domingo, 5 de maio de 2013

Via Email: BRASIL! BRASIL!: O trabalho e a criação



BRASIL! BRASIL!


Posted: 04 May 2013 05:59 PM PDT


"Se não forem feitos mais investimentos para que se produza jornalismo de melhor qualidade –, os EUA continuarão a navegar para o fundo do poço num mundo de ficção, interesses escusos, paranóia direitista e factóides"

Márcia Denser, Congresso em Foco

Repassado pelo coletivo Vila Vudu, um excelente artigo do jornalista americano Robert Parry do Consortium News faz um retrospecto cheio de humor cáustico da história do moderno jornalismo ianque, e de como este se tornou "imprensa-empresa". Até por que nos EUA a imprensa-empresa jamais foi liberal.

No Brasil, idem, sequer de centro, sempre foi de direita mesmo e a mais impertérrita- udenista-fascistóide, virou tucana-uspeana num mix de Sorbonne & Escola de Chicago e ultimamente enquadra-se como sionista-opusdeiana-Danuza-Leãosista – contudo, sempre fascista. Na melhor das hipóteses, pode-se dizer que houveram períodos, no passado não muito distante, quando as grandes empresas-imprensa faziam melhor seu trabalho no sentido de apresentar os fatos. E havia a chamada imprensa "underground" que publicava algum material que a grande imprensa-empresa não tinha onde por ou simplesmente ignorava.


Assim, existiram jornalistas que revelaram os horrores sobre a segregação racial nos anos 50 e 60; correspondentes de guerra expuseram a terrível violência da Guerra do Vietnã nos anos 70; algumas grandes empresas-jornais desafiaram o governo dos EUA e publicaram a história real, vazada, daquela guerra, em 1971; o Washington Post revelou uma parte (embora evidentemente não tudo) dos crimes políticos de Richard Nixon entre 1972 e 1974; e o New York Times liderou a divulgação de uma parte da história suja da CIA em meados de 1970."
Artigo Completo, ::AQUI::
Posted: 04 May 2013 05:49 PM PDT


"Lideranças da sigla que resultou da fusão do antigo Partido Comunista com o PMN dão pistas de que o ex-governador tucano de São Paulo pode desembarcar no partido

Eduardo Maretti, RBA

Oficializado no dia 17 de abril, o novo partido do quadro político nacional, a Mobilização Democrática (MD), fusão do PPS com o PMN, já contabiliza 14 deputados federais, 58 estaduais, 147 prefeitos e cerca de 2.500 vereadores. A sigla só depende da homologação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Apesar de começar com essa representação considerável, seus líderes reconhecem, nas entrelinhas, que ainda falta uma grande noticia para alçar a legenda às manchetes: o "passe" do ex-governador José Serra (PSDB-SP) cairia como uma luva.

"Se viesse, seria uma das conquistas mais qualificadas, porque o consideramos um dos grandes quadros políticos do Brasil", diz o presidente nacional do MD, Roberto Freire. Ele desconversa sobre o possível "sim" de Serra, mas, ao ser perguntado se o tucano seria candidato em 2014 caso se transferisse para a nova legenda, responde com uma frase interessante: "Ele não está vindo com nenhuma promessa, nem exigiu coisíssima nenhuma."

Se a frase é um ato falho ou intencional, Freire emenda rapidamente, rindo: "O problema é que ele ainda não decidiu que vem. Não vou dizer a você o que não tenho certeza", afirma o parlamentar. "Em princípio, a ideia da MD em 2014 é o apoio a Geraldo Alckmin (para reeleição no governo)."
Matéria Completa, ::AQUI::
Posted: 04 May 2013 05:25 PM PDT


Mauro Santayana, Blog: MauroSantayana

"Agostinho da Silva foi adversário de Salazar em tudo: como filósofo, desmentiu o ditador, que afirmava não ser a sua raça (e a nossa) incapaz de abstrações filosóficas. É desse pensador, que passou grande parte de sua vida no Brasil como exilado político, a idéia de que o homem não nasceu para trabalhar, e, sim, para criar. Não é por acaso que o vocábulo "trabalho" vem do latim "tripalium", que era um instrumento de tortura na Antiguidade.

Os artesãos não "trabalham", uma vez que criam suas peças; a elas, sem que percam o fim útil a que se destinam, acrescentam alguma coisa de si mesmos, do seu engenho e do seu sentido estético. Assim, são "obras de arte".
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Posted: 04 May 2013 05:04 PM PDT

Posted: 04 May 2013 08:33 AM PDT


Mauricio Dias, CartaCapital

"A Constituição não deixa dúvidas de que, em casos de choque, a prevalência é do poder político

De uma só canetada o ministro Gilmar Mendes bloqueou o projeto que a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou em velocidade comparativamente semelhante: um minuto. Medida pela contagem de tempo foi assim que teria se formado a explosão do conflito entre o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF) que levou submissos o presidente do Senado, Renan Calheiros, e o presidente da Câmara, Henrique Alves, à sala do ministro do STF, em busca da conciliação.

Não se explica assim, no entanto, a formação da nova crise entre os dois Poderes. O Legislativo e o Judiciário estão em rota de colisão há muito tempo. Mas o poder é político. Não é da farda ou da toga. Nas democracias o predomínio é dos deputados e dos senadores e não dos generais ou dos magistrados.
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Posted: 04 May 2013 08:18 AM PDT


Saul Leblon, Carta Maior / Blog das Frases

"O economista Edmar Bacha, um dos formuladores do PSDB, apontado como interlocutor credenciado do presidenciável Aécio Neves, resumiu em debate promovido esta semana pelo jornal Valor, algumas prioridades tucanas na eventual volta ao comando do país.

Grosso modo, são elas:

a) retomar a Alca;

b) supressão robusta das tarifas que protegem a indústria local;

c) redução do tamanho do Estado, com desmonte da Previdência, por exemplo, para cortar a carga fiscal e a relação dívida/PIB;

d) fim das políticas indutoras de industrialização, a exemplo do conteúdo nacional imposto às encomendas da Petrobrás.

O suposto é que isso, associado a um câmbio desvalorizado, injetará eficiência à indústria brasileira, hoje cambaleante.
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Posted: 04 May 2013 07:20 AM PDT
"Dentre os vários problemas nacionais um deles é sem dúvida alguma a muralha da informação, ou da contrainformação, que separa o Brasil da realidade mundial e não se trata da informação imparcial porque como já se disse não há notícia ingênua, mas da narrativa dos fatos com algum grau de objetividade, veracidade.

Eduardo Bomfim, Vermelho

A grande mídia dos Países mais destacados guarda algum pudor diante da versão dos acontecimentos mesmo que esteja presente o viés ideológico, estatal ou privado, direcionando o ângulo da notícia.

Porém hoje em dia existe uma efetiva quebra do monopólio global da comunicação que desde o final dos anos oitenta se encontrava em mãos exclusivas dos Estados Unidos, e filiais legítimas ou oficiosas, nas mais diversas nações.
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Posted: 04 May 2013 06:22 AM PDT


"Numa entrevista surpreendente, que será publicada em livro no dia 13 de maio, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala sobre vários temas, incluindo sua relação com os meios de comunicação. "Eu não tenho raiva deles e não guardo mágoas. O que eu guardo é o seguinte: eles nunca ganharam tanto dinheiro na vida como ganharam no meu governo. Nem as emissoras de televisão, que estavam quase todas quebradas; os jornais, quase todos quebrados quando assumi o governo", afirma. Lula diz ainda que, em 2005, no auge da crise do chamado mensalão, tomou uma decisão: a de ignorar os jornais e as revistas

Brasil 247

Luiz Inácio Lula da Silva é hoje o inimigo número 1 de grandes grupos de mídia nacionais, especialmente Abril e Globo, mas há, nisso, um paradoxo. Foi no governo do presidente operário que essas empresas conseguiram sair do buraco e resolver suas dívidas cambiais – heranças malditas do governo FHC.

Lula, no entanto, nunca recebeu sinais de gratidão por ter, inclusive, se engajado pessoalmente no resgate dos grupos de mídia. Essa relação tensa, entre o político e os meios de comunicação, é um dos temas da longa entrevista que ele concedeu ao sociólogo Emir Sader e que ser á lançada no livro "Governos Pós-Liberais no Brasil: Lula e Dilma", no dia 13 de maio."
Matéria Completa, ::AQUI::
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Francisco Almeida 





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