quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 03 Jan 2013 04:09 AM PST

"O programa de ACM Neto seguirá a proposta do DEM e do PSDB. Ele quer governar a cidade como fazem as empresas. O que não é um bom sinal


Emiliano José, Brasil 247

Richard Sennet, no livro O declínio do homem público, afirma que a política é teatro, e a afirmação é feita positivamente. É um elogio à política como elemento civilizatório, como uma atividade que reclama adaptação à correlação de forças, que implica subestimação dos ódios pessoais, fortalecimento do espírito público. É bom lembrar isso em tempos em que a política anda tão combatida, como se ela não fosse tão essencial aos homens e mulheres de todo o mundo, como de fato é. Agora, teatro, aqui, não pode significar enganar a multidão, ludibriar o povo, prometer o que não se pode cumprir. Aí, vira politicalha, não é mais política.

Parto disso para discutir os primeiros passos do prefeito eleito e empossado de Salvador, ACM Neto. E, de pronto, alerto que sei de uma espécie de prudente ritual, segundo o qual há que se esperar um bom tempo até que se possa criticar o novo administrador e suas políticas, no essencial um ritual correto e, por isso, me aterei apenas àquilo que já foi feito, e se feito, se exposto ao sol, sujeito à crítica, se crítica couber. Bom, quem sabe, até para o novo prefeito repensar o que diz, quando for o caso. 

Sou jornalista, mas se alguém disser, maliciosamente, que sempre fui adversário do grupo político do prefeito, estará dizendo a verdade. Isso não invalida a crítica, porque não penso existir ser humano imparcial na face da terra. O esforço, e eu o faço, é para não distorcer fatos, sempre enquadrá-los corretamente, contextualizá-los, aproximar-se o mais que se possa da verdade. Não tenho qualquer animosidade pessoal com o prefeito eleito. 
Somos apenas adversários políticos, e a apresentação de diferenças é parte da vida democrática, dá vitalidade à democracia. Agora, ao primeiro ponto: o secretariado que o prefeito apresentou à cidade."
Artigo Completo, ::AQUI::
Posted: 02 Jan 2013 03:19 PM PST




"A exemplo do que fez a Argentina com a Lei de Meios, o Uruguai também decidiu colocar um freio dos monopólios de comunicação do país.

Decreto editado pelo governo do presidente José Mujica nesta quarta-feira (2) limitou a quantidade de afiliadas que podem ter as empresas privadas de televisão. A Secretaria de Comunicação da Presidência criou o decreto que limita a 25% o total de domicílios que uma empresa pode alcançar em todo o país e a 35% em cada território.

"Sem afetar direitos adquiridos, se entende necessário limitar a participação no mercado de operadores de televisão para afiliadas, evitando a geração de monopólios e oligopólios", pontua.

O decreto recorda que, no início, o mercado de serviços de televisão para afiliados se constituiu com base no princípio de territorialidade. Mas, atualmente, esse mercado está dominado por operadores que, em sua maioria, prestam serviços em todo território nacional e as empresas tem influído no desenvolvimento de produções locais de televisão, acrescenta o texto.

O documento sustenta que isso pode produzir "uma grande concentração não desejada, atendendo ao princípio de diversidade, e afetar o desenvolvimento de operadores que se encontram limitados a uma área territorial determinada".

Posted: 02 Jan 2013 03:14 PM PST




"Emissora dos Marinho perdeu 10% de audiência no ano passado; média foi de 14,7 pontos, no quinto ano consecutivo abaixo dos 20 pontos; todas as emissoras perderam espectadores; internet e TV por assinatura continuam fazendo estragos na midia tradicional


Todas perderam, mas foi a Globo a emissora de televisão que, em 2012, atingiu sua pior marca no Ibope no período dos últimos dez anos. Dona de um índice médio anual de audiência, entre 7h00 e meia-noite, de 20,3 pontos em 2002, a Globo de João Roberto Marinho atingiu apenas 14,7 pontos no ano passado, amargando o quinto ano abaixo da faixa dos 20. Em relação ao resultado de 2011, a perda foi de 10%. Cada ponto corresponde a 60 mil domicílios na Grande São Paulo.

A Record, com audiência 13% menor do que a de 2011, fechou o ano com a marca de 6,2 pontos de média. Logo atrás, reduzindo a diferença registrada no período anterior, o SBT, do empresário Silvio Santos, com 5,6 pontos. A Band ficou com 2,5 pontos, enquanto a RedeTV! teve apenas 0,9 ponto.

As explicações para a perda generalizada de audiência entre as emissoras de tevê aberta são muitas, da baixa atratividade dos programas à concorrência com as tevês por assinatura. Não há dúvida, porém, de que o aumento nos volumes de acesso à internet, em sitos de jornalismo, entretenimento e informação segmentada, também contribuiu para os resultados ruins.

A RedeTV! foi a emissora que mais perdeu audiência entre um ano e outro, com média 37% menor em 2012. Uma das explicações foi a ida do programa Pânico na TV para a Rede Bandeirantes."
Posted: 02 Jan 2013 03:03 PM PST

Sergio Lirio, CartaCapital

"Leio por aí que o Ministério Público de Minas Gerais acusa CartaCapital de forjar documentos do processo do "mensalão tucano". Repito: a revista teria sido acusada pelo MP mineiro de criar e publicar papéis falsos de uma ação judicial, segundo os relatos na internet. O autor de acusação tão grave terá de provar em juízo suas palavras.

Aos sites que se apressam em reproduzir a "informação" sem ouvir a revista, lembro que CartaCapital não publica fichas policiais nem documentos falsos, não acusa sem provas, não transforma bandidos em heróis da pátria, não se associa a meliantes da estirpe de Carlinhos Cachoeira nem recorre aos serviços de arapongas (que se converteram nos verdadeiros "repórteres investigativos" de Brasília). Não fazemos parte deste clube e é patético o afã de tentar nos misturar a esta gente. O jornalismo de esgoto corre por outras bandas.

Quanto ao processo do "mensalão tucano", a exemplo do episódio da famosa Lista de Furnas, mais uma vez fica claro o poder de quem se esforça para desmoralizá-lo. E, desta feita, impressiona a participação do MP mineiro nesta empreitada. A Lista de Furnas também foi descrita como falsa. Até hoje, aliás, o ex-governador e deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB) usa este argumento (a de que a lista foi forjada) para responder a textos que descrevem como o valerioduto funcionava em seu quintal. Parte da mídia "isenta e independente" repete a tese de Azeredo para ver se cola. Mas uma perícia do Instituto de Criminalística da Polícia Federal comprovou que a lista não foi adulterada e que as assinaturas são verdadeiras.

A reportagem de Leandro Fortes, como de hábito, baseou-se em documentos obtidos com fontes seguras, participantes ativos do esquema que serviu de laboratório para a tecnologia de caixa 2 desenvolvida pelo publicitário Marcos Valério de Souza e mais tarde adotada pelo PT. Estamos absolutamente tranquilos.

Para refrescar a memória dos leitores, reproduzimos a seguir a reportagem publicada na edição número 723, de 11 de novembro de 2012. Leia clicando AQUI.'

Posted: 02 Jan 2013 06:48 AM PST

Posted: 02 Jan 2013 06:47 AM PST

Amigos do Presidente Lula


"Se o chamado "mensalão" da Ação Penal 470 despertou debates e manchetes nos meios políticos e jurídicos, o "mensalão" tucano tem todos os ingredientes para bombar também nas páginas policiais dos jornais e telejornais populares.

Em 2013 começa a hora do pesadelo para o tucanato. Apesar do "mensalão" tucano ter menos réus e mais amigos no STF, e da velha imprensa preferir varrê-lo para baixo do tapete, o escândalo tem ingredientes daqueles de despertar interesse de jornais e programas televisivos populares, do tipo que fazem o Datena e o Ratinho. Assim como o caso Eliza Samúdio, acabará por pautar o Jornal Nacional e o Fantástico, mais cedo ou mais tarde."
Matéria Completa, ::AQUI::
Posted: 02 Jan 2013 06:26 AM PST


A juíza aposentada Vera Regina Müller,
uma das pioneiras no Brasil na defesa
de penas alternativas.



Cynara Menezes, CartaCapital

"A juíza aposentada Vera Regina Müller é uma das pioneiras no Brasil na defesa de penas alternativas. Apaixonou-se pelo tema no início da década de 1980, quando conheceu a realidade britânica: de cada cem penas aplicadas no Reino Unido, 80 são alternativas. Müller implantou penas alternativas no Rio Grande do Sul, sua terra natal, em 1985. Em 2000, faria o mesmo na Central Nacional de Penas e Medidas Alternativas (Cenapa) do Ministério da Justiça, que comandou no fim do governo de Fernando Henrique Cardoso. Com o julgamento do "mensalão", mais do que nunca o debate sobre as penas alternativas volta à tona, mas o assunto guarda duas ironias: se o governo do PSDB foi o responsável por tê-las implementado no País, não deixa de ser, no mínimo, curioso que o partido agora defenda, com unhas e dentes, o encarceramento dos condenados. Por outro lado, o PT, que gostaria de ver José Dirceu, José Genoino e outros colegas de partido cumprir penas alternativas, em vez de presos, diminuiu a verba federal para o setor nos últimos anos. A juíza explica sua visão do tema na entrevista abaixo:

CartaCapital: Desde que a senhora esteve no governo, evoluiu a questão das penas alternativas no Brasil?

Vera Müller: Carecemos, hoje, de um sistema online para medir as aplicações no País. Os dados que chegam são muito atrasados. Até onde se contou, em 2009, o número de penas alternativas ultrapassou o número de encarcerados: são cerca de 540 mil encarcerados e mais de 640 mil aplicações de penas alternativas. E deve ser muito mais.

CC: Não é irônico que o PSDB, que criou uma central de penas alternativas, defenda agora o encarceramento dos condenados no "mensalão"?


VM: É irônico, mas tem outra conotação aí, política. No Brasil, achamos que a única coisa que resolve é a cadeia. Está aí o (José Luiz) Datena que passa a tarde na televisão a martelar, a preconizar o encarceramento. Quando comecei a fazer esse trabalho, verifiquei que 75% dos processos numa vara criminal eram de menor potencial ofensivo. Só 35% são delitos mais graves. Os demais não tiveram defensor público, são pobres, sem qualificação profissional, poderiam estar fora da cadeia. Os delitos mais graves são em muito menor número, mas a população não sabe disso."
Foto: Sergio Amaral
Entrevista Completa, ::AQUI::
Posted: 02 Jan 2013 06:14 AM PST



Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania

"No primeiro dia de 2013, nos quatro cantos do país milhares de prefeitos tomarão posse, mas, ao longo dos próximos quatro anos, as atenções se voltarão àquela que promete ser a gestão municipal que mais terá potencial para influir decisivamente na grande política nacional.

Para quem gosta de misticismos ou de numerologia, o paulistano Fernando Haddad é um prato cheio. No próximo dia 25 de janeiro, aniversário de São Paulo, já no comando da cidade ele cumprirá meio século de vida.

O simbolismo vem a calhar para a importância que terá a gestão do mais eminente membro da nova geração de políticos que o PT, por graça e obra do ex-presidente Lula, começou a dar ao país no primeiro dia do ano retrasado, com a posse da presidente Dilma Rousseff.

Não será fácil, porém, a missão do novo prefeito. Assume o comando de uma megalópole mergulhada no caos, ainda que, do ponto de vista financeiro, graças à boa situação do país não enfrente problemas de relevo.

E esse caos paulistano é bem visível, real e, aliás, foi ele que elegeu Haddad para governar a capital mais rica e problemática do país. Transporte, Saúde, Educação e Segurança Pública são os problemas mais evidentes, ainda que estejam longe de ser os únicos."
Artigo Completo, ::AQUI::
Posted: 02 Jan 2013 05:15 AM PST



Marina Dias, Terra Magazine / Blog: Bob Fernandes

"O novo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), passou a virada de ano na casa do deputado federal Gabriel Chalita (PMDB), com amigos e familiares. Cada vez mais próximos – principalmente depois do segundo turno das eleições na capital paulista -, Chalita e Haddad costumam conversar semanalmente e o peemedebista foi consultado em indicações importantes para a composição do secretariado que tomou posse nesta terça-feira (1).

Haddad foi à festa de fim de ano acompanhado da mulher, Ana Estela, e dos filhos Frederico e Carolina. As celebrações não se estenderam pela madrugada, já que o petista assumiria seu novo cargo no início da tarde deste primeiro de janeiro.
Mais informações »

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