segunda-feira, 25 de junho de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 24 Jun 2012 07:39 PM PDT


"Inspirada no New York Times, a cobrança pelo conteúdo na internet adotada nesta semana pelo jornal de Otávio Frias vem sendo questionada nos EUA; jornal comandado por Arthur Sulzberg Jr. saiu à procura de um CEO na internet

Brasil 247

Sob o protesto de seus leitores, a Folha de S. Paulo adotou nesta semana um modelo de cobrança na internet inspirado na experiência do jornal The New York Times. Neste domingo, a proposta foi defendida pelo editor-executivo Sérgio D´Ávila, com o argumento de que "jornalismo de qualidade custa caro" e de que esta é a tendência internacional (leia mais aqui).

No entanto, no jornal que inspirou a Folha a fazer a mudança, os resultados não têm sido exatamente satisfatórios. Reportagem deste fim de semana da agência de notícias Bloomberg revela que o principal acionista do The New York Times, Arthur Sulzberg Jr., está à procura de um novo presidente para o grupo e busca nomes no mundo da tecnologia. Alguém que seja capaz de alavancar as receitas com a publicidade online. Os nomes mais fortes na lista são o de Paul Sagan, da empresa Akamai Technologies, de Gordon Crovitz, que criou uma empresa de jornalismo online, e de Mark Thompson, ex-diretor-geral da BBC. Outro candidato, correndo por fora, é Eric Schmidt, ex-CEO do Google."
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Posted: 24 Jun 2012 06:17 PM PDT


"Documento da embaixada dos EUA em Assunção, vazado pelo Wikileaks, tratava de um possível golpe parlamentar contra Fernando Lugo; até agora, o governo de Obama não se pronunciou sobre a mudança de governo no país vizinho


Enquadrado como "confidencial" por Michael J. Fitzpatrick, o texto diz o seguinte:

"Rumores indicam que o general Lino Oviedo e o ex-presidente Nicanor Duarte estão trabalhando juntos para assumir o poder por meio de instrumentos (predominantemente) legais que deverão afetar o presidente Lugo nos próximos meses. O objetivo: capitalizar sobre qualquer tropeço de Lugo para iniciar o processo político no Congresso, impedir Lugo e assegurar sua supremacia política (...) A revolta relacionada a um programa de subsídios para agricultores por meio de ONGs foi considerada um pretexto para o impeachment antes que Lugo abandonasse o programa. Para um presidente que enfrenta muitos desafios – disputas políticas internas, corrupção e a percepção de que seu estilo de liderança é ineficiente – Lugo deve se preocupar para não cometer um erro, que seria seu último."

Até agora, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, não se manifestou sobre o golpe de Estado no Paraguai. Na Rio+20, o jornalista Fernando Rodrigues, da Folha de S. Paulo, foi cercado por seguranças quando tentou saber da secretária de Estado Hillary Clinton qual é a posição dos Estados Unidos a respeito da crise."



Posted: 24 Jun 2012 05:16 PM PDT


Renata Giraldi, Agência Brasil

"O Paraguai está suspenso do Mercosul. A decisão foi anunciada hoje (24) à noite pelo Ministério das Relações Exteriores da Argentina. A medida é um protesto por parte do Brasil, da Argentina e do Uruguai, que compõem o bloco, e também dos países parceiros – o Equador, a Bolívia, Venezuela, o Chile, a Colômbia e o Peru. Os nove governos condenam de forma veemente a maneira como ocorreu o impeachment do presidente Fernando Lugo no último dia 22.

"[Todos os países que assinam o presente documento querem] expressar sua mais firme condenação da ordem democrática que ocorreu na República do Paraguai, pela inobservância do devido processo", diz o comunicado. "[Decidimos] suspender  o Paraguai imediatamente", acrescenta. "[É uma] declaração dos Estados Partes do Mercosul e Estados Associados sobre violação da ordem democrática no Paraguai."

De acordo com diplomatas que acompanham o processo político, a medida deve valer até abril de 2013, quando ocorrem as eleições presidenciais no Paraguai. Mas o comunicado conjunto não menciona prazos.

A iniciativa indica que o Paraguai também deve ser suspenso da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), da qual fazem parte os nove países que assinaram a medida do Mercosul mais o Suriname e a Guiana. Atualmente, o Paraguai é presidente pro tempore da Unasul. A próxima presidência será exercida pelo Peru.  

Em nota, a Chancelaria da Argentina informa também que a destituição de Lugo e o novo governo do presidente Federico Franco são os principais temas da Cúpula do Mercosul em Mendoza (na Argentina), nos dias 28 e 29. No comunicado, os nove governos informam que houve a ruptura da ordem democrática e que a decisão se baseou no Protocolo de Ushuaia sobre Compromisso Democrático no Mercosul, de 1998.

A presidenta Dilma Rousseff confirmou presença. De manhã, Lugo disse que participará da reunião. Ontem (23), o novo ministro das Relações Exteriores do Paraguai, José Félix Fernández Estigarribia, também disse que irá à cúpula. A decisão ocorreu depois de os nove governos terem chamado os embaixadores no Paraguai de volta aos seus países.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, foi mais além: não só chamou o embaixador de volta a Caracas, como anunciou a suspensão do abastecimento de combustível para o Paraguai em protesto contra o impeachment de Lugo. Pelo menos metade do combustível consumido no Paraguai vem da Venezuela."


Posted: 24 Jun 2012 05:11 PM PDT
Serra durante lançamento 
de sua candidatura.


Serra lança candidatura em São Paulo: "Experiência é virtude"

Piero Locatelli, CartaCapital

"O PSDB lançou neste domingo 24 a candidatura de José Serra à Prefeitura de São Paulo. No evento, realizado em anexo do ginásio do Ibirapuera, na zona sul da cidade, Serra, líder das pesquisas de intenção de voto, deixou claro que seu principal adversário é o candidato do PT, Fernando Haddad. Serra, inclusive, se contrapôs a um dos argumentos eleitorais de Haddad, que se apresenta ao eleitorado como uma novidade. "O tempo não desgasta os que lutam, experiência é uma virtude", disse o tucano. Serra disputa a sua oitava eleição.

Em seu discurso, Serra fez críticas ao seu oponente petista. Sem citar o nome de Haddad, criticou sua gestão no Ministério da Educação, que Haddad chefiou de 2005 a 2010. Serra acusou o governo federal de não cumprir sua própria meta de criar 6 mil creches e afirmou que somente 221 foram erguidas, nenhuma delas em São Paulo. "É esse pessoal que vem reclamar de falta de creche em São Paulo agora".

As críticas mais pesadas a Haddad couberam ao senador tucano Aloysio Nunes (PSDB-SP), segundo quem o petista é "um urso adestrado levado pela coleira" pelo partido. O também senador Álvaro Dias (PSDB-PR) disse que Haddad teve uma gestão recheada de "mentira, falsificação e incompetência".
 
Elogios a Kassab


Em seu discurso, Serra elogiou o atual prefeito Gilberto Kassab (PSD), que assumiu a prefeitura quando o tucano saiu do cargo para disputar as eleições ao governado estadual. "A comparação dos nossos 8 anos com os das gestões anteriores acaba sendo um estimulo à minha candidatura", diz Serra."
Foto: Deputado estadual Carlos Bezerra Jr.
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Russomanno lança candidatura com votação e rejeição altas

'Se o estado não tem condição e competência para cuidar da segurança pública, a prefeitura tem que cuidar', diz Celso Russomano

Carta Capital

Segundo colocado nas pesquisas eleitorais, o jornalista Celso Russomanno (PRB) lança neste sábado a sua candidatura à prefeitura de São Paulo. Junto à boa intenção de voto, ele carrega a maior rejeição entre todos os candidatos.

Nesta eleição, Russomanno tenta se desvencilhar da fama de "cavalo paraguaio", que começa bem, mas não mantém o ritmo até o final. Na última eleição, quando tentou uma vaga ao Executivo pela primeira vez, iniciou a disputa ao governo de São Paulo com mais de 10% das intenções de voto em pesquisas de opinião. Sem conseguir crescer, encerrou a corrida com 5,4% dos votos válidos."
Foto: Olga Vlahou
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Soninha lança candidatura: "Serra é minha segunda opção"

"Soninha, pela segunda vez, tenta ser prefeita de São Paulo

Piero Locatelli, CartaCapital

A ex-vereadora Soninha Francine (PPS) lançou neste sábado 23 sua candidatura à Prefeitura de São Paulo. Reconhecida como aliada de José Serra (PSDB), ela não esconde a sua simpatia pelo tucano, candidato mais bem colocado nas pesquisas.

"O Serra é minha segunda opção para prefeito. A minha primeira opção sou eu", diz a candidata em entrevista à CartaCapital. "Muita gente que me quer bem, o que não é o caso do PT, fala: 'não entendo porque você teima em ser candidata. Se você quisesse, podia ser vice do Serra.' Mas eu quero ser candidata, eu quero ser prefeita."

Soninha Francine se elegeu vereadora em 2005. Saiu do PT em 2007 e se abrigou no PPS, partido do ex-comunista Roberto Freire. Ela não esconde a sua antipatia pelo antigo partido. "A convivência diária com a bancada era frustrante. Olha para o governo federal e também não via mais coerência naquilo que eles falaram que ia fazer quando chegassem lá. Não me sentia mais representada no PT", diz a candidata.

Apesar do apoio dado pelo PPS a Geraldo Alckmin no governo estadual, ela diz que seu partido ainda é de esquerda. "O PPS não quer ser só de esquerda mas ser gauche, contramão mesmo."
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Posted: 24 Jun 2012 04:44 PM PDT
Manifestantes favoráveis a Lugo fazem 
manifestação na madrugada deste domingo 
em frente à sede da TV Pública 
do Paraguai, em Assunção


CartaCapital

"Os governos do Mercosul tentaram ampliar neste fim de semana a pressão sobre o Paraguai, depois que o Congresso do país realizou um impeachment relâmpago do agora ex-presidente Fernando Lugo, colocando em seu lugar o vice, Federico Franco. O Brasil e o Uruguai convocaram seus embaixadores em Assunção para esclarecimentos, um sinal, na diplomacia, de relações estremecidas entre os países. A Argentina foi além e retirou oficialmente seu embaixador do Paraguai até "a restituição da ordem democrática".

A posição inicial do Brasil foi tomada pela presidenta Dilma Rousseff na noite de sábado. Ela se reuniu com os ministros Antonio Patriota (Relações Exteriores), Celso Amorim (Defesa) e Edison Lobão (Minas e Energia), além do assessor especial para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, para discutir a crise no país. Em nota divulgada no fim da noite de sábado, o Ministério das Relações Exteriores evitou usar o termo golpe para designar o que houve no Paraguai, mas afirmou que a destituição de Lugo é o "rompimento da ordem democrática".

"O governo brasileiro condena o rito sumário de destituição do mandatário do Paraguai, em que não foi adequadamente assegurado o amplo direito de defesa. O Brasil considera que o procedimento adotado compromete pilar fundamental da democracia, condição essencial para a integração regional", diz o Itamaraty em nota. Ainda segundo o governo brasileiro, "medidas" estão sendo estudadas pelo Mercosul e pela Unasul contra o Paraguai. Essas medidas, garante o governo Dilma, não terão como alvo a população paraguaia."
Foto: Pablo Porciuncula / AFP
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Posted: 24 Jun 2012 09:15 AM PDT






Posted: 24 Jun 2012 07:25 AM PDT


"O presidente Federico Franco fez de tudo para convencer o Brasil de que pode ser mais "barato" do que Fernando Lugo, falando em pagar dívidas de Itaipu e em proteger os brasiguaios; no entanto, no seu primeiro teste internacional, Dilma agiu bem ao rejeitar o suborno e mostrar que, na diplomacia, princípios pesam mais do que interesses


Nas primeiras entrevistas que concedeu como presidente do Paraguai, Federico Franco tentou subornar o Brasil. Simples assim. Logo depois de ser empossado, ele sinalizou que pagaria dívidas de Itaipu, que protegeria os 6 mil fazendeiros brasileiros no Paraguai, conhecidos como brasiguaios, diante dos camponeses locais e fez de tudo para demonstrar que, na relação bilateral, poderia ser mais "barato" para o país do que seu antecessor Fernando Lugo.

Ocorre que, na diplomacia, não existem apenas interesses econômicos. Há também princípios. E estes devem vir na frente. Foi exatamente isso o que a presidente Dilma Rousseff demonstrou na nota divulgada na noite deste sábado, após uma reunião de emergência que contou com a participação do chanceler Antônio Patriota, do ministro Celso Amorim, da Defesa, de Edison Lobão, de Minas e Energia, e do presidente de Itaipu, Jorge Samek. Na prática, o Brasil condenou a ruptura da ordem democrática no Paraguai e convocou para consultas em Brasília o embaixador brasileiro em Assunção. É o primeiro passo para a imposição de sanções econômicas e diplomáticas ao Paraguai.

Como gigante regional, o Brasil também fortaleceu o processo de integração sul-americana ao enfatizar que a decisão brasileira será tomada em conjunto com os demais países da Unasul, a União de Nações Sul-Americanas. Leia, abaixo, a nota do Itamaraty:

" O governo brasileiro condena o rito sumário de destituição do mandatário do Paraguai, decidido em 22 de junho último, em que não foi adequadamente assegurado o amplo direito de defesa. Medidas a serem aplicadas em decorrência da ruptura da ordem democrática no Paraguai estão sendo avaliadas com os parceiros do Mercosul e da Unasul".


Posted: 24 Jun 2012 07:20 AM PDT


'Para São Paulo continuar avançando' será o mote da campanha do tucano

Julia Duailibi e Bruno Boghossian, Estadão.com.br

O ex-governador José Serra será lançado candidato a prefeito de São Paulo neste domingo, 24, na convenção municipal do PSDB defendendo uma mensagem de continuidade à gestão de Gilberto Kassab (PSD).

Com o slogan Para São Paulo seguir avançando, o pré-candidato do PSDB vai explorar as realizações do período em que ele comandou a cidade (2005-2006) e as ações lançadas por Kassab. O objetivo é mostrar que a dobradinha fez mais que a gestão anterior, de Marta Suplicy (PT).

Na convenção de domingo, serão apresentadas as vitrines sociais das administrações de Serra e Kassab, como a Assistência Médica Ambulatorial (AMA).

A avaliação da cúpula de campanha é que o candidato tem de defender a administração atual, cuja aprovação entre os paulistanos está abaixo de 30%. Kassab assumiu o cargo em 2006, um ano e três meses depois da eleição de Serra, que renunciou para disputar o governo paulista. Vários integrantes da gestão Serra continuaram na administração.

Candidato pela quarta vez à Prefeitura, Serra também passará uma imagem de inovação. Aos 70 anos, é o postulante mais velho, adversário de dois novatos em disputas para cargos majoritários: Gabriel Chalita (PMDB) e Fernando Haddad (PT)."
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Posted: 24 Jun 2012 07:11 AM PDT


"Cristina Kirchner retira seu embaixador de Assunção e o chanceler Héctor Timerman explica, em entrevista, por que o que se deu no Paraguai não cumpriu os ritos democráticos; ele ainda revela teor da conversa entre o chanceler brasileiro Antônio Patriota e Federico Franco

Brasil 247

De maneira mais contundente do que o Brasil, a Argentina já tomou medidas em relação ao Paraguai. A presidente Cristina Kirchner retirou seu embaixador de Assunção e o chanceler Héctor Timerman concedeu uma elucidativa entrevista explicando por que o golpe paraguaio foi, de fato, um golpe. Leia:

"É triste o que ocorreu"

Página 12 – Como a Argentina caracteriza a mudança de governo no Paraguai?

O governo argentino caracteriza que estamos frente a uma quebra da ordem democrática.

Por que, se a destituição de Fernando Lugo se baseou em juízo político?

No Paraguai, foi utilizado um mecanismo previsto na Constituição, mas que foi aplicado de tal forma que feriu não só o espírito desta mesma constituição como de toda a prática constitucional do mundo democrático.

Qual foi a violação?

Praticar uma execução sumária. Dar horas de defesa a um presidente democraticamente eleito. Um tempo menor a um motorista que atravessa um sinal vermelho. É triste ver o que aconteceu no Paraguai. Foi triste ver Lugo despachando em sua mesa, sem papéis, no momento em que o Congresso o destituía.

Os chanceleres da Unasul estavam com ele naquele momento?


Sim. E isso depois de termos buscado todas as alternativas. Mas não encontramos interessa algum na oposição em dialogar conosco e em buscar alternativas à execução sumária de um presidente. O que dizíamos era claro: estávamos ali para respeitar ao mesmo tempo a soberania do Paraguai e os acordos internacionais que todos nós firmamos."
Entrevista Completa, ::AQUI::


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Francisco Almeida / (91)81003406

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