sábado, 16 de junho de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 15 Jun 2012 06:27 PM PDT


"Ex-governador exige coligação do PSDB com o PSD do prefeito Kassab; projeções indicam que, assim, tucanos encolheriam na Câmara Municipal, enquanto pessedistas formariam "super bancada"; diretórios estadual e municipal em pé de guerra; sem aliança, Serra diz que pega o boné e volta para casa

Brasil 247

Diante da primeira encruzilhada em que sua candidatura a prefeito se depara nesta campanha, o ex-governador José Serra já apontou para seu partido o caminho que pode seguir: voltar para trás.

Em recados duros que chegaram os ouvidos do governador Geraldo Alckmin, em viagem a Nova York nesta sexta-feira 15, Serra disparou a ameaça de simplesmente desistir de concorrer caso o PSDB não aceite, como ele exige, firmar uma coligação formal com as legendas PSD, DEM e PR. Com olhos focados na liderança que, pessoalmente, poderá exercer sobre os coligados e no tempo de televisão que poderá dispor com -- e sem -- a soma dos espaços partidários no horário eleitoral gratuito, Serra sustenta que não se vê em condições de enfrentar, com chances, a disputa, caso não conte com o apoio das outras legendas.

O problema, para o partido dos tucanos, é que essa coligação irá resultar no chamado "chapão", em que candidatos a vereador de todas as siglas coligadas disputarão a eleição sob o mesmo guarda-chuva da candidatura Serra, dividindo proporcionalmente o resultado final. Nas projeções de líderes tucanos como o secretário de Energia José Aníbal, de franca influência nos diretórios palistanos, o chapão teria o efeito de reduzir em cerca de 50% o potencial eleitoral dos postulantes do partido. Assim, em lugar de fazer uma bancada com até 12 vereadores eleitos, os tucanos saíram para a disputa projetando vitórias de apenas 6 ou 7 concorrentes. A situação ganha complexidade quando se analisa o fechamento em curso da coligação com o PSD do prefeito Gilberto Kassab. Enquanto os tucanos, no último ano, viram oito de seu vereadores bandearem-se para outros partidos, e sua bancada, assim, ficar reduzida a sete edis, os pessedistas se beneficiaram dessa diáspora, com a adesão de três ex-tucanos, chegando a dez vereadores – a segunda maior bancada da Câmara, atrás apenas do PT."
Foto: Adriana Spaca/Folhapress
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Posted: 15 Jun 2012 05:44 PM PDT

Nota oficial da UNE e UEE-SP

"A União Nacional dos Estudantes e a União Estadual dos Estudantes de São Paulo acompanham, estarrecidas e indignadas, a situação dos 26 estudantes agredidos e presos pela Polícia Militar do Estado de São Paulo na noite da quinta-feira, dia 14 de junho. Exigem a liberdade imediata dos alunos da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em Guarulhos, que se organizavam pacificamente por melhorias em seu campus, quando foram abordados de forma absolutamente truculenta pela despreparada corporação policial desse estado, recente protagonista de outros lamentáveis episódios de violência contra jovens, a universidade e a população mais vulnerável.

Vídeo divulgado na internet e nas redes sociais revela, inequivocamente, o momento em que a força de repressão estatal avança, sem nenhum motivo, sobre os jovens que tentavam lhe explicar a razão de sua manifestação. Diversos estudantes foram feridos e os detidos foram acusados do crime de formação de quadrilha, um ataque inaceitável ao princípio democrático de liberdade de expressão e à Constituição Federal, remontando às piores lembranças do movimento estudantil durante o regime militar de exceção.

Também nos causa estranhamento e indignação o conteúdo de áudio divulgado pela internet, no qual o diretor acadêmico da Unifesp e uma funcionária da instituição convocam, por telefone, a presença da PM no campus, sem motivo justificável, de forma a reprimir os estudantes. A UNE e a UEE-SP preocupam-se, especialmente, com trecho na qual é mencionado um acordo não conhecido publicamente entre a Polícia Militar do Estado e a Polícia Federal para a intervenção no campus, o que violaria o princípio da autonomia universitária e a legitimidade das ações do estado em diferentes esferas.

A atual mobilização na Unifesp e nas universidades federais brasileiras, positivamente apoiada pela UNE e pela UEE-SP, em favor de um novo modelo para a educação superior do país, não será vencida pela agressão de um aparelho militar estatal que está se tornando tristemente marcado por ações como as truculentas desocupações da reitoria da Universidade de São Paulo (USP) e das comunidades do Pinheirinho, em São José do Campos. Para as entidades parece que, se não despreparada, a Polícia Militar do Estado de São Paulo é orientada para a violência.

A UNE já deslocou a sua assessoria jurídica e disponibilizou toda a sua estrutura para dar o suporte possível aos estudantes presos. Exigimos também a intervenção do Ministério da Educação e do Ministério da Justiça para a soltura dos alunos da Unifesp.

Neste final de semana, iremos debater amplamente o ocorrido e outras questões urgentes ligadas à universidade brasileira em seu 60o Congresso Nacional de Entidades Gerais (Coneg), no Rio de Janeiro.
Liberdade imediata aos 26 estudantes da Unifesp!
Por uma nova universidade brasileira!
Abaixo a agressão da PM paulista contra a população do estado!
 #SOMOSTODOSUNIFESP"


União Nacional dos Estudantes
União Estadual dos Estudantes de São Paulo
15 de junho de 2012



Posted: 15 Jun 2012 05:22 PM PDT






Posted: 15 Jun 2012 05:20 PM PDT
Quem liga para isso? 
Gilmar pode 
fazer o que bem entende


Mino Carta, CartaCapital

'Lembrei-me de um filme de Alberto Sordi, tempos de comédia à italiana. Não recordo o título, mas de uma sequência a seu modo antológica. A mulher sai de viagem e o marido, Sordi, decide convocar a amante em domicílio. Golpe de cena. A dona da casa antecipa o retorno sem pré-aviso e encontra os dois na cama que supunha ser da sua frequentação exclusiva.

Tragédia? Os gritos da legítima chegam ao céu enquanto Sordi e a clandestina, impassíveis, erguem-se do tálamo e com extrema precisão nos gestos, e sem apressar o ritmo, retomam seus trajes e os envergam um a um. Enfim vestida, a amante sai do quarto de passo altaneiro. A esposa traída continua aos berros e Sordi pergunta, pacato: "Mas que aconteceu?" "Sem-vergonha – uiva a mulher –, você ousa trazer a amante para a nossa casa." "Mas que amante? Nunca tive amante…" "Estava com você, na cama, seu desgraçado!" "Quem? Como? Cadê a senhora em questão? Ora, este quarto está exatamente como você o deixou. Você inventa, sofre de miragens, sonha de olhos abertos, deve estar doente…"


Veio a lembrança por causa da semelhança entre o comportamento de Sordi e aquele da mídia nativa, a despeito de uma diferença flagrante: o ator suscita a risada, mas a personagem é obviamente paradoxal, a mídia nativa atua no mundo real e não faz rir. Além disso, não se parecem a plateia verde-amarela e a mulher traída. Quem pretende saber das coisas exclusivamente por meio dos jornalões, do Jornal Nacional e emissoras de rádio e tevê assemelhadas, não terá motivo algum para protestar, acreditará nas verdades do jornalismo pátrio."
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Posted: 15 Jun 2012 05:03 PM PDT




Posted: 15 Jun 2012 05:01 PM PDT


Maura Campanili, Envolverde

"Todos os desafios do século XX são pequenos diante do que terremos que enfrentar nos próximos anos e décadas. Estamos diante de um dos maiores desafios da humanidade, para o qual precisamos de criatividade, mas seria arriscado seguir alguma resposta fechada", disse o economista Sérgio Besserman, nesta terça-feira (12/6), na palestra "O Homem e o desenvolvimento sustentável", no Humanidade 2012, evento paralelo à Rio+20.

O economista ressaltou que não espera que a humanidade volte para trás. "Temos atualmente uma expectativa de vida de 80 anos e prefiro isto a uma expectativa de pouco mais de 30 anos de uma tribo coletora. Há não muitos anos, as mulheres tinham muitos filhos e viam vários deles morrer", ressaltou. Segundo ele, essas mudanças começaram há apenas 300 anos e trouxeram muita coisa boa, mas também outros problemas. "O maior deles é que 'não existe almoço grátis'. E funcionamos nos últimos 300 anos como se existisse. Isso significa que estamos esbarrando nos limites do planeta, que não pode continuar a oferecer os serviços necessários à nossa vida, como água, solo e clima. Estamos entrando no capital da nossa caderneta de poupança."

Entre todos os problemas, como acidificação dos oceanos, desertificação, buraco na camada de ozônio, Besserman destacou três grandes desafios. O primeiro é que o planeta não está mais conseguindo reciclar o nitrogênio da revolução verde, modelo que já dá mostras de esgotamento. Isso significa que precisaremos de muita ciência e uma tecnologia diferente para alimentar 10 bilhões de pessoas nos próximos anos."
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Posted: 15 Jun 2012 03:28 PM PDT


"Conforme o iG antecipou, integrantes já definiram que também utilizarão informações de internautas nas investigações; assim trabalhos do órgão devem durar mais que dois anos

Wilson Lima, iG

Durante as primeiras reuniões da Comissão da Verdade, os sete membros do órgão definiram que vão instituir um sistema on line para colher informações de parentes de vítimas da ditadura. A ideia é que esse sistema seja uma espécie de "Wikipédia" do regime militar.

A proposta foi adiantada com exclusividade pelo iG, no dia da instalação da comissão, em 16 de maio. A sugestão partiu do jurista e escritor pernambucano José Cavalcanti Filho e tem o objetivo de ampliar, de forma indireta, o tempo de investigação da Comissão da Verdade. O órgão instituído em maio terá até 2014 para apresentar um relatório, a ser transformado em um livro."
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Posted: 15 Jun 2012 03:21 PM PDT


"Liberação de R$ 20 bilhões anunciada nesta sexta-feira (15) se soma a outros R$ 22 bilhões do PAC da Mobilidade para projetos em transporte público reportados em abril

iG

Em mais um gesto para afirmar que a crise econômica internacional está longe do Brasil, a presidenta Dilma Rousseff inflou nesta quarta-feira (15) os projetos de infraestrutura dos estados com mais R$ 20 bilhões para as 27 unidades federativas.

Em reunião com os governadores no Palácio do Planalto, Dilma anunciou o repasse dos recursos via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O pacote aos estados se soma agora aos R$ 22 bilhões concedidos pela União para infraestrutura por meio do PAC da Mobilidade, reportado em abril para área transporte público em 51 grandes cidades com mais de 700 mil habitantes.

Se acrescido os R$ 3,6 bilhões do financiamento concedido pelo Banco do Brasil ao Rio de Janeiro para 14 projetos no estado, o pacote do governo federal sobe para R$ 45,6 bilhões somente para o setor de infraestrutura."
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