quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 09 Jan 2013 04:57 AM PST
"A oposição sabe que o ano-chave das eleições não é 2014, é 2013. Ou ela começa á a derrubar a popularidade de Dilma, incentiva candidaturas competitivas e estigmatiza de vez o partido da presidenta, ou pode dar adeus não só às suas remotas chances de vitória, mas de que haja segundo turno em 2014.


Antonio Lassance, Carta Maior

A oposição sabe que o ano-chave das eleições não é 2014, é 2013. Ou ela começa já a derrubar a popularidade de Dilma, incentiva candidaturas competitivas e estigmatiza de vez o partido da presidenta, ou pode dar adeus não só às suas remotas chances de vitória, mas de que haja segundo turno em 2014. O "timing" para fazer isso é 2013, ou será tarde demais para conseguir tirar a vantagem que hoje tem a presidenta contra qualquer adversário.
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Posted: 09 Jan 2013 03:57 AM PST
Saul Leblon, Carta Maior / Blog das Frases


"O mundo literalmente desaba em déficits fiscais decorrentes da fuzarca instaurada pelas finanças desreguladas. Mas no Brasil o governo resolveu posar como o último combatente da batalha do dia anterior.

Numa reverência ao Tea Party ortodoxo-tucano, fez um malabarismo contábil vertiginoso. Deu cambalhotas em saltos triplos. Raspou o tacho aqui e ali. E cumpriu formalmente a meta do superávit de 3,1% para 2012.

O que o país ganhou com isso? Nada.

Ao menos saciou a ressaca da restauração conservadora, que amanheceu o ano novo disposta a fazer de Aécio Neves o Bonaparte dos livres mercados em 2014?

Não.

A ortodoxia borbulha com o champagne grátis oferecido a quem atravessou o ano falando sozinho diante da ceia magra.

Editoriais, manchetes, colunistas foram à desforra.

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Posted: 08 Jan 2013 04:01 PM PST



Gilberto de Souza, Correio do Brasil 

"O ano de 2013 tende a ser uma prova de fogo para a democracia brasileira. O governo da presidenta Dilma Rousseff, que ensaia reformas de base como o fim da miséria no país em plena crise na estrutura do sistema capitalista mundial; o Legislativo, no qual os partidos de esquerda vêem as legendas conservadoras submergir em uma série de derrotas históricas nas últimas eleições municipais; e o crescimento da mídia alternativa aos diários conservadores que, dia após dia, perdem mais leitores, assinantes e se debatem com a falta de apoio publicitário dos tradicionais parceiros, ligados a um capital internacional em via falimentar, são fatores que tensionam e tendem a radicalizar o processo político brasileiro.

Ao perceber a aceitação do discurso voltado à justiça social, ao fim da concentração de renda no país e ao abandono sistemático das fórmulas econômicas ortodoxas, os brasileiros têm mostrado, nas urnas, que o fio condutor da economia brasileira mudou e a transformação foi aprovada. No Estado de São Paulo, de longe o mais conservador do país, a proposta das esquerdas foi consagrada na eleição do ex-ministro Fernando Haddad, após uma costura de bastidores entre legendas de tendências que vão do comunismo ao obscurantismo religioso. Mas todos voltados para a derrota do então líder da legião conservadora, José Serra, ora de partida para o ostracismo. O pragmatismo político do novo centro de poder da capital paulista assegurou mais um passo na direção da realidade pretendida pelo governo da presidenta Dilma.


No Supremo Tribunal Federal (STF), um processo no qual escutas transcritas pela Justiça lançam graves suspeitas sobre os principais líderes da direita no país, entre eles o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, seu então ministro da Saúde, José Serra, o ex-governador do Estado de Minas Gerais, Aécio Neves, senadores e líderes da direita mais extremada, é o próximo na fila de julgamentos e, na nova configuração da Corte, tende a cruzar os meses do segundo semestre de 2013 até meados do ano eleitoral. A Ação Penal (AP) 536 tende a abraçar, ainda, as denúncias contidas no best seller do jornalista Amaury Ribeiro Jr., A Privataria Tucana, que esmiúça o processo de privatização realizado no governo de FHC, sobre o qual pesa uma avalanche de ações na Justiça."
Artigo Completo, ::AQUI::
Posted: 08 Jan 2013 03:48 PM PST
Posted: 08 Jan 2013 03:43 PM PST
"Para a maior parte dos executivos ouvidos no fim do ano, medidas do governo pecam mais pelo modo pelo qual são implantadas do que por seus efeitos; assista e ouça a entrevista


Cristiane Barbieri, iG

Economistas e o mercado financeiro, de modo geral, têm reclamado da mão intervencionista do governo Dilma. Seja ao não autorizar o aumento dos combustíveis que reflete no preço das ações da Petrobras, seja forçando os bancos a baixar juros ou a redução na conta de luz, por meio da MP 579, e na consequente queda das ações das elétricas .

As críticas, no entanto, não são unanimidade. Empresários ouvidos pelo iG no fim do ano  acreditam que elas são mais positivas do que negativas e estimularão a economia no longo prazo. "O governo fez um bom papel [em 2012], fez a parte dele", diz Marco Stefanini, presidente da empresa de tecnologia da informação Stefanini, que faturou quase R$ 2 bilhões em 2012 . "É a primeira vez que vejo um governo brasileiro trabalhando na redução de impostos e do Custo Brasil". Assista:



A área em que Stefanini atua foi beneficiada pela desoneração em folha, mas ele afirma que, em sua empresa, particularmente, não houve impacto positivo. Na desoneração em folha, em vez de a empresa recolher os 20% de INSS sobre o salário de seus empregados, é descontado 2% do faturamento. Como a receita de sua empresa é muito alta - quase R$ 2 bilhões - o benefício não foi percebido."
Matéria Completa, ::AQUI::

Posted: 08 Jan 2013 02:33 PM PST



Cadu Amaral, Blog do Cadu

"Segundo o dicionário, terrorismo significa "modo de coagir, ameaçar ou influenciar outras pessoas, ou de impor-lhes a vontade pelo uso sistemático do terror", em outra definição diz que é "forma de ação política que combate o poder estabelecido mediante o emprego da violência". Os dicionários bem que poderiam acrescentar a postura da "grande imprensa" brasileira diante dos governos Lula e Dilma.

Desde janeiro de 2003 que a inflação vai voltar. Desde janeiro de 2003 que o Brasil vai quebrar. Desde janeiro de 2003 vivemos nas trevas. Segundo a "grande imprensa" nacional, o Brasil é pior dos lugares para se viver.

Mais especificamente trato das notícias sobre o setor elétrico. Nada como desafiar os interesses econômicos de nossas elites. Desde que Dilma comprou o debate sobre a redução das tarifas o foco do terror midiático é a volta dos apagões de FHC.

E como a mídia nacional não tem limites, vale até transformar reunião agendada previamente em reunião de emergência. Vale não relatar que quedas do sistema foram provocadas pela Cemig de Minas Gerais, que a Ligth no Rio de Janeiro pertence à empresa mineira e não investigam as suspeitas de falha humana em quedas de energia em aeroportos fluminenses."
Artigo Completo, ::AQUI::
Posted: 08 Jan 2013 02:19 PM PST


Geraldo Alckmin e José Serra



Paulo Gama, Folha de S. Paulo

"O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou nesta terça-feira (8) não acreditar que seu correligionário José Serra vá deixar o partido para viabilizar sua candidatura à Presidência da República em 2014.

"Não acredito nisso. O Serra é um dos fundadores do PSDB, um dos melhores quadros do partido. Acho que o caminho do Serra é cada vez mais PSDB", afirmou.

Reportagem da Folha de hoje mostra que, desde que perdeu a disputa pela Prefeitura de São Paulo no ano passado, Serra vem se queixando de isolamento dentro do PSDB.

Como hoje o nome no partido mais forte para disputar o Planalto é o do senador mineiro Aécio Neves, Serra tem discutido com aliados a possibilidade de deixar a sigla.

As hipóteses consideradas são a criação de uma nova sigla ou a migração para o PPS."
Foto: Caio Guatelli - 12.out.2011/Folhapress

Posted: 08 Jan 2013 08:14 AM PST


"Esperança tucana no Rio de Janeiro, Luciano Huck terá que fazer umas aulinhas de português caso queira mesmo se candidatar, nem que seja para evitar vexames no Twitter. Na rede social, ele acaba de pedir um sistema público de saúde "descente" (assim mesmo, com sc), numa mensagem que foi imediatamente multiplicada por Sabrina Sato, aquela que se vangloria do seu QI nem tão privilegiado



Ninguém sabe ao certo se Luciano Huck, celebridade da Globo, atenderá ao chamado do PSDB para concorrer ao governo do Rio de Janeiro, conforme foi noticiado pelo jornalista Ilimar Franco, do Globo, há pouco mais de uma semana.

Mas se for realmente verdade, o garoto-propaganda terá que, antes, fazer um curso intensivo de português, para evitar vexames no Twitter. Indignado com uma reportagem do Jornal Nacional, Huck acaba de postar a seguinte mensagem: "Espero que um dia o Brasil tenha um sistema de saúde público descente e para todos #JN".
Se era discurso de pré-candidato, faltou cuidar do vernáculo.

"Descente" talvez seja um sistema de saúde em dúvida entre ser decente ou descendente – mas a palavra, simplesmente, não existe.
Por ironia ou não, a mensagem de Huck mereceu um retweet imediato de Sabrina Sato, celebridade notória por alardear o fato de ser "burrinha".
Posted: 08 Jan 2013 07:02 AM PST



Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania

"Apesar de ser revoltante a tentativa da Folha de São Paulo e do Estado de São Paulo de convencer o país de que existe a mais tênue possibilidade de ocorrer racionamento de energia como o que ocorreu entre meados de 2001 e começo de 2002, essa nova falsificação de tragédia terá o mesmo destino das outras junto a sociedade. Esta, porém, não é o objetivo.

Após o fracasso do "pibinho", que não influiu em nada na popularidade e na confiança de que o governo federal e a sua titular desfrutam junto à sociedade, a nova aposta é ainda mais frágil, pois, aí, fundamenta-se, exclusivamente, em invenção, enquanto que o crescimento modesto do país em 2012, ainda que não tenha atingido o cidadão, ao menos existiu.

Esses jornais, de alguns dias para cá, saíram com uma história sem pé nem cabeça, sem qualquer base em nada, de que o governo Dilma pode decretar racionamento de energia elétrica no país igual ao que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso decretou entre o penúltimo e o último ano de seu governo de oito longos e torturantes anos.
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Posted: 08 Jan 2013 06:41 AM PST



Vitor Abdala, Agência Brasil

"A Petrobras refinou no dia 1º de janeiro deste ano um volume recorde de petróleo. Segundo nota divulgada hoje (8) pela empresa, foram processados 2,111 milhões de barris no dia. O recorde anterior, de 12 de agosto, era de 10 mil barris a menos.

De acordo com a Petrobras, a marca foi atingida sem comprometer a confiabilidade das instalações e sem riscos para a segurança e o meio ambiente.

Segundo a nota, o volume recorde refinado contribui para a redução da importação de derivados, como a gasolina."

Posted: 08 Jan 2013 06:33 AM PST



"Apesar do uso acentuado das usinas térmicas, cujo custo deverá ser repassado para os consumidores, tarifa menor da energia elétrica continua garantida para o consumidor em 2013. "Não podemos misturar uma coisa com a outra", declarou Márcio Zimmermann, secretário executivo do Ministério de Minas e Energia. Outro desafio enfrentado pelo governo para baixar o preço foi a resistência do PSDB, que tirou as elétricas de São Paulo, Minas e Paraná, estados governados pelos tucanos Alckmin, Anastasia e Richa, do contrato integral


Apesar dos desafios, o governo federal garantiu, nesta terça-feira 8, o desconto de 20% na tarifa da energia elétrica para o consumidor em 2013. A notícia foi dada pelo secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann.
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Posted: 08 Jan 2013 05:44 AM PST

Posted: 08 Jan 2013 05:37 AM PST

"Cada vez que o governo de Cristina Fernández de Kirchner tenta eliminar vícios e desvios que beneficiam os interesses de determinados grupos, aparece uma espécie de reservatório de blindagens que impedem o governo de desfazer certas aberrações. Fazem parte dessa blondagem os esforços permanentes, da parte dos meios de comunicação, de confundir a opinião pública. Desfazer um negócio turvo e retomar um espaço público é atentar contra o direito da propriedade, além de disseminar insegurança jurídica. O artigo é de Eric Nepomuceno.


Eric Nepomuceno, Carta Maior

Espaço. Eis aqui algo que parece vedado à presidente Cristina Fernández de Kirchner cada vez que seu governo tenta eliminar vícios e desvios que beneficiam os interesses de determinados grupos. De nada adiantam leis aprovadas por maioria no Congresso, de nada adiantam decisões judiciais: há uma espécie de reservatório de blindagens que impedem o governo tanto de desfazer certas aberrações.

A tudo isso, somam-se os esforços permanentes, da parte dos meios de comunicação, de confundir a opinião pública. Assim, ficou estabelecido que tentar desmontar um conglomerado que controla 56% da televisão paga num país onde mais de 80% dos domicílios recebem televisão a cabo ou por satélite é atentar contra a liberdade de expressão. Desfazer um negócio turvo e retomar um espaço público é atentar contra o direito da propriedade, além de disseminar insegurança jurídica.

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Posted: 08 Jan 2013 05:30 AM PST



Vitor Abdala, Agência Brasil

"A avaliação do consumidor brasileiro sobre o mercado de trabalho melhorou em dezembro de 2012, em relação ao mês anterior. A situação foi constatada pelo Indicador Coincidente de Desemprego (ICD), da Fundação Getulio Vargas (FGV), que caiu 2,4% de novembro para dezembro do ano passado.

Quanto menor o ICD, melhor é a percepção do consumidor sobre o mercado de trabalho. O índice tem apresentado quedas desde setembro de 2012 e, em dezembro, registrou a segunda menor pontuação da série histórica iniciada em 2008 (60,9 pontos), ficando abaixo apenas do índice de dezembro de 2011, que havia sido 60,4.

"O índice mostra uma tendência de um mercado de trabalho aquecido", disse o coordenador da pesquisa, o economista do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), Fernando de Holanda.

Entre as quatro faixas de renda analisadas pelo ICD, os consumidores que tiveram melhores avaliações do mercado de trabalho foram aqueles de menor renda (com renda familiar mensal de até R$ 2.100)."
Posted: 08 Jan 2013 05:20 AM PST


A assessoria de José Serra
informa que "não está em debate



Leandro Mazzini, Correio do Brasil / ColunaEsplanada

'O governador Geraldo Alckmin diz que não houve convite. A assessoria de José Serra informa que "não está em debate". Mas ambos se esforçam para evitar constrangimento. A coluna reafirma que oficiosamente Alckmin o sondou para secretário de Saúde na primeira semana de Dezembro. É que Serra até agora não se manifestou, e isso irrita todo o PSDB, porque atrasa os planos da pré-candidatura de Aécio Neves ao Planalto. Com Serra acuado, Barjas Negri torna-se maior favorito à secretaria de Alckmin."

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Francisco Almeida / (91)81003406
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