quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL! : A criminalização da política




BRASIL! BRASIL!


Posted: 15 Aug 2012 06:55 PM PDT



Posted: 15 Aug 2012 06:51 PM PDT


"O dever social da mídia seria ampliar o debate, mas ela prefere os espetáculos dos desvios éticos e bate-bocas. E brinca com fogo traçando o caminho do golpismo

Lalo Leal, Revista Brasil

Política para a mídia brasileira em geral é sinônimo de escândalo. Para grande parte da população, resume-se a eleições. Pessoas 
menos informadas cos­tumam referir-se ao ano eleitoral como o "ano da política", fechando dessa forma o círculo da incultura cívica do país. O ensino é alheio ao tema. Nação de base escravocrata, às camadas subalternas sempre foi negado o direito de efetiva participação no jogo político. Como concessão permite-se o voto, dentro de regras restritivas, feitas sob modelo para a perpetuação das elites no poder. 

O descompasso entre presidentes eleitos a partir de programas de governo reformistas, com apelo popular, e composições parlamentares no Congresso conservadoras e patrimonialistas tem sido constante da política brasileira desde a metade do século passado. O suicídio de Vargas em 1954 e o golpe de Estado sacramentado pelo senador Auro de Moura Andrade em 1964 ao declarar vaga a Presidência da República legalmente ocupada por João Goulart são símbolos da ambiguidade política brasileira, na qual se enquadra até a renúncia tresloucada de Jânio Quadros, em 1961. 

Cabem aí também as chantagens dos grupos parlamentares contra Lula e Dilma, obrigando-os a dolorosas composições partidárias.

Diferentemente da eleição majoritária, na qual os candidatos a chefe do Executivo falam às massas e são obrigados a mostrar seus projetos nacionais, deputados e senadores apoiam-se no voto paroquial, no compadrio, no tráfico de influência, herdeiros do velho coronelismo eleitoral."
Artigo Completo, ::AQUI::


Posted: 15 Aug 2012 06:25 PM PDT


'Em diálogo gravado pela Polícia Federal, governador de Goiás faz oferta a Juquinha

O Globo

As investigações da Operação Trem Pagador podem complicar ainda mais a situação do governador de Goiás, Marconi Perillo, que já está em apuros para explicar a natureza de suas relações com o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Numa das interceptações da Trem Pagador, autorizadas pela Justiça Federal, a Polícia Federal gravou conversas de Perillo com o ex-presidente da Valec José Francisco das Neves, o Juquinha. Num dos diálogos obtidos pelo GLOBO, Perillo promete dar a Juquinha a Secretaria das Cidades, uma secretaria com muito dinheiro, em troca de apoio político.

O governador fez a oferta mesmo sabendo que Juquinha foi afastado da Valec ano passado em meio a denúncias de corrupção na construção da ferrovia Norte Sul. A conversa entre os dois foi interceptada em 28 de junho. Sérgio Cardoso, um auxiliar de Perillo, liga para o ex-presidente da Valec e, depois de rápidos cumprimentos, passa o telefone para o governador.


- Aquele assunto, redondo, resolvido - avisa Perillo.

Juquinha, ainda incrédulo, pede mais mais detalhes.

- Aquele da secretaria da resolvido. Negociado com o PT. Arrumou outro espaço. Semana que vem podemos bater o martelo já - acrescenta o governador."
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Posted: 15 Aug 2012 06:05 PM PDT
Fonte: Blog do Miro


Posted: 15 Aug 2012 05:47 PM PDT
O advogado Luciano Feldens faz a sustentação
oral do publicitário Duda Mendonça.


CartaCapital

O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou nesta quarta-feira 15 a primeira etapa do julgamento do chamado "mensalão", destinada à defesa dos 38 réus do processo. Os ministros ouviram a defesa de José Luiz Alves, ex-chefe de gabinete do Ministério dos Transportes, acusado de lavagem de dinheiro, e os advogados do publicitário Duda Mendonça e sua sócia Zilmar Fernandes Silveira, que atuaram na campanha de Luiz Inácio Lula da Silva para presidente da República em 2002. Ambossão  acusados de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Os ministros iniciaram no mesmo dia a votação das preliminares do processo.

A defesa de Duda Mendonça e Zilmar Silveira foi realizada em conjunto por Luciano Feldens, advogado de Mendonça, e Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, defensor de Zilmar.

"[Duda e Zilmar são réus na denúncia] Exclusivamente em razão da forma em que obtiveram os valores que lhe eram devidos […] Eles não são mensaleiros", disse Feldens. "Eles tinham um dinheiro limpo para receber. Qual a vantagem de dissimular um dinheiro legal?", questionou Feldens.

Segundo ele, os valores eram de dinheiro limpo e os publicitários precisavam pagar os mais de 300 fornecedores da campanha, pesquisas e programas eleitorais. Por isso, teriam de receber o valor de cerca de 11 milhões de reais apontado pela denúncia. "Tudo está no contrato, esse valor não era para o bolso deles, mas é um crédito do que deviam."


Como estavam inadimplentes, sustenta a defesa, eles buscaram o então tesoureiro do PT Delúbio Soares, que assinava os contratos de prestação de serviço com sua agência. Logo, teriam recebido os valores no Banco Rural e em uma conta no exterior no Banco de Boston de Miami. "A lavagem precisa mostrar a conversão de dinheiro ilícito em lícito e eles não precisavam disso porque a origem do dinheiro era o trabalho na campanha. Falta lógica nesta acusação."
Foto: Agência Brasil
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Posted: 15 Aug 2012 04:58 PM PDT


"Cumpri o calendário que me foi imposto pela Corte, sem a minha participação", disse, sobre ter liberado a ação em tempo hábil de cumprir o calendário proposto para sua análise

Brasil 247 / Conjur

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, tornou pública nesta quarta-feira (15/8), no plenário da Corte, sua insatisfação por ter sido atropelado na fixação do cronograma de julgamento da Ação Penal 470, o processo do mensalão. "Cumpri o calendário que me foi imposto pela Corte, sem a minha participação", disse, sobre ter liberado a ação em tempo hábil de cumprir o calendário proposto para sua análise.

Lewandowski já vinha comentando, desde junho, com pessoas próximas e assessores, que sentiu que o calendário lhe foi empurrado "goela abaixo". O ministro não estava presente na sessão administrativa em que o Supremo fixou o calendário de julgamento do processo (clique aqui para ler ), no dia 6 de junho.

De fato, não se conhece precedente na história do STF de processo pautado para julgamento sem que seu revisor o tivesse liberado. A aprovação do cronograma foi condicionada ao término da revisão do processo por Lewandowski. Isso foi ressaltado por diversos ministros na ocasião da fixação do cronograma.

Mas, na prática, internamente, o sentimento foi o de que se estabeleceu um prazo para que o ministro terminasse a revisão. Isso fez com que o ministro tivesse que revisar um processo de 234 volumes — hoje, já são 235 —, quase 60 mil páginas e 38 réus em um prazo de seis meses. Esse é o prazo médio que revisores levam pra liberar ações penais muito mais simples."
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Posted: 15 Aug 2012 09:36 AM PDT


"Artigo do presidente do Instituto Vox Populi diz que "a pesquisa abusou de perguntas indutivas", em referência ao levantamento sobre o que a população pensa a respeito do mensalão; para o sociólogo, foram produzidos resultados de encomenda


Em artigo publicado no jornal Correio Braziliense nesta quarta-feira, o presidente do Instituto Vox Populi, o sociólogo Marcos Coimbra, aponta manipulação do Datafolha no levantamento sobre o que a população pensa a respeito do julgamento da Ação Penal 470 no Supremo Tribunal Federal, conhecida como "mensalão". Intitulado "Resultados de Encomenda", o texto de Coimbra diz que, na pesquisa, foram feitas "perguntas indutivas".

O sociólogo defende que, com o levantamento, foram produzidos resultados de encomenda. Divulgada na edição da Folha de S.Paulo do último domingo, a pesquisa diz que 73% da população defendem cadeia para os reús do processo. "A pesquisa abusou de perguntas indutivas, que tendiam a conduzir os entrevistados a determinadas respostas. Como diz a literatura em língua inglesa, fornecendo-lhes 'pistas' sobre as respostas 'corretas'."
Foto: Nelio Rodrigues/Divulgação


Posted: 15 Aug 2012 09:27 AM PDT
Urariano Mota, Direto da Redação
 

"Diferente do que escrevem os novelistas da televisão, que pelo poder do veículo levam o Brasil a crer em seus, perdoem os adjetivos, mas não vejo outros: irresponsáveis e levianos delírios, diferente disso, o escritor e operário Valter Fernandes escreveu uma vida de doméstica que não se vê nas personagens de Cheias de Chame.
É claro, ele não está na Rede Globo, nem tampouco entrou no mainstream. Melhor então trazer para estas linhas uma apresentação que fiz dele e do seu livro Joana.
Valter Fernandes é de profissão eletricista. Além de cuidar como poucos, como raros trabalhadores, de automóveis, porque é um profissional competente e honesto, Valter cultiva e ama a literatura. Em outro livro ele assim se apresentou: "Nasceu em 27 de setembro de 1960, no Recife. É filho de Josefa Maria da Silva e de pai ignorado".
Já se notava ali que ele não escrevia por brincadeira ou vaidade oca. Já ali pude notar que a devoção de Valter Fernandes ao ofício literário era e tem sido um estímulo a todos os demais poetas, eletricistas, trabalhadores de todas as oficinas. Até mesmo dos trabalhadores das oficinas que se julgam mais altas, as bancadas e oficinas literárias. Pois o que ele faz da sua vida, as conexões que esse autor realiza entre o positivo e o negativo nos serve a todos, eternos meninos, eternos aprendizes, poetas e escritores que todos somos em construção.
Na quarta capa do livro Joana, ele nos fala:
"Esta é mais uma obra de Valter Fernandes. Desta vez, uma novela, na qual o autor relata a vida de uma ex-empregada doméstica, que saiu de casa ainda quando criança para trabalhar no que se dizia então ser 'trabalho em casa de família'... Uma trajetória de luta e sobrevivência, de amores mal resolvidos, enganos e esperanças. Um mundo traiçoeiro, egoísta, místico e machista, onde sobrevivia dignamente quem fosse capaz de enfrentar as adversidades sem olhar para trás".
E com razão, como veremos. Olhem o capítulo segundo, por exemplo. 
"Alaíde conseguiu um emprego em uma casa de família. Porém não dura muito tempo, porque tem um surto de loucura. A expulsão de casa por seu pai, a covardia do namorado e a vida nas ruas mexeram com a cabeça daquela pobre mulher. Achava que o sobrenatural invadira seu mundo. Sentia-se tocada, porém não via quem a tocava, sentia-se perseguida, tinha alucinações constantes"...
"Era comum, naquela época, famílias que tinham melhor poder aquisitivo admitir crianças como empregadas em suas residências, alegando que iriam cuidar delas como se fossem suas filhas. No entanto, elas trabalhavam duro, sendo tratadas como verdadeiras escravas, raro era o lar que cuidasse delas com dignidade".
Artigo Completo, ::AQUI::


Posted: 15 Aug 2012 09:00 AM PDT


Sobre Leões e Ratos

Leandro Fortes, do Blog: Maria Frô

"Fui ao lançamento do livro de Paulo Moreira Leite, no shopping Pátio Brasil, em Brasília, me congratular com ele: mesmo no ambiente controlado das Organizações Globo, Paulo tem sido um leão em defesa da verdade em suas colunas, na revista Época.

Lá pelas tantas, sinto uma mão segurar meu braço direito e uma voz das trevas a me acusar: "Você é um rato, um rato, saia da minha …

vida".

Era Eumano Silva, ex-diretor da Época em Brasília, demitido depois de ter sido flagrado pela Polícia Federal negociando matéria com Dadá, um dos arapongas do esquema do bicheiro Carlinhos Cachoeira.

Quer dizer, o sujeito é pego com a boca na botija traficando informação para um bicheiro, e o rato sou eu? E, como assim, "saia da minha vida"? Desse tipo de vida, garanto, nunca fiz parte.

Em consideração a Paulo Moreira Leite, que não merecia ver seu lançamento tumultuado por um bate-boca provocado pelo ressentimento de um jornalista que não tem mais nada a perder, dei as costas e fui embora.

Então, para quem ainda não entendeu, foi nisso que Cachoeira conseguiu transformar o jornalismo na capital federal: um vale tudo de cores mafiosas no qual, por falta de argumentos, um jornalista de 50 anos de idade se dispõe a dar chiliques em público na esperança de levar um soco e se vitimizar.

A estratégia é tola e amadorística, mas revela o tamanho do estrago provocado por esses maus tempos de jornalismo."


Posted: 15 Aug 2012 08:59 AM PDT



Posted: 15 Aug 2012 08:36 AM PDT


Marcelo Semer, Terra Magazine / Blog do Marcelo Semer

"Algo de novo na Justiça sobre os anos de chumbo.

Foram três decisões seguidas reconhecendo oficialmente a tortura do regime militar.

O juiz Guilherme Madeira Dezem mandou inscrever em certidão de óbito a tortura nas dependências do Doi-Codi, como causa da morte de João Batista Franco Drumond, no episódio conhecido como a Chacina da Lapa.
Por decisão da juíza Cláudia de Lima Menge, o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que chefiou o Doi-Codi, se viu condenado a indenizar em cem mil reais a família do torturado Luis Eduardo da Rocha Merlino.

E ontem, em uma inédita decisão em segunda instância, Ustra foi derrotado no Tribunal de Justiça de São Paulo. Por três votos a zero, o TJ manteve a sentença do juiz Guilherme Santini Teodoro, que o declarava judicialmente torturador.

Ironia das ironias, a defesa de Ustra utilizou como último argumento, a própria existência da Comissão da Verdade, tanto combatida pelos torturadores, para tentar excluir a competência da justiça. Não foi bem sucedida.

Os desembargadores entenderam, de forma unânime, que uma coisa não impedia a outra. Como também decidiram que a lei da anistia não alcança processos cíveis.

Ainda falta um longo percurso até que a responsabilidade criminal também seja reconhecida, principalmente em face da decisão do STF de 2010 que deu fôlego à interpretação mais extensiva da anistia.


Mas o movimento na Justiça está demonstrando que o acórdão do Supremo não colocou, como pretendia, um ponto final na discussão."
Artigo Completo, ::AQUI::


Posted: 15 Aug 2012 08:20 AM PDT
Dilma Rousseff, durante anúncio de novas medidas econômicas e investimentos e em infraestrutura


"Programa é "passo adiante" em relação ao PAC, segundo ministro dos Transportes, e prevê investimentos pelos próximos 20 anos

Redação, Rede Brasil Atual

O governo federal acaba de anunciar, em cerimônia no Palácio do Planalto, um programa para rodovias e ferrovias que prevê investimentos públicos e privados da ordem de R$ 133 bilhões nos próximos 20 anos – sendo quase R$ 80 bilhões até 2017.

Segundo o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, a iniciativa "restabelece a capacidade de planejamento e integração" do sistema brasileiro de transportes, cujas estratégias estarão articuladas às cadeias produtivas do país.

Passos classificou as obras como "um passo adiante" em relação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que, a partir do segundo governo Lula, deu início a uma série projetos nas áreas de infraestrutura e logística.

Para essa nova etapa, informou mo ministro, o governo enviará ao Congresso projeto de criação da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), em substituição à Empresa de Transportes Ferroviários de Alta Velocidade (Etav).

O novo programa prevê ainda investimentos em outras áreas do transporte, como portos e hidrovias, mas estas ações serão anunciadas apenas na próxima semana.

Estão previstas concessões de 7,5 mil quilômetros de estradas federais, o que, segundo o ministro, permitirá a duplicação dos principais eixos rodoviários do país. Os investimentos em rodovias, pelo programa, serão de R$ 42 bilhões, sendo R$ 23,bi nos próximos cinco anos.

No âmbito ferroviário, o investimento será de R$ 91 bilhões, sendo R$ 56 bi até 2017. O objetivo é a construção de 10 mil quilômetros de ferrovias.
A cerimônia continua. Depois do ministro, deve falar a presidenta Dilma Rousseff."
Foto: Roberto Stuckert Fo./PR


Posted: 15 Aug 2012 08:05 AM PDT


"PMDB evitou a convocação de jornalista pela CPI do caso Cachoeira, alegando que há apenas uma relação entre a fonte, o bicheiro Carlos Cachoeira, e o chefe de Veja em Brasília; Cachoeira entregou a ele as imagens do hotel Naoum e foi também acionado para levantar ligações de um deputado; inconformado, PT promete voltar à carga


Embora seu único ministro no governo Dilma, Wagner Rossi, tenha sido derrubado após intenso bombardeio da revista Veja, o vice-presidente da República, Michel Temer, agora é credor da Editora Abril.

Graças a ele, foi evitada, ontem, a convocação do jornalista Policarpo Júnior. O vice-presidente, que foi procurado por empresários de mídia, como João Roberto Marinho, da Globo, e Fábio Barbosa, da Abril, orientou a bancada do PMDB a fechar e votar unida contra a convocação de Policarpo Júnior pela CPI do caso Cachoeira.

O requerimento do deputado Doutor Rosinha não foi votado porque o PT não tinha votos suficientes para aprová-lo. Leia, abaixo, o relato de bastidores feito pelo jornalista Ilimar Franco, do jornal O Globo:


PMDB não dá apoio ao PT

Durante mais de uma hora, na noite de segunda-feira, líderes e dirigentes do PT tentaram convencer o comando do PMDB na Câmara a apoiar requerimento de convocação na CPI do Caso Cachoeira do diretor da revista "Veja" em Brasília, Policarpo Júnior. O encontro foi realizado na casa do líder petista Jilmar Tatto (SP) e consta que o mais enfático na defesa da proposta foi o deputado Emiliano José (PT-BA). Os deputados do PMDB, a despeito da pressão, se recusaram a dar apoio à iniciativa, alegando que não há fatos que indiquem que a relação extrapolou o contato entre jornalista e fonte. Os petistas não se conformaram e avisaram que voltarão à carga.

Há duas semanas, Andressa Mendonça quase foi presa por ter ameaçado um juiz com a publicação de um dossiê na revista Veja, pelas mãos do jornalista Policarpo Júnior. No último fim de semana, Carta Capital publicou reportagem apontando que Policarpo pediu a Cachoeira que levantasse ligações do deputado Jovair Arantes (PTB/GO). A tarefa foi repassada ao araponga Idalberto Matias, o Dadá, especializado em grampos ilegais."


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Francisco Almeida / (91)81003406
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