segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 14 Jan 2013 04:08 AM PST

"Coincidência ou não, no dia em que o Papa Bento XVI condenou a adoção de crianças por homossexuais, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), ativista e homossexual assumido, afirma que pretende adotar uma criança quando completar 40 anos de idade. "Vivemos num estado laico. Quero e vou adotar um filho. É um direito meu. E nem o Papa e nem ninguém pode impedir. Adoção é direito civil. Nenhuma igreja pode se sobrepor ao Estado", disse Wyllys em entrevista exclusiva ao 247


Paulo Emílio, Brasil 247

Coincidência ou não, no dia em que o Papa Bento XVI condenou a adoção de crianças por homossexuais, o jornal Folha de São Paulo publica uma matéria com o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), ativista e homossexual assumido, que afirma que pretende adotar uma criança quando completar 40 anos de idade. "Vivemos num estado laico. Quero e vou adotar um filho. É um direito meu. E nem o Papa e nem ninguém pode impedir. Adoção é direito civil. Nenhuma igreja pode se sobrepor ao Estado", disse Wyllys em entrevista ao 247.
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Posted: 13 Jan 2013 04:17 PM PST
Renato Rovai, Revista Fórum / Blog do Rovai


"No Jornal da Globo de ontem, 12, Arnaldo Jabor fez mais um de seus espetáculos circenses.

Recheado de afirmações vagas, números tirados da cartola e conclusões sem fundamento, seu discurso teve como alvo o presidente venezuelano, democraticamente reeleito, Hugo Chávez, e todo o povo Venezuelano.

Jabor chamou o povo venezuelano de ignorante, o que sustentaria Chávez no poder, e classificou o presidente como um "Mussolini tropical".

O curupaco da Globo também atacou os líderes que prestaram apoio a Chávez. No Brasil, Jabor disse que o assessor Marco Aurélio Garcia "recebe ordens de Cuba".

Quando a Venezuela sofreu um golpe de Estado, em 11 de abril de  2001, Jabor apareceu na mesma Globo com um cacho de bananas celebrando o evento. Para ele a América Latina amanhecia mais forte e desbananizada. Em post dos 10 anos do golpe, recorde o episódio que também tratei em O Midiático Poder – O Caso Venezuela e a Guerrilha Informativa."
Artigo Completo, ::AQUI::
Posted: 13 Jan 2013 04:04 PM PST

Posted: 13 Jan 2013 04:02 PM PST
Mauro Santayana, Jornal do Brasil

"Em 1990, Rubem Braga descobriu que estava com câncer. O presidente Collor confiscara todos os haveres bancários, incluídos os das cadernetas de poupança. Carlos Castello Branco – que não era amigo do cronista e havia feito uma cirurgia nos Estados Unidos, para livrar-se de mal semelhante – escreveu-lhe uma carta. Nela, com grande otimismo, aconselhava o autor de O Conde e o Passarinho a tratar-se no mesmo hospital em que se tratara, creio que em Houston.

Rubem disse aos amigos comuns que iria a Houston, com prazer, desde que o governo liberasse as suas aplicações. Sua amiga Vera Brant acionou as excelentes relações em Brasília, para que o dinheiro de Rubem – não tão grande assim – lhe fosse entregue para a viagem e o tratamento, comunicou ao cronista as suas diligências e a confiança em que tudo seria resolvido logo.


Rubem, segundo alguns amigos, começou a pensar na viagem, enquanto o tempo passava. Uma semana, duas semanas, um mês – e nada. As pessoas do governo, contatadas por Vera Brant, davam vagas informações do pleito, até que a brava mineira reclamou uma resposta clara: o Ministério da Fazenda – ou da Economia, não me lembro ao certo – informou que se todos os que estivessem com câncer pedissem a liberação de seus haveres, o Plano Collor fracassaria."
Artigo Completo, ::AQUI::

Posted: 13 Jan 2013 03:55 PM PST
Foto: Brasil 247
Posted: 13 Jan 2013 03:36 PM PST


Ricardo Kotscho, Balaio do Kotscho

"Bem verdade que a mídia, a impressa e a eletrônica, aprecia a poeira, dando mais importância ao pó do que à ideia em si" (Quincas Borba, o grande personagem de Machado de Assis, citado na coluna dominical de Carlos Heitor Cony, na "Folha").

De volta ao batente esta semana, depois de uma breve folga, alguns leitores do Balaio reclamaram, com razão, do meu pessimismo, só vendo problemas nas coisas e não falando das coisas boas da vida nas minhas primeiras colunas.
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Posted: 13 Jan 2013 07:04 AM PST


"Galbraith, com sua fina ironia, costumava dizer que, em matéria econômica, não se devia levar muito a sério a opinião de quem tem interesse próprio em jogo. Ainda há pouco assisti no Jornal da Globo a uma "especialista" culpando o intervencionismo do Governo pela queda das ações das empresas do setor elétrico: ela estava visivelmente indignada com a decisão governamental de reduzir as tarifas elétricas. O artigo é de J.Carlos de Assis.

J. Carlos de Assis, Carta Maior

O jornalismo econômico brasileiro, a exemplo do norte-americano, está dominado pela opinião de economistas de bancos e de grandes corporações. Eventualmente, aparece um professor ou um especialista independente para fazer algum comentário, mas em tempo ou espaço suficientemente curtos para não permitir mais do que legitimar a presença dominante dos primeiros nos noticiários de jornal e televisão. Com isso a sociedade acaba com uma visão distorcida da economia política, mascarada que fica pelo viés dos negócios de curto prazo.

Galbraith, com sua fina ironia, costumava dizer que, em matéria econômica, não se devia levar muito a sério a opinião de quem tem interesse próprio em jogo. Ainda há pouco assisti no Jornal da Globo a uma "especialista" culpando o intervencionismo do Governo pela queda das ações das empresas do setor elétrico: ela estava visivelmente indignada com a decisão governamental de reduzir as tarifas elétricas, afetando a rentabilidade das empresas do setor, e não fez qualquer menção ao que isso representava de positivo para a sociedade e a economia. Claro, ela ou sua empresa certamente tem ações das elétricas!

Sou de um tempo em que, no jornalismo econômico, se separava claramente negócios de economia política. Fui subeditor de economia do Jornal do Brasil na segunda metade dos anos 70, e, depois, repórter de economia da Folha na primeira metade dos anos 80: não me lembro de uma única vez, nesses dois jornais, em que, por iniciativa própria ou por instrução da direção, tenha entrevistado um economista de banco. É verdade que, na cobertura de bolsa, havia repórteres que se referiam a "fontes" não identificadas para empurrar ações para cima ou para baixo. Mas isso não era economia política. Era corrupção mesmo."
Artigo Completo, ::AQUI::
Posted: 13 Jan 2013 06:02 AM PST


"A educação e a saúde melhoraram. A mortalidade infantil diminuiu. A Fome acabou. Isso é que é ser "refém" !

Paulo Henrique Amorim, Conversa Afiada

O Cebrap era um centro de análise e planejamento – até que o Farol de Alexandria, seu fundador, assumiu a Presidência.

Aí, o Cebrap confundiu-se com os diversos tons de cinza e treva que ofuscaram o Governo do Farol.

Agora, pretende ressurgir da letargia.

Sempre com a tarefa de fornecer ideias ao Farol – aquele que iluminava a Antiguidade e se extinguiu num terremoto chamado Lula.

Neste domingo, o Estadão dedica e capa e três páginas ao Bolsa Família, ancorado em pseudo-analises de planejamento do Cebrap.

É um ataque em pinça, o do Estadão.
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Posted: 13 Jan 2013 05:42 AM PST

Luiz Gonzaga Belluzzo e Júlio Gomes de Almeida, CartaCapital


"Para se manter na moda, up to date, o Brasil concebeu o seu próprio "abismo fiscal". A encrenca foi criada na Lei de Diretrizes Orçamentárias, que obriga a fixação do superávit primário em valores correntes. Esse inconveniente poderia ser contornado pelo envio ao Congresso Nacional de um projeto de lei que alterasse a LDO. Uma manobra que provavelmente suscitaria os mesmos gritos e sussurros da turma brava.

A fixação do superávit primário na Lei Orçamentária equivale, na prática, a conter o papel anticíclico da política fiscal. Excetuados os fanáticos nativos do Tea Party, nenhum economista sensato aceitaria impor tal obstáculo à atividade contracíclica do governo, sobretudo nos tempos bicudos de hoje.

Mantega usa método empregado na "era das privatizações", no anos 1990. Foto: Pedro Ladeira /Frame/Estadão Conteúdo

Constrangido por essa impropriedade, o governo recorreu a expedientes contábeis qualificados de "contabilidade criativa". Essa "criatividade" concentrou-se, sobretudo, na antecipação de dividendos de bancos estatais e no uso de recursos do Fundo Soberano, criado para abrigar poupança fiscal, passível de ser utilizada para recompor o resultado primário. O governo também se valeu da prerrogativa, inscrita na lei, de abater os investimentos do PAC.

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Francisco Almeida / (91)81003406
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