terça-feira, 6 de março de 2012

Fwd: BRASIL! BRASIL!




BRASIL! BRASIL!


Posted: 06 Mar 2012 05:08 AM PST



"Ainda desconhecido da maioria do eleitorado e com índices de intenção de voto que não superam 4%, o pré-candidato do PT à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, será alvo de um estudo de imagem. A pedido do publicitário João Santana, contratado para a campanha do ex-ministro, uma equipe de TV começou a gravar os eventos do petista. Um cinegrafista, um operador de áudio e um fotógrafo estiveram ontem na comitiva de Haddad na visita a um seminário em Parelheiros, zona sul da capital. O ex-ministro usou um microfone de lapela, para registrar suas falas e a de seus interlocutores. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Trata-se de um teste para ver como o pré-candidato se porta no vídeo. Santana e a direção da campanha avaliarão como Haddad fala e se movimenta, se tem problemas de dicção, como são suas reações, de que forma manifesta emoções - ou deixa de manifestá-las - e como o povo o recebe nos eventos. O "ensaio de imagem", como é chamado, serve para corrigir eventuais erros cometidos pelo ex-ministro, que já teve a atenção chamada pelo próprio Santana há pouco mais de um mês, quando o marqueteiro avaliou que Haddad não saíra bem em fotos nos jornais."


Posted: 06 Mar 2012 04:52 AM PST
"O manifesto dos militares contra o governo tem o efeito danoso de estimular os nossos adversários externos, que nele começam a ver o retorno aos confrontos entre civis e militares do passado, dos quais eles souberam aproveitar-se. O documento já está sendo usado em São Paulo, contra a candidatura do PT.

Mauro Santayana, Carta Maior

Em um de seus inquietantes paradoxos, Chesterton compara dois grandes santos da Igreja, para mostrar que o temperamento antagônico de ambos conduzia a um resultado comum. "São Francisco – dizia o autor de Ortodoxia – era a montanha, e São Domingos de Gusmão, o vale, mas, o que é o vale, senão a montanha ao contrário?"

Em termos lógicos, e nisso o pensador católico foi mestre, o côncavo e o convexo se completam, como as duas partes de uma esfera oca. Seguindo o mesmo raciocínio, a ascensão e a queda, das pessoas, das empresas e – com mais propriedade – das nações, são duas categorias que se integram, no todo histórico. É preciso administrar a ascensão pensando na queda e ver, na queda, a oportunidade de repensar os métodos a fim de recuperar a ascensão.

Tudo indica que o Brasil se encontra em ascensão, mas é preciso ver esse momento com as necessárias cautelas. O mundo passa por um desses espasmos históricos bem conhecidos no passado. A Europa está atônita, daí a sua tentativa de, na demonização dos paises muçulmanos, de cujo petróleo depende, criar um inimigo externo que una os seus países, historicamente adversários. Mas, ainda assim, a crise econômica promovida pela licença de caça que seus governos deram aos bancos, continua a dividi-los.

Ainda que 25 paises tenham concordado com a política de arrocho fiscal determinada pela Alemanha, com o apoio da França, a Inglaterra e a Tchecoslováquia negaram sua assinatura. Os países que engoliram a pílula, começam a cuspi-la de volta, conforme a reação de Rajoy, da Espanha, solicitando flexibilidade na adoção das medidas recessivas, qualquer sinal de solidariedade do grupo. O primeiro ministro anunciou em Bruxelas que só pode prometer a redução do déficit público a 5,8 do PIB. E já surgem divergências entre a Alemanha e o Banco Central Europeu.

A Segunda Guerra Mundial foi um excelente negócio para os Estados Unidos, que dela emergiram como a grande potência hegemônica. Agora, no entanto, alguns dos paises que dela participaram e que contribuíram para a vitória com sangue, começam a sair do círculo de giz, e a constituir uma nova realidade planetária. Muitos desses países, como a Índia e a China, foram impiedosamente colonizados pela Europa, até meados do século 20. O Brasil, a Rússia, a Índia, a China e a África do Sul constituem novo pólo de poder, que está atraindo outras nações africanas e asiáticas.

Não se trata, ainda, de uma aliança política. São países bem diferentes, com visões de mundo claramente distintas, mas conscientes de que, se souberem interagir de forma pragmática – no respeito mútuo aos mandamentos de autodeterminação – serão capazes de se defenderem dos projetos de novo domínio anglo-saxão sobre a humanidade."
Artigo Completo, ::Aqui::


Posted: 05 Mar 2012 05:37 PM PST


iG / Poder Online

"Irmão do governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), o ex-deputado, ex-ministro e ex-governador Ciro Gomes, também do PSB, diz que, mesmo que Cid decida apoiar o candidato do PT a prefeito de Fortaleza, o partido tende a não segui-lo.


Em entrevista ao Poder Online quando estava a caminho de mais um ato público do PSB contra o PT local, Ciro disse que a prefeita petista Luizianne Lins tem feito "uma péssima administração" e que nenhum dos nomes até agora citados por ela para a sua sucessão serão aceitos pelo PSB.


Segundo Ciro, por ciúmes, Luizianne impediu a aplicação de R$ 300 milhões em verbas federais e estaduais em Fortaleza, assim como a instalação de um estaleiro com 2 mil empregos diretos na cidade.


No plano nacional, Ciro diz que o manifesto de insatisfação assinado por 45 deputados do PMDB é apenas um "movimento de vendeta" contra a faxina imposta pela presidenta Dilma Rousseff, que "defenestrou corruptos dos ministérios".


Os partidos fisiológicos, segundo ele, se aproveitam da diminuição do ritmo de crescimento da economia e das proximidade das eleições para se vingar da presidenta.


Poder Online – O governador Cid Gomes, seu irmão, parece que está para acertar o apoio ao candidato do PT para prefeito de Fortaleza, não é mesmo?


Ciro Gomes – Não sei, não. Há muitas variáveis ainda. O Cid está disposto a fechar com o PT desde que seja um candidato também da confiança dele e, sobretudo, capaz de promover uma grande mudança na cidade, promover a retomada do desenvolvimento e a melhoria dos serviços públicos que estão sucateados por aqui.


Poder Online –  Esses nomes que estão sendo colocados pela prefeita Luiziane Lins?


Ciro Gomes – Esses nomes que a prefeita Luizianne tem falado? Nem pensar! Nenhum deles.


Poder Online – Mas há hipótese de o PSB não apoiar o candidato do PT se o governador fechar com a Luizianne?


Ciro Gomes – Claro que há. O próprio Cid já falou que não terá o controle sobre o Diretório do partido, se não for uma conversa muito bem azeitada do PT com o PSB. O partido está na ponta dos cascos. E o Cid, nesse aspecto da aliança, tem sido uma voz isolada.


Poder Online – Mas por quê?


Ciro Gomes – Porque Fortaleza tem sido muito mal administrada. No campo da Educação, basta lembrar que o ano letivo de 2011 começou em setembro último. É um absurdo! Aqui, todos os diretores de escolas são indicados por vereadores, por cabos eleitorais. Uma coisa do século 19. Dos 184 municípios do Ceará, segundo ranking do Ministério da Educação, Fortaleza está no 180º lugar."
Foto de José Cruz, Agência Brasil
Entrevista Completa, ::Aqui::


Posted: 05 Mar 2012 05:20 PM PST




Posted: 05 Mar 2012 05:13 PM PST


Luana Lourenço, Agência Brasil

"A presidenta Dilma Rousseff confirmou hoje (5) a intenção do governo de realizar o leilão para os serviços de telefonia móvel de quarta geração (4G) em maio, contrariando as empresas do setor, que querem mais tempo até a licitação. Dilma está em Hannover, na Alemanha, onde participou hoje da abertura da Feira Internacional de Tecnologia da Informação, Telecomunicações, Software e Serviços (CeBIT), maior evento do setor, que este ano tem o Brasil como país parceiro.

"Licitaremos, em maio, as faixas necessárias para a implantação dos telefones móveis de quarta geração. Estaremos operando nestas faixas ainda em 2013 nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014", disse a presidenta, ao listar medidas do governo para o setor. Dilma também citou a ativação de uma rede de fibra ótica para banda larga de 31 mil quilômetros, que, segundo ela, chegará às capitais dos 27 estados brasileiros.

"Contrataremos, ainda em 2012, a construção de cabos óticos submarinos para ligar o Brasil à América do Norte, à Europa e à África. Essas saídas internacionais serão somadas a um anel ótico sul-americano, cuja implementação foi decidida pelos países que integram a Unasul [União das Nações Sul-Americanas]", acrescentou."
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Posted: 05 Mar 2012 05:05 PM PST


"O presidente norte-americano, Barack Obama, afirmou nesta segunda (5) que o seu país "sempre protegerá Israel" em assuntos de segurança. Obama encontrou-se com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, na Casa Branca. O encontro entre os dois líderes acontece em um momento em que Telavive ameaça atacar o Irã militarmente, sob o pretexto de parar o programa nuclear iraniano.

Vermelho

Segundo Obama, o compromisso de seu país com Israel é "sólido como uma rocha". A declaração foi dada no início da reunião, direcionada contra o Irã, e expressa apoio a qualquer medida que Israel venha a tomar contra o Irã e o programa nuclear do país islâmico.

Ao mesmo tempo, evitando declarar abertamente os reais motivos da reunião, Obama tentou destacar que tanto ele como Netanyahu estariam "de acordo" que a diplomacia é a "melhor via" para colocar um fim ao projeto de energia nuclear do Irã. Ao mesmo tempo, destacou que, apesar disso, todas as opções estão sobre a mesa. "Deixo todas as opções" em aberto, declarou Obama. "Quando digo que todas as opções estão na mesa, realmente é isso o que quero dizer", acrescentou.

"Tanto o primeiro-ministro como eu preferimos resolvê-lo diplomaticamente", declarou Obama, que se reuniria com Netanyahu primeiro a sós e mais tarde com suas equipes de assessores.

O primeiro-ministro israelense, por sua parte, fez sua habitual declaração de que se sente "ameaçado" e garantiu que continua como "dono de seu próprio destino", para em seguida revelar que é, no entanto, "dependente e fiel" dos EUA.

"Minha responsabilidade suprema, como primeiro-ministro israelense, é velar para que Israel continue sendo dono de seu destino", lacrimejou Netanyahu, após agradecer Obama por seu apoio ao "direito" de Israel de se "defender".

Ao invés de defender-se, Israel parte para a ameaça clara, ao considerar que se as sanções contra o Irã não bastam para desmantelar o projeto de energia, o país terá o "direito" de abrir fogo contra os iranianos. O Irã tem reafirmado repetidas vezes que seu programa tem fins pacíficos e que, por isso, não pretende interrompê-lo, pois sua execução é um direito previsto por leis internacionais e é uma necessidade do país."
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Posted: 05 Mar 2012 04:47 PM PST


"A reclamação do secretário-geral da Fifa sobre o atraso para a preparação da Copa de 2014 tem fundamento, mas a forma da crítica conseguiu a proeza de unir de um mesmo lado governo e oposição, que tiraram o dia para malhar o dirigente; hoje, ele pediu desculpas e se disse vítima da tradução

Brasil 247

A reação do governo brasileiro às declarações do secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, de que os organizadores da Copa de 2014 precisavam de um chute no traseiro, não parou no protesto ministro do Esporte, Aldo Rebelo. Depois de o comunista exigir um novo interlocutor à Fifa, no fim de semana, todo mundo, inclusive gente da oposição, aproveitou para tirar uma casquinha de Valcke, que se disse vítima de um mal entendido hoje.

Segundo "Portal da Copa", do governo federal, o executivo francês pediu desculpas ao ministro do Esporte e a qualquer pessoa que possa ter se ofendido com "interpretações incorretas das minhas palavras". Valcke alega que "em francês, 'se donner un coup de pied aux fesses' significa apenas 'acelerar o ritmo', e, infelizmente, essa expressão foi traduzida para o português usando palavras muito mais fortes".

Antes da explicação, que ainda não obteve resposta do governo brasileiro, Valcke foi condenado por situação e oposição. O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), disse que que a declaração do secretário-geral da Fifa merecia "um chute de volta, daqui pra lá". "Se ele (Valcke) quis mesmo dizer isso, faltou um pouco de educação", completou Maia, destacando que "aqui (no Congresso) não há nada imposto pelo governo, pelas entidades e muito menos por entidades de fora do país", em referência às aprovação da Lei Geral da Copa, atrasada em três anos.

O deputado Renan Filho (PMDB-AL), relator da Lei Geral da Copa, também repudiou a declaração de Valcke, classificado por ele como "inconsequente, deselegante e de linguajar chulo". Para o presidente do Senado, josé Sarney (PMDB-AP), a cobrança de Valcke foi uma "intromissão grosseira".
Foto: Christian Hartmann/Reuters
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Posted: 05 Mar 2012 04:36 PM PST
"Grupo divulgou carta em repúdio a recentes declarações de militares, que questionam a abertura dos arquivos


"Nós, cineastas, mobilizamos a favor de tantas causas. Até mesmo dos cineastas iranianos. E quando o assunto diz respeito à democracia brasileira, não vamos dizer nada?" Esta foi a observação do diretor João Batista de Andrade que desencadeou uma manifestação dos cineastas brasileiros em repúdio a recentes declarações de militares, com destaque para a inquietação de oficiais da reserva com relação à Comissão da Verdade (criada para apurar violações de direitos humanos durante a ditadura), inclusive sobre a escolha de seus membros, que serão nomeados pela presidente Dilma Rousseff.

O texto elaborado pelo diretor foi encaminhado nesta segunda-feira, 5, aos ministros Celso Amorim (Defesa), Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Ana de Hollanda (Cultura): "Nós, cineastas brasileiros, expressamos a nossa preocupação com as frequentes manifestações de militares confrontando as instituições democráticas e o próprio Estado de direito. Todos os cidadãos brasileiros têm o direito de conhecer o que foram os 21 anos de ditadura militar instaurada com o golpe de 1964. É preciso que a Comissão da Verdade, instituída para esclarecer fatos obscuros daquele período, em que foram cometidas graves violências institucionais, perseguições, torturas e assassinatos, tenha plenas condições e apoio da sociedade brasileira para realizar essa tarefa histórica. Repudiamos os ataques desses setores minoritários das Forças Armadas brasileiras, que de forma alguma irão obstruir as investigações que devem ser iniciadas o quanto antes. Estaremos atentos para que tal comissão seja composta por pessoas comprometidas com a democracia e com a verdade".
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Posted: 05 Mar 2012 03:31 PM PST
Vinicius Sassine, Correio Braziliense

"O bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) conversaram por telefone 298 vezes entre fevereiro e agosto de 2011, como mostram as transcrições feitas pela Polícia Federal (PF) para a Operação Monte Carlo. O empresário da jogatina e o senador trocaram, em média, 1,4 ligação por dia no período. Falavam-se diariamente, até mais de uma vez por dia. Ao Correio, Demóstenes deu uma justificativa de cunho sentimental para a proximidade ao empresário — ou "professor", conforme expressão usada pelo parlamentar para se referir ao contraventor: "A mulher do meu suplente (Wilder Pedro de Morais) o deixou e passou a viver com Cachoeira. Eu e minha mulher tivemos de resolver esse problema. Por isso houve tantas ligações e encontros".

Os policiais federais que fizeram as transcrições das conversas telefônicas, cuja quebra de sigilo foi autorizada pela Justiça Federal de Goiás, encontraram referências aos presentes dados por Cachoeira ao senador e ao prefeito de Águas Lindas de Goiás, Geraldo Messias (PP). Demóstenes ganhou do bicheiro uma cozinha importada dos Estados Unidos, com fogão e geladeira, avaliada em US$ 27 mil (R$ 46,7 mil, pela cotação do dólar de sexta-feira). A constatação do presente aparece numa fala de Cachoeira, dizendo ao senador que enviaria a cozinha. "Minha mulher é advogada e boa cozinheira. Nos casamos em 13 de julho do ano passado, e a mulher de Cachoeira nos prometeu um bom presente", justifica o senador. O prefeito de Águas Lindas foi agraciado com uma viagem a Las Vegas, nos Estados Unidos, conforme as transcrições feitas pela PF. Geraldo Messias confirmou ao Correio que fez a viagem, em maio de 2011, com a mulher, e disse que o hotel foi pago pelo bicheiro. "Ele não pagou a viagem, mas deu para nós a estadia. O hotel é de uma pessoa ligada a ele."


Posted: 05 Mar 2012 09:11 AM PST


"Eduardo Campos tem conversado com Gilberto Kassab sobre a possibilidade de aproximação. Se os 47 deputados do PSD juntarem-se aos 63 da composição que une PSB, PTB e PCdoB, formarão a maior bancada de deputados, maior que a do PT

Rudolfo Lago, Congresso em Foco

Na próxima semana, o presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo, e a líder do partido na Câmara, Luciana Santos (PE), terão uma importante reunião com o governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos. A reunião tem um objetivo: entender quais são os planos de Eduardo Campos que envolvem uma aproximação com o PSD, o partido criado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Campos trabalha para que o PSD passe a integrar o bloco na Câmara do qual já fazem parte seu partido, o PCdoB e o PTB. Hoje, esse bloco soma 63 deputados, e é a terceira maior bancada da Câmara. Se forem somados os 47 deputados do PSD, passará a ser a maior bancada, com 110 deputados. O PT, que hoje é a maior composição, tem 86 parlamentares.

Em princípio, o PCdoB resiste à entrada do PSD no bloco, e por isso quer conversar com Eduardo Campos. O que temem os comunistas? Não querem virar trampolim para pretensões políticas e eleitorais de Eduardo Campos que sejam diferentes das suas.

Os que conversaram recentemente com Eduardo Campos enxergam na aproximação com o PSD e na possível formação do bloco a seguinte via de mão dupla. Depois da decisão do ministro Carlos Ayres Brito que negou o pedido do PSD de assumir postos de comando nas comissões permanentes, o partido de Kassab começou a entender que terá de buscar outras estratégias para ganhar protagonismo na Câmara. E o caminho para isso pode ser a formação do bloco. Fazendo parte da maior bancada, o partido passará a ter que ser ouvido e considerado em todas as votações e negociações importantes no Parlamento."
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Posted: 05 Mar 2012 09:02 AM PST


Altamiro Borges, Blog do Miro

"E ainda tem gente que acredita na isenção da velha mídia! No final de 2011, ela simplesmente escondeu a publicação do livro "A privataria tucana", do jornalista Amaury Ribeiro. Agora, ela evita falar sobre a Operação Monte Carlo, que resultou na prisão do mafioso Carlinhos Cachoeira e evidenciou as suas relações íntimas com demo Demóstenes Torres e o tucano Marconi Perillo.

O próprio líder do DEM no Senado, que a mídia projetava como "paladino da ética", já confessou suas ligações com o criminoso – preso na operação da Polícia Federal sob a acusação de explorar casas de caça-níquel e cassinos ilegais, de montar uma rede ilegal de espionagem, de manter jornalistas na sua folha de pagamento e de nomear integrantes para o governo do PSDB de Goiás.

298 ligações telefônicas

"Sou amigo dele há anos. A Andressa, mulher dele, também é muito amiga da minha mulher", admitiu Demóstenes Torres. Para piorar, o demo ainda afirmou na maior caradura: "Eu pensei que ele tivesse abandonado a contravenção e se dedicasse apenas a negócios legais". O implacável opositor dos "malfeitos" nos governos Lula e Dilma dormia com o inimigo. Pobre inocente!

Agora surgem novas revelações. Os grampos telefônicos autorizados pela Justiça comprovam que o senador demo conversou 298 vezes com Carlinhos Cachoeira entre fevereiro e agosto de 2011. Ele tratava o mafioso como "professor". Até ganhou de presente de casamento uma cozinha. As escutas também mostram que o mafioso era "dono" da área de segurança (segurança!) em Goiás.

"A coisa já está superada"

Apesar do escândalo, os principais jornalões, revistonas e emissoras de tevê continuam em silêncio. Ele só é rompido no próprio estado. É o caso da entrevista publicada no jornal O Popular, de Goiás. Nela, Demóstenes diz que "não pode ser condenado por uma amizade" e, pasmem, comemora o fato das denúncias não repercutirem na mídia nacional:

"Só há repercussão em Goiás, em alguns veículos, e no Correio Braziliense. Fora disso, a coisa já está superada", festeja o demo.

Alguém ainda tem dúvida sobre a neutralidade da mídia? Será que nos documentos apreendidos e nas escutas telefônicas vai surgir o nome de algum jornalista da grande imprensa que fazia parte da folha de pagamento do mafioso? Por que os "calunistas" da mídia, que tanto bajulavam Demóstenes Torres, estão calados?"


Posted: 05 Mar 2012 08:40 AM PST
"Diário da Manhã destaca projeto do senador Demóstenes Torres (DEM/GO) de resort no Araguaia, com imagem de cascata; é um jeito irônico de romper a censura; em entrevista ao Popular, senador diz que não pode ser condenado por ser amigo de Carlos Cachoeira e destaca que a imprensa ignora a assunto

Brasil 247 / O Popular


Quando havia censura nas principais redações brasileiras, o jornal Estado de S. Paulo ganhou notoriedade ao publicar versos de sonetos de Camões, no espaço onde as reportagens eram cortadas pelos censores. No Brasil, a censura acabou, mas nem tanto. Jornais regionais nem sempre podem noticiar com total liberdade o que ocorre na política local. Talvez seja este o caso do Diário da Manhã, de Goiânia, que tem sido tímido na cobertura da Operação Monte Carlo, que prendeu o bicheiro Carlos Cachoeira e ainda poderá dissecar sua surpreendente influência na máquina pública de Goiás – tanto na segurança pública como na área econômica.


No entanto, mesmo sem destacar as estripulias do senador Demóstenes Torres (DEM/GO), amigo do peito do bicheiro, e do governador Marconi Perillo, do PSDB, que franqueou a máquina do Estado ao contraventor, o Diário da Manhã publicou hoje uma primeira página com fina ironia. Ela destaca um projeto do senador Demóstenes Torres de um parque no Araguaia, com uma foto de uma cachoeira ao lado. Às vezes, como dizem os publicitários, uma imagem vale mais do que mil palavras.


Mais audacioso na cobertura, o jornal "O Popular" publicou uma entrevista com Demóstenes. Nela, o senador diz que "não pode ser condenado por uma amizade" e comemora o fato de o escândalo não estar recebendo a cobertura adequada de veículos como Folha, Globo e Estadão. Leia, abaixo, a entrevista do senador que trocou 298 telefonemas com o bicheiro, a quem chamava de "professor":


"Desafio qualquer um a apresentar qualquer prova"


As investigações da Operação Monte Carlo mostram, conforme o publicado ontem pelo jornal Correio Braziliense, que o senador Demóstenes Torres (DEM) conversou 298 vezes com o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, por telefone, entre fevereiro e agosto de 2011. Em entrevista ao POPULAR, Demóstenes afirmou que as ligações foram motivadas pela separação de seu suplente, Wilder Morais, cuja mulher foi viver com Carlinhos Cachoeira. Ele diz que superará desgastes políticos.


Caio Henrique Salgado04 de março de 2012 (domingo)


As transcrições feitas pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo mostram que o senhor falou diariamente com Carlinhos Cachoeira entre fevereiro e agosto de 2011. O senhor sempre manteve esse contato próximo com ele?


Apenas mais recentemente por eu ser amigo do Carlinhos e do meu suplente Wilder Morais e a questão da separação da mulher dele (que foi viver com Cachoeira).


As investigações também mostram que o senhor chama Carlinhos Cachoeira de professor.


Eu chamo todos dessa maneira. Eu chamo (governador) Marconi Perillo de professor, o (presidente do Senado) José Sarney (PMDB-AP). Se você for meu amigo, também vou lhe chamar de professor. Eu chamo qualquer pessoa dessa forma. Quem me conhece, sabe disso.


O senhor acha que essa repercussão em torno da amizade entre vocês prejudica sua carreira política?


Só há repercussão em Goiás, em alguns veículos, e só no Correio Braziliense. Fora disso, a coisa já está superada.


Então, o senhor não teme desgastes políticos?


É claro que vai haver desgastes na minha imagem política, mas eu tenho certeza que vai preponderar o seguinte: eu fui relator dos maiores projetos do Brasil e poderia, por exemplo, ter recebido propina das teles para evitar lesão às empresas interessadas (durante a tramitação da proposta que regulamentou, em 2011, o ingresso das empresas de telecomunicações no mercado de TV a cabo). Muita gente do Congresso levou dinheiro. Inclusive goianos. E eu não levei nada. Fiz republicanamente. Eu não faria nada que pudesse desonrar minha família e os goianos. Eu não posso ser condenado por uma amizade. Eu desconhecia a atividade paralela dele e estou absolutamente tranquilo. Sei que o momento é de desgaste, mas, no decorrer de tudo, vai ficar provado que não houve nada. Eu desafio qualquer um a apresentar qualquer prova contra mim. Lamento, o momento é de desgaste, mas vou provar que não fiz nada. Vou provar que sou honrado.


O senhor fará pronunciamento sobre isso no Senado?


Eu vou conversar com os colegas. Não há qualquer possibilidade de eu não mostrar para a Casa o que aconteceu."


Posted: 05 Mar 2012 08:29 AM PST
Correio do Brasil / BBC Brasil

"A presidenta Dilma Rousseff voltou a criticar no início da tarde desta segunda-feira, em Hannover, na Alemanha, a nova oferta do Banco Central Europeu (BCE) de empréstimos a juros baixos a bancos da região, alegando que ela terá o efeito de desvalorizar artificialmente a moeda comum europeia e poderá criar bolhas na economia global.

– A política monetária expansionista desses países produz um efeito extremamente nocivo, porque desvaloriza de forma artificial as moedas, afirmou Dilma. "O que o Brasil quer é mostrar que está em andamento uma forma concorrencial de proteção de mercado, que é o câmbio. Não é tarifa, é o câmbio", disse.

A presidenta pretende levar a queixa à chanceler (primeira-ministra) da Alemanha, Angela Merkel, no encontro que as duas terão na noite desta segunda-feira após a abertura da CeBIT, a maior feira internacional de tecnologia, que tem neste ano o Brasil como país-parceiro.

Para a presidenta do Brasil, os europeus estão dispostos a ouvir a queixa. "Tenho certeza que sim. Pelo menos a chanceler declarou com muita pertinência que ela tinha consciência do fato", afirmou Dilma, comentando as declarações feitas na sexta-feira por Merkel, que afirmou que a medida do BCE não se repetirá e que o montante liberado aos bancos será rapidamente absorvido pelo sistema financeiro e não criará excedentes.

Na semana passada, o BCE anunciou a liberação adicional de 530 bilhões de euros para os bancos europeus a juros de 1% ao ano. Em dezembro, outros 489 bilhões de euros já haviam sido oferecidos aos bancos.

Apesar das justificativas de Merkel sobre a ajuda aos bancos, Dilma afirmou que "é importante que os países desenvolvidos não façam só políticas monetárias expansionistas, mas façam também políticas de expansão do investimento".

– Os investimentos melhoram não só a demanda interna, mas também abrem a demanda externa para os nossos produtos, afirmou."
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Posted: 05 Mar 2012 07:40 AM PST
O Globo / Extra

"O Instituto Wlamidir Herzog  divulgou nesta segunda-feira uma nota de repúdio às respostas do general da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva que, em entrevista a jornalista do GLOBO Miriam Leitão, publicada na semana passada, duvidou que o jornalista tenha sido assassinado por agentes da ditadura. Ao ser lembrado da morte de Wladimir Herzog, que não era guerrilheiro, Rocha Paiva disse que ninguém poderia afirmar quem, de fato, o matou. A nota relembra que a Justiça, há 33 anos, reconheceu oficialmente, em processo movido pela viúva, Clarice Herzog, e seus filhos, de que o jornalista foi preso, torturado e morto por agentes da ditadura.

"Além de tudo isso, posteriormente, em julgamento proferido no âmbito da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, criada pela Lei nº 9.140/96, o próprio Estado brasileiro ratificou o reconhecimento dessa prisão ilegal, tortura e morte", informa, ainda a nota.

O jornalista, que na época era diretor da TV Cultura em São Paulo, foi encontrado morto nas dependências do 2º Exército, no dia 25 de outubro de 1975. No dia anterior, Herzog havia se apresentado na sede do Doi-Codi para prestar depoimento sobre o sua ligação com PCB (Partido Comunista Brasileiro). No dia seguinte à morte, o Doi-Codi divulgou uma nota afirmando que Herzog havia se enforcado na cela. Três anos depois, a família abriu um processo para investigar o suposto suicídio e a União foi responsabilizada pela morte.

O Instituto ainda contesta a pergunta do general, que em determinado trecho da entrevista indaga à jornalista: "Quando é que não hoube tortura no Brasil?". "General, tortura nunca foi usos e costumes, nem no Brasil nem em lugar algum. Sempre foi e é a violação do império da lei, que condena quem tortura. Tanto que a nossa Constituição Federal é taxativa ao determinar que "ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante" (art.5º, inciso III)."

Na entrevista, o general também colocou sob suspeita a tortura sofrida pela presidente Dilma Rousseff e, como exemplo de sua opinião de que a Comissão da Verdade deve ouvir os dois lados para não ser "parcial e maniqueísta", a presidente deveria ser chamada para depor."


Posted: 05 Mar 2012 06:25 AM PST




Posted: 05 Mar 2012 06:15 AM PST


Mino Carta, CartaCapital / Editorial


"Há dez anos a mídia apresentava José Serra, candidato à Presidência da República pelo PSDB, como cidadão "preparado". À época, meus dedutivos botões esclareceram que, segundo editorialistas, colunistas, articulistas, todos os demais candidatos eram "despreparados", a começar, obviamente, por Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-operário metido a sebo. Dez anos depois, o cenário do quartel de Abrantes não mudou.


Os jornalões paulistas vivem em êxtase diante da decisão de José Serra de concorrer à prefeitura de São Paulo.


Parece, até, que o nosso herói se tornou ainda mais "preparado", o próprio diz representar uma visão distinta do Brasil e da política que convém ao País, em defesa da democracia e da fé republicana, ameaçadas pelo petismo no poder. Na corte tucana, não falta quem denuncie o projeto "chavista" posto em prática pelo partido de Lula e Dilma. Deste, Chávez é o profeta. Palmas febris dos jornalões.


Qualquer partido que atue sobre esta nossa medíocre bola de argila a girar em torno do Sol visa ao poder para manter-se nele quanto mais puder. Talvez Serra tenha esquecido que, ao eleger Fernando Henrique Cardoso, o tucanato urdia o plano de permanecer na cúspide da pirâmide, a contemplar a nação do alto, pelo menos por 20 anos. Temo, porém, que o candidato tenha esquecido coisas mais. Evitarei o pieguismo de evocar as crenças que o moviam na juventude. Refiro-me, simplesmente, ao senso do real.


Hóspede da minha cozinha, há dez anos Serra mostrou-se preparado a consumir risotto ai funghi da lavra do acima assinado, tivesse mais espaço, eu declinaria a receita. De todo modo, o convidado apreciou, enquanto afirmava que em matéria de política social, se eleito, seria muito mais ousado do que Lula. Illo tempore considerava-o um amigo. Tenho motivos para entender que não perdoou a opção de CartaCapital pela candidatura do ex-operário. Salvo raríssimas exceções, os jornalistas nativos e seus patrões estavam com Serra. Como neste exato instante."
Editorial Completo, ::Aqui::


Posted: 05 Mar 2012 06:01 AM PST


Fernando Brito, Projeto Nacional

"Como se comentou ontem aqui, as reações no mercado já antecipam a possibilidade de uma arbitrarem de juros menores pelo Banco Central, após a reunião do Copom da semana que vem.

Já há instituições financeiras admitindo que o corte pode chegar a 1%, o que não é provável, embora pudesse ser tecnicamente justificável, diante da queda da inflação acumulada em janeiro e fevereiro, que pode ter um IPCA próximo – talvez ligeiramente menor – que 0,4%, metade do registrado no mesmo mês em 2011.

Mas é, sim, possível que o Banco Central queira ir além do 0,5% de corte que o mercado já tem "precificado", para dar uma sinalização clara, dentro dos limites que lhe permite a baixa da inflação projetada, de que quer reduzir a  busca de ganhos financeiros que está atraindo capital internacional, alagado de liquidez e sem mercados nem sequer parecidos com a rentabilidade do brasileiro.

Situação que, em boa parte, vem sendo a responsável pela aceleração da entrada de dólares no país e a consequente pressão para valorizar o real."
Artigo Completo, ::Aqui::


Posted: 05 Mar 2012 05:40 AM PST
Valor Online

"Os preços ao consumidor em São Paulo apresentaram deflação em fevereiro, informou nesta segunda-feira a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Dados divulgados pela instituição apontam que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a evolução do custo de vida das famílias paulistanas, teve deflação de 0,07% em fevereiro, ante alta de 0,66% em janeiro.

De acordo com a Fipe, o grupo alimentação apresentou a maior deflação no mês, ao cair 0,98% ante alta de 0,50% em janeiro. Também apontaram variações negativas os grupos transportes, queda de 0,16% ante alta de 0,31% no mês anterior e vestuário, queda de 0,44% ante alta de 0,60% em janeiro.

Entre os grupos que mantiveram variações positivas estão  despesas pessoais, alta de 0,25% ante 0,87%; saúde, que subiu de 0,40% para 0,50%; e educação, que saiu da alta de 6,42% em janeiro para variação positiva de 0,47%."


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