segunda-feira, 20 de maio de 2013

Via Email: BRASIL! BRASIL! : Apareceu proposta do PSDB ao país: arrochar o salário-mínimo





Posted: 19 May 2013 05:23 PM PDT


Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania
 
"Quem se informou sobre a convenção do PSDB que ocorreu no último sábado e que elegeu Aécio Neves seu presidente pode pensar que a única proposta da agremiação para o Brasil resume-se à definição do jornalista Elio Gaspari (colunista de O Globo e Folha de São Paulo) sobre a estratégia eleitoral do partido, que acha que se seus eleitores ficarem com duas vezes mais raiva do PT os candidatos tucanos terão o dobro de votos.

Todavia, a proposta tucana de governo não se resume a um dos governadores do PSDB –envolvido até o pescoço com o crime organizado de Goiás – chamar Lula de "canalha" ou a outro – que o falecido colunista do Estadão Mauro Chaves acusou tacitamente de ser cocainômano em artigo de 28 de fevereiro de 2009 intitulado "Pó pará, governador" (*) – acusar o governo Dilma de ser "orgulhosamente incompetente".


Ainda que a lenga-lenga do pré-candidato a presidente Aécio Neves tenha se resumido a ataques e a promessas de "fazer mais" do que a atual ocupante do Palácio do Planalto – porém, sem dar detalhe algum –, o PSDB tem, sim, programa de governo e esse programa foi emblematicamente apresentado por jornal ligado ao partido, em forma de editorial, poucas horas após a convenção tucana, na tarde de sábado."
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Posted: 19 May 2013 04:26 PM PDT


"Em 2012, um falso boato sobre o cancelamento das provas do Enem tumultuou as eleições municipais; agora, a mentira diz respeito ao fim do Bolsa Família, o que provocou uma corrida às agências da Caixa em 12 estados brasileiros e obrigou o governo a prestar informações em pleno domingo; será que já começou o terrorismo político de 2014? PF entra no caso

Brasil 247

Espera-se, da Polícia Federal, uma apuração rigorosa sobre o falso boato de que o programa Bolsa Família, que beneficia 16 milhões de brasileiros, seria encerrado abruptamente. O rumor, que se alastrou pelas redes sociais, chegou a 12 estados, especialmente no Nordeste, e causou tumultos em dezenas de agências da Caixa Econômica Federal, que pagam o benefício.

Ainda não se sabe se foi apenas uma brincadeira de mau gosto ou uma antecipação da guerra política de 2014. Nas eleições municipais de 2012, houve também um falso boato sobre o cancelamento de uma prova do Enem – o que poderia atingir o candidato Fernando Haddad. Na oportunidade, Haddad atribuiu a origem das mentiras a José Serra. "Não entendo como é que alguém com tantos anos de vida pública se dispõe a um jogo tão rasteiro faltando dois dias para a eleição", disse ele."
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Posted: 19 May 2013 08:08 AM PDT

Posted: 19 May 2013 08:01 AM PDT
"Pesquisadores acadêmicos de alto quilate conseguiram a proeza de propor as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Jornalismo sem se pronunciar sobre como se configura o sistema empresarial, oligopólico, firmado sobre a propriedade cruzada de diferentes meios de comunicação.


Pedro Pomar, Carta Maior

Estão prestes a ser homologadas pelo ministro da Educação as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Jornalismo, aprovadas pela Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE) em 20/2/2013. O Parecer 39/2013 CNE/CES pouco alterou o relatório final da chamada Comissão Marques de Melo. O estágio obrigatório de 200 horas foi mantido, apesar da posição inicial desfavorável do relator.

A meu ver, a ausência mais aguda nas Diretrizes Curriculares é a do Capital. Um conjunto de pesquisadores acadêmicos de alto quilate conseguiu a proeza de reunir-se para tratar do Curso de Jornalismo tendo chegado ao final de seu trabalho sem se pronunciar sobre como se configura no Brasil o sistema empresarial, oligopólico, firmado sobre a propriedade cruzada de diferentes meios de comunicação, que dá as cartas na mídia e no jornalismo brasileiros. Dizendo de outra forma, o sistema responsável pela produção da maior parte do jornalismo brasileiro, diário ou semanal, seja ele impresso, televisivo, radiofônico ou digital, é ignorado no documento.
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Posted: 19 May 2013 06:55 AM PDT


Senador Aécio Neves discursa na convenção
do PSDB / ©Sérgio Lima/Folhapress


"Encontro em Brasília ratificou nome de Aécio Neves como presidente nacional da sigla, mas José Serra ainda é obstáculo para candidatura do senador em 2014


Discursos contra o PT, contra o governo da presidenta Dilma Rousseff e contra a figura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva dominaram a convenção nacional do PSDB que ocorreu hoje (18) em Brasília e ratificou o nome do senador Aécio Neves (MG) como presidente da sigla.

Aécio, potencial candidato tucano à presidência da República em 2014, assumiu a tarefa de atacar o governo Dilma, que tem a aprovação de mais 70% dos brasileiros.

Ele classificou o baixo crescimento do PIB nos últimos anos, em meio à crise econômica internacional, de "ridículo, irrisório e vexatório", e criticou a "inflação saindo de controle e as obras inacabadas e estagnadas". Afirmou ainda que a gestão petista, que tirou mais de 30 milhões de pessoas da miséria, "se conforma com a administração diária da pobreza".
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Posted: 19 May 2013 06:35 AM PDT


"Por que o crescimento do PIB, no Brasil, é tão baixo e a inflação, tão persistente?", pergunta o editorial da Folha, jornal conduzido por Otávio Frias Filho; segundo ele, o Brasil não tem plano para o futuro e coloca em prática um "amontoado de ações erráticas"; com este texto, de página inteira, a Folha já delimita seu campo

Brasil 247

O diretor de Redação da Folha de S. Paulo, Otávio Frias Filho, acaba de assumir, em editorial publicado neste domingo, sua oposição à reeleição da presidente Dilma. Ele afirma que o Brasil não tem plano para o futuro e coloca em prática um amontoado de ações erráticas. Leia abaixo:


A indústria de Dilma

Presidente consome mandato com administração miúda de gargalos da economia legados por antecessor; país ainda ignora seu plano para o futuro


Por que o crescimento do PIB no Brasil é tão baixo, e a inflação, tão persistente? A pergunta, frequente no debate econômico até 2006, foi eclipsada pela euforia do segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando a alta do PIB alcançou 4,6% ao ano e os preços estavam sob razoável controle."
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Francisco Almeida 





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