terça-feira, 24 de abril de 2012

Via Email : BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 23 Apr 2012 06:38 PM PDT




Posted: 23 Apr 2012 06:33 PM PDT
"Quero saber o que ele (Richa) discutiu 
com o tal do Roberto 
que o cunhado do Cachoeira achou tão bom". 
Senador Roberto Requião


José Antonio Lima, CartaCapital

"A CPMI que investigará os negócios do bicheiro Carlos Augusto Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, está acirrando os ânimos da política no Paraná. O surgimento de um e-mail sobre uma suposta reunião entre uma pessoa ligada a Cachoeira e o governador Beto Richa (PSDB) ampliou a rivalidade entre o grupo político liderado pelo tucano e um de seus grandes adversários, o senador Roberto Requião (PMDB-PR). A troca de acusações entre os dois lados tomou tal dimensão que tornou a CPMI foco central da política paranaense.

Os e-mails em questão constrangem o governador Beto Richa. De acordo com reportagem publicada pelo site Congresso em Foco na sexta-feira 20, a troca de mensagens obtida pela Polícia Federal envolve Adriano Aprígio de Souza, ex-cunhado de Cachoeira, e o argentino Roberto Coppola, sócio de Cachoeira na Larami Diversões e Entretenimento Ltda. Dois dias após a eleição de 2010, os dois tratam, segundo a PF, de uma tentativa de aproximação da quadrilha de Cachoeira com os governadores eleitos Silval Barbosa (PMDB), do Mato Grosso, Raimundo Colombo (ex-DEM, hoje no PSD), de Santa Catarina, e Richa. Em uma mistura de português com espanhol, Coppola diz a Adriano, segundo o site, que vai conseguir implantar loterias no Mato Grosso e em Santa Catarina. No Paraná, no entanto, terá dificuldades, pois a loteria foi extinta por uma lei proposta por Requião. "Em Paraná, fale com Beto Richa, o problema é que Requion por ler fecho a loteria e va a demorar, porque tein que facer uma nova lei. Esse filho da p… do Requion hasta que foi embora, incho o saco". No portunhol de Coppola, a palavra "fale" significaria, aparentemente, falei (de hablé), uma indicação de que o encontro entre com Richa teria ocorrido."
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
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Posted: 23 Apr 2012 06:25 PM PDT


Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania

"Nesta segunda-feira pela manhã, conversei por telefone com influente parlamentar do PT – que não quer se identificar neste momento de escolha dos nomes do partido que integrarão a CPMI do Cachoeira – que fez ponderações sobre a natureza da investigação que merecem ser divulgadas e refletidas pela militância petista e por qualquer um que queira seriedade no processo.

Perguntei a ele sobre declaração do deputado do PT de Pernambuco Fernando Ferro de que o dono da revista Veja, Roberto Civita, pode vir a ser convocado para depor na Comissão. Quis saber se ele via um sentimento na bancada de seu partido – e de outros partidos da base aliada – nesse sentido.

O parlamentar citou várias vezes a palavra "tentáculos", dizendo que o objetivo majoritário de seu partido e dos aliados é o de esclarecer, de forma ampla, quais são e por onde se estenderam independentemente de até onde e a quem alcançaram, e descartou, peremptoriamente, um sentimento de vingança dos aliados governistas.

Quando perguntei sobre os rumores de que haveria um sentimento de boa parte do Congresso no sentido de investigar a mídia, a resposta foi a de que essa é uma posição da militância que não encontra eco na maioria das hostes governistas no Congresso, que não têm um sentimento de vingança apesar de existirem razões para terem.


Segundo essa fonte, a militância petista e mesmo os setores desvinculados de partidos que militam pela causa da democratização da comunicação precisam entender que seus sentimentos não são um sentimento comum da sociedade e que, portanto, o Parlamento tem que refletir essa postura. O foco das investigações tem que ser o de esclarecer por onde Cachoeira transitou "doa a quem doer", mas sem busca de "vendettas" de um partido contra o outro ou destes contra qualquer um."
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Posted: 23 Apr 2012 06:00 PM PDT


"A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (23) que trabalha para que o Brasil não seja somente a sexta economia do mundo, mas também o sexto país com melhor qualidade de vida. A declaração foi dada durante a cerimônia de assinatura de um contrato entre a Petrobras e a empresa Vale para arrendamento das reservas de potássio. O evento aconteceu em Rosário do Catete, no estado do Sergipe.


"Nós estamos fazendo esforço para que o Brasil utilize todas as oportunidades que tem para garantir a melhoria de vida da população. Se o Brasil for a sexta nação do ponto de vista econômico, é importante, mas não é o que nós queremos só, nós queremos que o Brasil seja a sexta sociedade em condições de vida da população brasileira e isso significa trabalho decente e acesso à educação de qualidade", afirmou a presidente.

Reduzir a dependência

Ao comentar a assinatura do contrato que presenciou em Sergipe, Dilma informou que o efeito imediato da ação da estatal com a Vale é que a exploração de potássio vai reduzir a importação de fertilizantes. De acordo com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que participou da cerimônia, o Brasil importa 70% dos fertilizantes e 90% do potássio que utiliza.

"Somos importadores de fertilizantes, somos dependentes de fertilizantes, mas não devíamos ser, porque somos um país com recursos naturais diversificados e certamente o que estamos anunciando é um passo fundamental para a produção de um dos componentes do fertilizante mais difíceis de ser encontrados (…) um país que tem potássio, que tem tecnologia para transformar carnalita em potássio não pode depender, da forma como nós dependemos, em 90%, para o uso do potássio, da oferta de potássio do exterior", disse a presidente."

Para Dilma, reduzir a dependência da importação de fertilizantes será importante para garantir a segurança alimentar e impedir o aumento do custo da produção de alimentos. "O momento é estratégico para o país porque fertilizante é algo crucial para a nossa segurança alimentar, para a capacidade de abastecer a nossa população, de assegurar que a nossa agricultura continue competitiva, que nós não precisemos ampliar, cada vez mais, a exploração das nossas terras, ampliando a sua extensão, mas possamos cada vez mais ser mais produtivos e mais competitivos, barateando o custo da nossa produção."

Aprovação recorde

Neste domingo (22), o jornal Folha de S. Paulo publicou mais uma pesquisa do Instituto Datafolha que avaliou a aprovação do governo Dilma. A presidente bateu mais um recorde de popularidade. O governo da petista é avaliado como ótimo ou bom por 64% dos brasileiros, contra 59% em janeiro.

Trata-se de um recorde sob dois aspectos: é a mais alta taxa obtida por Dilma desde a sua posse, em 1º de janeiro de 2011, e é também a maior aprovação presidencial com um ano e três meses de mandato em todas as pesquisas até hoje feitas pelo Datafolha."


Posted: 23 Apr 2012 05:42 PM PDT


Ricardo Kotscho, Balaio do Kotscho

"O número que mais me chamou a atenção no Datafolha divulgado domingo, em que Dilma bate mais um recorde de aprovação e Lula aparece como o favorito para as eleições de 2014, foi o índice de "ruim e péssimo" registrado pela pesquisa: 5%.

Pode chover ou fazer sol, a bolsa e o dólar subirem ou caírem, a economia ir bem ou mal, o País melhorar ou piorar, que este contingente de insatisfeitos com o governo não muda de tamanho.

Dentro da margem de erro, um ponto a mais ou a menos, a turma do contra permanece imutável há anos. Podem até mudar seus integrantes, mas o contingente é o mesmo.

Desde o segundo mandato de Lula, me chama a atenção a permanência deste índice de 5% de "ruim e péssimo", ou seja, dos que desaprovam o governo.

Na primeira vez em que escrevi sobre este assunto, já faz algum tempo, por mera curiosidade jornalística, sugeri que se fizesse uma pesquisa sobre o perfil destes insatisfeitos, saber as razões deles, entender o pensamento de quem acha tudo ruim ou péssimo.

Para quê... Por ignorância ou má-fé, ou as duas coisas juntas, alguns blogueiros neuróticos anônimos me acusaram de "estar chamando a polícia para identificar os que eram contra o governo e apresentá-los à execração pública como os nazistas fizeram com os judeus", absurdos deste tipo.


Confundiram, propositadamente, pesquisa de opinião, que pode traçar o perfil dos entrevistados (por classe social, idade, região), com investigação policial para "identificar, perseguir e banir" os que não apoiavam o governo."
Artigo Completo, ::Aqui::


Posted: 23 Apr 2012 05:35 PM PDT


"Curva em alta de Dilma e Lula e reta descendente do PSDB mostram que vai ser difícil vencer o candidato do PT em 2014; Aécio, que não gosta de disputar sem grandes chances, pode ser levado a suceder seu afilhado político Anastasia em Minas

Minas 247 / Brasil 247

Em Minas, costuma-se dizer que o ex-governador e atual senador pelo estado, Aécio Neves (PSDB), não costuma entrar em jogo disputado. Só entra se a certeza de vitória for praticamente certa. Não era assim no começo de sua carreira na política: em 1992, por exemplo, foi candidato a prefeito de Belo Horizonte e ficou apenas em terceiro lugar.

Mas, desde então, não perdeu mais. Mais do que isso, articulou-se politicamente para sempre concorrer com favoritismo mais do que certo. Foi assim quando foi eleito e reeleito governador do estado; foi assim quando jogou seu futuro político na eleição de Antonio Anastasia como seu sucessor; e foi assim até quando optou por uma aliança com o PT do ministro Fernando Pimentel, em 2008, e elegeu Marcio Lacerda prefeito da capital mineira.

Agora, quando se prepara para sua maior cartada, Aécio Neves está num dilema: caso confirme sua candidatura pelos tucanos à presidência da República, em 2014, ele terá que rever sua estratégia. A nova pesquisa Datafolha, divulgada no início da noite de sábado, é um pesadelo para o PSDB.

Se for fiel a seus instintos políticos, Aécio, à luz do novo Datafolha, será empurrado para uma nova eleição ao governo de Minas. Seu afilhado político, Anastasia, não poderá tentar a reeleição. O PSDB não tem nomes fortes para 2014. E, finalmente, se Aécio trilhar esse caminho, tudo indica que sua candidatura seria vitoriosa - e, melhor para o senador mineiro, fiel a seus "princípios", já que provavelmente nenhum nome do PT ou outro partido ofereceria grande resistência eleitoral."
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Posted: 23 Apr 2012 09:13 AM PDT


"A instalação da CPI sobre a possível rede criminosa do contraventor Cachoeira abre uma extraordinária oportunidade de investigar a fundo, não só um caso concreto, mas os métodos, a cultura, a simbiose entre o sistema político, o Estado e as organizações criminosas politizadas. Estas não só interferem na pauta administrativa dos governos, mas também na pauta política dos partidos e podem mancomunar-se com órgãos de imprensa para transitar interessses econômicos e políticos. O artigo é de Tarso Genro.

Tarso Genro, Carta Maior

Ao contrário do que torcem - e em parte patrocinam significativos setores da mídia - não está se abrindo uma crise com a instalação da CPI sobre a possível rede criminosa do contraventor Cachoeira. Abre-se, sim, uma extraordinária oportunidade de investigar a fundo, não só um caso concreto, mas os métodos, a cultura, a simbiose (às vezes espontânea e no mais das vezes deliberada), entre o sistema político, o Estado e as organizações criminosas politizadas. Estas, como já está provado, não só interferem na pauta administrativa dos governos, mas também na pauta política dos partidos e podem mancomunar-se com órgãos de imprensa para transitar, ou interesses de grupos econômicos -criminosos ou não- ou interesses dos diferentes partidos aos quais estes órgão são simpáticos.

Para que esta oportunidade seja aproveitada é necessário, porém, que a CPI tenha a predominância de parlamentares que não tenham medo. Não tenham medo de que o seu passado seja revelado - um passado complicado fragilizaria o resultado da CPI -, não tenham medo de ser achincalhados pela imprensa, pois à medida que contrariarem os interesses que ela defende serão ridicularizados por algum motivo ou atacados na sua honradez. Não tenham medo, sobretudo, de encontrar algum resíduo de envolvimento seu, na teia de interesses, manipulada pelo grupo ora apontado como criminoso.

Uma parte da esquerda, na defensiva em função do cerco a que foi submetida principalmente no primeiro governo do Presidente Lula, convenceu-se que as denúncias feitas pela imprensa não passavam de montagens para nos desgastar. Ora, é razoável supor que muitas denúncias são forjadas (em função de brigas entre empreiteiras, por exemplo, ou para desmoralizar lideranças que são importantes para os governos), mas tomar as denúncias como produto de uma conspiração é errado. É deixar de lado que o estado brasileiro, historicamente cartorial, bacharelesco, barroco nos seus procedimentos e forjado sob o patrocínio do nosso liberalismo pouco republicano, tem um sistema político-eleitoral e partidário, totalmente estimulante aos desvios de conduta e às condutas que propiciam a corrupção."
Artigo Completo, ::Aqui::


Posted: 23 Apr 2012 08:55 AM PDT


"Fernando Ferro, do PT de Pernambuco, quer que os dirigentes da editora Abril sejam chamados para depor na CPMI que vai investigar as ligações do bicheiro com políticos

Raoni Scandiuzzi, Rede Brasil Atual 

Depois de subir à tribuna da Câmara e dizer que a revista Veja é "o próprio crime organizado fazendo jornalismo", o deputado federal Fernando Ferro (PT-PE) afirmou em entrevista à Rede Brasil Atual que o veículo de comunicação "fomentou, incentivou, financiou esses delinquentes a terem esse tipo de comportamento", referindo-se à rede ilegal de atuação do contraventor Carlinhos Cachoeira

O deputado defendeu que os responsáveis pela revista prestem esclarecimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) criada para investigar a rede ilegal de atuação de Cachoeira e que sejam tratados como réus. Escutas feitas durante a Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, mostraram conexões entre o grupo do contraventor e o diretor da sucursal de Brasília da publicação semanal, Policarpo Júnior. 

Este mês, Veja divulgou reportagem afirmando que a CPMI é uma "cortina de fumaça" criada pelo PT para desviar o foco do julgamento do mensalão, que será realizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A notícia levou Ferro a lamentar que a revista atue desta maneira.

Perguntado se a convocação de representantes do Grupo Abril não afetaria a liberdade de imprensa, Ferro afirmou que as atividades de Veja tem conexão o crime organizado, e não com o jornalismo. Para o parlamentar, o dono da Editora Abril, Roberto Civita, deve ser tratado como réu nessa investigação.
Confira abaixo a íntegra da entrevista com o deputado Fernando Ferro, um dos candidatos a integrar a CPMI do Cachoeira.

Por que levar um órgão de imprensa a uma CPMI?

Caberia ao órgão de imprensa trazer esclarecimentos sobre essa relação, o porquê de tantos telefonemas identificados na investigação da Polícia Federal.

Você falou em requerer a presença de Roberto Civita.

Independentemente de quem seja, o Civita ou não, os responsáveis pela Veja terão de responder sobre isso. 

Há uma relação da Veja com essas atividades ilegais?


É uma relação estranha, que tem laços de cumplicidade com esse submundo. Na verdade, isso vem lá de trás, em vários momentos. Essas denúncias espetaculosas da Veja, todas elas estão sendo lastreadas por esse processo de espionagem e arapongagem. Em termos de ética jornalística, isso é muito questionável. A Veja fomentou, incentivou, financiou esses delinquentes a terem esse tipo de comportamento."
Entrevista Completa, ::Aqui::


Posted: 23 Apr 2012 08:37 AM PDT




Posted: 23 Apr 2012 08:32 AM PDT


Wálter Fanganiello Maierovitch, Terra Magazine / Sem Fronteiras

"O senador Demóstenes Torres cumpriu, durante anos e à perfeição, o papel de tartufo. Ou melhor, ele representou, com os cidadãos brasileiros na platéia,  o hipócrita-dissimulado da consagrada comédia de Molière intitulada "Les Tartuffe".

Não fosse a operação Monte Carlos da polícia federal a revelar, por meio de interceptações telefônicas legais, a sua participação em organização criminosa comandada por Carlinhos Cachoeira, o senador Demóstenes continuaria no papel de farsante e a pavimentar a estrada política que o levaria ao governo do estado de Goiás.

No Conselho de Ética do Senado foi instaurado um procedimento disciplinar contra Demóstenes Torres por atuação marcada pela falta de decoro parlamentar. E o procedimento está, até terça próxima, na fase de apresentação de defesa por parte de Demóstenes, acusado, em face de representação apresentada pelo partido de sigla PSOL, de quebra de decoro parlamentar.

Até a torcida do Flamengo sabe ser indecoroso um senador da República manter vínculos de amizade com um notório marginal de alto coturno, caso de Carlinhos Cachoeira.Trata-se de amizade, frise-se, com um contumaz violador do Código Penal. A respeito desses laços de amizade já existe prova provada. E isso já bastaria para levar à cassação do mandato.

Mas, existe algo mais. Demóstenes, além de amizade já comprovada e regalada com o recebimento de presente nupcial caríssimo (uma cozinha de luxo completa), realizava "negócios", dava satisfações e prestava contribuição nos ilícitos consumados ou tramados por Cachoeira. Quanto a isso, a prova está no inquérito sigiloso que tramita sob a supervisão do ministro Ricardo Ricardo Lewandowsky. Em outras palavras, essa prova não chegou aos autos do procedimento disciplinar da Comissão de Ética do Senado"
Artigo Completo, ::Aqui::


Posted: 23 Apr 2012 08:13 AM PDT


"Em artigo, ex-ministro de FHC elogia decisão de Cristina Kirchner de reestatizar a YPF; Bresser lembrar que, ao não controlar o petróleo, Argentina era a exceção, não a regra

Brasil 247

Enquanto analistas de vários países condenam a Argentina e até o The Wall Street Journal pede que o país seja expulso do G-20, um artigo sensato recoloca as coisas no seu devido lugar. Assinado por Luiz Carlos Bresser Pereira, ex-ministro de FHC, o texto "A Argentina tem razão", lembra que o país vizinho, ao não controlar sua principal fonte energética, era a exceção – e não a regra no mundo de hoje. Leia:

A Argentina tem razão

A Argentina se colocou novamente sob a mira do Norte, do "bom senso" que emana de Washington e Nova York, e decidiu retomar o controle do Estado sobre a YPF, a grande empresa petroleira do país que estava sob o controle de uma empresa espanhola. O governo espanhol está indignado, a empresa protesta, ambos juram que tomarão medidas jurídicas para defender seus interesses. O "Wall Street Journal" afirma que "a decisão vai prejudicar ainda mais a reputação da Argentina junto aos investidores internacionais". Mas, pergunto, o desenvolvimento da Argentina depende dos capitais internacionais, ou são os donos desses capitais que não se conformam quando um país defende seus interesses? E, no caso da indústria petroleira, é razoável que o Estado tenha o controle da principal empresa, ou deve deixar tudo sob o controle de multinacionais?"
Foto: Rogério Cassimiro/Folhapress
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Posted: 23 Apr 2012 07:46 AM PDT


Agência Brasil

"Com 75,9 milhões (37,4% da população) de usuários da internet, o Brasil desponta hoje em quinto lugar entre os 20 países com maior número de pessoas conectadas na rede mundial de computadores, atrás apenas do Japão, da Índia, dos Estados Unidos e da China. Levantamento feito pela assessoria do PT no Senado, com base em dados de institutos governamentais e não governamentais, faz uma radiografia desse setor.

O aumento dos valores captados pelas lojas virtuais, no chamado comércio eletrônico (e-commerce), de R$ 540 milhões, em 2001, para R$ 18,7 bilhões, em 2011, dá uma dimensão de como o brasileiro tem se mostradao cada vez mais à vontade diante da vitrine virtual da internet. O valor dessas transações comerciais no ano passado não leva em consideração vendas de automóveis, passagens aéreas e leilõesonline.

Os dados servem de subsídio para que os senadores do partido formem opinião sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC) que redistribui os recursos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) entre os estados nas relações comerciais pela internet. A matéria deve ser apreciada na reunião de quarta-feira (25) da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Só nas compras de Natal de 2011, último ano do levantamento, o faturamento das lojas virtuais, no período de 15 de novembro a 23 de dezembro, somou R$ 2,6 bilhões. Esse valor representou um incremento nas compras pela internet de 18% se comparado ao mesmo período de 2010.

Os ítens mais procurados no varejo nas lojas brasileiras especializadas em vendas pela rede mundial de computadores foram os eletrodomésticos (15%), seguidos por equipamentos de informática (12%) , além de produtos para saúde e beleza (7%) e moda e acessórios (7%).

A avaliação da assessoria do PT é baseada em informações da empresa eBit, especializada em comércio eletrônico, e mostra o perfil do consumidor das lojas virtuais. As famílias com renda mensal entre R$ 1 mil e R$ 3 mil respondem por 38% das vendas via internet. O estudo mostra ainda que, quanto maior a renda familiar, menor é o número de pessoas que utilizam o e-commerce. Os brasileiros com renda familiar entre R$ 3,1 mil e R$ 5 mil representam 22% dos compradores. Entre as famílias mais ricas, com renda acima de R$ 8 mil, só 9% utilizam a internet para fazer compras.

O estudo também levantou informações sobre a relação entre as vendas pela internet e a idade dos compradores. As pessoas entre 35 e 49 anos são as que mais usam o e-commerce, respondendo por 38% das vendas mensais. Os jovens entre 18 e 24 anos, por sua vez, são responsáveis por 11% das transações comerciais pela internet."


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Francisco Almeida / (91)81003406
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