quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 04 Sep 2012 06:13 PM PDT



Ricardo Kotscho, Balaio do Kotscho

'Fez muito bem a presidente Dilma Rousseff em dar um chega pra lá no sociólogo aposentado Fernando Henrique Cardoso para recolocar o ex-presidente tucano e "os fatos em seus devidos lugares".

Em breve e contundente nota oficial, divulgada no fim da tarde de segunda-feira, Dilma respondeu aos ataques que FHC fez ao governo do ex-presidente Lula no artigo Herança Pesada publicado domingo nos jornais O Globo e O Estado de S.Paulo.

Saindo de seus cuidados, o professor tucano criticou da política energética ao atraso em obras do PAC, áreas pelas quais Dilma era responsável no governo Lula, e chegou ao mensalão, falando em crise moral: "Houve mesmo busca de hegemonia a peso de ouro alheio".

Bem ao estilo Dilma, a presidente amadureceu sozinha ainda no domingo a ideia de responder a FHC, antes que Lula o fizesse. Muito contrariada com o que leu, pediu a um interlocutor para avisar o ex-presidente que não se preocupasse porque ela tomaria as devidas providências.

Durante toda a segunda-feira, várias versões foram escritas e rejeitadas pela presidente, até que no final da tarde a própria Dilma redigiu o texto divulgado à imprensa.

Trechos da nota em que a presidente contesta duramente o artigo de FHC:

"Recebi do ex-presidente Lula uma herança bendita. Não recebi um País sob intervenção do FMI ou sob a ameaça de apagão."
Artigo Completo, ::AQUI::


Posted: 04 Sep 2012 05:54 PM PDT
Mário Augusto Jakobskind, Direto da Redação



"Quando se encerra parte do julgamento do chamado mensalão em que a maioria dos Ministros do Supremo Tribunal Federal considerou os acusados culpados, entre outros crimes, pelo desvio de dinheiro público, a pergunta que não quer calar é:  quando a opinião pública será informada sobre a punição dos corruptores? Por enquanto só foram incriminados os intermediários acusados de corrupção das mais variadas espécies, como Valério e outros, inclusive os funcionários do Banco Rural. João Paulo Cunha mandou a mulher pegar 50 mil reais no caixa e assim sucessivamente.

A mídia de mercado, que antes mesmo da decisão dos Ministros já havia condenado os acusados, não tem o mesmo interesse em apontar os corruptores, os grupos que sai ano entra ano, sai governo entra governo estão ditando regras e se locupletando, mas geralmente não são punidos. Fazem parte da rotina do sistema.

Na CPMI que apura os vínculos de Carlos Cachoeira com o mundo político, grupos econômicos e da mídia de mercado, como a revista Veja, são poupados. Nem mesmo evidências como as apontadas em gravações comprovando estreitos vínculos de Cachoeira com o jornalista Policarpo Júnior, diretor da revista Veja, têm força suficiente para que os parlamentares decidam convocá-lo, e ao poderoso chefão do grupo Abril, Roberto Civita, para esclarecer fatos.

A Construtora Delta tem maior raio de ação no Rio de Janeiro, mas os representantes do povo não convocaram, pelo menos por enquanto, o Governador Sergio Cabral e mesmo o Prefeito Eduardo Paes para prestar esclarecimentos sobre fortes indícios de condutas irregulares envolvendo o Poder Público. Há poucas cobranças nesse sentido, para falar a verdade, quase nenhuma.

Por estas e muitas outras, não basta apenas condenar os acusados de práticas de corrupção e deixar os corruptores de fora. Provavelmente, aproveitando a visível euforia pelas decisões dos Ministros do STF, os meios de comunicação de mercado continuem deliberadamente a ignorar os corruptores.

Nessa rotina, não será nenhuma surpresa se daqui a pouco surgirem, ou se já não surgiram, novas Deltas e demais corruptores com outros nomes, que contarão com o silêncio de sempre."
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Posted: 04 Sep 2012 05:42 PM PDT


Marta participa de almoço com Lula
Marina Dias, Terra Magazine



"Após reunião com o marqueteiro baiano João Santana, no sábado (1), Marta Suplicy está oficialmente dentro da campanha do PT à Prefeitura de São Paulo. A senadora se encontrou com o candidato petista, Fernando Haddad, no domingo (2), fez elogios ao seu desempenho e combinou que participaria de agendas e gravaria para o programa eleitoral de rádio e TV.

Os depoimentos de Marta foram gravados na manhã de segunda-feira (3) e a senadora se comprometeu a participar de quatro comícios na capital paulista. Além disso, a ex-prefeita de São Paulodeve comparecer ao ato de 11 de setembro, na Quadra dos Bancários, quando a direção do PT pretende reunir militantes e sindicalistas em um ato de apoio a Haddad ao lado do ex-presidente Lula.

A dúvida, no entanto, era quanto ao conteúdo dos depoimentos de Marta. Os coordenadores da campanha petista deixaram que a senadora escolhesse como fazer sua fala em favor de Haddad, depois de quase dez meses de distanciamento. Ficou acertado, então, que Marta faria a defesa de sua gestão como prefeita da capital paulista, entre 2001 e 2004, sem tecer muitos elogios ao candidato preferido de Lula."
Foto: Léo Pinheiro/Terra
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Posted: 04 Sep 2012 05:27 PM PDT
Jornal do Brasil / Terra



"Os gastos do governo federal na área social cresceram de R$ 234 bilhões para R$ 638,5 bilhões em 16 anos, um aumento de 172%, descontada a inflação do período, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A informação foi divulgada nesta terça-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que apresentou estudo sobre os desembolsos governamentais entre 1995 e 2010. Em termos de Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no País), o valor passou de 11,24% a 15,54% do PIB.

Os gastos sociais incluem despesas com a Previdência Social, saúde, educação, assistência social, trabalho e renda, desenvolvimento agrário, habitação e urbanismo, alimentação e nutrição (incluindo merenda escolar), saneamento básico e cultura, além de benefícios a servidores públicos. Os principais responsáveis pelo aumento dos gastos de 1995 a 2010 foram Previdência, assistência social, educação e habitação e o urbanismo, sendo que nesse último o crescimento dos investimentos se concentra a partir de 2008, como reflexo de iniciativas como Programa Minha Casa, Minha Vida e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Os gastos com a Previdência, tradicionalmente a maior consumidora de recursos, saltaram de 4,98% para 7,38% do PIB em 16 anos. Em valores correntes, subiram de R$ 103,7 bilhões para R$ 303,5 bilhões. Segundo o Ipea, os recursos destinados à assistência social demonstraram uma trajetória de elevação contínua, passando de 0,08% do PIB para 1,07% de 1995 a 2010. O ano de 2010 foi o primeiro em que os gastos federais nessa área ultrapassaram a barreira de 1% do Produto Interno Bruto. Na avaliação do Ipea, programas de transferência de renda - como o Bolsa Família - contribuíram para a alta expressiva."
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Posted: 04 Sep 2012 04:58 PM PDT



"Pesquisa telefônica diária feita pelo PT indica que Fernando Haddad já tomou o segundo lugar do ex-governador na corrida pela Prefeitura de São Paulo; especula-se que levantamento do PSDB confirme quadro, mas tucanos negam; pesquisa Datafolha deve expor o verdadeiro cenário; por enquanto, apenas uma certeza: Russomanno segue na frente


Pesquisas internas do PT já apontam Fernando Haddad à frente de José Serra na corrida pela Prefeitura de São Paulo. O segundo lugar teria sido tomado pelo petista dentro da margem de erro (ou seja, a diferença não passa de três pontos percentuais), como indica a coluna Radar Online, mas é o bastante para animar PT e preocupar PSDB.

Segundo nota da mesma coluna, o tracking dos tucanos também teria constatado a troca de posições no segundo lugar da corrida eleitoral de São Paulo. A informação foi negada por Luiz Gonzales, marqueteiro de Serra, segundo quem o tucano continua em segundo lugar, e bem à frente de Haddad.

Pesquisa Datafolha programada para esta quarta-feira deve confirmar ou desmentir as sondagens internas feitas pelos dois partidos. Por enquanto, apenas uma certeza, confirmada por todas as pesquisas: Celso Russomanno (PRB) segue disparado na ponta."


Posted: 04 Sep 2012 08:53 AM PDT



Posted: 04 Sep 2012 08:48 AM PDT


Após aumento de casos, sindicatos criam centrais de atendimento
a docentes vítimas de violência física e psicológica dentro da escola
Tory Oliveira, CartaCapital



"Desde fevereiro de 2011, uma funcionária do Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais passa o dia ao lado do telefone. Sua missão é receber e registrar denúncias de agressão feitas por docentes. O disque-denúncia foi uma das soluções encontradas para ajudar o professor mineiro a enfrentar esse tipo de situação. "Já era do nosso conhecimento a violência no ensino público, mas as evidências de acontecimentos em escolas particulares nos preocuparam", explica o presidente do Sinpro/MG, Marco Eliel. O assassinato do professor de Educação Física Kássio Vinícius Castro Gomes, atacado por um aluno a facadas nos corredores do centro universitário em que lecionava na capital mineira, em dezembro de 2010, também ajudou a catalisar o lançamento de uma campanha contra a violência nas escolas. De lá para cá, foram registradas 131 denúncias. Segundo Eliel, uma a cada três dias.

No Rio Grande do Sul, o Sindicato dos Professores do Ensino Privado (Sinpro/RS) criou o Núcleo de Apoio ao Professor Contra a Violência (NAP) no fim de 2007. "A razão foi o aumento do número de relatos de sofrimento", conta Cecília Maria Martins Farias, diretora do Sinpro e coordenadora do NAP. Trata-se de uma equipe multidisciplinar responsável por oferecer assessoria psicológica e jurídica. O centro atende a cerca de 40 pessoas por ano.

Pesquisa realizada pelo sindicato gaúcho revelou que, para 37% dos entrevistados, as direções das escolas são omissas em relação à violência. Para 80% dos 440 docentes do ensino privado ouvidos, o encaminhamento é insatisfatório. Na opinião da coordenadora do NAP, são poucas as escolas privadas que enfrentam a questão. "É importante que haja momentos para falar sobre o assunto com a comunidade escolar."
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Posted: 04 Sep 2012 08:38 AM PDT
Moradora da comunidade caminhando pelo local que foi atingido pelo incêndio



Fábio Santos, Portal Terra

'Moradores da favela Sônia Ribeiro, na região do Campo Belo, na zona sul de São Paulo, tentam recomeçar a vida após o incêndio que destruiu vários barracos da comunidade na tarde desta segunda-feira. Muitos desabrigados passaram a noite na calçada, tentando recuperar objetos que não foram atingidos pelo incêndio, outros procuraram abrigo na casa de amigos ou em espaços improvisados.

Algumas famílias reclamam do problema recorrente da favela, que existe há muito tempo no local e já passou por um incêndio semelhante em 2006. "Estou aqui há sete anos e já passamos por um incêndio desses. Prometeram conseguir um terreno pra gente, com moradia, mas até hoje não vimos nada disso. Agora, estão dizendo que não podemos mais construir no terreno. Para onde nós vamos?", questionou a moradora Aparecida de Fátima, 48 anos, que passou a noite na calçada, ao lado do marido, dois filhos e três netos .

A mulher disse que a prefeitura ofereceu colchões e ajuda com cesta-básica. Para ela, o que falta ainda é uma proposta de oportunidade de moradia. "Ofereceram galpão para a gente ficar, mas eu prefiro ir para baixo da ponte. A prefeitura oferece o auxílio aluguel, que acho que é de R$ 300, mas esse valor não dá para nada. Ficam nos jogando de um lado para o outro, agora eu nem sei para onde vamos", disse Aparecida, que conseguiu salvar apenas uma mala com roupas da casa onde vivia com a família.

De acordo com a subprefeitura de Santo Amaro, responsável pela região, funcionários da assistência social passaram a noite no local cadastrando moradores que se interessaram em seguir para um abrigo da prefeitura. Provisoriamente, muitos desabrigados passaram a noite em uma igreja da região, mas a prefeitura sinalizou que eles seriam transferidos. "
Foto: Adriano Lima/Terra
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Posted: 04 Sep 2012 08:30 AM PDT


Jornal A Redação participa do 64º Congresso Mundial de Jornais e 
do 19º Fórum Mundial de Editores

João Unes, A Redação



"O jornalismo digital é a modalidade que mais cresce em todo o mundo em número de leitores e em faturamento publicitário. Em alguns países, como Noruega, Estados Unidos, Taiwan e Hong Kong, a publicidade digital supera os meios tradicionais em termos de receita. Estes são alguns dos dados da recém-concluída edição 2012 da pesquisa World Press Trends (Tendências Mundias da Imprensa), revelada nesta segunda-feira em Kiev.
 
A World Press Trends é a mais completa pesquisa global sobre tendências em jornais, compreendendo a realidade da imprensa de150 países de cinco continentes, e patrocinado pela Associação Mundial de Jornais. O robusto levantamento é feito desde 1998 e a edição 2012 foi apresentada com exclusividade para os participantes do 64º Congresso Mundial de Jornais e do 19º Fórum Mundial de Editores, que este ano acontece na capital da Ucrânia.
 
Um dos fatos que mais chamou a atenção dos editores e dirigentes de jornais foi o fato de que em  quatro países (Reino Unido, Noruega, Suécia e Dinamarca), a publicidade digital superou a TV e os jornais de papel. Estes países estão entre os que têm maior índice de leitura de jornais em suas populações.
 
Outro ponto que merece destaque foi a consolidação da revolução digital nos Estados Unidos, Canadá, Noruega e Japão, países onde a proporção de receita digital é mais alta que a média mundial.
 
"A pesquisa mostra que 40% das pessoas que estão na internet pelo mundo lêem pelo menos um jornal on line, o que significa um aumento de 34% em apenas um ano ", explicou Larry Kilman, diretor executivo da Associação Mundial de Jornais (WAN-IFRA), durante a apresentação da World Press Trends."
Foto: divulgação
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Posted: 04 Sep 2012 08:04 AM PDT
Altamiro Borges, Blog do Miro



"Na tarde de ontem, a favela Morro do Piolho, na zona sul de São Paulo, foi tomada pelas chamas. Balanço parcial aponta três feridos – um jovem de 15 anos sofreu queimaduras de 1º e 2º graus, um homem fraturou uma das pernas e uma gestante caiu em depressão – e centenas de moradores ficaram sem teto, sem roupa, sem comida, sem nada. Pelo menos 285 dos 700 barracos foram destruídos pelo fogo. A Polícia Militar e a Defesa Civil ainda não sabem os motivos da tragédia, mas uma pergunta paira no ar: acidente ou crime?

Foi o quinto incêndio em favelas da capital paulista em menos de três semanas. Desde o início deste ano, já foram registrados 32 casos semelhantes. No ano passado, foram 79 incêndios em favelas. O Corpo de Bombeiros ainda computa 130 incêndios em 2008; 122 em 2009; e 91 em 2010. Na história recente de São Paulo nunca foram registradas tantas ocorrências assim, o que reforça a suspeita de que há algo de errado nestas tragédias em áreas carentes da cidade – mas, a maioria delas, valorizadas do ponto de vista imobiliário."
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Posted: 04 Sep 2012 07:33 AM PDT



"A entrada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha do ex-ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, para a Prefeitura de Belo Horizonte mexeu com os ânimos do tucanato local. No sábado (1º/9) o senador Aécio Neves — principal representante das forças conservadoras da capital mineira — e padrinho político do candidato à reeleição na capital, Márcio Lacerda (PSB), citou o suposto escândalo do "mensalão" para criticar Lula.


Para refrescar a memória de Aécio, o presidente do PT-BH, o vice-prefeito Roberto Carvalho, disse que: "Falar de mensalão é lembrar onde ele teve início, em Minas Gerais, como sustenta o Ministério Público. Não lembrar disso é ter memória seletiva", disse Carvalho.

Ao fazer campanha ao lado de Lacerda nesta segunda-feira (3), Aécio foi questionado sobre a declaração de Carvalho e disse que não tem conhecimento sobre o assunto. "É um assunto que eu não conheço, sinceramente, o mensalão mineiro. Conheço muito pouco também o vice-prefeito. Então não tenho como responder isso", disse o desmemoriado senador do estado.

O esquema mineiro existiu, segundo a Procuradoria, para financiar a campanha eleitoral de 1998 do PSDB ao governo do estado, na ocasião comandado pelo hoje deputado federal Eduardo Azeredo.

Teriam sido utilizados recursos de empresas públicas e o operador do esquema também foi o empresário Marcos Valério — por isso o episódio é também chamado de "valerioduto tucano".

Todos os envolvidos negam a existência do esquema de desvio de recursos, que, conforme a denúncia do mensalão, em julgamento pelo STF (Supremo Tribunal Federal), teria sido reproduzido nacionalmente cinco anos depois. O processo do "mensalão mineiro" ainda tramita no STF."


Posted: 04 Sep 2012 07:02 AM PDT
Primeiro bloco foi marcado por
confrontos diretos entre os candidatos.



Piero Locatelli, CartaCapital

"Se no primeiro debate a prefeito de São Paulo o tom foi ameno, com os candidatos se estudando, no segundo, realizado nesta segunda-feira 3 pela Rede TV! e Folha de S. Paulo, os postulantes partiram para o ataque direto. Durante as quase duas horas de discussão, candidatos se chamaram de mentirosos e foram lembradas relações com Paulo Maluf (PP), os mensalões tucano e petista, as privatizações do PSDB e a gestão de Gilberto Kassab (PSD). Em suma, um reflexo do cenário atual da campanha eleitoral, que vive momento acirrado.

Haddad x Russomano e Serra x Chalita

No primeiro bloco, Fernando Haddad (PT) perguntou a Celso Russomano (PRB) porque ele era contra o bilhete único mensal, proposta do petista que vem sendo critica pelos seus adversários. Russomanno disse que implantaria a medida se ela fosse viável, mas não havia vistos os "dados" de Haddad. "Eu faço propostas em cima do que é possível. Se você tem estudos que comprovam, se fosse viável eu seria o primeiro a implantar", disse Russomanno.


José Serra (PSDB) e Chalita se chamaram de mentirosos. O peemedebista perguntou porque o tucano teria fechado 200 escolas de tempo integral em seu mandato como governador, que assumiu em 2006 após Chalita sair da secretaria da Educação que comandava no governo de Geraldo Alckmin.  Serra negou ter fechado as escolas. Em seguida, Chalita insistiu e, na sua réplica, Serra atacou o peemedebista. "Ele está mentindo aqui na televisão", disse Serra. "Ele não tem praticamente nada para apresentar".
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Posted: 04 Sep 2012 06:45 AM PDT
A gente pode discutir é quanto o Serra pode continuar com o partido dele", disse ela



Thiago Tufano e Renan Truffi, Portal Terra

"A candidata do PPS à prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, saiu em defesa de José Serra, candidato do PSDB, pelo fato dele ter abandonado o cargo em 2006, quando era prefeito da capital paulista.

Depois de participar do debate promovido pela Rede TV em parceria com o jornal Folha de S.Paulo, na noite desta segunda-feira, Soninha disse que o partido de Serra o abandonou.

"Eu acho que a gente pode discutir é quanto o Serra pode continuar com o partido dele. Ele foi convidado com insistência pelo PSDB para se candidatar, visto que as intenções de voto dos outros candidatos não inspiravam muito otimismo. Cadê o PSDB para defender o seu candidato?", questionou.

Mesmo sendo adversária de Serra no pleito, Soninha disse ainda que o concorrente está sendo responsabilizado pela gestão do atual prefeito Gilberto Kassab (PSD).

"Ele deixou o mandato na metade, mas as pessoas continuaram a falar que o mandato era Serra-Kassab. Ou seja, ele continua respondendo pelo mandato até o final. Votaram nele para governador. Quer dizer essa desaprovação não foi forte a ponto dele não se eleger governador", afirmou. Serra deixou os estúdios da Rede TV sem falar com a imprensa."
Foto: Ricardo Matsukawa/Terra


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