quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!




BRASIL! BRASIL!


Posted: 22 Aug 2012 06:00 PM PDT


Monica Bernardes, Agência Estado / Estadão.com.br

"Apesar da histórica rivalidade entre o PT e o DEM, o candidato democrata na disputa pela Prefeitura do Recife, o deputado federal Mendonça Filho (DEM-PE), estreou as inserções destinadas à legenda, na disputa majoritária, apostando na popularidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para tentar conquistar a "simpatia" dos recifenses. Nos dois primeiros vídeos do DEM na grade televisiva o marketing da campanha apresentou Mendonça como homem público de realizações e com capacidade para celebrar parcerias com governantes de diferentes orientações políticas.

No primeiro filme são mostradas obras como a do Porto de Suape, a ampliação do Aeroporto dos Guararapes, a BR-232 e a PE-15. Na segunda inserção, Mendonça fala diretamente ao telespectador sobre sua independência política e trânsito entre governos de diferentes orientações. Destaca que, enquanto governador, firmou parcerias com o então prefeito do Recife, João Paulo (PT), e com o então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Um bom prefeito não precisa ser do mesmo partido do governador ou da presidente. Eu governei Pernambuco com Lula presidente e João Paulo prefeito e nunca tive dificuldade em fazer parcerias. É só colocar o interesse do povo em primeiro lugar", diz. Já no guia eleitoral, o democrata preferiu elencar obras estruturadoras realizadas no Estado, quando era vice-governador na gestão do hoje senador, Jarbas Vasconcelos, e posteriormente quando assumiu o governo durante nove meses, quando Jarbas deixou o cargo para disputar o Senado."
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Posted: 22 Aug 2012 05:50 PM PDT


Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania

"Alguns podem ter ficado surpresos com a desidratação eleitoral de que vem padecendo o candidato do PSDB a prefeito de São Paulo, José Serra. Sua longa trajetória política, seu conhecimento pela quase totalidade do eleitorado de todo país e a condição de líder da oposição que lhe deveria ter sido legada por seus 44 milhões de votos na última eleição presidencial, tudo isso torna espantosa sua situação na recente pesquisa Datafolha.

O espanto do espectador pouco atento à realidade real e que se fia na "realidade" midiática aumenta ainda mais porque não há quem negue a blindagem que o cacique tucano recebeu da irascível grande imprensa brasileira ao longo de toda a sua carreira política no período pós-redemocratização, tendo sido até objeto de juramento do falecido dono de um grande jornal de que não morreria sem vê-lo eleito presidente da República.

Alvo de processos na Justiça e de denúncias graves por força da vastidão de indícios materiais de envolvimento em corrupção que pesa contra si, Serra mereceu de uma imprensa que vive de denúncias contra políticos (em ampla maioria, petistas) o mais ensurdecedor silêncio diante de denúncias, quando não mereceu defesas abertas e até sua vitimização pela mesma mídia diante dos adversários políticos, sobretudo em anos eleitorais.

A situação de Serra na corrida eleitoral paulistana, porém, revela uma rejeição impressionante do eleitorado a si (37%) e ultrapassagem na primeira posição por um adversário com trajetória política que não chega aos pés da sua e que, como se não bastasse, é candidato por um partido de mentirinha."
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Posted: 22 Aug 2012 05:42 PM PDT



Posted: 22 Aug 2012 05:37 PM PDT


Gustavo Azevedo, Portal Terra

"O ministro do Supremo Tribunal Federal, Cezar Peluso, negou nesta quarta-feira que tenha comentado com alguém sobre sua decisão de antecipar ou não o voto sobre todos os 37 réus do mensalão logo após a exposição do revisor do processo, ministro Ricardo Lewandowski. "É tudo mentira, não falei nem com a minha mulher", disse. Anteriormente, a assessoria do STF havia divulgado erroneamente que Peluso negara que anteciparia seu voto.

Havia a expectativa de que Peluso leria seu voto já nesta quinta-feira ou na primeira sessão da próxima semana. Assim, o ministro conseguiria votar antes de se aposentar. De acordo com a lei, ele precisa deixar a Corte ao completar 70 anos, o que ocorrerá no dia 3 de setembro. Peluso apresentaria o voto integralmente e não em núcleos, como fez o relator Joaquim Barbosa, declarando sua posição integralmente a todos os réus.

O ministro Marco Aurélio Mello afirmou hoje que Peluso não poderia votar antes do relator e do revisor porque, dessa forma, "ele passará, no restante da matéria, a ser o relator, o primeiro expositor". O ministro afirmou não lembrar de nenhum caso em que um integrante do Supremo tenha votado antes do relator. "Não houve até hoje, não houve, e a minha memória é boa para tudo que discrepe da realidade".

Apesar de não poder votar integralmente, Peluso pode proferir seu julgamento sobre os itens já analisados pelos ministros Joaquim Barbosa, relator, e Ricardo Lewandowski, revisor."


Posted: 22 Aug 2012 05:18 PM PDT


Luis Nassif, Luis Nassif Online

"A fala final de Ricardo Lewandovski sobre o indiciamento de Luiz Gushiken é um dos pontos altos do julgamento, ao amenizar um pouco esse horror condenatório de juntar 40 pessoas no mesmo balaio e prolongar a permanência de suspeitos no inquérito, mesmo sem elementos consistentes.

Lembrou que Henrique Pizzolato não confirmou seu depoimento na CPI dos Correios. Esclareceu em juízo que na CPI não teve condições de raciocionar, devido às humilhações e achincalhes. Lewandovski enfatizou que não havia nada que incriminasse Gushiken. Então, qual a razão de mantê-lo no inquérito por tanto tempo? Quais os danos que trouxe à pessoa, à sua família?

Mesmo mantendo a condenação dos demais, um sopro de discernimento para aplacar a sanha inquisitorial que ameaça a imagem do Supremo."


Posted: 22 Aug 2012 04:28 PM PDT



"Executivos da empresa de segurança Stratfor referiram-se ao jornalista australiano como "babaca"

Opera Mundi

O Wikileaks teve acesso em janeiro do ano passado à caixa de e-mails do vice-presidente da companhia de métodos de espionagem Stratfor e encontrou mensagens que comprovam que os Estados Unidos possuem "uma acusação selada contra Julian Assange".

De acordo com o jornal espanhol Público, o executivo Fred Burton refere-se a Assange em diversos momentos como "babaca" e garante que armazenou todas as publicações do Wikileaks em seus servidores para usá-las em favor da empresa.

Em uma troca de e-mails datada de 26 de janeiro deste ano, Burton reconhece que a justiça norte-americana havia emitido há um mês uma ordem secreta de prisão contra Assange por práticas de espionagem."
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Posted: 22 Aug 2012 09:40 AM PDT
Dilma não tem sinalizado intenção
de usar sua popularidade para alavancar
candidaturas Brasil afora


"A propaganda para a próxima eleição municipal, em outubro, começa nesta terça-feira em meio à incerteza sobre a participação da presidente Dilma Rousseff na campanha.

João Fellet, BBC Brasil

Presidente mais bem avaliada em início de mandato desde o fim da ditadura – segundo pesquisa do Datafolha, ela é aprovada por 62% da população –, Dilma não tem sinalizado a intenção de usar sua popularidade para alavancar candidaturas Brasil afora.

Ademais, segundo analistas ouvidos pela BBC Brasil, alguns fatores tendem a limitar o poder da presidente na próxima eleição: ela deve se manter distante de disputas em cidades onde o PT concorrerá com partidos da base aliada do governo federal; e pleitos municipais costumam seguir lógicas locais, nem sempre sujeitas à influência presidencial.

Nesta terça-feira, começam a ser veiculadas no rádio e na TV as propostas de candidatos a vereador, que ainda ocuparão as quintas e os sábados. A propaganda de postulantes a prefeito terá início na quarta-feira e ocorrerá também nas segundas e sextas."
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Posted: 22 Aug 2012 09:30 AM PDT
Madames Alternativas" venderam dogão. Fotos: Ana Paula Braga Salamon


Esmael Moraes, Blog do Esmael

"Militantes dos movimentos sociais promoveram ontem à noite, em frente ao Clube Curitibano, na capital paranaense, "Festa das Madames Alternativas" vendendo cachorro-quente a R$ 2,50 cada.

O hot-dog ou "dogão" das madames alternativas tinha como objetivo fazer um contraponto político ao jantar promovido pelas grã-finas do movimento Cansei, seção regional do Paraná, que custou R$ 1 mil cada convite.

O jantar das madames do Cansei, que contou com as presenças do senador mineiro Aécio Neves e do governador paranaense Beto Richa, ambos tucanos, visava vitaminar o caixa da campanha do prefeito Luciano Ducci (PSB).

A barraca dos movimentos sociais chamou a atenção de transeuntes e dos próprios convidados do jantar de Ducci e Aécio, que começou ontem à noite, pela capital de todos os paranaenses, sua caminhada rumo ao Palácio do Planalto.

A muvuca na tenda do "dogão" ofuscou a festa do Cansei, segundo um "orelha seca" do blog que foi até lá saborear um cachorro-quente ao módico preço de R$ 2,50."
Fotos: Ana Paula Braga Salamon


Posted: 22 Aug 2012 09:12 AM PDT


'Auxiliares do governador de Goiás, Marconi Perillo, seguem estratégia de outros depoentes e são dispensados pelo presidente da comissão

Agência Brasil

O ex-tesoureiro da campanha do governador de Goiás, Marconi Perillo, Jayme Rincón, e o ex-corregedor-geral da Secretaria de Segurança Pública e Justiça do estado, Aredes Correia Pires, optaram por ficar em silêncio perante a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira e foram dispensados.

Os dois, apontados pela Polícia Federal como integrantes da organização criminosa chefiada pelo empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira - acusado de liderar esquema de jogos ilegais, - compareceram à CPMI acompanhados de advogados e com habeas corpus expedidos pelo Supremo Tribunal Federal que lhes garantiam o direito constitucional de permanecer calados para não criar prova contra si mesmo.

De acordo com o rito adotado pela comissão, o presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), dispensou os dois."


Posted: 22 Aug 2012 09:03 AM PDT


"Sabatina na Folha entra na terceira e última etapa; barraco de novo; "o sr. é jabazeiro", aponta Bárbara Gancia a Celso Russomano"; "Abro mão da minha candidatura se você provar", respondeu ele; "População é temente a Deus", disse; "Desejo uma igreja em cada esquina"; "Isso aqui não parece uma sabatina", reclamou; "O que vocês querem é discutir outras coisas"; "o que a gente quer é discutir o seu caráter", mandou Bárbara Gancia; "Você não está sendo ética", reagiu ele; "O sr. está pintando o cabelo?"

Brasil 247

"Por questão de isonomia com os outros debates, vamos encerrar o debate", disse Maurício Stycer. "Não tenho direirto a considerações finais?", disse Russomano. "Sem considerações finais", reagiu o jornalista, mas ainda deu para o candidato agradecer. No final, ele apertou a mão de todos os quadro e deu um beijinho em Bárbara Gancia. Ao final das transmissão, discussão entre platéia e jornalistas continua. "Isso foi um massacre", disse correligionário de Russomano. "Vocês não estavam preparados para este debate", completou. Na verdade, desde o início Russomano procurou evitar perguntas que cortavam suas longas colocações. O tempo todo discutiram Bárbara Gancia e ele.

"Por mim tanto faz. Ele generalizou bastante, é bem preocupante. O mais evasivo, o mais perigoso", disse Bárbara ao 247, após o debate. "Eu tenho mais o que fazer". Você achou a claque com propensão à violência? "Não, torcida é assim mesmo".

Ao 247, Russomano também procurou aliviar a barra: "Normal, foi democrátio", disse ele. "Não fiz propostas faraônicas", disse em coletiva.

Leia como foi:

247 - Na terceira e última etapa da sabatina ao candidato Celso Russomano ao jornal Folha de S. Paulo, ele afirmou que pretende usar o ISS - Imposto Sobre Serviço -- para fazer uma política fiscal de incentivo à permanência de empresas na capital paulista. "As cidades vizinhas estão roubando os nossos empregos", afirmou. Prometeu ônibus com o "piso baixo para ajudar na entrada de dos idosos e com ar condicionado"."O sr vai trocar a frota toda de uma vez?", perguntou Vera Magalhães. "Aos poucos, não dá para fazer tudo de uma vez".

"Existe um pacto de não agressão entre o sr. e o prefeito Kassab e o candidato Serra, é por isso que o sr. não dá nota para a gestão Kassab?", disse Vera Magalhães, quando Russomano não quis dar nota para o prefeito. "A ele nem dou nota. O que há é que a população não gosta dos serviços públicos", respondeu ele.


"O sr. já foi assessor de imprensa do hotel Dela Volpe, onde o governador do Acre foi assassinado", lembrou Bárbara Gancia. "O sr. já foi acusado de jabazeiro", completou ela, usando a gíria dos jornalistas para classificar os profissionais que aceitam dinheiro ou favores em troca de matérias. 
"Russomano defende o povo de dia e faz jabás à noite", insistiu Bárbara. "O que é jabazeiro?", candidamente perguntou Russomano. Ela explicou. Citou, em seguida, reportagem da revista Veja São Paulo que mostrava esse recebimento de dinheiro e favores, por ele, no programa Night and Day. "Isso não é merchandising?", rebateu Russomano, apontando os logotipos da Folha e do UOL, atrás de si. "Não, isso não é merchandising, são os logos de quem está promovendo este evento", disse ela. "Aqui não se está escondendo isso", completou Stycer. "Todos os merchadinsings do meu programa de televisão tiveram notas fiscais expedidas". Uma pessoa do público grita, reclama. Pequenas vaias. "Ye! Vaias!", sauda Bárbara. "Eu não vou debater com o sr.", reagiu Stycer ao homem que reclamava aos brados, da platéia. "Imprensa marrom", grita outro sentado ao meu lado esquerdo, nas últimas fileiras do auditório. "Peço respeito à claque", diz Stycer. "Ele está reclamando como assinante da Folha e do Uol", defendeu Russomano. Fica engraçado de novo.

"Vocês não me deixam responder", reclama, de novo, Russomano."
Foto: Reprodução/UOL
Entrevista Completa, ::AQUI::


Posted: 22 Aug 2012 08:48 AM PDT


Folha de S. Paulo / Reuters

"A revista Forbes colocou a presidente Dilma Rousseff em 3º lugar, pelo segundo ano consecutivo, em seu ranking anual das mulheres mais poderosa do mundo, que tem novamente a chanceler alemã, Angela Merkel, na liderança da lista dominada por políticas, empresárias e personalidades da mídia.

A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, ficou em 2º lugar, numa repetição das três primeiras colocadas do ano passado.
A lista elencou mulheres envolvidas na política, entretenimento, tecnologia e organizações sem fins lucrativos, entre outros campos.

Elas foram classificadas de acordo com influência, quantidade de dinheiro que controla ou ganha, e presença na mídia.

"Essas mulheres de poder exercem influência de formas muito diferentes e para fins muito diferentes, e todas com impactos muito diferentes sobre a comunidade global", disse a presidente e editora da ForbesWoman, Moira Forbes.

A revista mencionou Dilma por sua liderança à frente do governo brasileiro e pelos índices de aprovação dentro do país."
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Posted: 22 Aug 2012 08:32 AM PDT
Serra e Kassab em 2006, depois do então prefeito entregar o cargo ao vice


"Para especialistas, entrada de Lula em campanha pode aumentar rejeição ao tucano

Wanderley Preite Sobrinho, R7

A pesquisa eleitoral divulgada nesta terça-feira (21) pelo Instituto Datafolha ligou o sinal de alerta na campanha de José Serra, o candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo. Para especialistas ouvidos pelo R7, a ligação do tucano ao prefeito Gilberto Kassab (PSD) é o principal motivo para a rejeição de 38% do ex-presidenciável, que viu Celso Russomanno (PRB) ultrapassá-lo em intenções de voto: 31% a 27%. 

Essa rejeição pode até aumentar com a entrada de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff na campanha televisiva do petista Fernando Haddad. Os especialistas avaliam que, se a tendência de queda do tucano nas pesquisas continuar depois do horário eleitoral, os eleitores podem se deparar com o que parecia impossível: um segundo turno sem José Serra em São Paulo. 

Segundo pesquisa Ibope divulgada na última sexta-feira (17), a atual gestão é considerada ruim ou péssima por 43% dos entrevistados. A mesma pesquisa diz que os votos para Serra caem de 26% para 15% entre os eleitores que não gostam de Kassab. 


Para Roberto Romano, cientista político da Unicamp, a campanha de Serra já esperava que os adversários o associassem à imagem desgastada de Kassab. 

— Esse índice de rejeição do Serra tem de ser atribuído em parte ao próprio candidato, mas, sobretudo a Kassab. Uma das piores gestões que tivemos em São Paulo. 

Para o professor, essa rejeição pode reduzir com os 7min39seg que Serra tem em seu programa eleitoral. 

— O único senão é essa união muito forte entre ele e Kassab. 
A cientista política da Ufscar (Universidade Federal de São Carlos) Maria do Socorro diz que o eleitorado não se esquece que "Serra é a continuidade de Kassab". 

— E durante sua campanha ele vem defendendo a atual gestão. 
Para diminuir o impacto de Kassab em sua campanha, o programa eleitoral do tucano deve mostrar as realizações que Serra fez tanto na prefeitura quanto no governo do Estado em vez de mostrar o que Kassab concluiu. Outra estratégia será associar Serra à administração do governador Geraldo Alckmin (PSDB), bem avaliado por 42% dos paulistas, segundo o Ibope."
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Posted: 22 Aug 2012 08:08 AM PDT
Dor. No filme, a fuzileira naval Ariana Klay e Kori, da Guarda Costeira, com o marido Roth


Francisco Quinteiro Pires, CartaCapital

"Estupros e suicídios. Os adversários mais ameaçadores das Forças Armadas norte-americanas são internos. Nos dois últimos anos, ao menos 21 mil soldados sofreram violência sexual. Atualmente, um militar da ativa se mata a cada 24 horas. E um veterano, segundo o Department of Veterans Affairs, tira a própria vida a cada 80 minutos. Do início da Guerra do Afeganistão, em 2001, até 10 de junho deste ano, mais combatentes se suicidaram (2.676) do que morreram em atividades bélicas (1.950) no país asiático.

Apesar de os números alertarem para a gravidade da situação, as Forças Armadas estão perdendo a batalha contra essas duas ameaças. Segundo uma reportagem da revista Time, citada no plenário do Congresso dos Estados Unidos, os militares "não conseguem vencer o seu inimigo mais insidioso". "Esse problema talvez seja o desafio mais frustrante com o qual me deparei desde que fui nomeado secretário de Defesa", admitiu Leon Panetta, em entrevista recente. A mesma dificuldade é vista no combate aos estupros de soldados, ­sendo do sexo feminino a maioria das vítimas. O belicismo, o espírito de corpo, o respeito cego à hierarquia e o medo de ameaça à promoção na carreira inibem o pedido de ajuda. Mesmo aqueles que procuram auxílio são ignorados pelos superiores.

"Instituições poderosas preferem acobertar crimes a admiti-los", diz o do­cumentarista Kirby Dick a ­CartaCapital. "Podemos confirmar esse tipo de reação com o atual esforço da Igreja Católica para esconder os casos de abuso sexual cometidos por clérigos." Dick é o diretor de The Invisible War (A Guerra Invisível, em tradução livre), filme muito comentado durante o Human Rights Watch Film Festival, realizado em Nova York há cerca de um mês, e ganhador do prêmio de melhor documentário segundo a audiência no Sundance Film Festival. O longa-metragem, cuja exibição no Brasil a HBO Latin America ainda negocia, mas que estará disponível em DVD nos Estados Unidos a partir de 23 de outubro, apresenta entrevistas com 12 militares mulheres decididas a falar sobre a violência sexual contra elas.


O filme mostra que as combatentes em zonas de guerra correm um risco maior de ser estupradas por um colega do que de morrer sob fogo inimigo. A frequência desse tipo de violência entre os militares é o dobro na comparação com a da sociedade civil. Mas apenas 8% dos casos são levados a julgamento. Desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), mais de 500 mil militares foram estuprados. "Instituição mais poderosa dos Estados Unidos, as Forças Armadas transformaram em política não oficial a negação das acusações, o descrédito das vítimas, a classificação dos críticos como antipatrióticos e a ameaça implícita de cancelamento de contratos com entidades privadas que sabem dos delitos."
Foto: Cinedigm/Docurama Films
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Posted: 22 Aug 2012 07:09 AM PDT



Posted: 22 Aug 2012 07:02 AM PDT


"Aos poucos, fica clara a manobra para manipular o quórum do STF. Primeiro, o fatiamento que permitiria o voto parcial de Cezar Peluso.  Depois, o risco de "empate" anunciado por Joaquim Barbosa. Agora, o Globo antecipa voto integral de Peluso, subvertendo a ordem do julgamento


O "julgamento do século" no Supremo Tribunal Federal corre o risco de ficar marcado pelo casuísmo. Diz o regimento da corte que ministros se aposentam compulsoriamente aos 70 anos, o que, no caso de Cezar Peluso, ocorre no dia 3 de setembro.

Como ele é tido como voto contrário aos réus, o presidente da corte, Carlos Ayres Britto, apressou o julgamento para que o voto de Peluso não fosse perdido. Em seguida, na primeira grande polêmica do julgamento, Joaquim Barbosa decidiu fatiar o seu voto, colocando alguns réus em julgamento antes de outros – ele já pediu a condenação de João Paulo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados, e Henrique Pizzolato, ex-diretor do Banco do Brasil, além de Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Holerbach, da agência DNA.

Neste rito, Peluso votaria em alguns casos, sempre na ordem estabelecida pelo tribunal. Depois de Barbosa, viriam os votos do revisor, Ricardo Lewandovski e dos demais ministros por ordem de antiguidade – os mais recentes na corte votariam primeiro. Apenas o presidente ficaria por último.

Portanto, votariam Barbosa, Lewandovski e depois Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Cezar Peluso, Gilmar Mendes, Marco Aurélio, Celso de Mello e Ayres Britto.
Agora, mais uma manobra casuística ameaça colocar em risco todo o julgamento. Cezar Peluso não seria mais o sétimo a votar – mas o terceiro. E também não votaria fatiadamente. Ele leria todo o seu voto, garantindo assim uma contagem a mais pela condenação, antes que outros ministros se manifestem – e sem que possa recuar, depois, diante dos argumentos dos colegas.

Roberto Gurgel foi cauteloso. Disse que se Peluso não puder votar em tudo, que vote ao menos em parte. Joaquim Barbosa, ao contrário, quer o voto integral do colega, que sabe ser pró-condenação. "Você tem que pensar o seguinte: o ministro Peluso participou de tudo nesse processo. Tudo, desde o início. Ele está muito habilitado. Enquanto for ministro, ele tem total legitimidade para participar desse processo", disse ele.

O jornal O Globo, em sua manchete desta quarta-feira, foi explícito. Peluso poderá dar o voto integral para evitar o risco de empate. E desde quando já se conhece o placar? E mesmo que se soubesse o resultado, desde quando isso justifica uma mudança nas regras de um julgamento tão importante?"


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Francisco Almeida / (91)81003406
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