para financiar a dívida pública, mas tem reflexos sobre toda a economia.

Segundo especialistas, os juros menores dos títulos públicos desestimulam a especulação e incentivam a economia produtiva. O dinheiro que antes obtinha rendimentos altos e seguros nos papéis do governo precisa cada vez mais ser aplicado nas empresas para alcançar o retorno antes conseguido apenas comprando papéis do governo. Aos poucos, o país caminha para uma realidade financeira presente em nações desenvolvidas.

"O que vai acontecer no Brasil é o que ocorre fora do país. Com a inflação baixa, os títulos públicos rendem pouco. Quem quiser ganhos maiores, precisa assumir risco e ir para o mercado acionário ou investir diretamente em novas empresas. Se quiser ganhar dinheiro, tem de produzir", diz o vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel de Oliveira.

Professora de economia monetária e financeira da Universidade de Campinas (Unicamp), Maryse Fahri diz que a queda nos rendimentos dos títulos públicos representa uma conquista. "Estava mais que do que na hora de o governo deixar de pagar mais de 10% [ao ano] para rolar a dívida pública. Uma taxa como essa não fazia nenhum sentido na situação em que o Brasil está. Sabia-se que era uma anomalia", avalia."
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Posted: 05 Aug 2012 04:18 PM PDT


"Foi o maior e mais atrevido escândalo de corrupção da história ou uma farsa montada para derrubar o governo Lula? Defendemos aqui uma terceira hipótese: a de que o escândalo foi fruto de um acidente provocado por Carlos Cachoeira, que produziu reações em cadeia nas principais redações do País, como Veja, Época, Folha e Istoé Dinheiro

Brasil 247

O que foi o mensalão? O maior e mais atrevido escândalo de corrupção de todos os tempos no Brasil, como quer o procurador Roberto Gurgel, ou uma farsa montada pela imprensa golpista para derrubar o presidente Lula, como argumentam os petistas?

As duas hipóteses estão em discussão, no momento em que o Brasil assiste ao "julgamento do século". Nós, do Brasil 247, defendemos uma terceira hipótese: a de que o escândalo, ao menos nos meios de comunicação, foi fruto de um acidente, provocado por Carlos Cachoeira, que produziu um autêntico "efeito-borboleta". Uma sucessão de causas e efeitos, que culminou na Ação Penal 470. E cujos impactos foram bem maiores do que Cachoeira seria capaz de prever.

Neste fim de semana, a revista Veja conta uma mentira. Diz que o mensalão foi denunciado pela revista, em 2005, na reportagem em que Maurício Marinho aparece recebendo uma propina de R$ 3 mil.

Ao contrário da história que hoje Veja escreve, aquela reportagem, de 18 de maio de 2005, nada tinha a ver o mensalão e denunciava um alvo bem específico, que não era o presidente Lula, mas sim um de seus aliados: o deputado Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB (leia aqui a íntegra). Eis alguns trechos do texto de Policarpo Júnior:


"Há uma cena recorrente na política nacional: são os políticos disputando, com unhas e dentes, a ocupação de cargos em todos os níveis de governo, da Esplanada dos Ministérios às câmaras municipais (...) Por que os políticos fazem tanta questão de ter cargos no governo? Para uns, o cargo é uma forma de ganhar visibilidade diante do eleitor e, assim, facilitar o caminho para as urnas. Para outros, é um instrumento eficaz para tirar do papel uma idéia, um projeto, uma determinada política pública. Esses são os políticos bem-intencionados. Há, porém, uma terceira categoria formada por políticos desonestos que querem cargos apenas para fazer negócios escusos – cobrar comissões, beneficiar amigos, embolsar propinas, fazer caixa dois, enriquecer ilicitamente. Quem tem intimidade com o poder em Brasília sabe que esses casos não são exceção – e em alguns bolsões de corrupção são até mesmo a regra. Raro, mesmo, é flagrar um deles em pleno vôo. Foi o que VEJA conseguiu na semana passada. (...) Nos trechos mais relevantes da conversa, Maurício Marinho explica que está ali em nome de um partido, o PTB, e sob ordens de um político, o deputado Roberto Jefferson, presidente do PTB. "Ele me dá cobertura, fala comigo, não manda recado", diz Marinho, mostrando toda sua intimidade com o cardeal petebista."

A reportagem de Veja, produzida pela equipe de Cachoeira, espalhou a cizânia no governo Lula, mas nem o mais maquiavélico dos contraventores seria capaz de prever as consequências. Nas eleições presidenciais de 2002, Cachoeira apostou no PT – e não no PSDB – prevendo que, assim, conseguiria legalizar o jogo no Brasil. Talvez tenha recebido alguma promessa, que não foi cumprida. Ao provocar a denúncia contra Maurício Marinho, atirou fezes no ventilador, mas ninguém poderia imaginar, naquele momento, o que faria Roberto Jefferson."
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Posted: 05 Aug 2012 09:03 AM PDT



Fonte: Mario Frô


Posted: 05 Aug 2012 08:19 AM PDT
Às vésperas de lançar novo livro, sociólogo aposta numa articulação entre internet e praças reocupadas, pode reinventar democracia e sociedades


Francisco Guaita, RT-TV / Outras Palavras

Manuel Castells parece mais disposto do que nunca a derivar, de suas teorias, saídas políticas. Nas próximas semanas, lançará a primeira edição, em castelhano, de "Redes de Indignação e Esperança", seu novo livro. O autor de obras como ( ), que ajudaram a decifrar tendências de longo prazo da sociedade e da democracia contemporâneas, está convencido de que é preciso intervir rápido, andes que elas se percam.

Observador atento e colaborador ativo dos "indignados" espanhóis, este sociólogo de projeção internacional costuma frisar que a mudança de mentalidades, desejada pelo movimento, requer tempo. Mas será possível esperar?

Castells também tem observado que a velha democracia fechou-se sobre si mesma, devido a dois fatores principais. Uma pequena oligarquia, ligada às finanças, enriquece graças ao Estado. São os aplicadores em títulos públicos, cujos rendimentos biliónários já não estão diretamente ligados à produção: dependem de governantes dispostos a manter juros elevados; a livrar os bancos de controle; a reprimir despesas estatais voltadas a outras classes sociais – como a manutenção dos serviços públicos, aposentadorias e programas redistributivos.

E esta oligarquia, que tem fartos recursos para patrocinar campanhas eleitorais, abastecer a mídia tradicional e produzir intensa ação de "lobby", associa-se, na maior parte dos países, a uma classe de "políticos profissionais" que tende ao autismo. Preocupados em conservar seu poder, rechaçam as múltiplas chances de democracia que as novas tecnologias viabilizam. Recorrem com frequência à violência policial. Ameaçam permanentemente a própria liberdade na internet.

É na rede, como se sabe, que Castells vê, há muito, a esperança. Aqui, os cidadãos estão multiplicando as formas de produzir colaborativamente, trocar sem tornar-se dependentes de dinheiro, estabelecer redes de informação recíproca. Esta imensa rede de novas relações democráticas e participativas só não se estendeu às instituições porque tal transposição não interessa nem à oligarquia financeira, nem aos políticos profissionais.

Castells não se arrisca a prever o desfecho deste confronto latente. Sabe que há riscos: se o sistema se mantiver hermético, os movimentos "radicalizarão inevitavelmente" – e isso talvez incluia violência, o que pode fazer o jogo das classes dominantes.

Contra este e outros riscos, Castells aposta no próprio movimento – e numa nova virada possível. Graças à indignação, diz ele, as sociedades começaram a superar o medo que as mantinha inertes. Agora, para que não gere apenas raiva, esta indignação precisa converter-se em esperanças e em alternativas. É este desafio que o professor catalão – expulso da Espanha pelo franquismo e da França por ser considerado articulador dos movimentos de 1968 – parece estar disposto a encarar. A seguir, a edição da entrevista que ele concedeu, em 17 de julho, à rede de TV internacional da Rússia RT. (A.M.)

Você costuma dizer que o poder não está na Casa Branca, nem nos mercados financeiros, mas em nosso próprio cérebro. Por que este é um segredo das elites?

Manuel Castells: Bem, é porque se eles nos contarem isso, perdem o poder. O poder real não é o poder da polícia ou do exército: estes só são utilizados em último caso, quando as coisas estão muito mal para o interesse dos poderosos. O mais importante, se você quiser ter poder sobre mim, é conseguir que eu pense de uma forma que favoreça o que você quer, ou que se resigne. Aí está o poder! Portanto, o essencial é o poder que está na mente, e a mente se organiza em função de redes de comunicação, redes neurológicas no nosso cérebro, que estão em contato com as redes de comunicação em nosso entorno. Quem controla a comunicação controla o cérebro e dessa forma controla o poder.

Movimentos como o Occupy tentam se apoderar das praças e das ruas para dizer que isso não funciona, querem que o poder venha das pessoas. Esse é uma demanda que, para muitos, não terá nenhum resultado na política ou na economia. O que você acha sobre isso?

Manuel Castells: Depende do que você entende como resultado. Se você quer dizer que disso sai um partido político, que ganhe as eleições nos próximos dois anos, não é possível ter certeza. Todos esses movimentos colhem frutos a longo prazo. O slogan mais difundido dos indignados e das indignadas, é "vamos devagar, porque vamos longe". Vamos longe para onde? Se se produz uma mudança na mente dos cidadãos, depois de algum tempo ela se converterá em mudança social.

Os dados mostram que, na Espanha, aproximadamente 70% dos cidadãos concordam com as críticas dos indignados. A maioria dos cidadãos também pensa que não poderá mudar as coisas a curto prazo. As duas coisas são compatíveis? as pessoas pensam que o movimento tem razão, mas não tem os instrumentos.

Se é uma grande maioria, por que não houve transformações?

Manuel Castells: Não, por que não têm em quem votar. O próprio movimento não quis criar um partido, para não reproduzir a velha política. Existe um abismo tão grande, entre o que seus integrantes pensam e o sistema político real, que não há uma expressão política capaz de representa-los. Por exemplo, se o Partido Socialista tivesse sido capaz de pensar que um movimento assim poderia revitalizá-lo, haveria um caminho. Mas os socialistas envolveram-se totalmente com a especulação financeira. Eles geriram o Banco de España e foram totalmente incapazes de supervisionar o sistema financeiro, porque isso não lhes interessava. Há uma grande lista de motivos pelos quais os indignados desaprovam os socialistas e os socialistas nunca fizeram nada para mudar.


As elites políticas de todos os países optaram por este rumo. Pensam que não há problema, seguem com seus negócios, a única coisa que conta são os votos a cada quatro anos, com uma lei eleitoral que os grandes partidos fizeram para que só eles mesmos pudessem ganhar. Nos Estados Unidos, se não você não é democrata ou republicano, não tem nenhuma chance. Além disso, se você não tem muito dinheiro, não pode ganhar, simplesmente. Não se consegue voto, se não se compra a campanha com dinheiro. As críticas, em todo o mundo, sugerem que este tipo de democracia não é suficiente. Em consequência, sob essas regras do jogo, gastar toda a energia para fazer a política formal, é uma operação sem sentido. Reproduz os velhos esquemas dos grupos de esquerda trotskistas, marxista-leninistas, de todos os tipos, que sempre estiveram nas instituições, mas nunca chegaram a nada. Ou que tentaram a revolução armada – o que ninguém quer, porque é um movimento claramente não-violento. Então, têm que fazer outra coisa, e vão por esse longo caminho da transformação das consciências, para que em algum momento os cidadãos possam tomar outras decisões, e daí podem surgir novas forças políticas."
Transcrição e tradução: Daniela Frabasile
Entrevista Completa, ::AQUI::

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