domingo, 6 de janeiro de 2013

Via Email: BRASIL! BRASIL!




BRASIL! BRASIL!


Posted: 06 Jan 2013 05:07 AM PST
Posted: 06 Jan 2013 05:00 AM PST



"O período das festas de fim de ano sempre se caracteriza pela renovação das esperanças e, nos tempos atuais, há uma exuberância de consumo, alegria, espetáculos, até porque é típico de nós seres humanos a confraternização seja para celebrar a alegria, afastar as dores ou esquecer as tristezas.

Eduardo Bomfim, Vermelho

No entanto, após a ressaca dos dias festivos que antecederam ao novo ano de 2013 a humanidade depara-se com a realidade de uma terrível crise econômica consequência das políticas neoliberais da nova ordem mundial que vem associada a um processo regressivo de civilização imposto pelo capital financeiro global.

Essa tem sido também uma época em que se promove uma escalada de guerras regionais de alta intensidade em várias partes do mundo através da loucura das grandes potências mundiais capitaneadas pelo consórcio anglo-americano em busca de riquezas e espaços geopolíticos militares. Não vivemos, portanto, o melhor dos nossos momentos mas um tempo de incertezas.
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Posted: 06 Jan 2013 04:15 AM PST
José Mujica



"Ao receber, em sua casa o repórter do New York Times que o entrevistou, Mujica ofereceu-lhe um trago de cachaça uruguaia, enquanto demonstrava a sua cultura, citando Spinoza. Lembrou uma passagem de Dom Quixote e Sancho Pança, que, hóspedes de pastores de cabras, bebem vinho e comem cabrito assado, com seus anfitriões.

Mauro Santayana, Carta Maior

O New York Times publicou, neste fim de semana, um perfil do presidente do Uruguai, José Mujica. Não é a primeira vez que seus hábitos modestíssimos ocupam alguns importantes jornais do mundo. Mais instigante do que o estranho chefe de Estado e de governo, que doa quase todos os seus subsídios presidenciais aos pobres, e que cultiva crisântemos, é o próprio Uruguai, que chegou a ser comparado com a Suíça nas primeiras décadas do século passado.
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Posted: 05 Jan 2013 03:36 PM PST


Técnica competente e política habilidosa,
Dilma Rousseff está em situação confortável
para a disputa eleitoral de 2014.
Foto: Masao Goto Filho



Fernando Lyra, CartaCapital

'Quando o presidente Lula anunciou Dilma Rousseff como sua candidata à Presidência, a reação foi de completa perplexidade. Executiva decidida e conhecida por suas opiniões fortes, Dilma nunca havia concorrido a uma eleição. Tinha uma história de vida complexa, uma reconhecida competência técnica e uma experiência de sucesso substituindo o até então insubstituível ministro José Dirceu na Casa Civil do governo. Mesmo assim, essas credenciais pareciam insuficientes, até porque ela não era uma petista histórica, suas raízes partidárias estavam no PDT de Brizola, onde exerceu diversas funções na cidade de Porto Alegre e no governo do Rio Grande do Sul, adquirindo experiência administrativa.

Primeiro veio a campanha, e ela mostrou-se uma candidata competitiva. A pupila foi boa aluna, aprendeu lições valiosas com um professor generoso. Foi bem nos debates e sua personalidade forte começou a aparecer para quem prestava atenção. Ganhou a eleição com méritos.

Elegemos então a primeira mulher presidente do Brasil. Enchemos o peito de orgulho e Dilma foi empossada sob os aplausos do mundo, ratificando o compromisso brasileiro com a modernidade e a igualdade entre o homem e a mulher.

Iniciou seu governo sob a sombra poderosa do mais popular presidente da nossa história. Poderia, sem conflito com o antecessor e padrinho, impor sua própria marca? Aos poucos essa questão foi sendo respondida. Positivamente. Dilma surpreendeu nos primeiros cem dias, na primeira crise, nas primeiras insatisfações. Os ataques éticos a membros do seu governo deram o mote para a imagem de faxineira. As tentativas de insubordinação trouxeram à tona seu estilo durão. As inquietações na ampla base foram encaradas com firmeza.

Pouco a pouco se viu que não era apenas a primeira mulher que ocupava a Presidência. Era uma ex-guerrilheira heroica e determinada. Uma estudante torturada com o espírito da anistia e da conciliação. Mas sem fugir do encontro com a história. Está aí a Comissão da Verdade, avançando, sem revanchismo e com firmeza."
Artigo Completo, ::AQUI::

Posted: 05 Jan 2013 02:56 PM PST



"Cada vez mais candidato à sucessão de Dilma em 2014, senador mineiro patrocina criação do Partido Solidariedade, que vai abrigar sindicalistas como Paulinho da Força e dirigentes da Nova Central e UGT. Com isso, o tucano espera dividir um setor hoje aliado ao governo federal, provocar uma debandada no PSD de Kassab e ainda reduzir a fama de "elitista" que o PSDB carrega

Brasil 247 / Minas 247

A mais nova estratégia do senador mineiro Aécio Neves (PSDB) é dividir politicamente o sindicalismo brasileiro, hoje majoritariamente aliado do governo Dilma Rousseff (PT). Cada vez mais candidato à presidência em 2014, Aécio está patrocinando a criação do Partido Solidariedade, que reunirá sindicalistas e dirigentes da Força Sindical, da Nova Central e da União Geral dos Trabalhadores (UGT). Um dos sinais nesse sentido foi o pedido que o tucano fez ao deputado Fernando Francischini (PEN-PR) para se filiar à nova agremiação.
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Posted: 05 Jan 2013 02:35 PM PST
Se o Aranha morasse em São Paulo já estaria desempregado, decepcionado, e humilhado

Gerson Carneiro, Vi o Mundo


"Vendo Geraldo Alckmin na TV demonstrar a causa, segundo ele, da recente pane nos trens da CTPM, que paralisou todo o sistema, só pude concluir uma coisa.

O governador acredita que o PT contratou o MacGyver para sabotar os trens,  de tão criativa e improvável foi a justificativa que ele apresentou.

Jornal Nacional deu aquela força para corroborar a versão do governador mas a CTPM desmentiu os dois.

RT @UsuarioCPTM: CPTM não cita sabotagem em relatório oficial http://usuariodacptm.wordpress.com/2013/01/05/cptm_nao_cita_sabotagem/

Quem assistiu ao Homem-Aranha sabe da dificuldade que é para parar um trem.

Se o Aranha morasse em São Paulo já estaria desempregado, decepcionado, e humilhado.

Quando eu parar meu fiéti Uno 93 em uma ladeira, vou colocar um cabo de vassoura para ele não descer, como sugeriu o governador."
Alckmin anuncia a "sabotagem"
PT contratou MacGyver: "Fica vermelho, cabra sem vergonha!"
Posted: 05 Jan 2013 02:19 PM PST


DJ Lah, em imagem postada hoje
no Portal Rap Nacional

"DJ Lah, do grupo Conexão do Morro, é um dos seis assassinados na madrugada desse sábado na periferia da zona sul


Guilherme Bryan, Rede Brasil Atual

Em mais uma chacina envolvendo jovens pobres da periferia de São Paulo, seis pessoas foram assassinadas na madrugada deste sábado (5) e outras três ficaram feridas. Entre os mortos está o cantor de rap Laercio de Souza Grimas, mais conhecido como DJ Lah, do grupo Conexão do Morro. Ele tinha 33 anos e era pai de quatro filhos.

A chacina ocorreu num bar do Campo Limpo, zona sul da cidade, onde DJ Lah estava com amigos. O Portal Rap Nacional informa que as vítimas foram executadas por pessoas que estavam num carro modelo Space Fox e passaram atirando. Para a Polícia, no entanto, segundo informações divulgadas hoje de manhã, os assassinos estavam em três carros.


O rapper 2Pac, do grupo Sintonia Lado Sul, também ficou ferido e encontra-se em recuperação num hospital. Outra vítima da chacina foi o homem que, em novembro do anos passado, filmou o assassinato do servente de pedreiro Paulo Batista do Nascimento por policiais, segundo confirmou o delegado-geral da Polícia Civil, Maurício Blazeck, ao jornal SPTV, da TV Globo."
Matéria Completa, ::AQUI::
Posted: 05 Jan 2013 06:36 AM PST

Posted: 05 Jan 2013 06:33 AM PST


Apresentadora do SBT Joyce Ribeiro
(Foto: divulgação)



"Rogério Ferro, jornalista e mestrando da USP, ressaltou que uma das características da imprensa, de mostrar negros proeminentes como casos de superação é agravado quando é individualizado

Pragmatismo Político

"Entrei na TV por uma brecha: vamos colocar um negro apresentando o jornal. Isso já é um preconceito", afirmou a apresentadora do SBT, Joyce Ribeiro, ao participar da mesa "Negro na Mídia", no 2º Vozes pela Igualdade, organizado pela Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira), do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, no mês de novembro (23).

Joyce contou que nunca foi barrada na profissão de jornalista, mas considera que só conseguiu entrar na TV por conta desse novo "momento politicamente correto" em que precisam ter negros na TV. "Já fui mais otimista, mas hoje com uma situação que pouco mudou e há poucos colegas negros na TV, percebo que foi uma condição de momento [entrada na TV] e o preconceito ainda paira nas redações", avaliou. Ela ressaltou, dessa forma, que o número de profissionais negros não reflete a população brasileira, que tem, em sua maioria, pele negra e parda.

No cotidiano da profissão, Joyce afirmou que insiste na luta para fortalecer a presença de negros na TV. "Tento mostrar para os colegas da pauta que há profissionais negros gabaritados que podem falar de determinados assuntos e podem fazer parte das matérias que estamos produzindo. Tento colocar esse olhar diariamente em vários assuntos", afirmou."
Matéria Completa, ::AQUI::
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Francisco Almeida / (91)81003406
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