sábado, 22 de setembro de 2012

Via Email: BRASIL! BRASIL!



BRASIL! BRASIL!


Posted: 20 Sep 2012 06:41 PM PDT
Renato Rovai, Blog do Rovai / Revista Fórum



"A pesquisa Datafolha divulgada hoje pelo jornal dos Frias parece estar forçando a mão na margem de erro. O resultado (Russomano, 35; Serra, 21; Haddad, 15; Chalita, 8; Soninha, 4) é bem diferente dos treckings dos candidatos e das pesquisas que empresas utilizam para definir onde aplicam seus tostões. Em nenhum desses levantamentos Serra tem vantagem de seis pontos. Em alguns casos, chegava a dois, mais isso há duas semanas.

No entanto, essa não é a primeira nem a última vez que o Datafolha solta uma pesquisa que depois vai sendo corrigida com a proximidade das eleições.

Alguns costumam perguntar, mas por que o instituto faz isso se o resultado da eleição não vai mudar? Mais do que o efeito psicológico que um resultado adverso neste momento acarreta a uma candidatura, pior efeito é na arrecadação. Este pode ser devastador.

E no caso de Serra, seria a pá de cal que falta para enterrar de vez sua candidatura. Afinal seu índice de rejeição já afastou muitos doadores.

Esse é o nó da questão. Pesquisa neste momento é mais importante para arrecadar do que para ajudar na definição do resultado final. E ao mesmo tempo se um instituto forçar na margem de erro, ele tem espaço suficiente para corrigir o resultado até o dia da eleição.

Dito isto, é importante refletir sobre o estancamento dos índices de Haddad. E isso é um dado real. Haddad cresceu bastante no começo do horário eleitoral, mas depois seus números se mantiveram próximos a 18 pontos nos treckings. Não oscilaram nada.

Já escrevi neste espaço que o programa eleitoral costuma influenciar os eleitores nos primeiros e últimos dias. Isso foi fundamental para Haddad na primeira fase. Se tiver o mesmo efeito nos últimos dias, certamente ele irá bem para a disputa final. Pois, tem condições de crescer de sete a dez pontos, atingindo assim uma votação suficiente para levá-lo ao segundo turno.

Mas para que isso aconteça, é preciso, por um lado, que o programa surpreenda. E por outro, que segmentos importantes da cidade (intelectuais, lideranças sindicais e comunitárias, artistas etc.) criem uma mobilização que debata os riscos de um segundo turno entre o Nhô Ruim e o Nhô Pior."
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Posted: 20 Sep 2012 06:20 PM PDT


Russomanno, durante entrevista à TV Globo
CartaCapital



"Posso te pedir um favor? Vamos falar de São Paulo? Vamos parar de falar de religião, que isso não leva a nada. Por respeito aos eleitores, vamos falar dos problemas da cidade", disse o candidato ao apresentador César Tralli.

Era a terceira pergunta do jornalista sobre as convicções religiosas do candidato. A primeira, sobre se ele, caso eleito, governaria São Paulo conforme os preceitos da Universal, igreja à qual pertence parte da cúpula do PRB e da coordenação de sua campanha. A segunda, sobre a suspeita de que colaboradores da Universal estariam usando a estrutura da igreja para fazer campanha. A última, que levou o postulante a perder a paciência, era relacionada ao fato de ser apoiado por evangélicos e se declarar católico.

Russomanno reagiu dizendo que São Paulo tinha problemas mais graves a serem discutidos. "A saúde, por exemplo, está abandonada".

Tralli interrompeu o convidado com o argumento de que era interessante ao eleitorado saber o histórico e aliados do candidato. "Posso terminar?", rebateu Russomanno. "Isso é uma entrevista, não um programa eleitoral", retrucou Tralli."
Foto: Reprodução
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Posted: 20 Sep 2012 06:05 PM PDT
Saul Leblon, Carta Maior / Blog das Frases



"A chuva voltou à São Paulo, depois de quase 80 dias da segunda maior estiagem da sua história. O ar seco e as precárias condições de infraestrutura contribuíram para que a cidade vivesse nesse período uma sucessão de incêndios em suas 1.650 favelas, habitadas por quase 1,5 milhão de pessoas (11% da população).

Mais de 40 arderam desde janeiro; perto de 70, se incluídos focos menores. Muitos aglomerados viraram cinzas. Centenas de famílias, milhares de pessoas retrocederam um pouco mais, conforme a clássica síntese 'perderam tudo'. O último episódio, nesta 2ª feira, destruiu 80 barracos incrustados sob um viaduto no centro da cidade mais rica da América Latina. Um morador morreu. O mesmo local já havia queimado no final do ano passado.

Um detalhe: estamos na segunda quinzena de setembro, o orçamento do Programa de Prevenção contra Incêndios em Assentamentos Precários (Previn) não recebeu um único centavo este ano. Para quem acha que não leu direito: a prefeitura há oito anos dirigida pelo consórcio Serra/Kassab não liberou nenhum centavo do programa de prevenção de incêndios em favelas no ano da segunda maior seca vivida por São Paulo.

Para alívio dos miseráveis, a chuva chegou antes que as chamas fizessem mais estragos. Resta saber agora quem irá salvá-los das águas. Ser pobre na São Paulo de Serra e Kassab é quase como viver no Estado de natureza.

O insuspeito jornal 'Estadão', na edição desta 4ª feira, adiciona alguns elementos a esse desabrido exercício de Estado mínimo para os pobres, na maior cidade do país."
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Posted: 20 Sep 2012 05:38 PM PDT
Camila Maciel, Agência Brasil



"O grande número de incêndios em favelas de São Paulo deixa à mostra a situação de vulnerabilidade social de mais de 450 mil paulistanos que moram em favelas e cortiços da capital, de acordo com o Plano Municipal de Habitação (PMH). Só este ano, foram 33 ocorrências de grandes proporções. Especialistas apontam que, para a redução do déficit habitacional, são necessárias ações articuladas aos instrumentos da política urbana.

Na Favela do Moinho, onde houve dois incêndios em menos de nove meses, por exemplo, as soluções adotadas para o atendimento das famílias têm se mostrado insuficientes, na opinião dos moradores. A cozinheira Denize Agnes da Silva, de 33 anos, é uma das pessoas que perderam a casa no incêndio da última segunda-feira (17). "Já passei por isso no ano passado e, para mim, nada mudou desde então. Mesmo quem está recebendo o auxílio-aluguel, não consegue se manter, porque o valor não dá pra pagar nada", avalia.

Alguns moradores da comunidade, que não quiseram se identificar, disseram que as famílias estão voltando a morar no local. A prefeitura de São Paulo informou que, das 400 famílias removidas no início do ano, 37 retornaram. A operadora de caixa Tatiana Gomes, de 34 anos, mora há sete anos na Favela do Moinho e, embora não tenha sido afetada pelo incêndio, tem receio do local onde vive. "Não é opção morar aqui, é necessidade. No mundo de hoje, só consegue viver bem quem tem dinheiro."

De acordo com a relatora especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Direito à Moradia Adequada, Raquel Rolnik, não há um modelo único para a política habitacional e devem consideradas as diferentes demandas existentes. "Em São Paulo, temos situações como essas das favelas, em que é necessário um processo de urbanização, regularização, integração à cidade, como também é fundamental o aumento de ofertas de novas moradias para evitar a formação de novos assentamentos informais", propõe."
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Posted: 20 Sep 2012 05:29 PM PDT



"Petista terá um minuto para se defender contra acusação do tucano, que afirmou ter assumido, em 2005, "uma Prefeitura falida, só com R$ 16 mil no banco(...)"; Serra acrescentou que seria essa "a herança recebida do PT"


O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) modificou hoje sentença de primeiro grau e concedeu 1 minuto de direito de resposta a Fernando Haddad e à Coligação "Para Mudar e Renovar São Paulo" (PT/PcdoB/PSB/PP), a ser veiculada na propaganda eleitoral gratuita de rádio – modalidade bloco –, no período matutino e no vespertino.

Segundo o julgamento, a Coligação Avança São Paulo (PSDB/PSD/DEM/PR/PV), em sua propaganda eleitoral gratuita divulgada em rádio no dia 10 de setembro, trouxe conteúdo em que Serra dizia ter assumido, em 2005, "uma Prefeitura falida, só com R$ 16 mil no banco(...)", acrescentando, ainda, que seria essa "a herança recebida do PT".

A relatora do processo, Diva Malerbi, entendeu que o direito de resposta deve ser concedido de forma restrita a essa afirmação "sabidamente inverídica", uma vez que constou no processo o balanço financeiro da Prefeitura no exercício de 2004. A decisão foi por maioria dos membros da corte, contra o voto do juiz Paulo Galízia, que negava provimento ao recurso.

Da decisão, ainda cabe recurso ao TSE."


Posted: 20 Sep 2012 05:07 PM PDT
Blog: Amigos do Presidente Lula



Foi só nós noticiarmos aqui a nota ontem "Globo joga a toalha: Haddad passou Serra no tracking do PSDB, diz colunista", que uma verdadeira operação bolinha de papel foi deflagrada na revista Época das Organizações Globo.

Tudo começou com a seguinte nota do colunista Felipe Patury da revista:

A assessoria do tucano já havia enviado uma nota negando, para apagar o incêndio, cuja resposta foi publicada pelo colunista, sem apagar a nota acima.

Mas após nós e outros publicarem, a notícia se alastrou pela internet, e coisas estranhas começaram a acontecer.

A nota foi removida. No link onde estava a notícia: http://colunas.revistaepoca.globo.com/felipepatury/2012/09/19/haddad-passa-serra-em-tracking-do-psdb/ passou a dar a mensagem de erro "Página não encontrada":


Pela fama de José Serra (PSDB) de telefonar para redações, uma operação bolinha de papel deve ter sido montada."


Posted: 20 Sep 2012 04:34 PM PDT


Posted: 20 Sep 2012 09:53 AM PDT



Posted: 20 Sep 2012 09:45 AM PDT



"A taxa de desemprego em agosto permaneceu estável na comparação com julho, em seis regiões metropolitanas do país, ficando em 5,3%. O índice é 0,1 ponto percentual acima do mês anterior.

Vermelho / Abr

Os números fazem parte da Pesquisa Mensal de Emprego, divulgada hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Aproximadamente 1,3 milhão de pessoas estavam desocupadas em agosto, mesmo número de julho. Houve queda de 10,6% na comparação com agosto de 2011 (menos 153 mil pessoas). O salário médio dos trabalhadores ficou em R$ 1.758,10, aumento de 1,9% em relação a julho.

A população ocupada atingiu 23 milhões para o conjunto das seis regiões, assinalando variação de 0,7% frente ao mês de julho. Segundo o IBGE, o número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado, em agosto deste ano, foi de 11,4 milhões no acumulado das regiões pesquisadas. Aumentou em 356 mil o número de postos de trabalho com carteira assinada em um ano.

No confronto com agosto de 2011, a taxa recuou em Salvador (2,5 pontos percentuais) e Porto Alegre (1,7 ponto percentual). Nas demais regiões o quadro foi de estabilidade.

Rendimento e nível de ocupação

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores aumentou 1,9% em relação a julho, ficando em R$ 1.758,10. Na análise regional, a maior alta foi registrada em Recife (5,2%). Ainda de acordo com a pesquisa, o nível da ocupação foi estimado em 54% em agosto.

A pesquisa de emprego é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre."


Posted: 20 Sep 2012 09:35 AM PDT
Yara Aquino, Agência Brasil



"Atualmente mais da metade da população brasileira (53%) fazem parte da classe média, o que significa um total de 104 milhões de brasileiros. Nos últimos dez anos, foram 35 milhões os brasileiros incluídos na classe média. Os dados foram divulgado hoje (20) pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República no estudo Vozes da Classe Média.

A pesquisa classifica como classe média os que vivem em famílias com renda per capita mensal entre R$ 291 e R$ 1.019 e tem baixa probabilidade de passar a ser pobre no futuro próximo.

De acordo com o estudo, a expansão desse segmento resultou de um processo de crescimento do país combinado com redução na desigualdade. A estimativa é que, mantidas a taxa de crescimento e a tendência de queda nas desigualdades dos últimos dez anos, a classe média chegue a 57% da população brasileira em 2022.

Os dados indicam que a redução da classe baixa foi mais intensa do que a expansão da classe alta. De 2002 a 2012 ascenderam da classe baixa para a média, 21% da população brasileira, enquanto da classe média para a alta ascenderam 6%."
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Posted: 20 Sep 2012 09:09 AM PDT


Personas. A Delta está na urbanização de
Paraisópolis, na gestão Kassab.
E aparece o infatigável Paulo Preto
Leandro Fortes, CartaCapital



"Os técnicos da CPI do Cachoeira acabam de concluir um levantamento completo de todos os contratos firmados em São Paulo, governo estadual e prefeitura da capital, com a Delta Construções, ligada ao esquema criminoso comandado pelo bicheiro. É coisa de 1,2 bilhão de reais. O resultado, além de revelador sobre as relações dos governos do PSDB com a empresa-mãe da quadrilha de Cachoeira, trouxe à tona uma suspeita sobre os bastidores dos negócios milionários fechados na gestão do prefeito Gilberto Kassab (PSD), sob a influência do senador cassado Demóstenes Torres, do DEM de Goiás.

Uma interceptação telefônica realizada pela Polícia Federal durante a Operação Monte Carlo captou um diálogo entre Cachoeira e Cláudio Abreu, diretor da Delta na Região Centro-Oeste, onde ambos discutem contratos da empreiteira com a prefeitura de São Paulo. No grampo, de 31 de janeiro deste ano, o bicheiro pergunta a Abreu o resultado de uma conversa do ex-presidente da Delta Fernando Cavendish com Kassab sobre um contrato ainda não identificado. O diretor da construtora faz uma revelação: em consideração ao então senador Demóstenes Torres, o prefeito de São Paulo teria triplicado os valores do tal contrato. A conversa é a seguinte, retirado do áudio ao qual CartaCapital teve acesso:

Carlinhos Cachoeira: Outra coisa, Cláudio, você falou pro Fernando (Cavendish) do negócio lá do Kassab?
Cláudio Abreu: Ih, cara… Eu vou encontrar com ele mais tarde, eu vou voltar lá pra dar um retorno pra ele. Mas fala aí, o que é o negócio lá? Do contrato, né? Ele fez as coisas lá, né? Até pelo professor (Demóstenes Torres), né?
Cachoeira: Ele (Kassab) falou que triplicou o contrato por ele (Demóstenes).


De acordo com o levantamento feito pela CPI, a prefeitura de São Paulo tem três contratos com a Delta, firmados entre 2004 e 2012, num valor total de 307,6 milhões de reais. Um da Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb), de 93,7 milhões de reais. Um de urbanização da favela de Paraisópolis, via Secretaria de Habitação, de 15,4 milhões de reais. E um da São Paulo Transporte S.A. (SPTrans), de 12,2 milhões de reais. Pela data do grampo da PF, não é possível detectar exatamente qual dos contratos teria sido triplicado, pois todos abarcam também o ano fiscal de 2012. Segundo Emerson Figueiredo, assessor de imprensa da prefeitura, Kassab "desconhece o diálogo, seus supostos autores e considera improcedente o seu conteúdo".


As relações entre a Delta e o governo estadual tratam de cifras maiores, cerca de 943 milhões de reais, em valores corrigidos, referentes a contratos firmados durante os governos tucanos de José Serra (765 milhões de reais) e Geraldo Alckmin (178 milhões de reais), entre 2002 e 2012. Os negócios foram firmados a partir de demandas de cinco estatais: Desenvolvimento Rodoviário (Dersa), Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee), Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)."
Foto: Jonne Roriz/AE
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Posted: 20 Sep 2012 07:08 AM PDT
Dennis de Oliveira, Revista Fórum / Blog



"Desde que a presidente da Associação Nacional dos Jornais (ANJ), Judith Brito, declarou que o papel da imprensa é agir como oposição ao governo (federal, bem entendido), a mídia hegemônica tem abandonado completamente os fundamentos básicos do jornalismo, subordinando-os quase que completamente a uma militância política. Rigor na apuração, critérios os mais objetivos possíveis de construção das pautas e das manchetes, isenção na cobertura de eventos políticos que envolvem, necessariamente, polêmicas partidárias e ideológicas – tudo isto foi abandonado pela auto-decretação de ser oposição ao governo federal.

Para demonstrar esta ideia, cito dois casos emblemáticos que podem ser classificados como verdadeiras aulas de antijornalismo. Primeiro, o caso da suposta entrevista do publicitário Marcos Valério que diz que Lula sabia do caso do mensalão, numa clara tentativa de envolver o ex-presidente em um momento que a sua popularidade tem auxiliado candidatos petistas em eleições municipais e que o mesmo é um fortíssimo candidato a voltar à presidência da República.

A matéria que ganhou capa na edição passada da revista Veja – e foi repercutida por Globo e Folha de S. Paulo, repetindo o tripé base do partido midiático – foi produzida sem qualquer apuração aparente. O advogado de Marcos Valério disse que o seu cliente não concedeu entrevista nenhuma, a própria revista diz que a matéria não foi produto de entrevista, mas de "conversas" do publicitário com terceiros a que a publicação teve conhecimento (!) e depois circula-se o boato de que o publicitário tenha dado a entrevista mas depois se arrependeu, a revista teria o áudio e ameaça divulgá-lo."
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Posted: 20 Sep 2012 06:53 AM PDT



Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania

"A diferença entre as pesquisas Datafolha e Vox Populi sobre a disputa eleitoral em São Paulo que passaram a ser divulgadas a partir da noite da última quarta-feira (19.9) constitui uma verdadeira afronta ao eleitorado paulistano e, portanto, tem que ser esclarecida.

Resumindo, o Datafolha traz uma reviravolta no que vinha acontecendo e mostra queda de Fernando Haddad (15%) e subida de José Serra (21%). Já o Vox Populi, aponta continuidade tanto da subida do candidato do PT (18%) quanto da queda do candidato do PSDB (17%).

A esse fato, soma-se entrevista que a jornalista Conceição Lemes, do site Viomundo, fez ainda na quarta com o vereador pelo PT de São Paulo Antonio Donato, coordenador da campanha de Haddad. Donato afirma que o Datafolha está distorcendo números para beneficiar Serra.

Para quem não sabe, é crime fraudar pesquisas eleitorais. Dá até cadeia. É nesse contexto que se conclui que há realmente algo de muito estranho na diferença entre as tendências apontadas por cada instituto na eleição paulistana.

Alguns podem achar que eventuais manipulações "dentro da margem de erro" ou próximas a ela podem ficar impunes. Engano. Há, sim, como detectar se houve manipulação dos dados coletados.

Em poucas palavras, os resultados que as pesquisas mostram são produtos de relações numéricas. Um número pode estar dentro da margem de erro em relação a outro, mas, numericamente, ou é maior ou é menor ou é igual.

Terão o Datafolha ou o Vox Populi se aproveitado da "margem de erro" para modificar números que não agradaram? Para descobrir, basta contar os dados das fichas de entrevista."
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Posted: 20 Sep 2012 06:42 AM PDT
Paulo Henrique Amorim, Conversa Afiada



"Até a última pesquisa, a margem de erro do Datafalha era de 3 pontos.

Ou seja, Haddad estaria na frente, como demonstrou ontem o Nassif: um ponto de vantagem sobre Cerra.

Um tréquin do próprio PT mostrava que o Haddad estava, ONTEM, dois pontos na frente.

Nos últimos dias, Haddad tem estado, consistentemente na frente de Cerra, um ou dois pontos.

O Datafalha registra nessa embromação de quinta-feira uma guinada sem precedentes na História Eleitoral do País.

A margem de erro apertou para dois pontos, e não dá a chance de Haddad estar, de fato, à frente de Cerra.

Cerra inverteu a queda fulminante e agora dispara celeremente: subiu um ponto (dentro de qualquer margem de erro).

O Zezinho Trinta caiu desabadamente de 30 para 20 – e agora se recupera de forma vigorosa: um ponto !

O Datafalha não falha.

Quando o Cerra mais precisa, lá está ela, firme e forte.

As pesquisas eleitorais no Brasil – dominadas pelo duopólio Golpista, o Datafalha e o Globope – fazem parte do Golpe paraguaio em curso.

Com provas tênues e "domínio do fato", como o do FHC sobre a Privataria, o Supremo degola o Dirceu (e, breve, segundo o Ataulfo de Paiva Merval, o Lula).

E a opinião pública ou "publicada", como diria o Paulo Moreira Leite – Datafalha e Globope – referendam.

Sem povo !

Viva o Brasil !

O Brasil da Casa Grande, diria o Mino Carta !

Quem manda não ter feito a Ley de Medios ?

Quem manda financiar a Direita ?"



Posted: 20 Sep 2012 06:26 AM PDT
"Enquanto o instituto Vox Populi, de Marcos Coimbra, aponta Fernando Haddad com 18% e José Serra com 17%, o Datafolha, de Otávio Frias, traz o tucano com 21% e o petista com 15%. Na margem de erro do Vox, Haddad poderia ter algo entre 21% e 15% e Serra algo entre 20% e 14%. Na do Datafolha, os percentuais do tucano seriam entre 23% e 19% e os do petista entre 13% e 17%. Estão "operando" as margens de erro?



Brasil 247

As campanhas eleitorais no Brasil começam a entrar naquela fase decisiva em que todas as suspeitas passam a pairar sobre os institutos de pesquisa. E o nome do truque para "operar" vantagens em favor dos candidatos é a chamada margem de erro, álibi que permite aos três principais institutos do País, como Ibope, Datafolha e Vox Populi, a simular vantagens em favor dos candidatos aos quais são mais simpáticos – uma pesquisa com resultados distorcidos, por exemplo, pode injetar ânimo numa determinada campanha e esfriar adversários, ao mesmo tempo em que engorda o caixa dos institutos.

Algo semelhante pode estar acontecendo em São Paulo, palco da maior disputa eleitoral do Brasil, não pelo primeiro lugar, que parece estar consolidado com Celso Russomano, mas entre José Serra, do PSDB, e Fernando Haddad, do PT. Ontem, pela primeira vez, o Vox Populi apontou Haddad na frente de Serra, por uma margem pequena: 18% a 17%, numa pesquisa com margem de erro de três pontos. Ou seja: Haddad pode ter de 21% a 15% e Serra de 20% a 14%. Hoje, o Datafolha traz outra pesquisa com resultados divergentes: Serra teria 21% e Haddad 15%, numa pesquisa com margem de dois pontos. Ou seja: o tucano teria entre 23% e 19% e o petista entre 17% e 13%. Em ambas, Russomano lidera com 35%."
Matéria Completa, ::AQUI::


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