domingo, 12 de agosto de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 11 Aug 2012 06:09 PM PDT



Posted: 11 Aug 2012 06:07 PM PDT


"Serra foi derrotado por Lula em 2002 porque o eleitorado queria mudança. A avaliação do governo Fernando Henrique em outubro daquele ano era 25% na soma de "ótimo" e "bom", segundo pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes. Serra foi o candidato governista de uma administração mal avaliada pelo eleitorado. Há dois anos, Serra foi derrotado novamente por Lula.

Alberto Carlos Almeida, Valor Econômico / Vermelho

Há dois anos, Serra foi derrotado novamente por Lula, desta vez pelo motivo contrário ao de 2002: Serra era candidato de oposição a um governo bem avaliado. Lula chegou ao final de seu mandato com 80% na soma de "ótimo" e "bom" e isso permitiu que elegesse sua sucessora. Agora, na eleição paulistana, Serra é o candidato de um governo que tem somente 20% na avaliação de "ótimo" e "bom". Com esse nível de avaliação, Kassab dificilmente se reelegeria. O que dizer, então, de eleger seu sucessor?

Uma das coisas mais previsíveis em eleições é que governos bem avaliados saem vitoriosos e governos mal avaliados são derrotados. Essa afirmação causa irritação de tão simples que é, mas é impressionante como a maioria das pessoas a esquece quando analisam cenários eleitorais. Em 1994, o governo Itamar Franco estava bem avaliado e seu ex-ministro da Fazenda, Fernando Henrique, foi eleito. Em 1998, o próprio Fernando Henrique estava bem avaliado, e foi reeleito. Em 2006, Lula tinha 56% de "ótimo" e "bom" no mês da eleição. Estava bem avaliado, e venceu. Há quatro anos, às vésperas da eleição municipal, Kassab tinha em torno de 60% de "ótimo" e "bom". Não por acaso, foi reeleito.

O eleitor não é esquizofrênico. Se um governante está indo bem, ele o mantém no poder. Se a situação está ruim, tira o governo e coloca no lugar quem fez a campanha de oposição. As eleições podem ser divididas em dois grandes tipos: de mudança e de continuidade. Na São Paulo de 2012 está configurada uma eleição de mudança, porque a soma de "ótimo" e "bom" de Kassab é muito pequena. Como Serra é o candidato de Kassab, ele tende a ser derrotado. A pesquisa publicada na semana passada pelo jornal "O Estado de S. Paulo", mostrando empate técnico entre Serra e Russomano, nada mais é do que o reflexo dessa avaliação de Kassab.

Na eleição de 2008, analisamos os dados de 76 municípios em que os prefeitos disputavam a reeleição. Descobrimos uma forte relação estatística (não linear) entre avaliação de governo e vitória eleitoral. Quando um prefeito tem 25% de "ótimo" e "bom", tem no máximo 10% de chances de ser reeleito. Trata-se de uma análise estatística, mas, na prática, não temos um só caso no qual um prefeito com 25% ou menos de "ótimo" e "bom" tenha saído vitorioso. Um prefeito com 40% de "ótimo" e "bom" também dificilmente é reeleito. As chances de que isso ocorra não passam de 30%. A zona de conforto para se ganhar uma reeleição é de 55% de "ótimo" e "bom", para cima. São raros os derrotados. Em geral, perdem para si próprios porque cometem alguma barbeiragem durante a campanha."
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Posted: 11 Aug 2012 05:54 PM PDT
O ditador brasileiro Emílio Garrastazu Médici
e o presidente dos EUA Richard Nixon


"Documentos ultrassecretos provam que a ditadura brasileira chegou a exportar técnicas de tortura à militares da região

Opera Mundi

O Brasil pode ter tido um papel mais importante que os EUA nas ditaduras latino-americanas, embora a articulação estreita entre Brasília e Washington para perseguir militantes de esquerda nos anos 60 e 70 seja ainda quase desconhecida para a história oficial.

A missão de desvendar os meandros dessa cooperação e o verdadeiro papel que militares e civis brasileiros desempenharam em ditaduras como as do Chile, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia caberá à recém-instaurada Comissão da Verdade, diz o pesquisador norte-americano Peter Kornbluh em entrevista ao Opera Mundi.

Segundo Kornbluh – que esteve em maio em Brasília para reunir-se com membros da Comissão –, existem papéis ultrassecretos que provam que o Brasil exportou técnicas de tortura para os países vizinhos, além de fornecer respaldo político, ajuda financeira e suporte material para ditadores militares da região.

"Nós sabemos, por exemplo, que o presidente (brasileiro Emílio Garrastazu) Médici e o presidente (dos EUA Richard) Nixon mantiveram um canal de comunicação ultrassecreto sobre a intervenção brasileira no Chile e, possivelmente, em outros países do Cone Sul no início dos anos 70", diz Kornbluh, que é diretor dos Arquivos da Segurança Nacional. A organização de Washington, fundada em 1985, é especializada no requerimento, interpretação e publicação de documentos secretos norte-americanos liberados para consulta pública sobre os golpes na América Latina.

Documentos secretos obtidos pela organização de Kornbluh em agosto de 2009 revelam a cooperação estreita entre Nixon e Médici. Num dos memorandos revelados, o presidente norte-americano diz a seu colega brasileiro: "espero que possamos ter uma colaboração estreita, uma vez que há muitas coisas que o Brasil pode fazer, como país sul-americano, e nós, dos EUA, não podemos. A relação entre ambos era tão importante, diz a análise feita na época pela National Secutiry Archives, que ambos estabeleceram um canal privilegiado de contato, "como forma de manter a comunicação direta sem usar os canais diplomáticos formais".

Médici tinha como canal seu assessor direto, o chanceler Gibson Barbosa, mas "para assuntos extremamente privados e delicados", indicou o coronel Manso Netto. Do lado norte-americano, o contato era Henry Kissinger, conselheiro e confidente de Nixon. Toda a comunicação estabelecida por meio desse canal secreto permanece desconhecida."
Foto: The National Security Archive/Reprodução
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Posted: 11 Aug 2012 05:46 PM PDT


"Cinco usuários eram sócios das atividades ilegais; governo do Goiás controlava quatro números; militares, policiais federais e políticos também fazem parte da lista; para o deputado Chico Alencar, CPI do Cachoeira deve trabalhar com documentos e não esperar muito dos depoimentos

Brasil 247 / Goiás 246

A CPMI do Cachoeira, que investiga as relações do contraventor com empresários e políticos, recebeu mais um importante documento. Nas mãos dos parlamentares está a lista com 45 nomes de usuários de Nextel cadastrados pela quadrilha de Carlinhos Cachoeira.

A notícia foi divulgada em primeira mão na coluna do Merval Pereira deste sábado. Confira, na íntegra o texto:

Enfim chegou na CPMI Cachoeira, a lista de 45 usuários dos rádios Nextel cadastrados no exterior pela organização criminosa. Além do número do 'capo', que a Polícia Federal classifica como 'The Boss', pode-se dividir esse grupo dirigente em vários núcleos:

O dos maiores sócios nas atividades ilegais (bicho, bingo, caça níqueis), tem 5 nomes; o da expansão dos negócios para a área legal, tem 3, sendo dois diretores da empreiteira Delta, do Centro-Oeste e o de SP/Sul."
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Posted: 11 Aug 2012 05:14 PM PDT
Agência Brasil


"A presidenta Dilma Rousseff divulgou hoje (11) nota parabenizando a seleção feminina de vôlei pela conquista do ouro em Londres.

Na nota, Dilma conta que acompanhou o jogo e diz que ficou feliz com o bicampeonato. "Queria mandar um abraço especial às nossas atletas Sheila, Jaqueline, Fernanda Garay, Fabiana, Dani Lins, Thaisa, Fabi, Tandara, Paula Pequeno, Fernandinha, Natália e Adenizia, ao técnico José Roberto Guimarães e à sua equipe."

A presidenta ressaltou o esforço e a dedicação das atletas que superaram dificuldades para chegar à final, vencer o jogo e conquistar a medalha de ouro. Segundo Dilma, as meninas do vôlei mostraram "como o esforço e a dedicação, mesmo nos momentos mais difíceis, são sempre recompensados com a superação de obstáculos e a realização de objetivos e sonhos."

O Brasil perdeu o primeiro set por 25 a 11, mas conseguiu virar o placar com parciais de 25/17, 25/20 e 25/17. Na primeira fase da competição, a seleção feminina de vôlei ficou classificada em segundo lugar do grupo B, atrás das norte-americanas derrotadas hoje. Depois, nas quartas de finais e semifinais, as brasileiras venceram a Argentina e a Itália, sem perder um set.

A seleção feminina de vôlei conquistou o primeiro ouro olímpico nos Jogos de Pequim, em 2008. Antes, elas haviam sido bronze em 1996, nos Jogos de Atlanta e em 2000, em Sydney."


Posted: 11 Aug 2012 04:08 PM PDT


"Perder e ganhar fazem parte do esporte; mas individualismo, exibicionismo e falta de combatividade irritam e frustram; garra, determinação e vontade, ao contrário, elevam os ânimos de todos; no futebol de Neymar e no vôlei de Fabiana, os exemplos prontos e acabados das duas situações


"Está na hora de o Brasil rever quais são os seus verdadeiros ídolos esportivos. A necessidade de um outro olhar sobre os homens e mulheres que defendem as cores verde e amarela ao redor do mundo ficou clara, para todo o País, direto de Londres, neste sábado 11, em duas finais olímpicas: a do futebol masculino e a do vôlei feminino.

Com Neymar de fita no cabelo cortado milimetricamente, o técnico Mano Menezes de permanente mau humor e os defensores Thiago Silva e Rafael discutindo em campo, a seleção brasileira de futebol caiu por 2 a 1 diante do México. Perder faz parte do jogo, mas ausência de garra, determinação e doação irritam e frustram torcidas de todas as bandeiras. E foi isso que os jogadores brasileiros apresentaram na defesa do País: individualismos, exibicionismos – que no futebol se chama 'máscara' – e preciosismos. Comportamento esportivo infrutífero, que resulta na terceira chance perdida pelo País de conquistar a medalha de ouro.

Poucas horas depois da não conquista, as meninas do vôlei feminino, aquelas atletas que nem todos sabem o nome – e que não ganham dois décimos do que recebem mensalmente os astros do futebol --, mostraram como se faz. Com superação, garra e uma vontade inabalável, elas ultrapassaram o ceticismo inicial da torcida, esqueceram derrotas na competiçao, se uniram e foram adiante. A técnica apurada, que fez do Brasil campeão olímpico da modalidade em Pequim, em 2008, se somou ao coração batendo mais forte. E assim meninas como Fernanda Garay, Jaqueline e Fabiana entraram para a verdadeira galeria dos heróis do esporte brasileiro.

Sem dúvida, é tempo de a eterna concentração de atenções, especialmente pela mídia, em cima do futebol, ser revista, para que o País possa passar a conhecer melhor seus ídolos de verdade."
Foto: Reuters


Posted: 11 Aug 2012 08:50 AM PDT


"Não é normal um jornalista pedir a um bicheiro, useiro e vezeiro de grampos ilegais, que levante ligações de um deputado; no entanto, em vez de responder à reportagem de Carta Capital sobre as ligações entre Policarpo e Cachoeira, a editora comandada por Fábio Barbosa se calou sobre o caso; nesta edição, a revista declara apoio ao governo Dilma


Na próxima terça-feira, o deputado Doutor Rosinha (PT-PR) apresentará o pedido para convocação do jornalista Policarpo Júnior, chefe da revista Veja em Brasília, pela CPI da Operação Monte Carlo. Durante anos, o bicheiro Carlos Cachoeira, useiro e vezeiro de grampos clandestinos e ilegais, foi a principal fonte de Policarpo. O argumento pela convocação de Policarpo foi reforçado pela capa da revista Carta Capital deste fim de semana, que traz um grampo em que Policarpo pede a Cachoeira que levante algumas ligações de um deputado: o goiano Jovair Arantes, do PTB. O bicheiro promete resolver o assunto com o araponga Idalberto Matias, o Dadá, especializado em arapongagem clandestina.

Há, no entanto, um pacto de silêncio na imprensa brasileira. Nenhum veículo que integra a chamada "grande mídia" – ou o chamado "Partido da Imprensa Golpista", como alegam seus críticos – repercute notícias da revista Carta Capital. Foi assim, por exemplo, na lista recente sobre o mensalão mineiro e o mesmo ocorre no caso Policarpo. Alguns jornais, como a Folha de S. Paulo, por exemplo, já decretaram que há apenas uma relação "fonte-jornalista" no envolvimento Policarpo-Cachoeira.

No resto do mundo, no entanto, escândalos que atingem a mídia são cobertos por todos os veículos – a começar por aqueles que são atingidos pelas denúncias. Nesta semana, por exemplo, a revista Time e a televisão CNN decidiram suspender o colunista Fareed Zakaria, um dos mais consagrados comentaristas norte-americanos, porque ele está envolvido num caso de plágio. Na Inglaterra, a ex-toda-poderosa Rebekah Brooks, que comandava o império de tabloides de Rupert Murdoch, terminou no banco dos réus porque estava envolvida, também, num escândalo de grampos ilegais contra celebridades. Murdoch pediu desculpas e fechou um jornal.

Tática do avestruz


No Brasil, o jogo é muito diferente. Embora o caso Policarpo-Cachoeira tenha se espalhado como pólvora na internet e nas redes sociais, a revista finge que não é com ela. Falou uma vez, no início da crise, citando um trecho parcial de um grampo, em que Cachoeira dizia que "Policarpo nunca vai ser nosso", e na semana retrasada, quando Andressa Mendonça, esposa do bicheiro, chantageou um juiz, ameaçando soltar, pelas mãos de Policarpo, um dossiê negativo contra ele, em Veja."
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Posted: 11 Aug 2012 08:39 AM PDT



Posted: 11 Aug 2012 08:37 AM PDT


Luciano Pádua, Jornal do Brasil

"Em 5 de agosto de 1954, o atentado contra o então deputado Carlos Lacerda na rua Toneleros, em Copacabana, no Rio de Janeiro, intensificou a ferrenha campanha que a oposição e os principais jornais do país faziam contra o governo de Getúlio Vargas. Dezenove dias depois, os militares pediram a renúncia do presidente e provocaram o seu suicídio com um tiro no peito em seus aposentos no Palácio do Catete, na madrugada do dia 25 de agosto.

Cinquenta e um anos depois, em 2005, o governo do Partido dos Trabalhadores (PT) - cujas semelhanças com o projeto e a identificação popular varguista são inegáveis -, viu-se envolvido com escândalo do mensalão. Sete anos depois, também em agosto, o Supremo Tribunal Federal (STF) deu início ao julgamento dos 38 réus. Novamente oposicionistas, com respaldo dos principais jornais, voltaram suas baterias contra o partido no poder. 

A semelhança dos dois momentos históricos leva à reflexão de como o julgamento e a sua exploração pela mídia não conseguiram afetar a imagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente Dilma Rousseff, como aconteceu na década de 50 com Vargas 

Esquerda na liderança

Para o historiador e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Marcus Figueiredo, há semelhanças entre os dois episódios históricos, embora eles guardem também diferenças. Na sua perspectiva, a grande semelhança está na política de esquerda na liderança do projeto para o país. 
"Hoje, olhando um pouco para trás, temos que distinguir que o mensalão não produziu o resultado esperado pela oposição (PSDB e parte do PMDB): a derrubada do projeto petista" disse. "A resposta da população, levando em conta as eleições de 2006, foi simples: o PT cometeu esses erros, e não Lula".   

Segundo ele, o atentado da Toneleros abriu espaço para uma "extraordinária campanha" contra a figura de Vargas, mesmo que nunca tenham sido encontrados vestígios de que a ordem para o assassinato tenha partido dele. Foi a sua imagem, já desgastada entre amplos blocos políticos, que sofreu o grande revés. A imprensa cunhou o termo "mar de lama" para descrever a situação, que também contava com casos de corrupção, no Palácio do Catete em agosto daquele ano."
Artigo Completo, ::AQUI::


Posted: 11 Aug 2012 08:14 AM PDT
Cabeceando. E tu também, Celso de Mello


Mauricio Dias, CartaCapital

"Em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF) o julgamento da Ação Penal 470, batizada de "mensalão" para maior efeito político e jornalístico, transformou-se em espetáculo negativo para a Justiça brasileira. Sobre ela não só analistas amadores, na mídia, avançam sem pudor pela hermenêutica jurídica, como também os juízes, ministros da Corte, contrariamente se arriscam a pequenas peruadas.

"Eu fui o único que não deixou o plenário" gabou-se o ministro Celso de Mello na noite de terça-feira 7, após mais uma apresentação televisionada do julgamento.

Ele se referia ao senta-levanta dos julgadores batidos pelo cansaço das sessões que se estendem por mais de cinco horas. Mello, no entanto, a exemplo de outros pares dele avaliou a atuação dos advogados de defesa: "Muito boa".

Dias antes foi a vez de outro Mello expor um juízo de valor. Marco Aurélio avaliou a peça de acusação do procurador-geral da República: "Foi substanciosa, um trabalho sério do Ministério Público".

Os dois ministros talvez não tenham agredido regras oficiais de comportamento. Mas, para efeito de compreensão do argumento, pergunta-se: poderiam se manifestar ao contrário? Ou seja, poderiam dizer que a defesa dos réus atuou mal ou criticar a qualidade do trabalho de Gurgel? Sem liberdade de criticar não cabe fazer o elogio, mesmo que seja por mera cortesia.

Essas deformações no julgamento desse processo não foram iniciadas pelo "confronto", transmitido pela televisão, entre o relator e o revisor da ação, ministros Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski, já no primeiro dia dos trabalhos no STF. Aliás, discordaram após o "excesso de deferência", conforme comentários feitos nos corredores do tribunal, ao advogado Márcio Thomaz Bastos. Ele apresentou, sem sucesso, proposta de desmembramento da ação já discutida e negada pela Corte."
Foto: André Coelho/Ag. O Globo
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Posted: 11 Aug 2012 07:52 AM PDT
Australianos discutem criação de 
monumento em homenagem a Assange


Redação, PortalIMPRENSA

"O fundador do Wikileaks pode ser homenageado com um monumento na ilha Magnetic, na Austrália. O projeto será discutido durante um evento especial em homenagem a Julian Assange, realizado neste fim de semana, informou o site News.Au.

Assange, que é australiano, moreu na ilha Magnetic com sua mãe Christine. Os moradores do local se reunirão no próximo domingo (12/8) para manifestar apoio à libertação do jornalista. Eles também discutirão os planos para construir um monumento dedicado a Assange."



Posted: 11 Aug 2012 07:37 AM PDT


Luis Nassif, Luis Nassif Online

"Embora sem a retórica dos demais advogados, a defesa de Luiz Gushiken, do advogado Luis Justiniano de Arantes Fernandes, constitui-se em um dos momentos mais chocantes do julgamento do mensalão.

Calmo, sem levantar a voz, com uma indignação contida, mostrou que havia um laudo de 2007 inocentando Gushiken, demonstrando que todos os procedimentos de liberação de verbas da Visanet haviam sido regulares. E o MPF negou o acesso ao laudo aos advogados de defesa e ao próprio Banco do Brasil.

Se os laudos tivessem sido juntados aos autos, em uma das reuniões do STF, bastaria um único voto a mais para que denúncia não tivesse sido recebida e Gushiken fosse inocentado.

Em agosto de 2007 o MPF estava convicto de que não tinha elementos sequer par ainstruir uma ação civil. Mas insistiu na corte para o recebimento da denúncia,

O MP só disponibilizou às partes após o recebimento da denúncia pelo STF. E na peça do procurador geral Roberto Gurgel, aceita-se a inocência de Gushiken.

Cinco anos de tortura, sabendo ser Gushiken inocente, uma maldade que certamente ajudou no agravamento da doença que o acomete.

Se não houver explicações adequadas da parte do MPF, esse capítulo é uma mancha na carreira do Procurador Geral Antonio Fernando de Souza e do atual Roberto Gurgel.

Na sequência, José Augusto Leal acusou Antonio Fernando de Souza de ter extirpado do inquérito declarações que eram favoráveis a Gushiken."


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Francisco Almeida / (91)81003406
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