segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 16 Sep 2012 06:31 PM PDT


Posted: 16 Sep 2012 05:43 PM PDT



"No momento em que retorna aos palanques, Lula é alvo de uma tentativa de golpe preventivo. O recado que os opositores transmitem é: "se voltar levará chumbo". Diante do ataque organizado, o ex-presidente só tem uma alternativa, que é lutar para não ser devorado pelos adversários

Brasil 247

Personagem central da vida política brasileira nos últimos quarenta anos, Luiz Inácio Lula da Silva construiu sua trajetória na base da superação. Retirante, venceu a pobreza extrema. Sindicalista, desafiou a ditadura militar e organizou as greves do ABC. Candidato à presidência da República desde 1989, ele enfrentou a desconfiança generalizada das elites até finalmente chegar ao poder, em 2002. Na presidência, consagrou-se ao deixar o Palácio do Planalto com 70% de aprovação popular – inclusive da classe empresarial que, com Lula, enriqueceu. Depois disso, Lula passou a ser convidado a dar palestras em vários cantos do mundo, recebendo cachês jamais inferiores a U$S 100 mil. Lula estava, portanto, com a vida ganha. Continuava sendo o principal ator político do País e um homem, a cada dia, mais rico – e que, segundo muitos, poderia escolher se voltaria ao poder em 2014 ou 2018.

Neste fim de semana, no entanto, Lula teve um choque de realidade. E foi despertado para o fato de que nada, em sua trajetória, veio de graça. Com a reportagem de capa de Veja, o ex-presidente foi alvejado por um típico golpe preventivo. Como a oposição sabe que não poderá derrotá-lo nas urnas em 2014, 2018 ou mesmo depois, o campo de batalha passou ser outro: o tribunal sumário dos meios de comunicação. Como se sabe, Lula passou a ser acusado de ser o chefe supremo do mensalão, no momento em que alguns de seus companheiros estão prestes a ser condenados. Ainda que a consistência da acusação seja questionável (uma "entrevista" sem fita negada pelo entrevistado), o que os opositores dizem a Lula é bem simples: "se voltar levará chumbo". E isso significa ser alvo de um processo judicial que o colocaria numa espécie de impedimento político. Assim, no Brasil, tal como começa a acontecer em outros países latino-americanos, a disputa política passaria a ser decidida no tapetão, à la paraguaia."
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Posted: 16 Sep 2012 05:33 PM PDT
Maria Rita Kehl, Folha de S. Paulo



"Quem não reagiu está vivo", disse o governador de São Paulo ao defender a ação da Rota na chacina que matou nove supostos bandidos numa chácara em Várzea Paulista, na última quarta-feira, dia 12. Em seguida, tentando aparentar firmeza de estadista, garantiu que a ocorrência será rigorosamente apurada.

Eu me pergunto se é possível confiar na lisura do inquérito, quando o próprio governador já se apressou em legitimar o morticínio praticado pela PM que responde ao comando dele.

"Resistência seguida de morte": assim agentes das Polícias Militares, integrantes do Exército e diversos matadores free-lancer justificavam as execuções de supostos inimigos públicos que militavam pela volta da democracia durante a ditadura civil militar, a qual oprimiu a sociedade e tornou o país mais violento, menos civilizado e muito mais injusto entre 1964 e 1985.

Suprimida a liberdade de imprensa, criminalizadas quaisquer manifestações públicas de protesto, o Estado militarizado teve carta branca para prender sem justificativa, torturar e matar cerca de 400 estudantes, trabalhadores e militantes políticos (dos quais 141 permanecem até hoje desaparecidos e outros 44 nunca tiveram seus corpos devolvidos às famílias --tema atual de investigação pela Comissão Nacional da Verdade).

Esse número, por si só alarmante, não inclui os massacres de milhares de camponeses e índios, em regiões isoladas e cuja conta ainda não conseguimos fechar. Mais cínicas do que as cenas armadas para aparentar trocas de tiros entre policiais e militantes cujos corpos eram entregues às famílias totalmente desfigurados, foram os laudos que atestavam os inúmeros falsos "suicídios".
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Posted: 16 Sep 2012 01:57 PM PDT



Posted: 16 Sep 2012 01:43 PM PDT
Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania



"Confesso que tive preguiça de escrever sobre a última da Veja. No sábado pela manhã, assim que, sôfregos, blogs e sites da mídia tucana começaram a martelar mais uma denúncia lastreada em vento, o cansaço com essas falsas polêmicas levou este blogueiro a decidir se poupar de trabalho tão patético quanto o de desmentir o que se desmente por si só.

Não ia escrever, mas o tom que vi em algumas matérias da blogosfera me leva a fazer o que não tinha vontade. E sem nem mesmo ver necessidade. Mas como há gente bem-intencionada levando a sério não a matéria, mas a intenção por trás dela, escrevo.

Sejamos sintéticos como o assunto merece. Rememoremos a denúncia em poucas palavras.

Veja e outros veículos da mídia tucana que repercutiram sua matéria fizeram chamadas sobre o tema que induzem o leitor a crer que a revista entrevistou o réu do julgamento do mensalão Marcos Valério e que este teria acusado o ex-presidente Lula de ter sido o verdadeiro arquiteto do esquema. Ao mergulhar na matéria, porém, o leitor vai perdendo expectativas.

Veja – e o resto da mídia que a repercutiu acriticamente – usa chamada que induz a erro. Repare, leitor:

"Diante da perspectiva de terminar seus dias na cadeia, o publicitário [Marcos Valério] começa a revelar os segredos que guardava – entre eles, o fato de que o ex-presidente sabia do esquema de corrupção armado no coração do seu governo"


Só lá pelo meio da primeira parte da matéria – sim, pessoas de boa fé me obrigaram a ler aquilo – é que surge a informação que deveria não só ter aberto o texto já no primeiro parágrafo, mas que deveria constar no título na capa da revista, que estampa a denúncia e induz quem a vê a comprar o material achando que, nas páginas internas, contém uma bomba."
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Posted: 16 Sep 2012 09:39 AM PDT



"De acordo com denúncia é da diretora da Faculdade de Educação da USP, Lisete Arelaro, publicada na Rede Brasil Atual na última semana, a Prefeitura de São Paulo está privatizando o atendimento na rede de educação infantil paulistana.

Joanne Mota, Rádio Vermelho / Rede Brasil Atual

A pesquisa da USP aponta uma elevação de 36,5% no número de creches particulares no período de 2004 a 2010, enquanto o atendimento na rede municipal recuou quase 5%.

De acordo com informações do Ministério Público de São Paulo, a Prefeitura está sendo porcessada por improbidade administrativa. "O Mistério Público está monitorando essas parcerias e irá apurar as denúncias de irregularidades", informou o promotor de Justiça, João Paulo Faustinoni."


Posted: 16 Sep 2012 08:45 AM PDT
Haddad entre Marta e Lula no comício do 
Capão Redondo
"Em seus primeiros comícios ao lado de Fernando Haddad (PT), ex-presidente faz chamado à militância petista para levar candidato ao segundo turno





Redação, Rede Brasil Atual

Em sua primeira participação em comícios ao lado de Fernando Haddad, candidato do PT à prefeitura de São Paulo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criticou ontem (15) a "agressividade" de José Serra (PSDB) na campanha e disse que ele abandonou a cidade depois da "primeira chuva de verão". Serra elegeu-se prefeito em 2004, assumiu em 2005 e deixou o posto em 2006, para concorrer ao governo do estado.

"Nós temos um cidadão que é candidato e que já foi prefeito. Na primeira chuva de verão, ele correu, não esperou a segunda", disse o ex-presidente. "Ele anda muito agressivo. Ele tem quase a minha idade e a gente, depois dos 60, tem que ser mais calmo. Então, Fernando (Haddad), você não tem que se preocupar com a agressividade dele (...)  Os médicos dele é que precisam se preocupar porque nessa idade é mais fácil ter infarto", afirmou Lula num dos comícios, no Capão Redondo, zona sul da cidade.

Mais tarde, na Cidade Dutra, também zona sul, completou. "Se ele quer arrumar emprego, arruma em outro lugar. Ser prefeito é missão, não é emprego. Prefeito não tem que ter medo das enchentes. Tem que ir lá e viver a enchente com o povo".
Foto: Divulgação
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Posted: 16 Sep 2012 08:17 AM PDT
Agência Brasil



"A presidente Dilma Rousseff foi neste domingo à cidade de Aguaí, a 200 km de São Paulo, para prestar homenagem a Diva da Silva Rosa, de 87 anos, uma das suas tias favoritas. Diva morreu ontem à noite de falência múltipla dos órgãos. Segundo parentes e amigos da presidente, nos anos de 1970 a 1972, quando esteve presa, Dilma recebia semanalmente a visita da tia Diva, que tentava reconfortá-la.

Dilma chegou a Aguaí sozinha, por volta das 10h30 de hoje. Ela estava em Porto Alegre, passando o fim de semana com a filha Paula, o genro Rafael e o neto Gabriel, e alterou sua agenda para assistir ao sepultamento da tia, uma dos cinco irmãos de sua mãe.

Aguaí, no interior de São Paulo, tem pouco mais de 32 mil habitantes e "parou", desde que surgiram as informações que a presidente iria ao enterro da tia. Ontem, o maior hotel de Aguaí recebeu 13 seguranças e mais 17 chegaram nesta manhã. As principais ruas da cidade e os arredores do único cemitério foram cercados pelo esquema de segurança presidencial.

De volta a Porto Alegre, Dilma viaja na segunda-feira para Rio Grande, no interior gaúcho, onde visita um estaleiro. Só depois retorna a Brasília. No próximo domingo, 23, ela embarca para os Estados Unidos onde participará da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.

No ano passado, em discurso na Assembleia Geral da ONU, a presidente apelou para que a comunidade internacional buscasse a inclusão social como base para o desenvolvimento econômico mundial."


Posted: 16 Sep 2012 08:07 AM PDT
Marcos Coimbra, CartaCapital



"Na mitologia de muitas culturas, existem narrativas sobre os caminhos que se abrem em razão das escolhas que fazemos. Em algumas versões, são lendas que nos levam a pensar nas consequências práticas das ações presentes, no modo como determinam nosso futuro no mundo. Em outras, referem-se ao que nos aguarda no além-túmulo.

Na tradição do catolicismo popular temos, por exemplo, a crença do encontro da alma com São Pedro, que, zelador da porta do Céu, só deixa entrar no Paraíso quem tiver mantido vida justa na Terra. Quem não, endereça ao Inferno.

Para muitos muçulmanos, o primeiro destino da alma é determinado nos instantes que sucedem a morte. Chegam os anjos Munkar e Nakir e a interrogam. São três perguntas: "Quem é teu senhor? Quem é teu profeta? Qual é a tua religião?" Os que acertam ficam à espera da ressurreição em alegria, os que erram são torturados até o Dia do Julgamento.

São muitas histórias semelhantes e, em todas, um mesmo recado: quem faz a coisa certa é recompensado, quem se desvia paga. Nas labaredas do Inferno.

A ansiedade dos ministros do Supremo Tribunal Federal perante o julgamento do mensalão é compreensível.

Receberam da Procuradoria-Geral da República uma denúncia que os especialistas consideram mais frágil do que aquela feita contra Fernando Collor. E aquela foi tão inepta que caiu por terra na primeira análise.


O fulcro da acusação é uma palavra inventada por um personagem famoso pela falta de seriedade. Nada, nem uma única evidência foi produzida em sete anos de investigações que demonstrasse que funcionou no Congresso Nacional, entre 2004 e 2005, um esquema de compra de votos para aprovar medidas de interesse do governo Lula. O que torna a existência da "quadrilha do mensalão" uma fantasia."
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Posted: 16 Sep 2012 07:54 AM PDT



"Reportagem ancorada em supostas declarações já negadas pelo empresário Marcos Valério produziu uma reação esperada: José Serra pediu que o Ministério Público investigasse a "entrevista" e levasse o caso ao STF. Ou seja: depois da Ação Penal 470, Lula também poderia vir a se tornar réu, ficando assim impedido de voltar à presidência

Brasil 247

Desde 1º de janeiro de 2003, a revista Veja tem se destacado por ser uma trincheira de combate ao chamado "lulismo", seja por meio de denúncias nem sempre verdadeiras, seja por meio de ataques diretos feitos por colunistas como Diogo Mainardi (já fora da publicação), Augusto Nunes e Reinaldo Azevedo. De todas as incontáveis capas produzidas por Veja, a que talvez melhor simbolizasse o sentimento do dono, Roberto Civita, era aquela chamada "Essa doeu", em que Lula levava um pontapé no traseiro – o pretexto era uma negociação relativa ao preço do gás comprado da Bolívia. Houve ainda outro episódio em que, no auge de mensalão, Lula foi grafado como Lulla – a esperança de Civita era que, naquele momento, a revista fosse capaz de liderar um movimento nas ruas pelo impeachment do ex-presidente, tal qual ocorreu com Collor.

Esse movimento não aconteceu porque a oposição, liderada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, não teve coragem para tentar cassar o primeiro presidente de origem popular da história do País e para enfrentar, nas ruas, a força dos movimentos sociais ligados ao PT. Faltou coragem, mas o desejo de eliminar Lula da cena política brasileira permaneceu vivo.

Veja manteve seu padrão de jornalismo mais próximo da ficção do que da realidade, com denúncias como as dos dólares de Cuba, dos envelopes com R$ 200 mil entregues na Casa Civil de Dilma Rousseff e da propina entregue na garagem do Ministério dos Transportes (acusação da qual o ex-ministro Orlando Silva já foi inocentado). Mas o PT, enquanto esteve no governo, não ousou confrontá-la. Ao contrário, manteve até uma relação de civilidade, expressa no fato de que o grupo Abril é um dos principais beneficiários da publicidade oficial no País, em razão da suposta audiência de suas publicações. Além disso, não foi capaz nem sequer de convocar Civita e um dos jornalistas de Veja a depor na CPI do caso Cachoeira."
Matéria Completa, ::AQUI::


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Francisco Almeida / (91)81003406
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