quarta-feira, 2 de maio de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!




BRASIL! BRASIL!


Posted: 01 May 2012 07:09 PM PDT







Posted: 01 May 2012 06:37 PM PDT


"A revista Veja não consegue esconder seu desconforto com a profusão e a natureza das citações que vem recebendo nas conversas interceptadas pela polícia, com autorização judicial, no curso das investigações sobre o esquema liderado pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira. As conversas e as citações indicam que Cachoeira parecia ter uma insólita influência dentro da redação da revista.

Marco Aurélio Weissheimer, Carta Maior / Vermelho

As duas últimas capas da publicação materializam o desconforto: na semana passada, uma antológica "reportagem" sobre as virtudes de ser alto; nesta, outra capa morna com as "lições das chefonas", um perfil sobre executivas de grandes empresas. Na parte superior da capa, uma pequena chamada, em tom ameaçador, diz que Cachoeira pode "contar tudo o que sabe". Em outros tempos (recentes), este seria o destaque de capa. Por alguma razão não é, assim como não foi na semana anterior.

"Vamo detoná aquele trem na Veja", "vou dar (um documento) pro Policarpo. Policarpo vai detonar aquela associação, entendeu (...) Na quarta-feira conforme for a gente senta com o Policarpo." Esses são trechos de uma conversa travada no dia 6 de junho de 2011, entre Carlinhos Cachoeira e uma pessoa ligada a ele chamada Cláudio. "Policarpo" seria Policarpo Júnior, editor-chefe da revista Veja em Brasília. Há vários trechos de conversas onde Carlinhos Cachoeira ou pessoas próximas a ele afirmam ter influência direta na definição de pautas da publicação da editora Abril."
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Posted: 01 May 2012 06:28 PM PDT


"Graças a Alcides Rodrigues, o governador de Goiás está na lama politicamente

Alexandre Braga, Brasil 247

A crise política que assola o Palácio das Esmeraldas, no governo Marconi Perillo do PSDB, não deve acabar tão cedo se o tucano não "Pedir para sair" como gritou os milhares de jovens do Movimento Fora Marconi, nas ruas de Goiânia. A CPMI deve colocá-lo para fora do palácio ou em 2014 o povo goiano se encarregará de fazer nas eleições. Mas diante todas as denúncias contra o atual governo, como podemos analisar a queda tão repentina de quem sonhava ser reeleito em 2014? Quem foi culpado pela derrocada do menino de Palmeiras?

Desde 1998, quando Marconi derrotou Iris Rezende pela primeira vez, o tucano sempre tripudiou sobre o dono do PMDB de Goiás. Com a máquina estadual nas mãos, atropelou Iris, Maguito e ainda elegeu seu sucessor Alcides Rodrigues. Durante todo esse tempo, Marconi sempre deus as cartas, mas em seu caminho estava Alcides Rodrigues, que logo de cara deu um chega pra lá no tucano.

Isso causou um imenso abalo no ego de Marconi Perillo, que não aceitava de maneira alguma que o seu vice, na época governador, não obedecesse cegamente suas ordens. Foi assim o início da queda marconista, porque desde então o PMDB, pior inimigo dele, nunca tinha abalado o poderio do tucano. O rompimento de Alcides e Marconi foi fundamental para a situação que o inquilino do Palácio das Esmeraldas chegasse ao fundo do poço atualmente."
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Posted: 01 May 2012 06:03 PM PDT


Altamiro Borges, Blog do Miro

"Boa parte da mídia está histérica com a nomeação de Brizola Neto para o Ministério do Trabalho. Mas o artigo mais asqueroso até agora é o da colunista da Folha, Eliane Cantanhêde, aquela da "massa cheirosa" do PSDB. Já no título, ela revela todo o seu baixo nível e arrogância: "Ministrinho e tijolaços". O texto não é o de uma jornalista, mas sim de uma militante direitista rancorosa.

Todo ele tenta desqualificar o indicado, quase que já deflagrando uma nova operação "derruba-ministro". Para ela, Brizola Neto tem apenas duas credenciais para ocupar o cargo. "O sobrenome, herdado de um ícone do trabalhismo brasileiro e da luta contra a ditadura militar, e o blog 'Tijolaço', em que se ocupa de xingar todos os críticos do governo e alimentar a ira contra a imprensa".
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Posted: 01 May 2012 05:56 PM PDT


Redação, Carta Capital

"A presidenta Dilma Rousseff acelerou a nomeação do novo ministro do Trabalho para evitar passar o 1º de maio sem um titular no posto e, ao escolher o deputado federal Brizola Neto (PDT-RJ), deu a ele sua primeira polêmica. Brizola Neto passou o Dia do Trabalho, esta terça-feira 1º, tentando colocar panos quentes na divisão interna do PDT provocada por sua escolha. Segundo o futuro ministro, que toma posse na quinta-feira 3, seu objetivo inicial é manter a "união" dentro do PDT.

A polêmica acerca do nome de Brizola Neto foi iniciada por alguns de seus correligionários. Após a divulgação da escolha, na segunda-feira 30, o líder do PDT na Câmara, André Figueiredo (CE), e o secretário-geral do partido, Manoel Dias, criticaram a "falta de diálogo" por parte do Palácio do Planalto e afirmaram que Brizola Neto era "escolha pessoal" de Dilma. Em contrapartida, sindicalistas elogiaram a escolha, entre eles Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical e deputado federal pelo PDT paulista, e Artur Henrique, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT)."
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Posted: 01 May 2012 05:41 PM PDT


"Isenção de Imposto de Renda sobre PLR e aumento da participação no Plano Brasil Maior são pontos sobre os quais entidades ligadas à CUT esperam resposta

Redação, Rede Brasil Atual

Representantes de algumas das principais categorias profissionais pretendem aproveitar o mês de maio para pressionar por novos avanços na relação com o governo federal. Após a retomada de uma agenda regular em março e em abril, a expectativa fica em torno do anúncio de novas medidas. 

Metalúrgicos, bancários, químicos, petroleiros e urbanitários desejam uma resposta do ministro da Fazenda, Guido Mantega, quanto à possibilidade de apoiar os projetos em tramitação no Congresso pedindo isenção de Imposto de Renda sobre a participação nos lucros ou resultados (PLR). Para sindicatos filiados à CUT, trata-se de uma taxação injusta, ainda mais se comparada à isenção dada aos dividendos recebidos por acionistas de empresas privadas. "Os trabalhadores têm direito de ter o mesmo tratamento. A base é a mesma: o lucro. Então por que os acionistas são isentos até R$ 20 mil e os trabalhadores não?", questiona a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvandia Moreira. "Com mais dinheiro no bolso, os empregados têm condições de adquirir bens, investir no lazer e ter mais qualidade de vida. Todo o país ganha."

Em março, após pressões das centrais sindicais pelo estabelecimento de uma rotina de diálogo com o governo federal, Mantega recebeu representantes dos trabalhadores e acenou com a possibilidade de debater a questão. Na ocasião, o ministro disse que a aprovação dos projetos parados no Legislativo provocaria uma perda de R$ 12 bilhões na arrecadação anual da Receita Federal, mas, para a CUT, trata-se de um valor muito mais baixo, já que a isenção de imposto sobre a PLR teria um teto estabelecido de acordo com o valor do salário."
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Posted: 01 May 2012 09:44 AM PDT




Posted: 01 May 2012 09:34 AM PDT


Mauro Santayana, Jornal do Brasil
 
"Até recentemente os historiadores desdenhavam os pobres. A crônica do passado se fazia em torno de reis débeis, alguns; corajosos, outros. Também os intelectuais, cientistas e artistas sempre estiveram na vanguarda da história oficial. A civilização se fazia também com os santos, mas os santos da Igreja, em sua maioria, eram recrutados entre os membros da classe dominante na Idade Média, ainda que renunciassem à riqueza, como Francisco de Assis, ou se fizessem mártires nas guerras que, de santas nada tinham, como as cruzadas. Os santos modernos, com raras exceções, são militantes políticos contra os pobres, como o fundador da Opus dei.

Hoje cresce entre os acadêmicos a preocupação com a "História vista de baixo", embora a razão recomende não estabelecer o que seja alto ou baixo na construção do homem. É bom olhar o trabalho dos pobres, e sua luta por justiça, como o sumo da História. Não foram os faraós que construíram as pirâmides, mas, sim, os escravos; as grandes cidades modernas podem ter sido imaginadas pelos arquitetos geniais, mas não sairiam das pranchetas sem as mãos ásperas dos pedreiros, armadores e carpinteiros. O mundo virtual, abstrato, dos pensadores, prescinde do trabalho pesado, mas a doma da natureza, com a agricultura e o pastoreio, e sua transformação em objetos tangíveis, são conquistas da  fadiga cotidiana.

Muitos trabalhadores que hoje estão comemorando o primeiro de maio, não  sabem exatamente como surgiu essa tradição. Ela se deve a uma das primeiras greves organizadas nos Estados Unidos, em 1886. No dia 3 de maio, parados havia algum tempo, os trabalhadores de uma indústria de máquinas colheitadeiras de Chicago, a McCormick Harvesting Machine Company, formaram piquetes diante dos portões da fábrica e foram dissolvidos pelos policiais que protegiam os fura-greves, com a morte de vários operários e  dezenas de presos e feridos. Como protesto, eles se reuniram, com o apoio de outros trabalhadores, no dia seguinte, na praça do Heymarket, no centro da cidade.

Entre outras reivindicações, os grevistas exigiam a fixação da jornada do trabalho em oito horas diárias. Os patrões, como fazem até hoje, organizaram pelotões de bate-paus, garantidos para ajudar a polícia. Houve o conflito, com os grevistas se defendendo como podiam, e uma bomba explodiu, matando sete policiais. A polícia atirou, matou muitos trabalhadores e buscou suspeitos. Um líder dos trabalhadores, August Spies, embora provasse não estar no local, foi, com três outros, também vistos como inocentes, condenados à forca, e executados em 11 de novembro do ano seguinte. Um dos presos matou-se.  Os três que conseguiram escapar do cadafalso foram perdoados, em 1893,  pelo governador de Illinois, John P. Altgeld. O movimento sindical, que existia, de forma dispersa e débil, desde a presidência de Andrew Jackson, tomou corpo a partir do episódio, com a reorganização da American Federation of Labor.

O século 20 começou com a criação de novos sindicatos de trabalhadores, principalmente  nos Estados Unidos e na Inglaterra ( já anteriormente com o incentivo do conservador Disraeli), e na Alemanha. Foram as lutas dos trabalhadores que moderaram, um pouco, a avidez dos capitalistas liberais. Essas lutas se iniciaram em 1848 na Europa, tiveram impulso com a Comuna de Paris, em 1871, e viveram a sua grande data no massacre do Haymarket e suas conseqüências, em 1886.

Na luta contra a Depressão dos anos 30, os países ocidentais (na União Soviética a situação era outra) procuraram incentivar o sindicalismo e contar com seu apoio. Hitler decretou, no dia 1º de maio de 1933, que a data seria festejada sob o nazismo como o Dia do Trabalho. No dia seguinte, fechou todos os sindicatos, prendeu seus líderes e iniciou a perseguição aos socialistas e comunistas.  Nos Estados Unidos e no Canadá, para desvincular a comemoração do massacre de maio,  a data escolhida foi a da primeira segunda feira de setembro.

O movimento sindical, para ser autêntico, não deve atrelar-se aos governos, ainda que, na defesa do interesse dos trabalhadores, possa apoiar essa ou aquela medida dos estados nacionais. Foi a luta dos trabalhadores ingleses que criou o Labour Party na Inglaterra, em 1906, e conseguiu as reformas das leis do trabalho que permitiram o desenvolvimento econômico e político da Grã Bretanha, e a levaram ao forte  desempenho bélico na Primeira e na Segunda Guerra Mundial.

Os historiadores começam a deixar os papéis dos gabinetes oficiais e as alcovas da nobreza, a fim de encontrar os verdadeiros agentes da civilização,  no estudo da vida e da resistência dos pobres contra a opressão – o que ela tem de melhor. É hora de que se faça o mesmo em nosso país. É mais importante estudar a resistência dos negros e dos  brancos miseráveis do Brasil Colônia – que valiam menos do que os escravos, posto que os últimos, como bens de produção, tinham valor de mercado – do que imaginar como eram os encontros galantes de Pedro I com a Marquesa de Santos. Foi o suor dos desprezados que deu liga à argamassa de nossa nação – e de todas as outras nações."



Posted: 01 May 2012 09:22 AM PDT


Marco Aurélio Weissheimer, RS Urgente

Em nota publicada neste domingo no site PTSul, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, respondeu à colunista política Rosane de Oliveira, do jornal Zero Hora, que neste domingo afirmou que o governador será "incoerente ou irresponsável" na solução para o tema do piso nacional do magistério. A nota afirma:

Pela segunda vez neste mês, um articulista de ZH utiliza o espaço do jornal para fazer ataques diretos a políticos do governo do Estado, reportando-se diretamente à pessoa do governador. Neste domingo, foi a vez da jornalista Rosane de Oliveira "sentenciar" que Tarso Genro será "incoerente ou irresponsável", na solução para o pagamento do piso nacional do magistério. A colunista desconsidera o fato de que o governo da Unidade Popular Pelo Rio Grande adotou uma outra posição para retirar o estado da crise, que não a do governo anterior de criação do "déficit zero", que diminuiu as funções do Estado, sucateou a administração pública e congelou salários.

Neste sábado, ao ler a coluna, quando voltava de mais uma edição da Interiorização de Governo, em Rio Grande, o governador fez algumas considerações sobre o novo episódio de ideologização da notícia, através do falseamento da verdade.

1- Sobre o Colunismo Político predominante
"É um certo tipo de colunismo político que ainda não se esgotou no país, mas que tende rapidamente a esgotar-se pela falta de credibilidade, pois ele vem perdendo a sua capacidade de transmitir informações e críticas fundadas. Ele perdeu a "fala" universal, que caracterizou os grandes colunistas políticos do país, com capacidade de informar e criticar com seriedade e passou a defender posições ideológicas dissimuladas, "adaptando" ou inventando os fatos, para contentar um público determinado –aquele que este tipo de jornalismo cativa, com seus malabarismos factuais e lugares comuns: os que adoraram as ideias do neoliberalismo que está levando a Europa à ruína e que, aqui, foram retratados no famoso "déficit" zero. Aliás, não é de graça que a colunista de política da Zero Hora é a mais saudosa do "déficit zero", que não só paralisou o estado, mas aplicou um brutal arrocho salarial nos servidores, situação que agora estamos começando a reverter".



2- As constantes criações de factóides e inverdades
"O mesmo estilo de jornalismo político que "define" que o governador será incoerente ou irresponsável, é o mesmo que inventou, por exemplo, que eu defendi uma posição contrária aos sistema de PPPs no caso da RS 10, quando, na verdade, defendi e defendo a PPP e tenho negociado com os prefeitos a adaptação para baratear a proposta. Nunca fui contrário a PPPs. O que sou contrário é que elas sejam apenas um negócio bom para as empresas e não atendam o interesse público. Sou, inclusive, um dos elaboradores da atual lei que rege as parcerias público-privadas no país, cuja redação foi comandada pelo Fernando Haddadd quando ele era Secretário do Ministério do Planejamento e eu era ministro do CDES, no primeiro governo Lula. Este tipo de jornalismo inventa, por exemplo, que prometi "mundos e fundos" para os servidores e que prometi pagar o piso dos professores imediatamente. Isso é uma deslavada inverdade, pois está gravado nos debates e está escrito numa carta remetida ao CPERS que nós criaríamos as condições para pagar o piso e que isto ocorreria de forma processual. Esta foi e é a minha posição."
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Posted: 01 May 2012 08:50 AM PDT


Edival Lourenço, Revista Bula

"O ouro que bandeirantes, escravos e aventureiros extraíram de Goiás, Minas e Mato-Grosso, no século 18, foi repassado quase que em sua totalidade à Inglaterra, por força de um tratado que incluía a proteção militar a Portugal e suas caravelas ao redor do mundo. O aporte financeiro do ouro possibilitou à Inglaterra disparar a Revolução Industrial, bancando os custos da mudança de uma produção de bases artesanais por meio das associações de ofício para a produção em escala, tendo como força motriz a máquina a vapor. Vários países detinham o conhecimento para detonar a Revolução Industrial. Dentre eles a França, a Holanda, a Alemanha. Mas foi a Inglaterra quem amealhou os recursos suficientes para a grande virada na economia. Abriu assim as cortinas para o capitalismo contemporâneo. 

Hoje a economia global passa por crises. No entanto, o ouro continua a jorrar para certas empresas. Agora o ouro da Terra é a economia capilar, da computação em nuvem, das empresas pontocom. Conseguem sugar microgotas de sangue de economias e pessoas combalidas em todo o mundo, por meio das redes sociais. Empresas saem do zero a bilhões de dólares num prazo em que, no Brasil, mal daria para se tirar o CNPJ e o alvará de localização."
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Posted: 01 May 2012 08:40 AM PDT


Marcos Coimbra, CartaCapital

"Quando os historiadores do futuro fizerem o balanço da época em que vivemos, é bem provável que sobressaiam coisas às quais hoje não damos nenhuma importância. É quase impossível dizer quais serão. Alguém perceberia, em 1960, nos trabalhos de um obscuro engenheiro da Rand Corporation, a semente da internet?

O que, do presente, entrará para a história? De tudo que achamos importante hoje, o que, no futuro, permanecerá significativo? Ninguém sabe.

Mas há um consolo: é fácil perceber o que se provará irrelevante. Em tudo – na vida social, nas artes, na ciência, na tecnologia – não é complicado enxergar o desimportante.

Também na política. E se há um candidato ao troféu de maior não evento deste período de nossa vida política, seu nome é "o julgamento do mensalão". Quem lê a dita grande mídia brasileira tem a impressão oposta. Fica com a sensação de que se trata de uma coisa fundamental. Que é a mais transcendental de todas as que temos em nossa agenda.

Isso só se acentuou depois que a CPI do Cachoeira se tornou inevitável. A partir daí, os principais veículos de nossa indústria de comunicação, seus editorialistas, colunistas e comentaristas, decretaram que o "julgamento do mensalão" seria a prioridade.


Exigem que seja logo, que conclua pela culpa dos -acusados e reclamam punições exemplares. Têm consciência de que, juridicamente, o caso é frágil, mas não se importam: afirmam que a "opinião pública" clama por uma "resposta firme". E que o STF tem a obrigação de atendê-la. E que o ministro que titubear na condenação é fraco – para dizer o mínimo."
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Posted: 01 May 2012 08:22 AM PDT


Carolina Pimentel, Agência Brasil

"No pronunciamento transmitido em rede de rádio e televisão para comemorar ao Dia do Trabalho (1º de maio), a presidenta Dilma Rousseff cobrou dos bancos privados mais esforços para reduzir as taxas de juros cobradas em empréstimos, cartões de crédito e no cheque especial. E aconselhou o brasileiro a procurar os bancos que ofereçam as taxas mais baixas.

"É inadmissível que o Brasil, que tem um dos sistemas financeiros mais sólidos e lucrativos, continue com um dos juros mais altos do mundo. Esses valores não podem continuar tão altos. O Brasil de hoje não justifica isso. Os bancos não podem continuar cobrando os mesmos juros para empresas e para o consumidor, enquanto a taxa básica Selic cai, a economia se mantém estável e a maioria esmagadora dos brasileiros honra com presteza e honestidade os seus compromissos", disse Dilma no discurso veiculado esta noite (30).

Para a presidenta, com a queda da taxa básica de juros e inflação estável, os bancos privados estão sem argumento para explicar a manutenção dos altos juros cobrados dos clientes. "O setor financeiro, portanto, não tem como explicar essa lógica perversa aos brasileiros. A Selic baixa, a inflação permanece estável, mas os juros do cheque especial, das prestações ou do cartão de crédito não diminuem".

Para pressionar os bancos privados, a presidenta espera contar com a pressão dos próprios clientes, que podem estimular a competição entre os bancos. "É bom, também que você consumidor, faça prevalecer os seus direitos escolhendo as empresas que lhe ofereçam melhores condições", disse.

Dilma Rousseff espera que os bancos privados sigam os mesmos passos dos bancos públicos, que reduziram as taxas das linhas de crédito voltadas ao consumo e do cheque especial. "A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil escolheram o caminho do bom exemplo e da saudável concorrência de mercado, provando que é possível baixar os juros cobrados dos seus clientes em empréstimos, cartões, cheque especial, inclusive no crédito consignado".

De acordo com a presidenta, somente quando os juros nacionais chegarem ao patamar das taxas internacionais, a economia brasileira "será plenamente competitiva", saudável e moderna.

Para fortalecer a economia do país e estimular a abertura de vagas de trabalho, Dilma citou que, no governo dela, retirou impostos incidentes sobre a folha de pagamento, "dando mais alívio ao empregador e mais segurança ao empregado". E defendeu a necessidade de se investir em educação de qualidade "em todos os níveis" e, também, na qualificação e treinamento dos trabalhadores."


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Francisco Almeida / (91)81003406
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