segunda-feira, 23 de abril de 2012

Via Email : BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 22 Apr 2012 07:17 PM PDT


"Ombudsman da Folha condena postura do jornal napsfranciscoalmeida.blogspot.com/ guerra do Banco do Brasil; jornal estampou na manchete principal ataque ao vice-presidente Allan Toledo, que teve seu sigilo quebrado, tal qual o caseiro Francenildo, mas escondeu o arquivamento do caso pelo Conselho de Ética

Brasil 247

O Brasil está prestes a iniciar um debate importantíssimo, na CPI sobre as atividades do bicheiro Carlos Cachoeira, relacionado à mídia. Quais devem ser os limites dos jornalistas na relação com suas fontes? Esta deve ser a questão principal, motivada pelo elo estreito entre Cachoeira e o jornalista Policarpo Júnior, diretor de Veja em Brasília.

No entanto, o debate sobre a imprensa deve ir além? Por que jornais, sites, blogs, rádios e televisões têm tanta dificuldade em reconhecer seus erros? Por que ataques às reputações de terceiros e campanhas negativas ganham tão mais destaque do que o inverso?"
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Posted: 22 Apr 2012 07:07 PM PDT


Antônio Mello. Blog do Mello 

"Enquanto o país inteiro se alegra com a redução nas taxas de juros, o Jornal Nacional toma as dores dos únicos que lamentam essa queda, bancos e seus acionistas, especialmente o Bradesco, principal anunciante do telejornal da Globo.

Na
reportagem que abriu a edição de ontem, o JN buscou aterrorizar a população com uma ameaça sinistra. Segundo a reportagem, a queda dos juros vai levar o governo a mexer na caderneta de poupança, o que seria, na opinião editorializada da reportagem, a única forma de manter atrativos os rendimentos da renda fixa.

Para isso procurou opinião de dois especialistas favoráveis à tese, um economista da FGV e o indefectível ex-ministro Maílson da Nóbrega.

Para dar um ar de isenção, a reportagem coloca um depoimento da presidenta Dilma espremido entre os dois especialistas. Mas, repare as palavras de Dilma, que deveriam derrubar a tese da matéria de uma vez por todas:
Dilma: "O Brasil tem de buscar um patamar de juros similar ao praticado internacionalmente. Tecnicamente, fica muito difícil o Brasil diante do que ocorre no mundo justificar spreads tão elevados. Eu acredito que isso será um processo de amadurecimento do país, que vai nos encaminhar progressivamente para nós termos juros mais condizentes com a nossa realidade", declarou a presidente.

Em seguida a Dilma, entra Maílson, um eterno devedor das Organizações Globo, pois só foi efetivado ministro no governo do presidente Sarney,
porque Roberto Marinho aprovou, como Maílson mesmo reconhece:
Maílson: - A Globo tinha um escritório, em Brasília, no Setor Comercial Sul. Fui lá e fiquei mais de 2 horas com o doutor Roberto Marinho. Ele me perguntou sobre tudo, parecia que eu estava sendo sabatinado. Terminada a conversa, falou: "Gostei muito, estou impressionado". De volta ao Ministério, entro no gabinete e aparece a secretária: "Parabéns, o senhor é o ministro da Fazenda". Perguntei: "Como assim?" E ela: "Deu no plantão da Globo" [o Plantão do Jornal Nacional]."
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Posted: 22 Apr 2012 06:59 PM PDT


"Os movimentos de massa que tomaram as ruas do planeta

Márcia Denser, Congresso em Foco

"Acaba de ser lançada pela Boitempo, em parceria com o portal Carta Maior, a coletânea de ensaios Occupy – movimentos de protesto que tomaram as ruas do mundo, reunindo autores como David Harvey, Emir Sader, Immanuel Wallerstein, Mike Davis, Slavoj Zizek, Tariq Ali, Vladimir Safatle, Edson Teles, Giovanni Alves, Henrique Soares Carneiro e João Alexandre Peschanski. Obra imprescindível que, segundo os editores, tem o objetivo de ampliar o debate em torno dos movimentos populares que tomaram as ruas ao longo de 2011 em diversos países.

Uma onda de mobilizações (que tomou a dimensão de um movimento global) começou no Norte da África, derrubando ditaduras na Tunísia, Egito, Líbia, Iêmen; estendeu-se à UE (a propósito, Tariq Ali, neste ensaio, diz que deveria ser UB – União dos Banqueiros) com movimentos e greves na Espanha, Grécia, Londres; na AL; eclodiu no Chile e ocupou Wall Street, alcançando no final do ano até mesmo a Rússia.

A rebelião popular voltou à ordem do dia e o pano de fundo é uma crise social, econômica e financeira que se arrasta desde 2008, em consequência da crise de alimentos, do desemprego crônico e, sobretudo, da ausência de alternativas políticas, uma vez que os movimentos se manifestam contra as estruturas políticas partidárias e sindicais vigentes.

De forma que esta coletânea se reveste de tal importância, que vale à pena comentar e glosar o pensamento crítico de seus autores ao longo de colunas futuras.

Novamente me reportando a Tariq Ali, este comenta: "Um mapa do mundo que não inclua Utopia não merece ser olhado', escreveu Oscar Wilde, 'já que deixa de fora o único país no qual a humanidade está sempre desembarcando. E quando a humanidade chega ali, olha para o horizonte e, ao ver um país melhor, zarpa em sua busca. O progresso é a realização de Utopias".


Ou seja, o espírito do século XIX socialista está vivo entre a atual juventude idealista que protesta contra o capitalismo global que dominou o mundo desde o colapso da extinta União Soviética. Sem contar que a extrema direita é pequena, a extrema esquerda praticamente não existe, e o "extremo centro" domina a vida social e política."
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Posted: 22 Apr 2012 06:38 PM PDT


Marcos Coimbra, Blog do Noblat

Faz tempo que, na política, não temos um caso tão estranho como esse da CPI do Cachoeira. Quanto mais se leem os jornais, menos se compreende o que está acontecendo.

Dão voltas extraordinárias.

Não faz mais que dias, a CPI era apresentada como fruto exclusivo das movimentações dos partidos governistas. 
Como em um passe de mágica, no entanto, na foto dos congressistas saudando a coleta do número suficiente de assinaturas para instalá-la, só havia figuras da oposição. E todas sorriam, com cara de quem celebrava uma vitória.

Primeiro, diziam que PT e PMDB estavam unidos na disposição de viabilizá-la. Atualmente, o que se lê é que o PMDB foge da CPI. Que pretende, mantendo-se distante, garantir-se como aliado de Dilma (estaria, por acaso, arriscado a perder essa condição?).

Em um esforço de imaginação, pintam agora um quadro em que o PMDB teria decidido permanecer na espreita, apostando no "desgaste do PT" (?) junto à presidente, para assim "aparecer como salvador da Pátria". Que suas principais lideranças planejam carimbar a CPI como "invenção do PT"


Por que precisariam fazê-lo? Não foi o próprio Lula quem, pessoalmente, pôs a Comissão em marcha?"
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Posted: 22 Apr 2012 06:24 PM PDT


"Uma organização identificada com temas e rebeliões da juventude tornou-se terceira mais popular da Alemanha. Mas quais seus horizontes?

Detlef Gurtler, Presseurop / Outras Palavras

É ainda muito cedo para dizer se os Piratas não vão passar de um pormenor na história da democracia europeia. No entanto, se não sucumbirem aos erros de juventude, têm boas chances de transformar a democracia do século XXI na sua forma, de contribuir para o fim de uma era de crescimento a qualquer custo, de resolver a intrincada equação demográfica e, como brinde, de se tornar o primeiro partido verdadeiramente europeu.

A ideia de representar o povo através de organizações ditas de "massas" é tão antiga e obsoleta como a era industrial. Confrontadas com o colapso da sua organização, outrora tão "quadrada", atividades como a indústria fonográfica e o setor do turismo vivem um período de grande turbulência. E o sistema político vai ter o mesmo destino. Softwares online de participação cidadã, como o "Liquid Feedback", do Partido Pirata, são capazes de dissolver com grande eficácia uma organização política surgida na remota era da "democracia mínima" (Paul Nolte).

A abolição da separação estrita entre produtores e consumidores vai estender-se à esfera política. Foi particularmente evidente no setor da comunicação social e está agora em curso na indústria energética. O fato de haver linhas inteligentes, nas quais as habitações particulares podem consumir mas também produzir e oferecer energia elétrica, vai acabar com o regime de quase monopólio dos atuais gigantes da indústria energética.

Transparência e participação dos cidadãos


À semelhança do que acontece com a energia elétrica alemã, empresas públicas [de geração de energia e distribuição de gás] como a RWE e a E.On e partidos como o SPD [social-democratas] e a CDU [partido de centro-direita, que se denomina cristão-democrata] têm de se reinventar, atendendo às novas circunstâncias. No seu papel de defensores da diversidade, no palco de operações dos antigos monopolistas, os Piratas irão garantir que isto aconteça exatamente assim."
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Posted: 22 Apr 2012 06:13 PM PDT


"Com 95% dos votos apurados, o candidato do Partido Socialista à presidência da França, François Hollande, consolidou neste domingo (22) a liderança no primeiro turno contra o presidente e candidato à reeleição, Nicolas Sarkozy. A diferença foi pequena: Hollande recebeu 28,56% dos votos, contra 27,07% de Sarkozy.

Vermelho / L'Humanité

François Hollande, que foi o primeiro a discursar neste domingo, agradeceu aos candidatos Jean-Luc Mélenchon e Eva Joly pelo apoio já declarado a ele no segundo turno.

Na primeira reação após a publicação das pesquisas de boca de urna, o candidato da Frente de Esquerda, Jean Luc Mélenchon, declarou aos seus seguidores reunidos na Praça de Stalingrado : "Nosso povo parece estar bem determinado a virar a página dos anos Sarkozy. O total de votos da direita reduz-se em comparação com as eleições de 2007. Mas a extrema direita cresce. Por isso tivemos razão de concentrar nossa campanha em uma análise crítica radical das proposições da extrema direita. É o momento de dizer o quanto nos sentimos sós nesssa batalha. Um dos candidatos imitava, outro ignorava e nós mantivemos o essencial deste combate. Vergonha para aqueles que preferiram nos eliminar", disse Jean Luc Mélenchon ao conhecer os resultados das pesquisas de boca de urna.

"Nós somos a força política nova nascida nesta eleição. Somos nós que temos a chave do resultado. Apelo em consciência a assumir esta responsabilidade. Neste momento nada há a negociar. Nosso compromisso não necessita de nenhuma autorização nem adulação. Apelo a uma mobilização, nosso campo está comprometido no segundo turno em 6 de maio a derrotar Sarkozy, sem exigir nada em troca", disse o candidato da Frente de Esquerda deixando claro que apoia o candidato do Partido Socialista François Hollande.

E completou: "A batalha que levamos adiante não é uma luta pessoal, mas para virar a mesa, reverter a tendência que na Europa mantém o povo sob o jugo do eixo Sarkozy-Merkel. Ficará claro que somos nós que tomamos as decisões de esquerda neste país".
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Posted: 22 Apr 2012 05:17 PM PDT


"Cânones do diretor de redação da maior revista em papel do País soam como regulamento de jardim da infância para os quadrilheiros profissionais que a revista considera importante lidar

Marco Damiani, Brasil 247

"No texto Uma Reflexão Permanente, no qual, por oito vezes, em destaque e negrito, o diretor de redação de Veja, Eurípedes Alcântara, faz autocitações como se quisesse, na madrugada do fechamento, produzir um cânone do jornalismo moderno, ele próprio não enfrentou diretamente, e quanto menos em profundidade e com coragem, a questão que motivou seu próprio texto.

Por que, então, depois de escrito e revisado assim assim, o publicou?

Para dizer que tratou do assunto que não quis tratar?

Isso tudo começou quando se descobriu que, nos últimos vinte anos, o contraventor Carlinhos Cachoeira foi talvez a melhor fonte da sucursal de Brasília de Veja, provendo a revista, por meio do hoje redator-chefe Policarpo Junior, com farto material obtido de 'n' maneiras, o que incluiu gravações clandestinas.

Tristemente para a relevância do texto, o caso Cachoeira-Veja não merece sequer uma menção concreta. Os nomes não aparecem, os fatos relacionados nem sequer são apresentados. Fica tudo no genérico, com conceitos à maneira do curso para focas da própria Editora Abril. Imagino o que Alberto Dines, Jânio de Freitas, enfim, os realmente grandes que entraram nesse debate, poderão fazer com ele (o texto)... Vai sobrar pouco.

Exatamente, e outra vez, porque tem lá suas frases bacanas – "Entrevistar o papa não nos faz santos. Ter um corrupto como informante não nos corrompe", momento alto da primeira autocitação, repetida no início e no miolo --, a peça pode agradar "pessoas não diretamente envolvidas em nosso trabalho", às quais, ao que entendi, o texto se dirige. Mas mesmo para estas faltou a abordagem sobre os fatos objetivos.


Esperou-se, afinal, bastante tempo por uma manifestação oficial de Veja a respeito do relacionamento fonte-veículo que, ao que parece, necessariamente, será discutido na CPI do Cachoeira, com as devidas convocações indesejadas pela Editora Abril. Nas páginas da revista, essa manifestação não veio até agora, semanas após o estouro do caso que, de resto, eclodiu em plena sexta-feira de fechamento, e Veja não noticiou em tempo certo. O diretor de redação, com o seu Uma Reflexão, optou pela divulgação num veículo suplementar, virtual. Ao botar lá sua assinatura, porém, dá a entender que isso deveria nos contentar a todos como posicionamento formal da publicação. Sei não se isso é suficiente para convencer os que acompanham e participam dessa discussão e, ufa!, tirar Veja do mesão da CPI. Se a intenção foi essa, sei não..."
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Posted: 22 Apr 2012 09:34 AM PDT




Posted: 22 Apr 2012 09:24 AM PDT


Rui Martins, Direto da Redação

"Já não haverá mais supresa – os franceses votarão domingo contra o atual presidente Nicolas Sarkozy e confirmarão esse voto, no segundo turno, no começo de maio. O baixinho hiperativo não conseguiu ganhar a confiança dos franceses nestes cinco anos, ao contrário, mesmo eleitores de direita dizem não suportar mais seu irrequieto presidente. Embora, na França, os presidentes costumem ser reeleitos, isso não acontecerá com Sarkozy.

O vencedor e próximo presidente francês será o ex-dirigente do Partido Socialista, François Hollande, ex-marido da candidata derrotada faz cinco anos, a também socialista Segolène Royal. Além da diferença de programa político entre Sarkozy e Hollande, existe uma enorme diferença de personalidade – Hollande não é hiperativo e tem tudo de um francês comum, com sorrisos e gestos controlados de um homem normal.

Parece que os franceses aspiram justamente isso – um presidente normal, mesmo um tanto devagar, mais próximo do comum dos mortais, pois isso acaba inspirando mais confiança e segurança. Dizem que, depois da revolta estudantil de maio 68, os franceses elegeram Georges Pompidou, por ter cara de senhor bonachão e tranquilo.

Politicamente Hollande não é também nenhum revolucionário; é um socialdemocrata típico, sem grande arrojos, consciente dos limites de um político na cena nacional, sujeito na maioria das vezes às pressões da máquina do capital e das grandes empresas multinacionais, sem se esquecer das limitações impostas pela União Europeia atualmente dominada por uma maioria neoliberal."
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Posted: 22 Apr 2012 09:18 AM PDT


Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania

"Os institutos de defesa do consumidor de todo país deveriam se debruçar sobre uma verdadeira trapaça de que são vítimas os leitores das colunas políticas da grande imprensa, já que boa parte dos leitorados desses veículos parece acreditar que são oriundas de alguma apuração dos jornalistas que supostamente as escreveriam.

Não são. Jornais como Folha de São Paulo, Estadão, O Globo ou revistas como Veja, Época e QuantoÉ… Digo, IstoÉ, reproduzem sempre o mesmo ponto de vista, usando sempre as mesmas expressões, as mesmas analogias e chegando, invariavelmente, às mesmas conclusões.

Em relação à recém-criada CPI do Cachoeira, por exemplo, esse fato fica absolutamente claro.  Pode-se escolher qualquer um dos veículos citados para comprovar o que está sendo dito. Salvo algumas raras exceções como a do jornalista Jânio de Freitas, da Folha, todos vêm dizendo exatamente a mesma coisa: a CPI seria contra o PT e o governo Dilma ou manobra destes para esconder o julgamento do mensalão.

Muitas vezes, as duas hipóteses estão na mesma coluna. Confiando na premissa de que escrevem para descerebrados, esses colunistas caras-de-pau apresentam as duas teses conflitantes sem se preocupar com que alguém note alguma coisa.

Além da mesmíssima teoria de que Lula, apresentado como autor intelectual da CPI, é um tolinho que nem desconfiava de que seus adversários e a mídia tentariam inverter o foco da investigação, esse colunismo despreza o fato de que alguém como o ex-presidente não chegou aonde chegou sendo ingênuo ou precipitado…"
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Posted: 22 Apr 2012 08:58 AM PDT





Posted: 22 Apr 2012 08:18 AM PDT


Redação, PortalIMPRENSA

"Envolto em polêmicas, a realização do Grande Prêmio do Bahrein motivou nesta sexta-feira (20/4) um ataque de hackers ao site da Fórmula 1. A página foi invadida e ficou instável durante cerca de duas horas, informou o Terra. De acordo com sites americanos, o grupo Anonymous se responsabilizou pela invasão.

Na última quinta-feira (19/4), o Anonymous divulgou um comunicado à imprensa em que alertava que "a partir de amanhã (sexta), nós vamos transformar o site www.formula1.com em uma cratera no espaço cibernético".

"Você também tem o sangue dos Mártires da Liberdade de Bahrein em suas mãos", disseram os hackers no comunicado sobre aquelas pessoas que pretendem assistir ao GP do Bahrein. Na nota, o hackers também pedem apoio de pilotos."


Posted: 22 Apr 2012 07:45 AM PDT
"Pesquisa mostrou que maioria prefere ver Lula candidato do PT em 2014. Comparação mostrou que para 57% dos eleitores Dilma é igual a Lula.


Do G1

Após um ano e três meses de duração, o governo da presidente Dilma Rousseff obteve aprovação recorde de 64% dos eleitores, que o consideram bom ou ótimo, mostra pesquisa Datafolha publicada na edição deste domingo pelo jornal "Folha de S.Paulo". Outros 29% consideraram a gestão regular e apenas 5% acharam o governo ruim ou péssimo.

A série histórica das pesquisas do instituto revela que a avaliação do governo Dilma melhorou. No levantamento anterior, de janeiro, a gestão era aprovada por 59%, considerada regular por 33% e ruim ou péssima por 6% do universo pesquisado.

Os índices revelam a melhor avaliação obtida por um presidente no período considerado. Com um ano e três meses de mandato, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tinha o governo aprovado por 30% e Luiz Inácio Lula da Silva por 38%."
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Posted: 22 Apr 2012 07:38 AM PDT


Fernando Brito, Tijolaço.com 

"O editoral da revista Veja sobre "ética jornalística" é uma peça de um cinismo à toda prova.

Parece que o que está sendo questionado no comportamento da revista é o fato de, eventualmente, ter se valido de informações provindas de um criminoso, no caso o bicheiro Carlinhos Cachoeira.

Não foi isso o que aconteceu.

Veja e Cachoeira associaram-se de forma contínua, e o fizeram porque esta associação trazia vantagens para ambos.

Desde o casoWaldomiro Diniz até a demissão do sr. Luiz Antonio Pagot do Ministério dos Transportes, foram pelo menos sete anos de associação a um processo de chantagem. E a chantagem, não importa se o chantageado é ou não inocente – e no mais das vezes não é – do que se lhe pode acusar é um crime para o qual concorrem todos os que dele participam.

O chantagista, para ter sucesso, precisa ameaçar o chantageado com o conhecimento público daquilo que este quer esconder.


Mas, ao mesmo tempo o chantagista não pode, para escapar ao crime que comete e a seus envolvimentos, fazer de público esta denúncia."
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Posted: 22 Apr 2012 07:21 AM PDT


Luis Nassif, Luis Nassif Online

"O delegado Paulo Lacerda tinha tudo para ser um ícone do funcionalismo público. Funcionário exemplar, foi responsável pela transformação da Polícia Federal em uma organização eficiente e peça chave na luta contra a corrupção e o crime organizado.

A virada da PF foi o primeiro alento, para o cidadão comum, de que o crime organizado poderia ser combatido de forma eficiente pelo Estado.

Nomeado para a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência), estava pronto a repetir o trabalho na PF e a dotar o Sistema Brasileiro de Inteligência (o SISBIN, a coordenação das diversas agências públicas no combate ao crime organizado) em uma organização exemplar.

Em 2007, junto com o general Félix, Ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) visitou os Estados Unidos atrás de modelos de atuação contra o terrorismo e o crime organizado, remodelado após os atentados de 11 de setembro.

Visitaram o Departamento de Defesa, a CIA, o Tesouro, o FBI e um novo órgão, o Departamento Nacional de Inteligência, criado justamente para supervisionar a ação dos demais e integrar as investigações.

Havia a necessidade de um supervisor similar no Brasil, capaz de coordenar as informações provindas da PF, da Receita, Banco Central, COAF, INSS etc. Como a ABIN é um órgão de inteligência,


Decidiram criar um Departamento de Integração do SISBIN dentro da Agência. Reformou-se um anexo da ABIN, instituíram-se concursos que trouxeram novos funcionários, de alto nível, definiu-se uma política de cargos e salários."
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Francisco Almeida / (91)81003406
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