domingo, 11 de março de 2012

Fwd: BRASIL! BRASIL!




BRASIL! BRASIL!


Posted: 10 Mar 2012 04:37 PM PST


Correio do Brasil

"A denúncia de um esquema milionário de distribuição de recursos públicos da área de Comunicação Social dos principais tribunais de Justiça do país para a Fundação Renato Azeredo (FRA), dirigida por tucanos graduados, não atrapalhou os planos da instituição de seguir em frente com as suas perspectivas de faturamento para os próximos anos. O fato de responder a um processo no Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG) e correr o risco de ser investigada no Conselho Nacional de Justiça – um de seus clientes mais discretos – não preocupa o gestor da instituição, Antonio Carlos Braga.


– Quem está dizendo que haverá um processo são vocês – disse o executivo, em entrevista ao Correio do Brasil.


Alvo de uma denúncia da revista Carta Capital, na edição desta semana, a FRA prefere não revelar seu faturamento, embora a reportagem, assinada pelo jornalista Leandro Fortes, aponte o repasse de recursos públicos na casa dos 10 dígitos, nestes últimos anos. Embora o volume de dinheiro faturado seja de domínio público, Braga desconversa na hora de dizer o quanto a instituição arrecadou em 2011.


– Não queremos polêmica – alega.


O Conselho Nacional de Justiça, que ainda não recebeu a documentação referente ao inquérito a que responde no MP mineiro, pagou à FRA, nos últimos 18 meses, um total contratado que supera a casa dos R$ 5 milhões, quantia justificada com a filmagem das sessões do Plenário, entre outros serviços prestados a esta instância do Judiciário. Segundo informou a assessoria de Comunicação Social, a casa não dispõe "de material e de pessoal para essa tarefa", explica a chefe do setor, Maisa Moura. A maior parte dos gastos da FRA, ainda de acordo com o seu administrador, "destina-se ao pagamento de salários" para mais de 600 empregados, terceirizados de acordo com os contratos fechados com os clientes. Estes são, na grande maioria, entes públicos para os quais a admissão de funcionários deveria ocorrer por concurso.


A FRA não esconde apenas o quanto faturou no Erário. A lista de clientes também não é atualizada desde maio de 2009, fato que Braga alega desconhecer. Nos dez anos anteriores à última aferição das instituições que mantêm em dia os salários de seus empregados, a Fundação lista, entre outros contratantes, a Petrobras, os ministérios da Saúde e da Cultura, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Fundação Banco do Brasil. O CNJ, o STF e o TSE, porém, não constam dessa lista, embora, juntos, sejam responsáveis por repasses superiores a R$ 30 milhões nos últimos anos."
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Posted: 10 Mar 2012 04:19 PM PST




Posted: 10 Mar 2012 04:00 PM PST


"Araponga Jairo Martins, que gravou a fita de Maurício Marinho recebendo propina em 2005, no marco zero do Mensalão, e a entregou ao jornalista Policarpo Júnior, de Veja, foi pego na Operação Monte Carlo; fonte regular da revista, ele também recebia pagamentos mensais da quadrilha do bicheiro

Brasil 247

Ainda é um mistério por que as revistas semanais continuam ignorando a Operação Monte Carlo e seus desdobramentos políticos. Uma explicação possível é o fato de Carlinhos Cachoeira, e seu braço direito Idalberto Araújo, o sargento Dadá, terem mantido relações próximas com vários jornalistas investigativos. Dadá, por exemplo, trabalhou com Alexandre Oltramari, ex-repórter de Veja, na campanha que elegeu Marconi Perillo, do PSDB, para o governo de Goiás, em 2010. Cachoeira também gravou a fita de Valdomiro Diniz pedindo propina, que foi entregue à revista Época, em 2004.

A nova surpresa da Operação Monte Carlo é o envolvimento de outro personagem conhecido no submundo da arapongagem e do jornalismo investigativo. Trata-se do policial Jairo Martins de Souza. Foi ele quem gravou a fita que detonou, em 2005, o escândalo do Mensalão. Trata-se da cena em que um ex-funcionário dos Correios, Maurício Marinho, aparece recebendo uma propina de R$ 3 mil. A fita foi entregue ao jornalista Policarpo Júnior, que é amigo de Jairo Martins, e hoje, além de dirigir a sucursal da revista Veja em Brasília, é redator-chefe da publicação."
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Posted: 10 Mar 2012 03:44 PM PST


Wálter Fanganiello Maierovitch, Terra Magazine / Sem Fronteiras

A "calourada" da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco e o Centro Acadêmico XI de Agosto é generosa. Os bravos acadêmicos e acadêmicas escolheram este comentarista do Portal Terra e o diretor de redação de Carta Capital para palestras e, também, para responder perguntas do auditório.

Na quarta-feira 7 foi minha vez.  Ontem, a vez pertenceu ao Mino Carta diretor de redação e sócio-fundador da Carta Capital.

Pelo que fiquei a saber de ontem, os alunos da "velha e sempre nova acadêmica" (a expressão foi cunhada do saudoso Goffredo da Silva Telles) saíram da palestra do Mino a comentar sobre a reeleição da presidente Dilma. Isso em razão de uma afirmação do Mino, em resposta a uma pergunta e ao citar a Copa do Mundo de 2014: "Sediar o mundial de futebol foi uma medida populista adotada por Lula, e Dilma é quem está tendo que lidar com os problemas", explicou. O fato de a Dilma haver feito a concessão aos aeroportos foi uma medida desesperada para evitar um desastre durante o campeonato. Se a Copa for um fracasso, isso vai repercutir no mundo inteiro e provavelmente vai destruir a campanha de reeleição".
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Posted: 10 Mar 2012 03:33 PM PST
Renata Giraldi e Carolina Pimentel, Agência Brasil

"A secretária nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos (vinculada à Secretaria Nacional de Direitos Humanos), Salete Valesan Camba, condenou a onda de agressões a moradores de rua. Só hoje (10), dois moradores de rua foram mortos a tiros em Brasília e um terceiro queimado em Campo Grande (Mato Grosso do Sul). O assunto será tema da reunião da Coordenação do Comitê das Populações de Rua, no fim do mês, em Brasília.

"Há a necessidade de uma política federativa, construída a partir de ações comuns do governo federal com os governos estaduais e municipais e o apoio da sociedade. É preciso prevenir a violência e combatê-la", disse à Agência Brasil Salete Camba. "Estamos muito preocupados. Parece que há uma circulação de violência. Isso é muito grave. A sociedade precisa se indignar e não pode aceitar tudo isso como normal."

Segundo a secretária, desde o ano passado os governos se uniram em busca de alternativas para garantir assistência aos moradores de rua. Salete Camba lembrou que recentemente as agressões se voltaram às comunidades empobrecidas de São Paulo. "A partir daí, houve vários casos", acrescentou.

Na manhã de hoje, por volta das 7h, dois moradores de rua de Brasília foram assassinados a tiros. Eles dormiam sob árvores, em uma região nos arredores da capital. Pelas investigações preliminares, o atirador disparou várias vezes contra os homens."
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Posted: 10 Mar 2012 08:21 AM PST
"Os Heróis de uma época devem ser reconhecidos como aqueles que souberam ver com clareza: seus feitos e palavras são os melhores do seu tempo"

Márcia Denser, Congresso em Foco

Relendo Rumo à Estação Finlândia, o famoso livro de Edmund Wilson que, em linhas gerais e acompanhando cronologicamente a trajetória de algumas personagens históricas, traça o histórico dos movimentos comunistas no mundo entre os séculos 18 e 20, releitura que, aliás, recomendo vivamente para todos, e principalmente aqueles (que já são legião) que estão perdendo o sentido de "histórico", de "humano" e, sobretudo, a combinação de ambos, quer dizer, que sejamos a "Humanidade vivendo na História".


Segundo Wilson, o mais importante que Marx, Engels e seus contemporâneos extraíram da filosofia de Hegel foi o conceito de "transformação histórica": para este, as grandes figuras revolucionárias da História não eram apenas indivíduos extraordinários, mas agentes através dos quais as forças das sociedade em que eles se inseriam realizavam seus propósitos inconscientes. A exemplo de Júlio César, que lutou, derrotou rivais e destruiu a constituição de Roma, visando à conquista da supremacia,  mas o que o torna importante para o mundo é o fato de que ele estava fazendo o que era necessário para unificar o Império Romano, ou seja, impondo um regime autocrático, a única solução possível, em nível histórico.


Não foi apenas o seu – de Julio Cesar – interesse pessoal e, sim, um impulso inconsciente, que ensejou a realização daquilo cujo momento havia chegado. Assim são todos os grandes homens da história – cujos objetivos pessoais envolvem as grandes questões, através das quais se manifesta a vontade do Espírito do Mundo. Eles podem ser chamados de Heróis, na medida em que seus objetivos e sua vocação derivam não do curso regular e tranquilo dos eventos, sancionado pela ordem vigente, e sim de uma fonte oculta – que não atingiu ainda a existência fenomenal, presente – aquele Espírito interior e coletivo, ainda oculto sob a superfície, o qual, invadindo o mundo exterior, qual uma casca que se irrompe, quebrando-o em mil pedaços, porque é um núcleo diferente daquele que pertencia à casca em questão.


Tais indivíduos não tinham consciência da Idéia Geral que estavam manifestando no momento em que promoviam seus objetivos pessoais, eram homens práticos, políticos. Porém, eram homens de pensamento, de idéias, que tinham uma visão das exigências do seu tempo – do que estava maduro para se desenvolver. Era esta a própria Verdade de sua época, de seu mundo, já formada no útero do tempo."
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Posted: 10 Mar 2012 08:04 AM PST


"Entre os denunciados está Januário Montone, secretário de Saúde nas gestões de José Serra e Gilberto Kassab

Brasil 247 / AE

O Ministério Público Estadual (MPE) denunciou ontem 35 acusados de envolvimento na chamada máfia da merenda, como é conhecido o grupo de empresas que teria formado um cartel e uma quadrilha para fraudar licitações para o fornecimento de merenda escolar. O grupo ainda é acusado de corromper políticos e funcionários públicos, além de lavar o dinheiro da organização criminosa.

Entre os acusados estão os empresários Eloízo Afonso Gomes Durães e Geraldo João Coan e o secretário de Saúde da cidade de São Paulo, Januário Montone. Todos negam as acusações. Incluído entre os acusados por causa de sua atuação quando era secretário de Gestão (governos Serra e Kassab), Montone é acusado de receber R$ 600 mil de propina do cartel da merenda.

Durante as investigações, ele teve seus sigilos bancário e fiscal quebrados pela Justiça depois da apreensão de memorandos internos da empresa SP Alimentação - a maior do ramo, de propriedade de Durães. Neles, segundo os promotores do Grupo Especial de Repressão aos Delitos Econômicos (Gedec), havia a indicação de dois pagamentos em agosto de 2007 de R$ 50 mil a Montone. Só em 2007, ele teria recebido R$ 600 mil.

Os supostos pagamentos de propinas para a Prefeitura de São Paulo efetuados pela máfia da merenda teriam começado em 2003, durante a gestão de Marta Suplicy (PT). De agosto de 2003 a fevereiro de 2004, documentos apreendidos pelo Gedec mostram que foram pagos R$ 1,2 milhão de propinas para corruptos que trabalhavam na Secretaria Municipal de Abastecimento de São Paulo. Na primeira quinzena de 2004, foram pagos R$ 242 mil em propinas."
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Posted: 10 Mar 2012 07:46 AM PST
Leandro Fortes, CartaCapital

"Ao longo de nove anos no Congresso Nacional, o senador Demóstenes Torres, do DEM de Goiás, notabilizou-se por não dar trégua à corrupção. Nem aos corruptos. Nem aos amigos dos corruptos. Nem aos amigos dos amigos dos corruptos. Ex-promotor de Justiça, ex-delegado e ex-secretário de Segurança Pública de Goiás, Torres sempre se mostrou inflexível com o crime. Dele, portanto, não se esperava outra coisa senão distância de criminosos e corruptos.Mas a força desse mito desmoronou em 29 de fevereiro passado, quando aconteceu a Operação Monte Carlo, da Polícia Federal. Naquele dia, a PF desmontou uma quadrilha que atuava no ramo ilegal da jogatina e prendeu, em Goiânia, o famoso bicheiro Carlos Augusto Ramos. Apelidado de Carlinhos Cachoeira, o contraventor, quem diria, é um amigão do senador linha-dura.


Entre fevereiro e agosto de 2011, Torres e Cachoeira trocaram nada menos que 298 telefonemas, segundo interceptações telefônicas feitas pela Polícia Federal, com autorização da Justiça. No inquérito aberto pelo Ministério Público Federal, é possível observar que a dupla conversou, no período, mais de uma vez por dia, inclusive nos fins de semana, mas ainda não foi revelado o exato teor de tanta prosa. Por ser senador, Torres tem direito a foro privilegiado, e a investigação será encaminhada à Procuradoria-Geral da República. Caberá ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, denunciar ou não o parlamentar do DEM por associação com o notório criminoso goiano.
Os sinais da amizade foram detectados não só pelo número de ligações entre o senador e o contraventor, mas pela singular generosidade de Carlinhos Cachoeira com o amigo parlamentar. Torres ganhou do amigo uma cozinha completa, com fogão e geladeira, no valor de 27 mil dólares (46,7 mil reais). O regalo foi importado dos Estados Unidos, não se sabe ainda se pelas vias oficiais. Outro a cair nas graças do bicheiro foi Geraldo Messias (PP), prefeito de Águas Lindas de Goiás, um dos municípios mais miseráveis da região do entorno do Distrito Federal. Messias ganhou uma viagem a Las Vegas, em maio de 2011, hotel e despesas incluídos.


Foi o próprio senador, graças a um corolário de desculpas esfarrapadas, quem revestiu a história de tragicomédia. Sobre a cozinha de luxo, explicou que a mulher com quem casou em 13 de julho do ano passado é, além de advogada, boa cozinheira. Por essa razão singela Cachoeira havia prometido um "bom presente". Como promessa é dívida e o bicheiro parece ser um homem de palavra, a cozinha foi entregue sem atrasos."
Foto: José Cruz/ABr
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Posted: 10 Mar 2012 07:19 AM PST
Renata Giraldi, Agência Brasil

"Apenas nos primeiros dois meses do ano, a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil concedeu 181.318  vistos a brasileiros que querem ir para cidades norte-americanas. O consulado que mais emite autorizações é o de São Paulo, registrando média de 2.236 vistos concedidos por dia. O tempo de espera varia entre Brasília, São Paulo, o Rio de Janeiro e Recife. Quem opta por São Paulo e o Rio pode ficar até 23 dias esperando a conclusão do processo.

Apenas em 2011,  mais de 1,5 milhão de brasileiros visitaram os Estados Unidos. Nos primeiros meses deste ano, já houve um aumento de 49%, sendo que no Rio de Janeiro a procura por vistos para os Estados Unidos praticamente dobrou.

Em comunicado, a embaixada informou que trabalha  para "atender à demanda" por vistos, ao colocar mais funcionários nesse tipo de atividade, ampliando os horários de atendimento e buscando agilizar os processos."
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