quarta-feira, 27 de junho de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 26 Jun 2012 06:52 PM PDT




Posted: 26 Jun 2012 06:49 PM PDT


Luis Nassif, Luis NassifOnline

"Londrina é uma cidade imersa em escândalos sucessivos.
No momento, o quadro é tão crítico que motivou uma manifestação da própria Igreja Católica no município.

A Hora da Verdade ("A verdade vos libertará" Jo 8, 32)

Diante da situação política pela qual passa nosso Município, o clero de Londrina, reunido no dia 24 de maio, dirigi-se a todos os fiéis e a todas as pessoas de boa vontade com a presente Nota.

A política é a organização do bem comum e expressão da democracia, da cidadania, da participação do povo nas coisas públicas. Assim, os pilares da política são: a verdade, a justiça, o bem, a liberdade. Ainda não alcançamos este ideal, pois, hà vários anos acontecem denúncias, investigações, escândalos, prisões no âmbito da política londrinense.

Nos últimos dias foram presos em flagrante o secretário de governo e um empresário, acusado de suborno. O Gaeco (Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado) trabalha na denúncia de que vereadores manipularam resultados de votação na Câmara Municipal.

A prefeitura de Londrina teria muito a temer se uma publicação nacional resolvesse investir no escândalo que sacode a cidade, nacionalizando-o.
Dentro desse quadro, surgiu a denúncia de que duas editoras do Grupo Abril – Ática e Scipione – conseguiram vender livros para todas as escolas municipais.

Trata-se de caso graúdo, visto que o Ministério da Educação fornece livros gratuitamente – inclusive das duas editoras – através no Programa Nacional do Livro Didático.

Segundo o site Bonde (a partir de dica do leitor jcosta):

MP e Câmara recebem nova denúncia de compra de livros

Rafael Fantin - Redação Bonde

Uma nova denúncia de compra de livros didáticos foi protocolada no Ministério Público (MP) e enviada à Câmara Municipal de Londrina. No início da sessão desta terça-feira (26), o vereador Rony Alves (PTB), informou que, conforme a denúncia, quase todas as escolas municipais compraram livros da Editora Ática e Scipione.

O professor justificou que é o fato"estranho", pois os docentes das escolas devem se reunir para a escolha dos materiais que serão adquiridos sem qualquer tipo de interferência externa. "Ática e Scipione, duas editoras compradas pela Abril, são seríssimas", ponderou o vereador durante o discurso (ouça abaixo)

De acordo com Alves, questionada pelo telefone, a secretária de Educação, Virgínia Laço, negou a existência de irregularidades ou direcionamento da compra. No entanto, o professor mostrou no plenário uma circular da Secretaria de Educação que convidava as escolas da rede municipal para uma palestra de uma autora da Editora Ática. "Isso é muito perigoso. Alguma coisa de estranho aconteceu em Londrina e nós vamos investigar", prometeu."



Posted: 26 Jun 2012 05:44 PM PDT


"Desde que a Folha de S. Paulo passou a cobrar por seu conteúdo na web, internautas buscaram meios de burlar o sistema; é uma prova de que as tentativas de fechar uma plataforma aberta, como a rede, raramente funcionam


Na semana passada, a Folha de S. Paulo instituiu o seu "muro de cobrança poroso". Trata-se de um sistema que permite aos internautas acessarem uma quantidade restrita de seu conteúdo – acima desse limite, só pagando. No caso da Folha, são 20 artigos por mês e a estratégia é idêntica à do The New York Times. No domingo, o editor-executivo do jornal, Sérgio D´ávila defendeu a decisão, alegando que "qualidade custa caro".

No entanto, o muro da Folha já foi derrubado na rede. O internauta "Formiga Solitária" enviou um tutorial, passo a passo, para ler a íntegra da Folha, sem passar pelo muro de cobrança. Basta impedir que os navegadores executem comandos JavaScript. Fizemos o teste e, realmente, funciona. Abaixo, as instruções:


COMO VER O CONTEÚDO DA FOLHA DE SÃO PAULO, SEM SER INCOMODADO E/OU BLOQUEADO

passo 1: baixar o google chrome
passo 2: Depois de baixado, no google chrome colocar o endereço chrome://chrome/settings/content
passo 3: Em JavaScript selecionar " Não permitir que nenhum site execute o JavaScript"
passo 4: Fechar a janela ( x ) do lado direito superior e reiniciar o Chrome.
passo 5: Pronto, agora poderá navegar no site da Folha de São Paulo sem ser incomodado.
passo 6: Se conseguirem, eu aceito os obrigados de bom grado.

O exemplo ilustra como é difícil erguer muros e fechar uma plataforma aberta, como é o caso da internet. Quando o New York Times decidiu fechar seu conteúdo, um de seus principais colunistas, o economista Paul Krugman, passou a ensinar os leitores a 'by-passarem" o muro. Bastava segui-lo no Twitter.

Mais recentemente, no mesmo dia em que o jornal The Daily, também passou a cobrar pela navegação, um internauta postou na rede social Tumblr todo o conteúdo da publicação.

Na primeira semana de julho, em Olinda (PE), um encontro nacional discutirá a questão do direito autoral na internet. Segundo Sérgio Amadeu, um dos participantes do evento, não faz sentido entrar numa plataforma aberta, como a internet, com uma mentalidade fechada."




Posted: 26 Jun 2012 04:56 PM PDT


Altamiro Borges, Blog do Miro

"Com chamadas de capa nos jornais e comentários raivosos na televisão, a mídia demotucana tem superdimensionado as dificuldades de campanha de Fernando Haddad para a prefeitura de São Paulo, principalmente após o episódio da foto de Lula com Maluf. Mas de forma seletiva, como sempre, a mídia evita dar destaque para os graves problemas enfrentados por José Serra. Até parece que reina a paz no ninho tucano e na sinistra coligação montada para apoiá-lo – esta máfia, sim, propiciaria fotos impactantes!

Até agora o bloco da direita não definiu o nome do vice-prefeito e nem a composição da chapa de vereadores. O DEM não aceita os "traidores" do PSD na chapa majoritária. Já o partido de Kassab, que "não é de direita, nem de esquerda, nem de centro", quer a vice para poder se viabilizar eleitoralmente. Diante do prolongado impasse, alguns tucanos decidiram propor uma chapa "puro-sangue".

"Clima de frustração no PSDB"

"Se o vice não for tucano, o clima de frustração no PSDB será grande. Já cedemos muito aos aliados, agora é hora de unificar o partido", justifica o tesoureiro do diretório tucano da capital, Fabio Lepique. Segundo a Folha tucana, "no QG de Serra, a pressão causa desconforto e há quem diga que um gesto ostensivo retardará ainda mais a composição da chapa majoritária".

O clima é de guerra na coligação e a briga pela vice já causou a primeira fratura. "Sindicalistas do PSD desmobilizaram caravana de 400 militantes que participaria da convenção de Serra. O presidente licenciado da UGT, Ricardo Patah, que também pleiteava a vice, viajou para Portugal dizendo-se escanteado pela organização do evento", informa a mesma Folha.

Jogo maroto da mídia

Se nas cúpulas partidárias o clima já está quente, pior ainda nas "bases". Centenas de candidatos a vereador do PSDB, DEM, PSD, PR e PV não sabem qual será o seu futuro. A coligação proporcional ainda não foi aprovada. Os tucanos resistem a compor uma chapa única, alegando que esta "cedência" reduziria ainda mais o minguado número de vereadores do PSDB na capital paulista.

Toda esta confusão é simplesmente ofuscada pela mídia demotucana. Como um autêntico partido político, ela prefere estimular a cizânia e superdimensionar as dificuldades da oposição às forças conservadoras que hegemonizam São Paulo. E ainda tem muita gente que cai neste jogo maroto!"


Posted: 26 Jun 2012 04:47 PM PDT
Écio Antônio Ribeiro deixou a sessão da CPMI do Cachoeira depois de usar o direito de ficar calado


Redação, Rede Brasil Atual

"Um ex-assessor e um empresário ligados ao governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), valeram-se do direito de ficar calados durante depoimento hoje (26) à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira. Primeiro depoente do dia, Lúcio Fiúza Gouthier, que foi assessor do tucano, permaneceu em silêncio amparado por habeas corpus do Supremo Tribunal Federal (STF). 

Depois dele, Écio Antônio Ribeiro, um dos sócios da empresa Mestra Administração e Participações, também não abriu a boca. Em nome da Mestra foi vendida pelo governador uma casa comprada com cheques do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. 
Nos dois casos, os ministros do STF Rosa Weber e Cezar Peluso concederam o direito de silêncio com base no risco de autoincriminação, ou seja, de que um suspeito crie provas contra si.

Gouthier queria também o direito de acesso a todo o material probatório já produzido na investigação e a presenciar e acompanhar toda a produção de provas no curso da CPMI, pedidos que foram negados. 

Por fim, deputados e senadores tomaram o depoimento do arquiteto Alexandre Milhomen, que trabalhou na casa que foi vendida pelo governador de Goiás. Milhomem afirmou que foi contratado por Andressa Mendonça (mulher de Carlos Cachoeira) para fazer uma decoração provisória da casa, que estava vazia, porque a casa seria emprestada a ela. Ele negou tenha feito reforma, como foi divulgado, e insistiu que apenas fez a decoração com papel de parede e móveis."
Foto:Wilson Dias/ABr


Posted: 26 Jun 2012 04:05 PM PDT


Mauro Santayana, JB online

"A moderação dos Estados Unidos, que dizem estranhar a rapidez do processo de impeachment do presidente Lugo, não deve alimentar o otimismo continental. Em plena campanha eleitoral, a equipe de Obama (mesmo a senhora Clinton) caminha com cautela, e não lhe convém tomar atitudes drásticas nestas semanas. Esta razão os leva a deixar o assunto, neste momento, nas mãos da OEA. Na verdade, se as autoridades de Washington não ordenaram a operação relâmpago contra Lugo, não há dúvida de que o Parlamento paraguaio vem sendo, e há muito, movido pelo controle remoto do Norte.

E é quase certo que, ao agir como agiram, os inimigos de Lugo contavam com o aval norte-americano. E ainda contam. Conforme o Wikileaks revelou, a embaixada norte-americana informava a Washington, em março de 2009, que a direita preparava um "golpe democrático" contra Lugo, mediante o Parlamento. Infelizmente, não sabemos o que a embaixada dos Estados Unidos em Assunção comunicou ao seu governo depois e durante toda a maturação do golpe: Assange e Meaning estão fora de ação.

Não é segredo que os falcões ianques sonham com o controle da Tríplice Fronteira. Não há, no sul do Hemisfério, ponto mais estratégico do que o que une o Brasil ao Paraguai e à Argentina. É o ponto central da região mais populosa e mais industrializada da América do Sul, a pouco mais de duas horas de voo de Buenos Aires, de São Paulo e de Brasília. Isso sem falar nas cataratas do Iguaçu, no Aquífero Guarani e na Usina de Itaipu. Por isso mesmo, qualquer coisa que ocorra em Assunção e em Buenos Aires nos interessa, e de muito perto.

Não procede a afirmação de Julio Sanguinetti, o ex-presidente uruguaio, de que estamos intervindo em assuntos internos do Paraguai. É provável que o ex-presidente — que teve um desempenho neoliberal durante seu mandato — esteja, além de ao Brasil e à Argentina, dirigindo suas críticas também a José Mujica, lutador contra a ditadura militar, que o manteve durante 14 anos prisioneiro, e que vem exercendo um governo exemplar de esquerda no Uruguai.

Não houve intervenção nos assuntos internos do Paraguai, mas a reação normal de dois organismos internacionais que se regem por tratados de defesa do estado de direito no continente, o Mercosul e a Unasul — isso sem se falar na OEA, cujo presidente condenou, ad referendum da assembleia, o golpe parlamentar de Assunção.

É da norma das relações internacionais a manifestação de desagrado contra decisões de outros países, mediante medidas diplomáticas. Essas medidas podem evoluir, conforme a situação, até a ruptura de relações, sem que haja intervenção nos assuntos internos, nem violação aos princípios da autodeterminação dos povos.

A prudência — mesmo quando os atos internos não ameacem os países vizinhos — manda não reconhecer, de afogadilho, um governo que surge ex-abrupto, em manobra parlamentar de poucas horas. E se trata de sadia providência expressar, de imediato, o desconforto pelo processo de deposição, sem que tenha havido investigação minuciosa dos fatos alegados, e amplo direito de defesa do presidente.

Registre-se o açodamento nada cristão do núncio apostólico em hipotecar solidariedade ao sucessor de Lugo, a ponto de celebrar missa de regozijo no dia de sua posse. O Vaticano, ao ser o primeiro a reconhecer o novo governo, não agiu como Estado, mas, sim, como sede de uma seita religiosa como outra qualquer.

O bispo é um pecador, é verdade, mas menos pecador do que muitos outros prelados da Igreja. Ele, ao gerar filhos, agiu como um homem comum. Outros foram muito mais adiante nos pecados da carne — sem falar em outros deslizes, da mesma gravidade — e têm sido "compreendidos" e protegidos pela alta hierarquia da Igreja. O maior pecado de Lugo é o de defender os pobres, de retornar aos postulados da Teologia da Libertação.

Lugo parece decidido a recuperar o seu mandato — que duraria, constitucionalmente, até agosto do próximo ano. Não parece que isso seja fácil, embora não seja improvável. Na realidade, Lugo não conta com a maior parcela da classe média paraguaia, e possivelmente enfrente a hostilidade das forças militares. Os chamados poderes de fato — a começar pela Igreja Católica, que tem um estatuto de privilégios no Paraguai — não assimilaram o bispo e as suas ideias. Em política, no entanto, não convém subestimar os imprevistos.

Os fazendeiros brasileiros que se aproveitaram dos preços relativamente baixos das terras paraguaias, e lá se fixaram, não podem colocar os seus interesses econômicos acima dos interesses permanentes da nação. É natural que aspirem a boas relações entre os dois países e que, até mesmo, peçam a Dilma que reconheça o governo. Mas o governo brasileiro não parece disposto a curvar-se diante dessa demanda corporativa dos "brasiguaios".

No Paraguai se repete uma endemia política continental, sob o regime presidencialista. O povo vota em quem se dispõe a lutar contra as desigualdades e em assegurar a todos a educação, a saúde e a segurança, mediante a força do Estado. Os parlamentos são eleitos por feudos eleitorais dominados por oligarcas, que pretendem, isso sim, manter seus privilégios de fortuna, de classe, de relações familiares.

Nós sofremos isso com a rebelião parlamentar, empresarial e militar (com apoio estrangeiro) contra Getulio, em 1954, que o levou ao suicídio; contra Juscelino, mesmo antes de sua posse, e, em duas ocasiões, durante seu mandato. Todas foram debeladas. A conspiração se repetiu com Jânio, e com Jango — deposto pela aliança golpista civil e militar, patrocinada por Washington, em 1964.

A decisão dos países do Mercosul de suspender o Paraguai de sua filiação ao tratado, e a da Unasul de só reconhecer o governo paraguaio que nasça das novas eleições marcadas para abril, não ferem a soberania do Paraguai, mas expressam um direito de evitar que as duas alianças continentais sejam cúmplices de um golpe contra o estado democrático de direito no país vizinho."



Posted: 26 Jun 2012 04:01 PM PDT




Posted: 26 Jun 2012 03:56 PM PDT
Luciana Lima, Agência Brasil


"Após ouvir o depoimento do arquiteto Alexandre Milhomen, o relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira, deputado Odair Cunha (PT-MG), concluiu que o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), mentiu em depoimento prestado à comissão no dia 12 de julho.

De acordo com o relator, Perillo teria "montado" a história da venda da casa para esconder sua relação com o empresário Antônio Carlos de Almeida Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, apontado pela Polícia Federal como líder de uma organização criminosa que envolve políticos e empresários.

Ao ser indagado se o governador teria mentido em seu depoimento, Cunha respondeu: "Com certeza. Está evidente que a história foi uma história montada. A história da casa é para negar a relação do governador com o senhor Carlos Cachoeira", disse o relator.

Milhomen disse na CPMI que foi contratado por Andressa Mendonça, mulher de Cachoeira, para decorar a casa na qual que ela moraria provisoriamente. Pelo serviço, o arquiteto disse ter recebido R$ 50 mil, pagos em cinco parcelas de R$ 10 mil. O arquiteto também calculou que as compras de móveis e objetos de decoração para a casa somaram cerca de R$ 500 mil, pagos por Andressa.

"Quem comprou a casa foi o senhor Carlos Cachoeira, os áudios mostram isso, e aqui o arquiteto disse que quem o contratou foi a senhora Andressa", disse o relator."
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Posted: 26 Jun 2012 10:49 AM PDT


Correio do Brasil / Abr

"Prestes a enfrentar o Plenário do Senado, que poderá cassar seu mandato, o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO) tentou, nesta terça-feira, uma última cartada para assegurar seus direitos políticos e, assim, ter a chance de se candidatar nas próximas eleições. Desde a noite passada, quando a Comissão de Ética definiu, por unânimes 15 votos a zero, o destino do aliado ao bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, ele e emissários contactados têm disparado uma série de telefonemas para os principais articuladores da Casa, entre eles o presidente da Senado, José Sarney (PMDB-AP); o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), e o ex-governador Aécio Neves (PSDB-MG), para oferecer sua renúncia, caso seja absolvido.


Demóstenes preferiu não assistir, pessoalmente, à sua derrocada no plenário do Conselho de Ética, noite passada, quando o senador Humberto Costa (PT-PE), em seu relatório de 79 páginas, pediu a cassação de seu mandato por quebra de decoro parlamentar. Costa disse que há provas "robustas" e manifestas" do envolvimento de Demóstenes com Cachoeira. Nos bastidores, Demóstenes tenta que a fórmula funcione junto aos seus interlocutores: ele tiraria licença do cargo por 120 dias – o que pode ser feito sem que o suplente venha a assumir o posto – e depois renunciaria ao mandato, desde que os senadores que têm lideranças sobre os colegas não trabalhassem pela cassação. Demóstenes, assim, garantiria a cada um deles que não tem mais condição de permanecer no Senado, desde que absolvido no Plenário, onde a votação é secreta. Desta forma, seus direitos políticos estariam assegurados e ele poderia renunciar."
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Posted: 26 Jun 2012 10:43 AM PDT


Marcos Coimbra, CartaCapital

"O pensamento conservador brasileiro – na política, na mídia, no meio acadêmico, na sociedade – tem horror ao Bolsa Família. É só colocar dois conservadores para conversar que, mais cedo ou mais tarde, acabam falando mal do programa.

Não é apenas no Brasil que conservadores abominam iniciativas desse tipo. No mundo inteiro, a expansão da cidadania social e a consolidação do chamado "Estado do Bem-Estar" aconteceu, apesar de sua reação.

Costumamos nos esquecer dos "sólidos argumentos" que se opunham contra políticas que hoje em dia são vistas como naturais e se tornaram rotina. Quem discutiria, atualmente, a necessidade da Previdência Social, da ação do Estado na saúde pública, na assistência médica e na educação continuada?

Mas todas já foram consideradas áreas interditas ao Estado. Que melhor funcionariam se permanecessem regidas, exclusivamente, pela "dinâmica do mercado". Tem quem pode, paga quem consegue. Mesmo se bem-intencionado, o "estatismo" terminaria por desencorajar o esforço individual e provocar o agravamento – em vez da solução – do problema original.

O axioma do pensamento conservador é simples: a cada vez que se "ajuda" um pobre, fabricam-se mais pobres.

Passaram-se os tempos e ninguém mais diz essas barbaridades, ainda que muitos continuem a acreditar nelas. Hoje, o alvo principal das críticas conservadoras são os programas de transferência direta de renda. Naturalmente, os que crescem e se consolidam. Se permanecerem pequenos, são vistos até com simpatia, uma espécie de aceno que sinaliza a "preocupação social" de seus formuladores."
Artigo Completo, ::AQUI::


Posted: 26 Jun 2012 10:26 AM PDT


Redação, PortalIMPRENSA

"O jornalista chileno Víctor Gómez afirmou que foi suspenso pelo canal Chilevisión após ironizar uma homenagem ao ex-ditador Augusto Pinochet durante o programa "Ultima Mirada", informou o Blog Jornalismo nas Américas. A emissora, no entanto, negou que tenha afastado o profissional.

O canal exibiu uma entrevista com o organizador de uma homenagem a Pinochet, Juan González. Quando a transmissão foi encerrada, o Victor Gomez, que é jornalista esportivo, afirmou "vamos esperar que se dissipe um pouco o cheiro de enxofre [uma referência ao diabo] aqui no estúdio para falarmos de futebol". 

A Chilevisión explicou que o jornalista não foi despedido, mas que ele recebeu uma advertência por não cumprir as "normas editoriais do canal". Gómez, no entanto, contesta essa alegação, dizendo que a "Chilevisión rompeu o silêncio sobre uma medida injusta e o fez por meio de falsidades e imprecisões".


Posted: 26 Jun 2012 10:11 AM PDT


Fernanda Cruz, Agência Brasil

"O governo federal deve anunciar amanhã (27) um novo pacote de medidas de estímulo à economia brasileira, informou hoje (25) o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. Ele não adiantou quais áreas serão atingidas, mas disse que os investimentos terão prioridade.

"Nós já fizemos muita coisa para expandir o consumo. Melhoramos o crédito, [fizemos] reduções importantes de imposto para os bens de consumo duráveis e, agora, estamos focando muito no investimento", destacou Pimentel, durante a abertura do 5º Congresso Brasileiro de Pesquisa, promovido pela Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa.

O ministro citou como exemplo o anúncio feito ontem (26) pela Petrobras do Plano de Negócios 2012-2016, para o qual haverá um investimento de US$ 236,5 bilhões. De acordo com ele, as medidas de estímulo que serão anunciadas pelo governo caminham nesse sentido. "Amanhã terá mais coisas nessa direção", disse Pimentel.

Embora o reajuste de 7,8% sobre o preço da gasolina seja inferior ao que a presidência da Petrobras esperava, algo em torno de 15%, o ministro defendeu que isso não afetará os planos de investimento do governo. "O ajuste que está sendo discutido é suficiente para agora. Pode ser que mais adiante seja necessário fazer novos ajustes". O primordial, segundo Pìmental, tem sido o controle inflacionário. "Acho que o governo está certo, está calibrando bem. Nós estamos com a cautela necessária para não provocar nenhum efeito colateral, especialmente no índice de inflação", destacou."


Posted: 26 Jun 2012 09:23 AM PDT


"Homicídios, roubos de veículos, de cargas, arrastões a restaurantes e edifícios, estupros, assassinatos de PMs, ônibus incendiados...; estatíticas de crimes crescem assustadoramente no maior Estado do País; polícias militar e civil descoordenadas; pcc presente; fica por isso, governador?

Marco Damiani, Brasil 247

O Estado de São Paulo das gestões Geraldo Alckmin (2001-2006 e 2011-...) intercaladas pelo governo de José Serra (2007-2010) está em alta. Em alta de insegurança. Estatísticas sobre criminalidade divulgadas na segunda-feira 25 pela Secretaria de Segurança Pública traduziram em números a sensação generalizada de medo social instalada na população, tanto na capital como no interior. Sob o impacto da morte em combate ou sob atentados e emboscadas de nada menos que 40 policiais militares desde o início do ano, quase duas dezenas de arrastões a restaurantes nos últimos tempos, mais de uma dezena a edifícios residenciais e no mesmo dia em que dois ônibus foram incendiados na periferia sob ordens, suspeita-se, dos chamados soldados do PCC – o Primeiro Comando da Capital --, as estatísticas confirmaram o que pode ser visto a olho nu.

- 16,3% a mais de homicídios;

- aumento de 16,7% nos casos de estupro;

- crescimento de 26% no roubo de veículos, e de 8,6% no de furtos;

- 10,9% a mais em roubo de cargas.

Os porcentuais se referem aos primeiros cinco meses deste ano. Os assassinatos crescem pelo terceiro mês consecutivo, enquanto os roubos aumentaram pelo quinto período seguido em relação a 2011. Na maior capital do País, bairros como a Lapa, por exemplo, que já foi um lugar para boa compra e venda de automóveis, hoje se destacam nos rankings de roubos a carros, com cerca de 500 ocorrências só este ano. Na região de Nossa Senhora do Ó, na zona norte, os crimes desse tipo cresceram 188% desde janeiro. Entre as 93 delegacias paulistanas, nada menos que 73 tiveram elevação no número de roubo a carros – e 60 apresentaram crescimento no registro de roubos de outros bens."
Matéria Completa, ::AQUI::


Posted: 26 Jun 2012 09:09 AM PDT


Luis Nassif, Carta Capital / Envolverde

Quem venceu a grande discussão econômica dos anos 1990?

Numa ponta, os seguidores do chamado "consenso de Washington" – que dizia que bastaria a um país equilibrar suas contas fiscais (ainda que ao custo de destruir sua infraestrutura e suas políticas sociais), não se importar com os juros e dar plena liberdade aos fluxos de capitais para o desenvolvimento se impor por si só.

Na outra ponta, os críticos que mostravam que capitais especulativos não pavimentam o desenvolvimento a longo prazo. Pelo contrário, sua volatilidade e seus impactos sobre o câmbio impedem a consolidação da economia.

No Valor Econômico de quinta-feira, 21, o correspondente do jornal em Washington, Alex Ribeiro, escreve sobre o livro recém-lançado Quem Precisa Abrir a Conta de Capitais, de John Williamson, o pai do "consenso", junto com Olivier Jeanne e Arvind Subramanian.


A principal conclusão do livro é a de que "a livre mobilidade de capitais parece gerar poucos benefícios em termos de crescimento de longo prazo. (…) Pelo contrário, a literatura econômica mostra que controles de capitais são bons para evitar crises provocadas por fuga repentina de capitais voláteis".

Subjacentemente, defende a posição de economistas do FMI, do G-7 e do G-20, de definir normas de conduta para os diversos países, sobre como utilizar ferramentas de controle de capitais.

Esse tipo de posição tem sido criticada pelo representante brasileiro no FMI, Paulo Nogueira Batista Jr."
Artigo Completo, ::AQUI::


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