sábado, 15 de junho de 2013

Via Email: BRASIL! BRASIL!: Ação da PM foi de vingança contra a população



BRASIL! BRASIL!


Charge do Bessinha

Posted: 14 Jun 2013 05:54 PM PDT


Ação da PM foi de vingança contra a população

Posted: 14 Jun 2013 05:53 PM PDT


Ricardo Kotscho, Balaio do Kotscho

"Quem melhor resumiu os acontecimentos da noite de quinta-feira (13), que mais uma vez transformaram o centro de São Paulo numa praça de guerra, foi o prefeito Fernando Haddad:

"Na terça, eu penso que a imagem da violência que ficou foi a da violência dos manifestantes. Infelizmente, hoje, não resta dúvida que a imagem que ficou foi a da violência policial".

É exatamente o que eu penso que aconteceu, depois de acompanhar por horas ao vivo na televisão esta última manifestação contra o aumento de 20 centavos (de R$ 3 para R$ 3,20) nas passagens dos ônibus da cidade: a PM já chegou chegando, com todo aparato bélico a que tem direito, batendo e atirando para todo lado, disposta a se vingar dos atos de vandalismo e agressões a alguns policiais praticados durante a manifestação da última terça-feira.

O grande problema é que a violência policial não se limitou a conter o protesto dos estudantes, mas atingiu indiscriminadamente a população paulistana que passava elas ruas a caminho de casa ou do trabalho ou tomando sua cervejinha num bar. Na fúria policial deliberadamente desencadeada para mostrar quem manda na cidade, sobrou para todo mundo.

Quando a Tropa de Choque armada até os dentes se perfilou no começo da rua da Consolação, por volta das 7 da noite,  para impedir que os manifestantes seguissem em direção à avenida Paulista, foi a senha para que o caos se instalasse na cidade, atingindo quem estava em carros e ônibus, e espalhando a baderna pelas ruas vizinhas. Estava na cara de ódio dos policiais que eles tinham carta branca para retomar o controle de segurança da cidade a qualquer preço."
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MPL, tucanos e polícia - o PT tem de ser incomodado e incomodar

Posted: 14 Jun 2013 05:41 PM PDT

"O MPL tem razão, mas deve dialogar e não ficar à mercê de grupelhos fascistas, como ocorreu nas manifestações. O PT é um partido orgânico, inserido nos principais segmentos e setores da sociedade

Davis Sena Filho, Brasil 247

O que mais chamou a atenção até agora nos protestos de estudantes liderados pelo Movimento Passe Livre (MPL) em várias capitais do País, notadamente em São Paulo, não foi a infiltração de grupos de extrema direita nas manifestações e muito menos a participação da esquerda que faz oposição ao governo trabalhista, por intermédio das siglas PSTU e PSOL, ao tempo em que compõe com os interesses da direita, como no caso do senador Randolfe Rodrigues (PSOL/AP) que foi pessoalmente dar apoio ao juiz Gilmar Mendes no episódio em que o magistrado, equivocadamente e ditatorialmente, impediu que o Congresso legislasse sobre o projeto de lei que trata das novas regras sobre criação de partidos políticos.

Randolfe Rodrigues e outros senadores, a exemplo de Cristovam Buarque e Rodrigo Rollemberg, comportam-se como verdadeiros quinta colunas, e, por se conduzirem politicamente dessa forma, insurgiram-se, vergonhosamente, contra a instituição da qual são membros, o Senado, além de "rasgarem" a Constituição, que não deixa dúvida alguma quanto ao papel dos Três Poderes da República. Comportaram-se dessa maneira para atender os seus interesses e os da senhora Marina Silva, que precisa, urgentemente, regularizar o seu partido Rede Sustentabilidade, que é apenas mais uma agremiação conservadora, com verniz progressista, como o é o PSOL, que em Minas Gerais por pouco não ficou nas mãos da direita.

Contudo, o que me chamou a atenção realmente foi a PM paulista, conhecida historicamente por sua violência, pois tradicionalmente sempre se comportou como uma guarda pretoriana de defesa dos interesses de classe e do patrimônio da burguesia paulista. Juntamente com a Polícia Civil, a PM paulista se tornou emblemática no País, por sua atuação assassina na repressão a militantes de grupos de esquerda no decorrer de 21 anos de ditadura militar.

É sintomática a participação da PM no que tange à repressão exagerada tão a gosto dos políticos do PSDB, que, no poder, sempre se valeram das corporações policiais para reprimir os movimentos sociais e populares, tanto no campo quanto na cidade, a exemplo dos massacres de Pinheirinho e de Eldorado dos Carajás. Dois acontecimentos que são os símbolos maiores das inúmeras repressões promovidas por mandatários do PSDB, partido divorciado do povo brasileiro, porque simplesmente se distanciou dos interesses da população e hoje se conduz como agremiação política conservadora cujos políticos são vistos como testas de ferro do establishment."
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São Paulo ama o Tea Party

Posted: 14 Jun 2013 05:14 PM PDT


Governador Alckmin chega para reunião com empresários em Paris

"Para a maior parte do eleitorado de SP, bom gestor é aquele que não aparece. Bom para Alckmin, fracasso como administrador e político


O governador Geraldo Alckmin tem 52% de aprovação, de acordo com o Datafolha, e derrotaria até o Lula se o ex-presidente se aventurasse a uma candidatura ao governo de São Paulo em 2014 (42 a 26 nas intenções de voto).

Não, vocês não estão lendo uma ficção de George Orwell. Ressalvada até mesmo a desconfiança naturalmente suscitada por toda informação política procedente da família Folha – o que os números da pesquisa apontam é para a invencível habilidade do governador tucano em surfar por cima das piores tormentas como elas fossem meras marolinhas.
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Manifestantes cercados e atacados pela força policial: democracia, só que não

Posted: 14 Jun 2013 03:53 PM PDT


Nossa intenção era parar a Paulista, chamar
a atenção dos governantes, mas quem
parou a Paulista foi a polícia

'Resolvemos caminhar calmamente, não haveria motivo para sermos atacados. Não fazíamos nada demais. Estávamos enganados', relatam manifestantes

Ingrid Evangelista, Juliana Giron, Paolla Menchetti, Rafael Lira, Vanessa Araújo Correia, Vânia Araújo Correia, Victória Satiro e Vitor Hugo Ramos / RBA

O relato abaixo foi deixado no Facebook da RBA. É um texto coletivo sobre a repressão aos manifestantes contrários ao aumento da tarifa do transporte público em São Paulo

São quase duas da manhã e estamos aqui, um grupo de nove jovens amigos/as, reunidos/as, agitados/as e não conseguimos dormir antes de denunciar o que vivemos hoje pelas ruas do centro de São Paulo. Era por volta das 18h quando descemos a Rua Augusta em direção ao Teatro Municipal para a concentração do Quarto Ato contra o aumento das tarifas.

As notícias que circularam durante o dia prenunciavam que a manifestação seria tensa. Mas, apesar do medo, estávamos leves e confiantes na democracia. Fomos nos incorporando a vários outros companheiros que seguiam para o ato. O que portavam? Flores, vinagre e câmeras fotográficas.

Ao chegar no Teatro, o clima já estava tenso. A forte presença policial contrastava com o desejo de paz da maioria dos manifestantes, evidenciados em falas, gritos pela não violência e em atitudes absolutamente pacíficas."
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Folha e Estadão estimularam violência da PM e foram atendidos

Posted: 14 Jun 2013 03:46 PM PDT


'O repórter Piero Locatelli, de CartaCapital, foi detido e depois solto. Seis jornalistas da Folha ficaram feridos. De forma irresponsável, Estadão e Folha incitaram a violência da PM em editorial

Lino Bocchini, CartaCapital / Blog do Lino

Durante o quarto protesto por conta do aumento da tarifa de ônibus hoje em São Paulo, seis repórteres do grupo Folha foram alvejados à queima-roupa por um policial da Rota, na rua Augusta, em São Paulo. A bala era de borracha, mas os estilhaços feriram 6 profissionais. Dois deles, nos olhos. Essa foi apenas uma das dezenas de cenas de violência protagonizadas pela Polícia Militar do Estado de São Paulo nesta quinta-feira na capital paulista. As prisões, muitas com indícios de arbitrariedade, contam-se às dezenas. Poucas horas antes, pela manhã, os dois maiores jornais do Estado chegavam às bancas e às casas dos assinantes com editoriais defendendo uma ação mais dura da PM. O Estadão incitou a violência dos policiais claramente. A Folha, por sua vez, colocou a desocupação da avenida Paulista como ponto de honra, desde o título. Ambos foram atendidos:

"Chegou a hora do basta", O Estado de S. Paulo:

"A PM agiu com moderação, ao contrário do que disseram os manifestantes, que a acusaram de truculência para justificar os seus atos de vandalismo (...) A atitude excessivamente moderada do governador já cansava a população. Não importa se ele estava convencido de que a moderação era a atitude mais adequada, ou se, por cálculo político, evitou parecer truculento. O fato é que a população quer o fim da baderna - e isso depende do rigor das autoridades (...) De Paris, onde se encontra para defender a candidatura de São Paulo à sede da Exposição Universal de 2020, o governador disse que "é intolerável a ação de baderneiros e vândalos. Isso extrapola o direito de expressão. É absoluta violência, inaceitável". Espera-se que ele passe dessas palavras aos atos e determine que a PM aja com o máximo rigor para conter a fúria dos manifestantes, antes que ela tome conta da cidade."

"Retomar a Paulista", Folha de S. Paulo: 

"É hora de pôr um ponto final nisso. Prefeitura e Polícia Militar precisam fazer valer as restrições já existentes para protestos na avenida Paulista (...) No que toca ao vandalismo, só há um meio de combatê-lo: a força da lei".

Haddad difere de Alckmin e chama MPL ao diálogo

Posted: 14 Jun 2013 03:34 PM PDT


"Prefeito de São Paulo convoca reunião com Movimento Passe Livre para a próxima terça-feira; integrantes farão apresentação diante do Conselho da Cidade; além de ouvir alternativas, Prefeitura pretende mostrar como se dá composição da tarifa; Fernando Haddad procura recuperar para o terreno político-administrativo questão que foi criminalizada por ação repressiva da Polícia Militar


O prefeito Fernando Haddad, do PT, adotou uma postura diametralmente oposta da do governador Geraldo Alckmin, do PSDB, na questão da verdadeira em que se transformou a questão do aumento das tarifas de ônibus em São Paulo.

Numa iniciativa para descriminalizar o assunto, Haddad resolveu não apenas reconheceu, como abrirá as portas da Prefeitura de São Paulo para o Movimento Passe Livre. Na próxima terça-feira 18, os integrantes do Conselho da Cidade irão ouvir exposições dos mesmos jovens que participaram de quatro passeatas em protesto contra o aumento das passagens e a baixa qualidade do sistema de transporte.
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Charge do Bessinha

Posted: 14 Jun 2013 09:14 AM PDT


Comissão da Verdade para os crimes da PM paulista em 2006

Posted: 14 Jun 2013 09:13 AM PDT



"Ontem, policiais da Rota saíram a campo armados de balas de borracha e passaram a atirar aleatoriamente em qualquer ser vivo. Esse é o relato dos jornais sobre os abusos da PM.

Não deram sorte. As balas atingiram jornalistas, transeuntes, pessoas que estavam dentro dos ônibus. Foi um exercício sádico no alvo errado. Por isso, é possível que haja punições.

No dia 15 de maio de 2006, comandados por um Secretário da Segurança alucinado, Saulo de Castro, esses mesmos PMs, em São Paulo e na baixada santista, em carros da Rota ou encapuçados em motos, saíram matando jovens nas periferias. Mataram estudantes, transeuntes, pessoas que bebiam em bares. Mas acertaram o alvo: eram quase todos inocentes; mas eram todos anônimos de periferia.

Foram mais de 500 mortes. Mais de 500 mortes!
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PM prende jornalista por 'porte de vinagre' durante protesto

Posted: 14 Jun 2013 08:53 AM PDT


O repórter de CartaCapital Piero Locatelli
detido pela PM por porte de vinagre; ao centro,
de camisa branca
(Foto: Marina Dias – Terra Magazine)

"Jornalista foi preso durante protesto em SP por carregar um recipiente com vinagre, usado para diminuir o ardor nos olhos provocado pelas bombas de gás lacrimogêneo


O vinagre é usado pelos manifestantes, e também pelos jornalistas que participam da cobertura, para diminuir a sensação de ardor nos olhos e na garganta provocado pelas bombas de gás lacrimogêneo.

Mesmo antes de manifestantes de diversos grupos liderados pelo Movimento Passe Livre darem início a mais uma passeata, pelo menos 40 pessoas já haviam sido presas. Houve confronto entre policiais e manifestantes.

Além a prisão do repórter da revista, outros dois jornalistas, um da TV Folha e um do jornal Metro, foram agredidos. "Eles dispararam spray de pimenta aleatóriamente", disse o repórter do Metro, Henrique Beirange.

Um fotógrafo do portal Terra chegou a ser detido. Ele diz ter sido ofendido verbalmente até conseguir se identificar. Depois ele foi liberado."

Atualização

O repórter Piero Locatelli, de CartaCapital, foi solto agora a noite.

Em nota, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) condenou a prisão do jornalista de CartaCapital. "A Abraji pede que o repórter Piero Locatelli seja posto em liberdade para que possa seguir cobrindo a manifestação e lamenta que a polícia novamente impeça o trabalho da imprensa."

com agências e CartaCapital

Chegou a hora do basta

Posted: 14 Jun 2013 08:42 AM PDT


Giuliana Vallone, da TV Folha, atingida no olho por uma bala de borracha de policiais militares da Rota (Diego Zanchetta/Estadão Conteúdo)
Leonardo Sakamoto, Blog do  Sakamoto

"No quarto dia de protesto contra o aumento da tarifa dos transportes coletivos, o Estado policialesco que o reprime ultrapassou, ontem, todos os limites e, daqui para a frente, ou as autoridades determinam que a polícia não aja feito um animal que baba, ao contrário do que vem fazendo, ou a capital paulista ficará entregue à desordem, o que é inaceitável. Durante sete horas, numa movimentação que começou na Praça Ramos de Azevedo, passou pelo Centro – em especial pela Praça da República e a Rua da Consolação – chegando à avenida Paulista, os policiais provocaram conflitos com os manifestantes, agrediram  jornalistas e aterrorizaram a população.

A violência desmesurada, que tem sido a marca da Polícia Militar do Estado de São Paulo, uma corporação que mantém ranços desenvolvidos durante o último período ditatorial brasileiro, só tem feito aumentar. Por onde passaram, os 900 policiais deixaram um rastro de desrespeito aos direitos humanos – estudantes feridos, pessoas detidas por carregar vinagre (usado no combate à intoxicação das bombas), idosas senhoras que não participavam do ato e até uma universidade atingidas por bombas de gás lacrimogênio. Spray de pimenta foi jogado em um cinegrafista na Praça Patriarca e um policial, de acordo com imagens que aparecem em um vídeo, quebrou o vidro de sua viatura. Para quê, não se sabe. Em algumas das ruas e avenidas por onde passaram, especialmente na rua da Consolação, aterrorizaram a população e lançaram bombas para impedir a passagem dos manifestantes e inviabilizar uma passeata que seguia, até então, pacífica.
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A violência policial nas manifestações de São Paulo nos aproxima de Carajás e Pinheirinho

Posted: 14 Jun 2013 08:25 AM PDT



"Se tudo ocorreu conforme o combinado a esta altura a agricultura brasileira deve ter parado por causa dos índios, justamente quem aqui a iniciou.

Estivessem vivos, os antropólogos Darcy Ribeiro (1922-1997) e Claude Lévi-Strauss (1908-2009) se espantariam. Ou, inteligentes, perguntariam: quer dizer que as raizinhas embaixo da terra pararam de se desenvolver?

A Frente Parlamentar Agropecuária (FPA) instou para que as federações estaduais, onde houver conflitos com indígenas, paralisem suas atividades e organizem manifestações, neste 14 de junho.
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"Quem apostar contra o País vai perder dinheiro"

Posted: 14 Jun 2013 05:44 AM PDT


"No Paraná, presidente Dilma manda recado direto aos especuladores a avisa que o governo não deixará a inflação fugir ao controle; ao lado dela, ex-presidente Lula demonstrou unidade e condenou terrorismo da imprensa econômica, no evento que celebrou 10 anos de gestão petista no governo federal; "É impressionante a falta de verdade", disse ele


Um recado curto e grosso aos especuladores, que tentam, a qualquer custo, promover uma crise econômica no Brasil. Esta foi a essência da fala da presidente Dilma Rousseff, no evento que celebrou 10 anos de poder petista, em Curitiba, capital paranaense. "Quem apostar contra o Brasil vai perder dinheiro", disse a presidente. Ela afirmou que a inflação está sob controle e disse ainda que o PT possui todos os instrumentos para trazê-la para o centro da meta.

No evento, Dilma disse ainda que "os pessimistas de plantão tentam diminuir a fé e a esperança da população". Para a presidente, "o Brasil só começou a ser um país vencedor, porque venceu a luta do combate à miséria e transformou a vida das pessoas". Segundo ela, o País tem "absoluta clareza sobre o que fazer".

Curitiba foi a quinta cidade a receber o seminário "O Decênio que Mudou o Brasil" e, até o fim do ano, haverá 10 encontros.

Mais cedo, o ex-presidente Lula afirmou que "falta verdade ao jornalismo econômico". Os dois subiram ao palco juntos, demonstraram unidade e ele afastou de vez os boatos sobre uma eventual volta em 2014."

É a CRISE: Atividade econômica cresce 0,84% em abril

Posted: 14 Jun 2013 05:32 AM PDT


Agência Brasil

"A atividade econômica apresentou crescimento de 0,84%, em abril, na comparação com o mês anterior. Os dados são do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período), divulgado hoje (14).

Esse foi o segundo mês seguido com expansão do indicador, mas em ritmo menor. Em março comparado com fevereiro, o crescimento ficou em 1,07%, de acordo com dados revisados. Na comparação de fevereiro com janeiro, houve retração de 0,26%.

Em relação ao mesmo mês do ano passado, a economia cresceu 7,3% (sem ajustes). No ano, o IBC-Br apresentou expansão de 3,2%, e em 12 meses, 1,57%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar e antecipar a evolução da atividade econômica brasileira. O índice incorpora informações sobre o nível da atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária.

O acompanhamento do indicador é considerado importante pelo Banco Central para que haja maior compreensão da atividade econômica. Essa avaliação também contribui para as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom), responsável por definir a taxa básica de juros, a Selic."
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Francisco Almeida 




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