domingo, 24 de junho de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 23 Jun 2012 06:20 PM PDT




Posted: 23 Jun 2012 06:12 PM PDT


Emir Sader, Blog do Emir Sader / Vermelho

"Avis rara, animal político com grave risco de extinção, o tucano se diferencia dos outros animais. Identifiquemos suas características, antes que seja tarde demais:

O tucano tem certeza que tem razão em tudo o que diz e faz.

O tucano lê a Folha de São Paulo cedinho e acredita em tudo o que lê.

O tucano nunca foi à América Latina, considera o continente uma área pré-capitalista e, portanto, pré-civilizatória.

O tucano considera a Bolívia uma espécie de aldeia de xavantes e a Venezuela uma Albânia.

O tucano nunca foi a Cuba, mas achou horrível.

O tucano foi a Buenos Aires (fazer compras com a patroa), mas considera a Argentina uma província européia.

O tucano considera FHC merecedor de Prêmios Nobel – da Paz, de Literatura, de física, de química, quaisquer.

O tucano considera o povo muito ingrato, ao não reconhecer o bem que os tucanos – com FHC à cabeça - fizeram e fazem pelo país.

A cada derrota acachapante, o tucano volta à carga da mesma maneira: ele tinha razão, o povo é que não o entendeu.

O tucano acha o povo malcheiroso.

O tucano considera que São Paulo (em particular os Jardins paulistanos) o auge da civilização, de onde deve se estender para as mais remotas regiões do país, para que o Brasil possa um dia ser considerado livre da barbárie."
Artigo Completo, ::AQUI::


Posted: 23 Jun 2012 06:02 PM PDT


Saul Leblon, Carta Maior / Blog das Frases

O Senado paraguaio concluiu nesta sexta-feira o enredo do golpe iniciado no dia anterior e aprovou, por 39 votos a favor e quatro contra, o impeachment do presidente da República, Fernando Lugo. De olho nas eleições de abril de 2013, a oligarquia, a Igreja e a mídia (leia a entrevista com o Presidente do Equador, Rafael Correa, nesta pág) queriam a destituição do ex-bispo eleito em 2008, cuja base de apoio é maior no interior (40% da população vive no campo), sendo porém pouco organizada e pobre (30% está abaixo da linha da pobreza). A pressa evidenciada no rito sumário da votação, questionável até do ponto de vista jurídico, tinha como objetivo impedir a mobilização desses contingentes dispersos, pouco contemplados por um Estado fraco, desprovido de receita fiscal e acossado por interesses poderosos. O torniquete histórico que levou à destituição de Lugo ainda expressa a realidade estrutural de boa parte da América Latina.

Quando o Parlamento concluiu a votação havia do lado de fora pouco mais de dois mil manifestantes contrários ao golpe (número que dobrou à noite), mas vigiados por um aparato repressivo de escala equivalente.

Lugo recebeu a notícia no Palácio de governo. A determinação dos golpistas ignorou solenemente a pressão internacional: dirigentes da Unasul advertiram pouco antes da votação que o organismo poderá não reconhecer um governo resultante da ruptura democrática consumada.

Ex-bispo da linha progressista do catolicismo latino-americano, Lugo foi eleito em 2008 pelos extratos mais pobres que formam o grosso da população paraguaia. À frente de um aparelho de Estado fraco, com receita fiscal inferior a 12% do PIB, seu governo transpirava a fragilidade de quem não conseguia atender as urgências da base social, mas tampouco desfrutava da complacência de uma oligarquia poderosa, sedimentada em 61 anos de poder 'colorado' --sendo que desses, 34 só de ditadura do general Stroessner."
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Posted: 23 Jun 2012 05:50 PM PDT


Piero Locatelli, CartaCapital

"A campanha de Fernando Haddad (PT) enfrentou uma crise escancarada na última semana. Ela podia ser resumida na imagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumprimentando o deputado federal Paulo Maluf (PP) em sua casa. De forma mais discreta, a campanha de José Serra (PSDB), atual líder nas pesquisas para a Prefeitura de São Paulo, também enfrentava problemas graves.

A crise tucana foi causada pelo próprio Serra. O ex-governador deseja fazer a coligação do PSDB com outros quatro partidos nas eleições para vereador. A decisão, que deve ser confirmada neste domingo 24, provoca insatisfação pois vai deixar de fora da corrida eleitoral mais de 50 tucanos que desejavam ser candidatos à Câmara Municipal de São Paulo. Afastados da disputa, eles podem não ter o afinco esperado na campanha de Serra.

A coligação na eleição proporcional foi usada para atrair apoio de PSD, DEM, PPS e PV à candidatura de Serra. Coligados aos tucanos, os outros partidos ganham força para eleger mais vereadores, já que os votos dados ao PSDB acabam distribuídos entre todos os candidatos. Ao mesmo tempo, tucanos perdem lugar na chapa. Caso lançasse uma chapa em separado, o PSDB poderia ter até 83 candidatos a vereador. Com a coligação, o total de 110 vagas será dividido entre os cinco partidos. No "chapão", o PSDB deve ter direito a algo em torno de 20 candidaturas."
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Posted: 23 Jun 2012 05:30 PM PDT
"No campo da comunicação, mudanças no marco regulatório com a finalidade de deixar a mídia mais plural, se chocam com a "guerra midiática" promovida contra o presidente Hugo Chávez.


Radio Agência MP 

A história parece familiar: grandes grupos de comunicação que possuem jornais, canais de televisão e rádio, exercem um domínio sobre toda a informação que circula no país. Esse é o cenário do Brasil, Colômbia, Peru e, até bem pouco tempo atrás, era também o da Venezuela. O país vem, nos últimos anos, deixando mais plural a sua mídia.

Até 1998, ano da eleição que tornou Hugo Chávez presidente, existiam na Venezuela 331 concessões privadas de rádio e televisão, 11 canais de radiodifusão públicos e nenhum comunitário. Ao longo de mais de uma década de governo, todos os setores tiveram aumento. No final de 2011, o país possuía 473 televisões e rádios privadas, 83 meios públicos e 244 canais comunitários. Os dados são da Comissão Nacional de Telecomunicações (Conatel).

A democratização da mídia e a pluralidade da informação foram propostas assumidas por Chávez, como observa o professor de Estudos Culturais e Mídia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Dênis de Moraes.

"Com o processo de profundas transformações que estão acontecendo desde então na Venezuela, o Estado voltou a ter um papel protagônico. O governo Chávez tem desenvolvido uma série de ações e mudanças regulatórias para tentar progressivamente democratizar o sistema de comunicação. E se esse objetivo é muito ambicioso, pelo menos aumentar significativamente as margens de diversidade informativa e cultural."

Mídia e golpe

Um momento de ruptura de projeto de comunicação ocorre em abril de 2002, quando a Rede Caracas de Televisão (RCTV) participa da tentativa de golpe de Estado. Nesse momento, uma relação que era estável, entre governo e grande mídia, passou para um conflito declarado, como relata o jornalista e historiador, Gilberto Maringoni, que esteve no país e acompanhou o pós-golpe.

"Os meios de comunicação não só comemoraram o golpe, mas logo depois da queda e da volta do Chávez continuaram uma campanha de desgaste, de desqualificação em toda a grade de programação. Eu vi naquela situação um clima extremamente hostil e beligerante por parte da mídia."

O descolamento entre a realidade vivida pela população e o que a mídia exibia foi o que mais surpreendeu Maringoni.


"A vida das pessoas começou paulatinamente a melhorar, ao mesmo tempo em que a mídia acentuava os seus ataques. A pessoa vê que sua vida está mudando e percebe que tem algum problema em quem ataca tanto o presidente. Esse descolamento é que ficou evidente no golpe, porque a população três dias depois da queda do Chávez foi às ruas, embora os meios continuassem a fazer uma campanha contra o governo."
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Posted: 23 Jun 2012 05:04 PM PDT
Do iG / Poder Online

O comando da campanha e o próprio José Serra têm buscado passar a imagem de inovação para o tucano.


Tanto que alguns internautas resolveram fazer uma brincadeira com o pré-candidato tucano à Prefeitura de São Paulo e criaram o site Serra Inova no Guarda-Roupa: sugestões de look para o broto tucano.

A página tem recebido muitas contribuições de figurinos para Serra, veja abaixo alguns exemplos."





Posted: 23 Jun 2012 04:51 PM PDT
Nádia Campeão (PCdoB) é aliada 
histórica do PT em São Paulo


Leandro Mazzini, Correio do Brasil

 "O PT anuncia, neste domingo, em São Paulo, a comunista Nádia Campeão como vice na chapa de Fernando Haddad. Os petistas estavam sondando tanto o PCdoB quanto o PTB, que indicara Flávio D'Urso, ex-presidente da OAB paulista.

Engenheira agrônoma, Nádia ingressou no PCdoB em 1979, é presidente do Comitê Estadual de São Paulo. Nádia foi secretária de Esporte da prefeitura de São Paulo durante a gestão de Marta Suplicy.

Política no currículo

Nádia Campeão, em seu curriculo, afirma ser uma pessoa que "sempre acreditou que uma das formas de melhorar a qualidade de vida das pessoas é por meio da política".

Paulista de Rio Claro, foi a primeira mulher a comandar a Secretaria de Esportes na Prefeitura de São Paulo, no período de 2001 a 2004. A atuação de Nádia na política chamou a atenção dos vereadores Jamil Murad (PCdoB) e Netinho de Paula (PCdoB), que a indicaram para ser homenageada no Dia Internacional da Mulher. A engenheira, feliz com o reconhecimento, contou que sua luta política começou quando era ainda universitária.


– Na faculdade, na década de 70, a efervescência política era grande. Vivíamos na ditadura e os estudantes queriam lutar por liberdade – relembra Nádia, que em 1976 entrou para o PCdoB e hoje é presidente estadual do Partido."



Posted: 23 Jun 2012 04:28 PM PDT


"Para defender suas posições políticas, Reinaldo Azevedo, Merval Pereira, Augusto Nunes e Marco Antonio Villa desconsideram valores elementares de qualquer regime democrático: a presunção de inocência e o direito legítimo de defesa. Desta vez, porém, Demétrio Magnoli destoou da turma

Heberth Xavier, 247

Um processo que levou à destituição de um presidente da república decidido em menos de dois dias poderia bem ser um novo filme de Woody Allen sobre republiquetas latino-americanas e suas frágeis democracias - o cineasta fez isso em Bananas, filmado em 1971.

Mas a história é verídica, ocorreu mais de 40 anos depois e, ainda assim, não sensibilizou um grupo notório de jornalistas e intelectuais brasileiros. Para eles, se a Constituição permite tirar do poder um presidente eleito antes da hora, que se tire - ainda que para isso seja preciso valer-se de um processo relâmpago e de discutível aplicação, como parece ser o caso do presidente deposto do Paraguai, Fernando Lugo.

A turma de defensores do golpe constitucional paraguaio está junta há mais tempo nas últimas polêmicas políticas: nela estão o polêmico Reinaldo Azevedo, blogueiro da revista Veja; seu colega de revista Augusto Nunes; o colunista "imortal" Merval Pereira, d'O Globo; o historiador Marco Antônio Villa, que dá aulas na Universidade Federal de São Carlos mas passa a maior parte do tempo dando entrevistas, sobretudo para a Globonews…

Chama a atenção, porém, o fato de um antigo colaborador da turma, o sociólogo e geógrafo Demétrio Magnolli, ter destoado desta vez. Para Demétrio, o que houve no Paraguai foi um "golpe parlamentar, vestido nos andrágios das leis de uma democracia oligarca". "Nem mesmo essa lei típica da democracia oligárquica foi cumprida, pela velocidade como a coisa aconteceu", defendeu ainda o geógrafo, outro dos intelectuais também frequentemente ouvidos pela mídia tradicional brasileira."
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Posted: 23 Jun 2012 06:27 AM PDT
Wálter Fanganiello Maierovitch, Terra Magazine / Sem Fronteiras


"Nesta semana, a sorte de Carlinhos Cachoeira mudou. O jogo virou pro lado dele  e deu zebra. E Cachoeira está nervoso a ponto de ter acabado de desacatar um agente penitenciário.

Cachoeira, a propósito, estava animadíssimo com o voto equivocado do desembargador federal  Tourinho Filho. No momento, e segundo avaliam policiais federais consultados por este articulista, Cachoeira, que está a perder fichas no jogo jogado, poderá "quebrar o silêncio e detonar".

 Como todos lembram, –até porque assustador em termos de insegurança social–, o desembargador, Torunho Neto, havia, em voto, concedido a Cachoeira ordem de habeas-corpus. Isto para  colocá-lo em liberdade. E, também, para anular todas as interceptações telefônicas realizadas, –com autorização judicial e aval do Ministério Público–, na chamada operação Monte Carlo, conduzida pela Polícia Federal.

Mais animado Cachoeira ficou quando, em outro e diverso feito, o precipitado Tourinho Neto deu efeito extensivo ao habeas corpus concedido em favor de um tal Careca. Com o efeito extensivo, a ordem de soltura de Careca beneficiava Cachoeira.

Mas, a festa judiciária promovida por Tourinho Neto virou, ontem e para Cachoeira, uma tragédia."
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Posted: 23 Jun 2012 06:15 AM PDT


Merval Pereira, O Globo / Blog do Noblat

"Embora dentro das normas constitucionais, a deposição do presidente do Paraguai, Fernando Lugo, pelo Congresso tem claros indícios de que foi o desfecho de uma disputa política que se desenrola praticamente desde que ele chegou ao poder, cerca de 4 anos atrás.

Já houvera antes uma tentativa de impeachment quando surgiram as denúncias sobre os vários filhos do ex-padre católico, dois dos quais ele já reconheceu. Há outros na fila.

O escândalo sexual não foi suficiente, no entanto, para que os opositores de Lugo conseguissem levar adiante a tentativa de impeachment, mas a tragédia recente, em que morreram 11 camponeses de um movimento sem-terra e seis policiais, fez com que forças políticas majoritárias se unissem para acusá-lo de "mau desempenho de suas funções", o que possibilitou o processo de impeachment.

Os agricultores sem-terra da Liga Nacional de Acampados, que invadem propriedades e instalam-se em tendas, receberam o aval público de Lugo, que os recebeu diversas vezes no palácio do governo e na residência presidencial, até que, em 15 de junho, seis policiais desarmados foram mortos durante a desocupação de uma fazenda em Curuguaty, a 250km de Assunção.

A reação da polícia provocou a morte de 11 camponeses e a acusação de perda de controle pelo governo.


Mesmo que a motivação seja política, não é possível classificar de golpe o que aconteceu no Paraguai, sob pena de darmos razão ao hoje senador Fernando Collor de Mello que se diz vítima de um "golpe parlamentar", e que, em entrevista, já chegou a reivindicar de volta seu mandato presidencial."
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Posted: 23 Jun 2012 06:00 AM PDT




Posted: 23 Jun 2012 05:56 AM PDT


Clóvis Rossi, folha online

"É tão chocante o afastamento do presidente Fernando Lugo que permite a Alí Rodríguez --um político das entranhas do "chavismo", que não é exatamente um modelo acabado de democracia-- dar uma aula de democracia.

"É uma nova modalidade de golpe de Estado supostamente constitucional", disparou Alí, agora secretário-geral da Unasul, ao deixar o palácio do governo em Assunção, minutos após a destituição de Lugo.

Não há como discordar. Primeiro, porque não há base suficiente para montar um processo de impeachment. Acusar o presidente deposto de responsável pelas 17 mortes ocorridas no choque entre camponeses e forças de segurança ou é uma precipitação ou evidente exagero.

Se houve abuso, o presidente seria de fato responsável, em última instância, mas, antes, seria preciso apurar o que ocorreu, o que o próprio Fernando Lugo determinou ao criar uma comissão de sindicância.

Segundo, porque o julgamento foi um fuzilamento sumário. Tanto José Miguel Insulza, o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, como Michael Shifter, presidente do Diálogo Interamericano, coincidiram em dizer que, se bem a instalação do processo seguiu o marco constitucional paraguaio, não houve respeito ao direito de defesa."
Artigo Completo, ::AQUI::


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